Combate ao desemprego
Actualmente a sociedade portuguesa dedica uma quantidade significativa de recursos a combater o desemprego. Este esforço inclui a atribuição de um subsídio de desemprego e a existência de uma enorme variedade de serviços de apoio ao desempregado. O estado presta serviço de colocação de desempregados, formação profissional e subsidia uma grande diversidade de falsos empregos como emprego social e estágios na função pública e empresas privadas,
Este sistema de combate ao desemprego vai crescendo à medida que se vão reconhecendo os seus fracassos. Os centros de emprego dedicam grande parte dos seus recursos a corrigir os efeitos perversos de outras medidas do governo. Precisamos de centros de emprego para resolver o desemprego causado por leis de protecção do emprego que tornam o mercado de trabalho inflexíveis e vulnerável a recessões. Precisamos de centros de emprego para controlar as fraudes induzidas pelo sistema de apoio aos desempregados.
O complexo de instituições e pessoas que vivem dos apoios ao desemprego, que inclui desempregados, centros de emprego, segurança social, escolas de formação, formadores independentes, empresas que recebem desempregados e estagiários. Estas pessoas e instituições não têm qualquer incentivo para acabar com o desemprego. Vivem da perpetuação do desemprego. Quanto mais fracassarem mais prosperam.

de repente lembrei-me dos advogados, solicitadores, juízes, polícias, guardas prisionais, agentes da judite, comentadores de televisão, professores de direito e editores de livros de direito, as séries da Fox… que seria dessa gente toda sem crime?
acaba por ser uma coisa boa, haver ladrões, vigaristas, assassinos, gajos que deitam cigarros no chão…
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O
Na verdade, sem apoios vive-se no espaçO.
O
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No tempo da escravatura não havia desemprego. Pelo contrário, até havia falta de mão de obra.
Decrete-se novamente o regresso à escravatura e do trabalho à borla.
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Mas João, dê-nos também uma solução para o problema do desemprego (que esteja em prática e funcione).
Não vale só fazer análises com base numa ideologia. É que assim até o Marx acertava.
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A fase a seguir vai ser a Depressão hiper-inflacionària. Os juros bancários saltarão para a banda dos 2 digitos, pelo menos 15%-20%.
Com um programa de reformas radicais em vez de PEC’s, Portugal é um dos poucos Países que tem condições naturais para passar ao lado da fase seguinte que nada vai conseguir impedir a nivel internacional.
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E convém notar que o desemprego é uma espécie de necessidade orgânica do internacionalismo governante.Se não fosse não faziam a lei da nacionalidade que nacionaliza toda a pobreza que declare afectos.Centenas de milhar instalados em bairros sociais multiculturais e cujas acções de animação foram corridas pela censura dos meios de propaganda.Temos que ganhar menos para outros ganharem mais.Como em áfrica todo o continente está desempregado é bom de ver onde é que isto vai parar…
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Silver,
“Mas João, dê-nos também uma solução para o problema do desemprego (que esteja em prática e funcione).”
Liberalizar a legislação laboral e os despedimentos. Não está em prática, mas funcionaria bem melhor que o sistema actual.
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Portugal tem uma carga fiscal excessivamente elevada que proibe solucionar o Desemprego ou ter preços competitivos para substituir importações e simultâneamente acelerar as exportações.
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Como os impostos são uma ‘vaca sagrada’ dos Economistas Portugueses e de quem ganha com o dinheiro dos Impostos no que TODA A CLASSE POLITICA está de acordo,
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resta continuar a lutar para que emprestem mais dinheiro para Investimento Publico, Programas de financiamento de Desempergo chamados Formação etc e sacar mais dinheiro emprestado pela porta do cavalo para haver dinheiro para os Subsidios de Desemprego.
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É esta a sustentabilidade que pensam ontem/hoje para Portugal. Dizem que é patriotica e a solução. Eles dizem que sabem.
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#7 LR
Concordo em absoluto consigo.
Mas e que dizer do poder das Câmaras Municipais sobre o investimento privado? Aqui pelo interior (falo do Alentejo que é minha terra natal) bastava acabar com a treta da elegibilidade dos investimentos. Basta você ser de uma cor política diferente ou não contribuir na campanha para qualquer presidente de meia tigela lhe chumbar o projecto. Assim não vamos lá…
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As medidas que estão a ser anunciadas estão muito longe de resolver alguma coisa interna e externamente. Complicam ainda mais a sarilhada de problemas em que meteram os Cidadãos, Familias e Empresas.
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É inteligente mudar de azimute a favor duma reforma completa de Portugal. Remendos já não remendam mais nada, tantos são os buracos da fatiota.
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Agora vai ser a fase:Tailândia, Tailândia, Tailândia…
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Então é assim: Se os pobres e os desempregados acabassem por hipotese. Algum desemprego surgia ( todos os que ocupam dessas coisas perderiam os postos de trabalho, e são muitos) e os estados e certas ideologias que existem para a sua protecção, não faziam sentido. Os pobres e os desempregados paradoxalmente fazem muita falta á politica
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“Actualmente a sociedade portuguesa dedica uma quantidade significativa de recursos a combater o desemprego. Este esforço inclui a atribuição de um subsídio de desemprego e a existência de uma enorme variedade de serviços de apoio ao desempregado.” JM
nada mais errado, dizer que essas medidas servem para combater o desemprego… essas medidas apenas servem para minorar os efeitos nefastos que o desemprego ocasiona para as pessoas que perdem os seus empregos e para as quais contribuem com os seus descontos.
“O complexo de instituições e pessoas que vivem dos apoios ao desemprego, que inclui desempregados, centros de emprego, segurança social, escolas de formação, formadores independentes, empresas que recebem desempregados e estagiários. Estas pessoas e instituições não têm qualquer incentivo para acabar com o desemprego. Vivem da perpetuação do desemprego. Quanto mais fracassarem mais prosperam.” JM
talvez, mas esses serviços não têm uma eficiência desejada também, porque como em muitos serviços públicos, incluindo a justiça e a saúde, mas poderia citar outros, há falta de sentido de serviço público, de responsabilidade e organização e isso é já uma velha história… mas não só esses que beneficiam com o aumento do desemprego, as empresas e os empresários também beneficiam, remetendo para o Estado a responsabilidade da má gestão que fazem dos meios financeiros e humanos de que dispõem e com o efeito perverso inevitável de manter os salários baixos e se possível baixá-los ainda e torná-los o mais precários possível, sob pretexto de competitividade… como pode a nossa economia crescer, se uma grande percentagem de portugueses não podem consumir muito do que por aqui se produz ou poderia produzir entando limitados a comprar muitos dos produtos baratos made in China (outro efeito perverso!)…
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LR,
“Liberalizar a legislação laboral e os despedimentos.”
Os EUA fecharam 2009 com uma taxa de desemprego na ordem dos 10%, Inglaterra está com taxas a rondar os 8%. E em anos “normais”, as taxas são semelhantes (mais coisa menos coisa). Tenho dúvidas que seja por aí…
“Não está em prática, mas funcionaria bem melhor que o sistema actual.”
Não está em prática? Mas afinal os liberais são como os comunistas? A União Soviética também não era marxista?
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“Liberalizar a legislação laboral e os despedimentos. Não está em prática, mas funcionaria bem melhor que o sistema actual.”
Óptima ideia voltarmos à Grande Selvejaria! Aposto que todo o patronato concorda consigo.
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Caro João Miranda,
Bom, eu pessoalmente não vejo a necessidade de acabar com o serviço propriamente dito, mas os seus custos podem ser drasticamente reduzidos mediante a atribuição das suas incumbências a outro ramo da administração, que se encontra hoje às moscas, aproveitando para criar uma tremenda redução do défice.
A ideia é simples. Em vez de pagarmos um exército nacional para não fazer nenhum a não ser uns exercicios idiotas, davamos-lhe como tarefa matar todos os desempregados que fossem encontrados por ai. Esta medida, sã do ponto de vista orçamental, teria um efeito imediato sobre o numero de desempregados, na dupla medida em que i) incitaria os desempregados a encontrar rapidamente um emprego e ii) acabaria com o custo dos que não conseguem obtê-lo.
Ao mesmo tempo, sem acabar com o serviço publico em causa, acabariamos com o seu custo actual, fazendo com que passe a ser financiado (sem necessidade de criar mais linhas do que as que constam do orçamento) para um ministério hoje totalmente improdutivo. De facto, se pensarmos bem, a tarefa de encontrar e matar desempregados so pode deixar os nossos soldados mais bem preparados em caso de ataque ao territorio – e mesmo para aquelas missões que consistem em encontrar terroristas nas montanhas afegãs o que, afinal, até é mais facil do que encontrar um foragido na serra do Marão…
A experiência so pode ser conclusiva.
Em seguida, de acordo com os mesmos trâmites, entrega-se o serviço nacional de saude ao ministério da defesa.
Bom post, João Miranda !
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Só quero acrescentar que n é de centros de emprego que precisamos, porque lá não nos “arranjam” emprego! precisamos é de descruzar os braços e ser mais activos contra as coisas que estão mal neste país! A falta de auto-estima e o absentismo que por ai anda é desesperante!
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Não é correcto se dizer que a culpa do desemprego é o subsídio de desemprego.
1º se tens direito a ele é porque fizeste descontos para isso
2º se recebes subsídio de desemprego e não queres ir trabalhar – quais as causas? talvez ganhar 500€ em casa e ir trabalhar pelo salário mínimo, ter de pagar os transportes e a refeição, sejamos realistas alguém quer ir trabalhar nessas condições.
Além de que nem todos os desempregados vivem dos apoios do estado.
Mas para todos os que dizem mal dos desempregados, que tal propostas concretas e realistas para o fim do desemprego?
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A quantas empresas o governo deu apoio para o desemprego. A mulher a dias do ministério do trabalho não decide nada o caso do despedimento colectivo de 112 familias do casino estoril que com milhoes de lucros e com apoio do governo e ninguem investiga quem está por detrás desta ilegalidade que destroi 112 familias.
Porquê tanto medo de se investigar O casino estoril quem ganha com os despedimentos ilegais neste país para enriquecer há custa dos precários.
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