Se não consegues controlar a informação, trata de acabar com ela
25 Maio, 2010
Líderes europeus querem acabar com mercado de CDS
Depois disto, há que extinguir todos os produtos derivados. E as bolsas de valores, esses antros de especulação, símbolo máximo da “economia de casino”. Bom, bom, era que não existissem sequer mercados, essa realidade diabólica a perturbar sempre a construção de um mundo perfeito.
197 comentários
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o portas fica sem sítio para filmar os tempos de antena.
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Todos os mercados são regulados. Se produtos se compram e se vendem, isso acontece sempre porque há governos que o permitem e que, de facto, regulam esse comércio.
Em Portugal existe um produto derivado dos jogos de futebol: o Totobola. Só existe esse produto, e não existem outros, porque o Estado português assim o determina.
Em Portugal não há prostíbulos (bordeis) porque o Estado o proíbe. Vende-se aguardente em qualquer loja porque o Estado o permite. E assim por diante. Nenhum comércio é feito fora da alçada do Estado.
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#2
Não haverá por aí alguma confusão entre as regras sob as quais o mercado funciona — regulação — e a formação do preço dos bens, factor de informação essencial para que o mercado funcione de facto? É este segundo aspecto que está, parece-me, em debate…
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Abusaram. Puseram em risco economias inteiras de vários países.
Os especuladores podem ser um instrumento vital do capitalismo. Especuladores. Não escrevi escroques.
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A Goldman Sachs parece que andava a vender gato por lebre e a propor lebres como gatos. Ou seja, quiseram a quadratura do círculo da ganância habitual nos judeus.
Foderam-se e ainda bem.
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In “The Road to Serfdom”. Lightning fast.
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«Abusaram. Puseram em risco economias inteiras de vários países.»
De facto, os governos não têm feito outra coisa. A festa vai necessariamente acabar (contra a parede como diz, desassombrado Ulrich). Como de costume, culpa-se o mensageiro, o “império do mal”, o aquecimento global e a configuração astral. Velhos são os trapos…
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Por uma questão de princípio e para não abalarmos os princípios ideológicos do Blasfémias, devemos ficar quietos e esperar pela próxima crise.
É simples: todos lutamos pelos nossos interesses. Os especuladores pelos seus, os bancos pelos seus e os Estados pelos interesses de quem elege os governos, que maioritariamente não são nem especuladores, nem donos de instituições financeiras, mas simples trabalhadores a quem só chega a factura da crise. Se, para defender os interesses (e a sobrevivência) da maioria, se tiver de tomar medidas drásticas em relação a qualquer produto financeiro, toma-se. Porque, mesmo contra a vontade dos ultraliberais, os Estados (sozinhos ou em coordenação) ainda podem mudar as regras do jogo. Não têm querido. Com os resultados que se vêem.
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Esta malta leu muito de Rand (cuja vida sexual deve ter sido desastrosa…para escrever o que escreveu).
Foi o primeiro local em que insinuaram que sou de Esquerda. looool
Noto agora que o Prof.Salazar tinha razão sobre os liberai(zitos), taditos.
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O post, claro, é asqueroso.
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Os liberais não são nada liberais. São apenas uma espécie de apóstolos da ganância com esperança que esse evangelho salve a Humanidade.
Como se isso alguma vez fosse possível. E bem pregam a boa nova da especulação sobre nada e coisa nenhuma. Sobre fatuidades que inventaram para acumular activos imponderáveis.
Chega um dia em que a realidade lhes bate à porta e descobrem que foram enganados durante uma vida.
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E tiraram cursos para conseguirem empreender acções junto dos “mercados”. Na bolsa e nos bancos, que é o local onde se fazem maiores aldrabices legalmente credenciadas.
Temo que os comunistas tenham razão, neste aspecto.
O capitalismo não é isto e se for, que se foda este capitalismo.
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Salazar tinha razão sobre muitas coisas. Pena que fosse um ditador.
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“Na bolsa e nos bancos, que é o local onde se fazem maiores aldrabices legalmente credenciadas.”
… com a ajuda dos tribunais e dos notários.
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Tem razão José. Parecem baratas tontas. Lá no fundo andam aflitos.
Fazem lembrar os comunistas nos idos de 1989.
Mas agradeço a este blogue o facto de aprender aqui coisas extraordinárias, tais como insinuações que os reformados me estão a roubar.
esta ralé deveria sobreviver com 250 ou 300 euros (ou até com o salário mínimo) para saber o que é bom.
Mas não, para esta malta isto são tudo abstrações.
Lembrei-me agora do 14 de Julho de 1789.
“O capitalismo não é isto e se for, que se foda este capitalismo.”
Nem mais.
Mas não, isto não é capitalismo, o que aqui se defende é o despudor,a ganância destranbelhada e sem qualquer freio ou regra, a dissimulação, o embuste, a pulhice e a agiotagem.
estão aflitos porque sabem que a jogatina das FIAT CURRENCIES está a acabar e, sabem-no bem, a saída não será este pret-a-porter ideológico que aqui se defende.
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“Pena que fosse um ditador.”
Pena que a tão propalada Democracia seja, cada vez mais, um dos maiores embustes da História.
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A especulaçao útil ao bom funcionamento do mercado é a especulação existente num mercado atomizado (logo, concurrencial) em que nenhum operador isolado pode arrebentar com um país. Ora o mercado dos hedge fonds, CDS e demais merda tóxica é um mercado oligopolista em que poucos, mesmo muito poucos, administrando astronómicos fundos alheios (como o das pensões de quem trabalhou a vida inteira) podem destruir em 2 dias o sistema bancário e a solvabilidade de um estado.
São chulos de colarinho branco, gangsters financeiros cuja gula de biliões pelo menor esforço não tem qualquer contrapartida útil para o bem estar financeiro da sociedade. Deviam ser pendurados como os açambarcadores em tempo de guerra.
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“Salazar tinha razão sobre muitas coisas. Pena que fosse um ditador.”
pois, os ditadores têm sempre razão e só a perdem quando morrem.
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“Lembrei-me agora do 14 de Julho de 1789.”
eu tamém entrei nesse concurso da gorila
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Tanta parvoíce, tanta ignorância, tanta estupidez que aqui se escreve.
Se não houver CDS ainda menos dinheiro é emprestado seus burros esquerdistas que vivem à conta da dívida. Querem pagar juros mais altos? Acabem com os CDS. O custo do risco passa para os Juros. É o mesmo que proibir seguros.
Façam isso e o meu sonho de os Governos não endividarem os cidadãos chega mais rápido. O dinheiro foge todo da Europa. Há anos que digo que Portugal caminha para Cuba. Já não é Portugal é a Europa.
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Esta merda assenta no tandém ganância/confiança e miraculosamente espera que a ganância tenha um limite e que a confiança seja ilimitada. (o próprio Greenspan, à saída, fingia-se surpreendido pelo facto de a “mão invisível” não ter tido unhas para a ganância).
E o mundo todo vive nesta dormência ideológica sobre a qual se monta qualquer conceptuário que se distribui em unidoses de MBA’s e outras pós-modernices que mais não são que os vestíbulos dos clubes do poder.
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O ferreira entrou agora de serviço. Traz o habitual boné de abécula.
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Lucky:
Quando e como começaram os CDS? Por que razão?
Isto não é o capitalismo. É outra coisa que se quer fazer passar por isso.
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Isto não é regulação, é protecção. Todas as medidas de protecção só conduzem a distorção e a distorção conduz ao desastre. Os políticos europeus estão a pedir protecção hoje sabendo que os próximos vão ter que abarcar as consequências.
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Os intrumentos financeiros, como os conhecemos hoje ( quem conhece que eu disto conheço pela rama e mal) quando é que foram inventados e por quem?
Quando é que este capitalismo predador de nações, tomou o freio nos dentes?
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Ninguém mais quer maior protecção do que os especuladores. Por isso é que especulam.
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Não produzem nada, nada acrescentam á produção. Nem sequer produzem instrumentos que servem a economia.
Apenas inventam modos de enganar os outros.
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Os CDS’s foram uma maravilha para a AIG e para os contribuintes americanos que tiveram que salva-la.
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“Quando e como começaram os CDS? Por que razão?”
Para segurar o risco de falência de uma companhia, neste caso a Exxon. Poder distribuir riscos por entidades que estejam mais aptas a suportá-lo não tem nada de extraordinário. A existência desse mercado permite financiamentos a empresas grandes em dificuldades, uma vez que é possível separar parte do risco associado à probabilidade de default.
A possibilidade de entidades não preparadas para suportar grandes riscos o adquirirem pode ser regulada e minimizada, mas eliminar o mercado é uma estupidez semelhante à da proibição de vendas a descoberto.
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Jose dixit
“Abusaram. Puseram em risco economias inteiras de vários países.”
“A Goldman Sachs parece que andava a vender gato por lebre e a propor lebres como gatos. Ou seja, quiseram a quadratura do círculo da ganância habitual nos judeus. Foderam-se e ainda bem.”
A Goldman Sachs só faz aquilo que os clientes lhe pedem. Se um cliente pediu instrumentos financeiros que escapassem ao crivo da Comissão Europeia, não tem mais que fazer que arranjá-los. Quem encomendou o produto e quem esbanjou a riqueza dos gregos foi o governo grego, não a G-S.
Aliás, quem tem posto em risco as economias de vários países têm sido os seus governos, entre eles o português, e apesar da evidência tremenda de desprezo pela credibilidade económica de um país e dos seus contribuintes, há gente que só se preocupa com o que não compreende. Antigamente também matavam as bruxas na fogueira.
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#5 – “Foderam-se e ainda bem.”
oh caga! quem se fodeu foi a malta das sachs minors, os goldménes andam por aí numa boa e ninguém os obrigou a restituir o produto empochado. são os primeiros na linha do barulho a exigir medidas para que tudo volte à mesma e se possível ainda com menos regulação, se é que existia alguma.
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Pois foi. Começaram com o caso Exxon.
E outros.
Veremos como se safa a Goldman Sachs neste imbroglio porque há muita gente a rezar-lhe pela pele. Quiseram de mais: uma coisa e o seu contrário. E se assim for e se provar que sabiam bem o que andavam a fazer, vai ao charco como foram as outras antes dela.
E se calhar é um bem para a humanidade.
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“A Goldman Sachs só faz aquilo que os clientes lhe pedem”
Pois é. No andar de cima da sede, novinha em folha, também se defendem assim. Nos andares de baixo já não é bem a mesma coisa.
O nosso Borges nunca esteve nos andares de cima.
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“Quando e como começaram os CDS? Por que razão?
Isto não é o capitalismo. É outra coisa que se quer fazer passar por isso.”
Vê-se mesmo que não sabe do que está falar.
Você quer vender uma mercadoria à Alemanha, chega ao segurador pede um seguro porque há sempre o risco da outra parte não pagar ou não pagar a tempo. Ele pede-lhe um valor para segurar o pagamento.
Você quer vender um mercadoria para a Somália o segurador dá-lhe um valor completamente diferente, há mais risco de não pagar. São estes valores que são os CDS de que houve falar só que em vez de venda de mercadoria é um empréstimo de dinheiro.
Se Portugal e uma maioria dos paises Europeus não param de se endividar, que é que se pode esperar senão os o aumento brutal do preço dos seguros a quem empresta dinheiro a Portugal e à Europa?
Se Portugal fosse por exemplo um País neoliberal como o Chile com 6% de dívida publica, isto é, não chulou os seus cidadãos a prazo, não haveria procupações algumas com CDS. Em 2016 a Constituição Alemã força o defice a ser perto de 0% copiando o Chile. A Alemanha vai deixar de ter dívida excepto em casos excepcionais, logo também haverá menos risco quando pedir um empréstimo.
Já vi que foi aquele desastee ambulante do Papandreou a fazer aqueleas declarações. Não me surpreende.
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O caso Exxon é de que ano?
Antes disso não havia capitalismo?
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“Você quer vender uma mercadoria à Alemanha, chega ao segurador pede um seguro porque há sempre o risco da outra parte não pagar ou não pagar a tempo.”
Se fosse apenas isto eu e qualquer pessoa entendia.
Mas não é como V. sabe muito bem. E se vier para aqui armado em sabidolas e a tratar os outros por artolas acaba a discussão.
Eu ao menos reconheço ignorância…
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Daniel Oliveira,
“É simples: todos lutamos pelos nossos interesses. Os especuladores pelos seus, os bancos pelos seus e os Estados pelos interesses de quem elege os governos, que maioritariamente não são nem especuladores, nem donos de instituições financeiras, mas simples trabalhadores a quem só chega a factura da crise.”
Tens a certeza que os Estados lutam pelos interesses de quem elege os governos? Não sabia que o governo português havia sido “eleito” pelas construtoras…
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“Tanta parvoíce, tanta ignorância, tanta estupidez que aqui se escreve.”
Você lá sabe.
E, por favor, esquerdista é que não sou.
Mas, como já disse, as vossas formatações intelectuais apriorísticas não vos deixam enxergar para além de dicotomias a “preto-e-branco”, como se tudo e todos os que não se prostrarem perante o mercado e o adorarem como uma divindade infalível fossem de esquerda.
Haja paciência.
Os americanos parece-me que têm razão desta feita, ou seja: “if you don’t have enough money then…PRINT MONEY, it’s just paper. It’s just Fiat Money – Let’s print it”
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José,
“A Goldman Sachs parece que andava a vender gato por lebre e a propor lebres como gatos. Ou seja, quiseram a quadratura do círculo da ganância habitual nos judeus.”
E quem foi dos principais clientes da sua “engenharia financeira”? O governo grego, que a utilizou para aldrabar a UE. Seria de esperar que os governos não entrassem em aldrabices nem sustentassem “gananciosos”…
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Esta gente do liberalismo aceita de bom grado todos estes esquemas fraudulentos do capitalismo neoliberal como se fosse a coisa mais natural do mundo e o mundo tivesse sido sempre assim ou para aí caminhasse sem margem de manobra.
O problema reside aí: ausência de espírito crítico decorrente da falta de sentido moral no capitalismo. Falta completa e que se verifica agora mesmo com o facto de terem reivindicado a salvação através do Estado para depois, logo a seguir se porem a especular e a afundar outros Estados.
Se fossem capitalistas a sério porque não aceitaram ir á falência logo que isso se tornou inevitável? E porque é que aceitam de bom grado e sem espinhas morais levar á falência nações inteiras, como nos pode acontecer a nós?
É isto o capitalismo que defendem?
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As bolsas hoje (também) estão em queda porque há a desconfiança que os europeus estão renitentes em por as impressoras do BCE a funcionar como as do FED (que trabalham sem parar LOL)
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39:
Quem se insinuou perante o govenro grego, com conselheiros vários e com esquemas que se revelaram fraudulentos e enganadores?
Diga também.
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“Se Portugal fosse por exemplo um País neoliberal como o Chile com 6% de dívida publica, isto é, não chulou os seus cidadãos a prazo, não haveria procupações algumas com CDS.”
Exactamente. O que é extraordinário é as teses que se desenvolvem, simplesmente porque a verdade não agrada. Foi a vez do mundo financeiro ser invadido por teorias de conspiração. Como em todas estas teorias, os maus da fita são os ricos e os americanos. Vejam lá que até foram eles próprios que destruiram as Torres Gémeas para poder iniciar a guerra com o Iraque!…
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#39.
Seria de esperar que as agências financeiras que ajudam a compor aldrabices para os seus clientes fossem punidas.
Assim como um TOC que ajuda um cliente a cometer uma evasão fiscal qualquer.
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Há nomes a saltar e a Goldman se calhar vai responder por isso, porque não se podem agora armar em anjinhos de coro quando andaram a atiçar as chamas para a fogueira grega.
Por um lado, delineavam esquemas de salvação e por outro apostavam na perdição da mesma. Isto é moral? Isto é capitalismo?
Que se foda este capitalismo.
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“…os maus da fita são os ricos e os americanos.”
Muito pelo contrário!
Eles estão a fazer um enorme favor à Hunmanidade ao resumirem a política económica a: PRINT MONEY!
Já agora, que tal compararmos os exercícios orçamentais das administrações Clinton e W.Bush!? 😀
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“Eu ao menos reconheço ignorância…”
Demonstre…
Portugal este ano vai adicionar à dívida(não escondida) já existente de 132 mil milhões de Euros mais 14 mil milhões de Euros uma vez que os gastos serão 87 mil milhões e as receitas 63 mil milhões…
Por mim não emprestaria dinheiro algum a Portugal. Ou seja os Portugueses burros deixariam de preocupar com CDS’s.
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A Newsweek ( que também está à rasca porque o mundo dos media já não é o que era) na outra semana até titulava na capa: In defense of Goldman Sachs. Adianta-lhes muito…
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A Tina acredita no Pai Natal?
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“Adianta-lhes muito…”
eheheheh
Pois é.
PRINT, PRINT, PRINT! + PPT (Plunge Protection Team)
Go, go Obama go!
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“Já agora, que tal compararmos os exercícios orçamentais das administrações Clinton e W.Bush”
Que fraco entendimento acerca da política americana…
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LUcky:
O que ponho em causa é a existência desses esquemas sofisticados de tentar alavancar e compor contabilidades.
Os CDS não existem desde sempre, como se viu. E passaram a existir por obra de um génio financeiro que tem mais de chico-esperto do que economista.
E por isso reclamo o regresso a uma moralidade aceitável porque a fronteira já foi ultrapassada há muito.
Parece-me que no vosso caso, nem isso questionam. Aceitam como se aceitam a chuva e o sol. Ora não é assim que deve ser, parece-me.
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“Que fraco entendimento acerca da política americana…”
Olha, olha. Até parece que me conhece de algum lado.
Ó rapaz, em relação à “política americana” posso dizer-lhe que a conheço há muito tempo (décadas).
Compreendo que quando os FACTOS (facts, facts, let’s get strict to the FACTS) não dão jeito este tipo de respostas vem a calhar.
PRINT!
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Os neos quiseram revolucionar a economia global. Tiveram azar. E isto vai mesmo mudar quer queiram ou não.
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“Os CDS não existem desde sempre, como se viu. E passaram a existir por obra de um génio financeiro que tem mais de chico-esperto do que economista.”
Ó José, você é um ingénuo. esta malta não quer saber disso para nada. Estão aflitos porque sabem que o ideário deles, se nem sequer pode ser implementado nos EUA muito menos o será na Europa.
Parecem os comunistas, ahahahah.
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“E por isso reclamo o regresso a uma moralidade aceitável porque a fronteira já foi ultrapassada há muito.”
Pois foi, por governos interesseiros que endividam o povo ao ponto de comprometerem a viabilidade do país. Felizmente, os especuladores puseram um fim a isso.
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José,
“Quem se insinuou perante o govenro grego, com conselheiros vários e com esquemas que se revelaram fraudulentos e enganadores?
Diga também.”
Você está a querer dizer que os tipos do governo eram uns perfeitos anjinhos e que nunca imaginaram que o esquema era fraudulento? E que não sabiam que com ele podiam enganar a UE?
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Tanto curso tirado, para estudar os fluxos e de repente a água aparece toda inquinada sem saberem como foi.
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Mais um link fantástico
:http://www.marketwatch.com/story/piigs-markets-all-in-bear-territory-2010-05-25?dist=beforebell
A destacar o seguinte comentário:
“If the Fed wasn’t printing money at warp speed, the Dow would have dropped 90% by now. We’d be sitting at 1,500.
They didn’t print free funny money in the 1930s. That’s why we had a REAL recovery.”
Printing at wapr speed!
Nos EUA!!!!!
Pobres liberais!
AHAHAHAHAHHAHAHA
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Menshevik,
“As bolsas hoje (também) estão em queda porque há a desconfiança que os europeus estão renitentes em por as impressoras do BCE a funcionar como as do FED (que trabalham sem parar LOL)”
Não será o contrário? Desde há 2 semanas, quando a UE criou o pacote dos 750 mil milhões, que as rotativas do BCE estão a funcionar a todo o vapor.
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57
Não. Estou a dizer que a GOldman teve um papel activo nessa fraude. E por isso deve pagar o preço.
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E estou a dizer que por um lado ajudaram na fraude e por outro contribuiram para a a bancarrota dos gregos, ao apostarem na falência.
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“Você está a querer dizer que os tipos do governo eram uns perfeitos anjinhos e que nunca imaginaram que o esquema era fraudulento? E que não sabiam que com ele podiam enganar a UE?”
Então está a sugerir que o “esquema era fraudulento”???????
Não posso crer!!!!!
IMPOSSÍVEL!
Os Mercados (e os sacrossantos bancos de investimento) são não só infalíveis como completamente incapazes de qualquer fraude ou pulhice.
Como ousa insinuar uma coisa destas?
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Se não fossem os especuladores, Sócrates iria:
– 2010 – começar todas as 3 linhas do TGV
– 2011 – começar 3ª travessia
– 2012 – começar novo aeroporto
– 2013 – fazer mais 20 novas auto-estradas
etc, etc.
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Não há fraude para um neo. Isso é um conceito moral que não existe no neoliberalismo. Há activos maus e bons e só isso.
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“O preço dos credit-default swaps (CDS) sobre obrigações do Tesouro portuguesas a cinco anos é o quarto que mais sobe em todo o mundo, com um avanço de 32,9 pontos para negociar nos 362,44 mil euros.
Quer dizer que por cada 10 milhões de euros aplicados em dívida pública portuguesa os investidores têm de pagar um ‘seguro’ anual de 362,44 mil euros.
Já o preço dos CDS sobre obrigações do Líbano com a mesma maturidade está a recuar 0,8 pontos para negociar nos 318 mil euros.”
http://economico.sapo.pt/noticias/e-mais-arriscado-investir-em-portugal-do-que-no-libano_90537.html
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Romão,
“Seria de esperar que as agências financeiras que ajudam a compor aldrabices para os seus clientes fossem punidas.”
E os clientes, que se calhar pediram uma tal aldrabice, são uns santinhos que foram enganados?
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E se calhar vai. E em escudos (que fica mais em conta).
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Estes neo acham que os pobres abusam da economia e ganham demais quando não trabalham, mas as sanguessugas do mercado financeiro que não produzem nada de útil, essas sim, são fantásticas, e não as deixarem fazer tudo o que lhes apetece é o que deixa estes senhores acordados à noite.
Porque não há nada melhor na vida que crescimento económico, nem que seja falso e depois tenhamos que pagar “juros” ao nosso crescimento, sempre pagos pelos mesmos e nunca pela máfia financeira.
Enfim. Tenho pena que ainda exista gente a defender existo. Posso-me irritar mas não posso fazer mais.
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“…conceito moral…”
O José que me desculpe, mas você é mesmo ingénuo. 🙂
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“…mas as sanguessugas do mercado financeiro que não produzem nada de útil, essas sim, são fantásticas, e não as deixarem fazer tudo o que lhes apetece é o que deixa estes senhores acordados à noite.”
AHAHAH! BRUTAL!
5 Stars!
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Vamos lá à palavra maldita:
PARASITAS.
É isso o que estes especuladores são.
Isto já é linguagem esquerdista, mas está certa.
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“Você está a querer dizer que os tipos do governo eram uns perfeitos anjinhos e que nunca imaginaram que o esquema era fraudulento? E que não sabiam que com ele podiam enganar a UE?”
Não houve fraude nenhuma e ninguém enganou ou escondeu coisa alguma à UE.
http://www.risk.net/risk-magazine/feature/1498135/revealed-goldman-sachs-mega-deal-greece
Revealed: Goldman Sachs’ mega-deal for Greece
Author: Nick Dunbar
Source: Risk magazine | 01 Jul 2003
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“Não houve fraude nenhuma e ninguém enganou ou escondeu coisa alguma à UE.”
ahahahah.
Temos humorista.
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Ainda por cima, há pouco, neste blogue aprendi algo do género: os países ricos têm sempre investidores e podem fazer providência com quem quiserem….logo….o Liberalismo é ideologia de países pobretanas 🙂
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Lucky:
Essas notícias de 2003 estavam um pouco exageradas, como se viu depois. Quem contribuiu para que isso assim fosse? A GOldman!
E depois, agora mais tarde, quem contribuiu para a ruína dos gregos, em apostas financeiras de sinal contrário mas que encheram os bolsos à financeira ( que teve lucros fabulosos o ano passado)? A GOldman na mesma!!!
Isto é assim? É.
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http://www.risk.net/risk-magazine/news/1592632/eurostat-rules-described-greek-type-swap
A UE foi questionada e críticada em 2001 pelo Professor Gustavo Piga sobre este tipo de transacções, no caso sobre uma Italiana. A UE respondeu que era legal. Só em 2008 mudou de ideias.
…Before 2002, deals of this kind occupied a grey area in European accounting rules, according to a 2001 report written for the US Council on Foreign Relations and the International Securities Market Association by Italian academic Gustavo Piga. In his report, Piga noted the inability of European authorities to decide whether the deals were permissible or not, and called for “a firm national accounting framework to deal with these window-dressing transactions” – citing as an example a swap put in place on a 1995-vintage three-year bond by the Italian government in 1996. In May 2002, the publication of ESA95 accounting rules answered Piga’s concern by explicitly permitting the transactions and providing a worked example of how to calculate the apparent reduction in national debt – not, perhaps, the reaction Piga had expected.
By 2001, the Italian bond and swap Piga discovered had both matured. But, to deal with its ballooning debt – the subject of a critical note from the European Commission in February – the Greek government closed its swap deal with Goldman Sachs, covering bonds with much longer tenors of 15–20 years and giving the country’s debt position a €1 billion boost, at the expense of higher interest payments in subsequent years. Eurostat is now investigating various other swaps put in place between 2001 and 2008 to determine whether they, too, were part of a window-dressing strategy – the agency is refusing to comment further until its investigation is complete.
In March 2008, Eurostat issued new guidance on the use of derivatives that essentially made window dressing using swaps impossible – and though several international banks were reportedly pitching swaps deals to eurozone countries as recently as November 2009, it is not clear whether any were closed or whether these were in fact off-market swaps designed for window dressing rather than straight swaps intended for more mundane debt management.
Sovereign debt experts say they’re unaware of any countries other than Italy and Greece that have used window-dressing deals – though, they point out, other methods of reducing public debt, such as the German Aries securitisation in 2006 of much of its Paris Club Russian debt, are more widespread and less controversial…
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O que me deixa sossegado é que os gregos não vão ter outro remédio senão: to default.
E vai ser bem feita para os que vão ficar a “ganir”.
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lucklucky, eles não percebem inglês, é por isso que nunca lêem nada a não ser a lavagem cerebral dos jornais e revistas portugueses…
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“Essas notícias de 2003 estavam um pouco exageradas, como se viu depois. Quem contribuiu para que isso assim fosse? A GOldman!”
O que é que está exagerado?
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A GOldman fez o papel daquele promotor imobiliário que impinge o apartamento fabuloso e depois, quando o credor não pode pagar, tudo faz para sacar o mesmo pelo mais baixo preço para o poder revender a seguir. Mesmo desacreditar o devedor e ameaçá-lo com males maiores de dívidas ainda mais acumuladas.
É isto o capitalismo de hoje e de sempre? Talvez sim e talvez não.
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Os números gregos eram uma fraude para a UE.
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E a Goldman não podia desconhecer isso.
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tadinha da Tina.
Quem parece que não percebe inglês é você, na sua fedorenta indigência intelectual.
os factos desagradam e, por isso, passa-se ao insulto. Comigo não há problema, reajo bem, se for preciso riposto adequadamente pois o que vem de tão baixo não atinge e, sobretudo, só ofende quem pode, não quem quer e, muito menos qualquer um/uma.
Querem fazer dos outros parvos, mas a vossa ladaínha já é sobejamente conhecida.
Tenha juízo.
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O que me deixa sossegado é que os gregos não vão ter outro remédio senão: to default.
Já deveria ter sido feito…
“E vai ser bem feita para os que vão ficar a “ganir”.”
És mesmo burro. Quem fica a ganir são os clientes. Ou seja tu, eu, o josé. Se um Banco Português tem dívida Grega quem é que julgas que paga?
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#67.
LR,
Esses já estão a ser punidos porque, como com qualquer fraude, a coisa só se aguenta até as começar a haver falta de liquidez e se descobrirem os cadáveres no lodo (ou os esqueletos no armário).
Tem visto as ruas na Grécia?
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1 – Ó paspalho vai chamar burro aos da tua laia.
2 – You still didn’t get it, di you?
WHO THE FUCK CARES!
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“Quem fica a ganir são os clientes” Esta é bem verdade. Mas é preciso saber quem provocou a falta de ar. E para mim, é preciso por tento na ganância.
O que é de mais é erro.
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Perguntei: “o que é que está exagerado?”
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#85.
“Se um Banco Português tem dívida Grega quem é que julgas que paga?”
O Banco?
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“O Banco?”
Exacto. E, se se foder, pois que se foda.
PRINT! Do like the good old USA: PRINT!
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Logo vi 87, demonstrei porque és burro. Ficaste sem resposta.
“Mas é preciso saber quem provocou a falta de ar. E para mim, é preciso por tento na ganância.”
A única ganância que vejo é a tua, a dos Gregos, Portugueses, e outros Europeus que querem viver do dinheiro que outros lhes emprestaram, sem produzirem nem 1/10 do que é preciso para pagar essa dívida.
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Romão,
“Esses já estão a ser punidos (…)”
Tem a certeza? Já nem estão no governo.
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Por me parecer apropriado, repito aqui um meu comentário de ontem dirigido ao Caro Romão:
«Permita-me uma pergunta directa: já reparou que, para falar apenas no século XX, a intervenção dos estados nas economias tem sido cada vez maior, acompanhada também de um poder imenso e igualmente sempre crescente (e não escrutinável) conferido aos bancos centrais, tem acompanhado o crescente nível de gravidade das crises boom and bust?
Como compaginar este facto com a retórica anti-”liberal” ou anti-“neo-liberal”, quando os defensores do liberalismo sempre se opuseram e opõem ferreamente à sucessiva invasão da esfera privada pelo estado? Pelo contrário, a meu ver, têm sido exactamente as actuações dos estados, em conúbio com os bancos centrais, que têm promovido e defendido certas instituições tornando-as politicamente “too big to fail”. E atenção que estas últimas não se atêm apenas aos bancos. Recorde-se que os primeiros bail outs após a II GG, nos Estados Unidos, dirigiram-se à Lockheed e à Chrysler.»
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Segundo tenho ouvido dizer e parece que é verdade, a banca portuguesa portou-se bem no caso do boom imobiliário. Ou seja, emprestou dinheiro com garantias mínimas de que poderia reaver o empréstimo, através dos instrumentos habituais, como as hipotecas e garantias outras.
Imagine-se que a banca portuguesa tinha feito como a espanhola e promovido empréstimos ao preço da chuva aos clientes do Casal Ventoso,vendendo o risco, depois, a outros neoliberais que acreditam no pai natal dos cds e instrumentos financeiros que tal permitem.
Que dizer disso? Que a culpa não será dos instrumentos financeiros porque uma vez que existem são para usar. Mas também se pode dizer que esses riscos acrescidos, introduzidos num sistema capitalista geram activos maus que por isso mesmo devem ser ponderados como perniciosos.
É isto que tento dizer desde o início.
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“Se um Banco Português tem dívida Grega quem é que julgas que paga?”
O Banco?
Mais um… onde julgas que o Banco vai buscar o dinheiro para pagar o prejuízo nesse negócio? Clientes.
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Parabéns ao José e ao Menshevik pela persistência, alguma ingenuidade e frontalidade…no entanto, especialmente o José já deveria bem conhecer o pensamento, os “valores” defendidos por estes ditos “neo(n)s”.
Mas compreendo…é difícil, revolta ver/ler o mundo ao contrário como num ensaio sobre a cegueira.
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Olha, ó basbaque, quem não responde e fica amiúde sem resposta é Vossa Emérita Idiotia.
Compreendo o vosso desespero de, no fundo, serem uns párias ideológicos.
O Lucklucky nunca responde, a não ser com vacuidades ou generalidades.
Quanto à “política americana” (LOOOOOL) ainda estou à espera (é melhor entretanto sentar-me).
Malta que nem tem a honestidade intelectual de enfrentar factos que lhes são adversos dispensa comentários.
“Se um Banco Português tem dívida Grega quem é que julgas que paga?”
A entidade onde estão as impressoras. É assim nos EUA, será assim na UE.
God Save the USA!
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José,
“O que é de mais é erro.”
Mas o que é que é demais? Os “especuladores” pedirem taxas de juro mais altas porque acreditam cada vez menos na capacidade de Portugal, a Grécia e outros que se seguirão solverem os seus compromissos ou o endividamento irresponsável dos países pela acumulação de défices sucessivos?
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“Mais um… onde julgas que o Banco vai buscar o dinheiro para pagar o prejuízo nesse negócio? Clientes.”
Humor do melhor.
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Lucky:
Até agora tenho colocado um V. grande de respeito pessoal. Se isso mudar também sei falar grosso.
Quanto ao que está exagerado em 2003, já o disse: os números e contas estão gatados e marados porque foi isso mesmo que os gregos fizeram com a UE. Enganaram, mas tiveram uma preciosa ajuda para tal, na firma judaica. O costume.
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“Segundo tenho ouvido dizer e parece que é verdade, a banca portuguesa portou-se bem no caso do boom imobiliário. Ou seja, emprestou dinheiro com garantias mínimas de que poderia reaver o empréstimo, através dos instrumentos habituais, como as hipotecas e garantias outras.”
Em Portugal a principal garantia são as próprias casas tal como foi nos EUA. Se as casas desvalorizarem qual é o Capital com que os bancos ficam caso os compradores não possam pagar? O que é que julga que aconteceu em Espanha?
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#94.
Uma socialização da punição. O povo que os elegeu está a pagar e eles não porque são do clube do poder e, para esses. há uma justiça diferente, como sempre houve.
Quando se acreditava mais na justiça divina (porque sempre se desconfiou da justiça dos homens) dizia-se que para esses calhordas estava reservado um círculo inteirinho no inferno.
Agora, esvaziados dessa consolação póstuma, como disse, e bem, o Pacheco, é a acédia.
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“A única ganância que vejo é a tua, a dos Gregos, Portugueses, e outros Europeus que querem viver do dinheiro que outros lhes emprestaram, sem produzirem nem 1/10 do que é preciso para pagar essa dívida.”
Bem observado. E sentem-se umas grandes vítimas porque lhes aumentaram o juro. Espírito mais decadente do que este não existe. É por isso que estamos agora a atravessar o princípio do fim do euro, ou a decadência do Império Europeu. Não chegámos lá muito longe. Bem, a galinha poedeira já tem mais espaço, isso é verdade.
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LR:
Apetecia-me perguntar: se não sabe porque pergunta? Mas incorro no mesmo erro…por isso, aqui vai:
O que é de mais é o que se passou nos últimos anos na Economia GLobal e o uso indiscriminado dos instrumentos financeiros, cada vez mais sofisticados para conseguirem lucrar com as misérias alheias e sacar o mais possível de onde nada havia a sacar ou de enganar com truques financeiros dignos de dona branca e outras coisas do género.
O capitalismo nem sempre foi assim e não me parece que consiga sobreviver a esta parasitagem que inunca os centros de investimento, baseados nestes esquemas fraudulentos.
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2Até agora tenho colocado um V. grande de respeito pessoal”
Ninguém diria, mas enfim….
Alguém aqui faz ideia quantos USD o FED imprimiu desde que estamos aqui nesta discussão? 😀
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#97.
“Mais um… onde julgas que o Banco vai buscar o dinheiro para pagar o prejuízo nesse negócio? Clientes.”
Então, o benefício é para os accionistas e o prejuízo é para os clientes? Que raio de negócio é esse?
Uma coisa mais, donde é que o conheço? É porque a única pessoa a quem trato por tu por aqui é o chihuahua, e se acha que merece a mesma consideração que ele, não deixe de me avisar, porque tenho imaginação quanto baste para lhe pespegar já uma alcunha a condizer e começar um tu-cá tu-lá engraçado.
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103:
Verdade. E como é que as casas desvalorizam tanto assim que provoquem um abalo financeiro à banca?
Parece-me que está aí o segredo disto tudo. Saberá dizer-me?
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“Bem, a galinha poedeira já tem mais espaço, isso é verdade.”
Sim, os Bancos Centrais da Europa e dos EUA aumentaram o tamanho das salas das impressoras.
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A engenharia financeira que alguns bancos conseguiram alcançar, fez o resto. As hipotecas ( é este o nome legal para se dizer que ” a principal garantia são as casas”) revelam um valor ( geralmente superior ao empréstimo) e esse valor é atribuido pelo mercado, certo?
Então porque é que os bancos transmitem esses créditos para buscar outros e aumentar lucros?
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Já que são tão eruditos em inglês alguém aqui sabe o que é: Quantitative Easing?
O “Grande Farol” (i.e, os EUA) parece que sabem. E bem.
É a rodos, Deo Gratia.
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Quando é que o capitalismo financeiro se lembrou de inventar estas variações sobre o esquema de dona branca? E porque é que nenhum sinal de alarme suficientemente audível soou?
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Agiota
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Quanto à “política americana” – quer que eu lhe explique a diferença de ter um congresso dominado pela oposição e outro pelo mesmo partido?
“Quanto ao que está exagerado em 2003, já o disse: os números e contas estão gatados e marados porque foi isso mesmo que os gregos fizeram com a UE. Enganaram, mas tiveram uma preciosa ajuda para tal, na firma judaica. O costume.”
Nada, não sai nada daí a não ser o habitual na esquerda: manipulação das palavras, tribalismo , ignorância- todos os números de qualquer país são falsificados sem ajuda de agência nenhuma: Portugal vende património publico a empresas publicas e aparece só como receitas nas contas do Estado. Logo diminuíndo a dívida.
Nunca ouviu falar de desorçamentação pelos vistos. É não colocar no orçamento despesas que são feitas. Logo o défice não parece ser tão grande.
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A poeira que anda no ar é muita. As costumeiras falácias voltam, impantes, propondo sempre o mesmo remédio num autismo estarrecedor. Exactamente como Sócrates: «mais do mesmo em maior quantidade», lema que pediu emprestado a Krugman e Stiglitz.
Para compreender o bust de 2007/2008 é preciso conhecer, minimamente, como se criou e desenvolveu a bolha imobiliária sob o beneplácito de Bush pai, Clinton e Bush filho e o suposto defensor do “laissez-faire” de seu nome Alan Greenspan. Thomas Sowell, de etnia negra (ou afro-americana, se quiserem) parece-me ser um autor que poderá contar com o benefício da dúvida dos mais empedernidos anti-liberais: The housing Boom and Bust. O socialismo de “a cada um segundo as suas necessidades” deu no que deu. Deveria merecer uma reflexão.
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Estes gajos que andam a provocar a crise nem se dão conta do mal que estão a fazer em áfrica.Quantos africanos não vão deixar de ser salvos e nacionalizados…
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Aqui:
http://www.marketwatch.com/story/us-stocks-open-sharply-lower-sparked-by-global-selloff-2010-05-25
“What most people don’t understand is that 60% of the market volume is just banksters flash trading. They are not “investing”, just buying to make a killing in the next 5 minutes. Or maybe a couple of hours if enough sheeple jump in too.”
“When they said that the USA was the “Land of the Free”, they must have meant for the Banksters?”
Espero, ansioso, o veredicto dos eruditos da língua inglesa.
(até nos EUA os “anticorpos” a esta “variante” do capitalismo cresce a olhos vistos. coitados dos liberais. imaginem na Europa, 😀 )
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“Verdade. E como é que as casas desvalorizam tanto assim que provoquem um abalo financeiro à banca?
Parece-me que está aí o segredo disto tudo. Saberá dizer-me?”
Regulação que favorece o mercado habitacional, benefícios fiscais, juros baixos, demasiadas casas, psicologia e muita humanidade. Se formos aos EUA ainda temos mais…
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“Nada, não sai nada daí a não ser o habitual na esquerda: manipulação das palavras, tribalismo , ignorância- todos os números de qualquer país são falsificados sem ajuda ”
Se V. me disse e for verdade que a Grécia não aldrabou as contas, como toda a gente diz ( desde o Braga de Macedo ao Pina Moura, passando pelo Jacinto Nunes e pelo GOmes Ferreira que os costuma entrevistar) então reconhecerei a minha ignorància nestas coisas.
Se for ao contrário, espero que tire as devidas ilações.
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Por cá o bolha não foi dada ao mercado.Foi o estado que ficou com ela.Bairros sociais multiculturais aos montes, RSI aos montes e depois que os poucos contribuintes “CONTRIBUAM”…
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“…o habitual na esquerda”
Não quero tomar as “dores” de outros mas, de esquerda é que não sou de certezinha. deixe-se de limitações primárias e procure noutro lado 🙂
Querem ver que a Administração Arbusto não teve quaisquer culpas no facto de o déficit dos EUA ter disparado.
Coitados, são quase que inimputáveis: a culpa foi dos “comunas” dos Democratas.
Francamente.
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José,
“Imagine-se que a banca portuguesa tinha feito como a espanhola e promovido empréstimos ao preço da chuva aos clientes do Casal Ventoso,vendendo o risco, depois, a outros neoliberais que acreditam no pai natal dos cds e instrumentos financeiros que tal permitem.”
Mas se você não sabe, informo-o que nos States, por força de uma legislação do tempo de Clinton e que o Bush ainda burilou mais, os bancos eram obrigados a ter rácios mínimos de créditos a “Clientes do Casal Ventoso”. Havia inclusivamente uma espécie de ONGs a monitorarem o cumprimento dos rácios pelos bancos, em prol do “direito à habitação”.
Muita da inovação financeira (CDSs e outros) aparece como cobertura de risco a distorções introduzidas no mercado por legislação estúpida. Claro que a culpa é sempre do mercado e dos especuladores, nunca dos sacrossantos reguladores.
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“Regulação que favorece o mercado habitacional, benefícios fiscais, juros baixos, demasiadas casas, psicologia e muita humanidade. Se formos aos EUA ainda temos mais…”
Demasiados imponderáveis e muitas variáveis sem qualquer controlo ( “muita humanidade” só me faz rir).
O que perguntei foi outra coisa: como é que os profissionais da agiotagem se comportam nestas coisas? Sabe dizer-me?
Ou vai negar que é precisamente aí que entram os tais mecanismos financeiros que depois provovam a crise?
Aliás, porque é que a regulação deve favorecer o mercado se este em princípio deve ser o mais livre possível segundo a vossa lógica?
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«Uma socialização da punição. O povo que os elegeu está a pagar e eles não porque são do clube do poder e, para esses. há uma justiça diferente, como sempre houve.
Quando se acreditava mais na justiça divina (porque sempre se desconfiou da justiça dos homens) dizia-se que para esses calhordas estava reservado um círculo inteirinho no inferno.
Agora, esvaziados dessa consolação póstuma, como disse, e bem, o Pacheco, é a acédia.»
Excelentes argumentos a favor da reconstrução de um estado reduzido à dimensão estritamente necessária e que não seja uma mera plataforma que se alimenta a si própria na redistribuição de dinheiros, subsídios, PIN, influências obscuras, etc e, antes de mais, que seja capaz de condigna e capazmente assegurar aquelas que, sem disputa, são reconhecidas como as primeiras funções de Estado. Só assim será possível acabar com o conúbio entre governantes, as “empresas do regime” e os oligopolistas.
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123:_
Também sei isso, mas como se comprova, o que falhou foram as premissas e depois, passaram a tentar remendar com os tais mecanismos que ainda agravaram mais. Transferiram o estouro para mais tarde, com maior fragor, como se v~e.
E quem ganhou com isso? Foram as GOldman, caro LR…
Ou não? FOi como sopa no mel. Portanto, temos os neos associados ao socialismo do porreirismo.
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Estou a gostar muito desta conversa mas agora tenho que ir trabalhar…..para ser “roubado” pelos malandros dos velhinhos pensionistas que, na realidade, deveriam ser deixados à inanição, esses malandros LOL
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Em boa verdade esta crise está anunciada desde 1971 quando o usd deixou de valer ouro.E puderam meter as impressoras a trabalhar.E a malta ainda acredita no papel…
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E os alemães que tinham o seu Deutech mark sempre certinho alinharam no euro-dollar sem cuidar dos feitiçeiros bons alunos formados pelo marxismo-leninismo que queriam salvar meio mundo e que afinal afundam tudo na sua missão missionária-internacionalista
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#97.
Ainda ninguém respondeu a isto e parece-me que é importante:
“Mais um… onde julgas que o Banco vai buscar o dinheiro para pagar o prejuízo nesse negócio? Clientes.”
Então, o benefício é para os accionistas e o prejuízo é para os clientes? Que raio de negócio é esse?
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«Querem ver que a Administração Arbusto não teve quaisquer culpas no facto de o déficit dos EUA ter disparado.
Coitados, são quase que inimputáveis: a culpa foi dos “comunas” dos Democratas.»
Nem sempre o que parece é. Aliás, atrevo-me mesmo a sustentar que os séculos XX e XXI foram os mais profícuos na história dos homens na construção de (resilientes) mitos. Veja-se, por exemplo: The Betrayal of the American Right.
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“de esquerda é que não sou de certezinha.”
Eu suspeito que não saiba o que é políticamente 🙂 uma vez que para si imprimir notas é um política liberal!
“Demasiados imponderáveis e muitas variáveis sem qualquer controlo ( “muita humanidade” só me faz rir).”
Sim a Humanidade de investir no que está dar, e voltar a investir a dobrar no que está dar, e a triplicar, e todos se comportarem como ovelhas num rebanho, e depois auto convecerem-se que os preços nunca descem e só vão subir. Ou seja a embriaguez do sucesso.
“Se V. me disse e for verdade que a Grécia não aldrabou as contas, como toda a gente diz ( desde o Braga de Macedo ao Pina Moura, passando pelo Jacinto Nunes e pelo GOmes Ferreira que os costuma entrevistar) então reconhecerei a minha ignorància nestas coisas.”
Já lhe disse que todos vigarizam as contas. Isso incluí óbviamente a Grécia. Não se faça é desentendido, não misture as coisas. O acordo com a Goldman era conhecido, não era segredo algum e era legal segundo as regras da UE. Só a partir de 2008 passou a ser ilegal.
A Grécia pode meter os números que quiser nas contas. Por exemplo passou a contar com a economia paralela para as contas do PIB para poder aumentar a quantidade de défice. Se o PIB passa de 200 mil milhões para 250 mil milhões. O Defice pode ser maior mantendo a mesma percentagem.
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“Muita da inovação financeira (CDSs e outros) aparece como cobertura de risco a distorções introduzidas no mercado por legislação estúpida. Claro que a culpa é sempre do mercado e dos especuladores, nunca dos sacrossantos reguladores.”
já perceberam ou o Luís precisa de explicar outra vez?
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José,
“Também sei isso, mas como se comprova, o que falhou foram as premissas e depois, passaram a tentar remendar com os tais mecanismos que ainda agravaram mais. Transferiram o estouro para mais tarde, com maior fragor, como se v~e.”
Meu Caro desde sempre que o mercado reage a incentivos e a tendência, também desde sempre (já ouviu falar nos resseguros?) é repassar e distribuir o risco.
Que eu saiba, a Goldman não estava encharcada nos chamados “produtos tóxicos”. A Bear Sterns, o Citi, A Merril Lynch, a Lehman e outros é que estavam.
Mas foi ela que os inventou, dir-me-á você. Mas toda a gente sabe que qualquer produto derivado, se utilizado para efeitos especulativos, é de altíssimo risco. Mas se não houvesse especuladores a arriscar, as empresas (que utilizam estes instrumentos como cobertura de risco)não teriam contrapartes.
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Desculpe Romão.
“Então, o benefício é para os accionistas e o prejuízo é para os clientes? Que raio de negócio é esse?”
Os custos de uma actividade são sempre repercurtidos sobre os clientes, muito mais se não houver muita concorrência. É a concorrência que faz descer os preços ou limitar os danos para os clientes.
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Greenspan, Bernanke, Goldman Sachs, Lehman Bro., Madoff, Strauss-Kahn e tutti quanti… Que têm em comum ? Olhem para o nariz…
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LR:
No mês passado uma revista de filosofia francesa, de grande circulação, tinha um artigo muito interessante sobre os…matemáticos e o seu paple nesta crise.
Uma vez que a engenharia financeira assenta muitas vezes em meros palpites de probabilidades, é lógico que quem aposta nisto procure o melhor saber nesta área. E quem melhor do que os teóricos das probalilidades matemáticas?
A verdade é que algumas apostas em produtos de alto risco, basearam-se em probabilidades estabelecidas em modelos matemáticos que se revelaram falsas. No caso, por exemplo, explicaria o falhanço das agências de rating ao colocarem a Islândia nos píncaros da fiabilidade quando se poderia saber pela análise do senso comum que assim não era.
O que pretendo dizer com isto?
Que os seguros e resseguros trabalham com base nestes princípios de probabilidades, mas quando o risco ascende a estratos nímbicos, alavancados na ganância, não há limites para o senso e por isso digo: quiseram de mais. Fizeram como a râ que queria ser como o boi… à custa de ar e vento.
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Parece que Portugal é o país que detém, propocionalmente à capitalização bancária, mais titulos da divida soberana Grega, uns 40 biliões… Os nossos banqueiros são inimputáveis, burros escolhidos por favores políticos (o inenarrável Vara do BCP…) vão logo apostar nos titulos mais podres, mordendo o anzol do spread mais elevado… Como os clientes do Privado…
Em números absolutos são a França e a Alemanha que ficariam mais a arder com um default grego…
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137:
Claro que todos têm em comum a ascendência judaica.
Está-lhes na massa do sangue desde há séculos.
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LuckY 132:
Não quero retirar a credibilidade na aldrabice generalizada. O que pretende dizer desdo o início é que a Goldman ajudou a Grécia nessa festa e depois trabalhou para a afundar também. E ao mesmo tempo.
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#135.
Lucklucky,
De facto, estou a par do efeito dos custos no pvp dos serviços. Mas não é isso que está em causa, porque a pergunta original era: “Se um Banco Português tem dívida Grega quem é que julgas que paga?”
Ao que eu respondi: o Banco (ou as seguradoras a quem o banco também comprou CDS’s).
O Lucklucky diz que os custos vão ser imputados aos clientes e eu discordo porque os clientes, a não ser em casos muito específicos, podem mudar de banco.
Então, o que acontece a um banco fortemente exposto a dívida grega?
Fica a pergunta a quem quiser responder, contando com um cenário 1. em que existam bancos poucos expostos e 2. a possibilidade de um cliente mudar de banco.
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Numa escala de valores, o que precede? O acto de pedir emprestado (que constitui ou alimenta a dívida) ou do acto de sacrificar o consumo presente em benfício do consumo futuro (a.k.a poupança)?
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Por favor não acabem com o CDS!
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«Então, o que acontece a um banco fortemente exposto a dívida grega?»
Várias hipóteses:
1 – Tem uma dotação de capital suficiente para acomodar o default e quem perde imediatamente são os accionistas do banco;
2 – A cobertura de capitais próprios é insuficiente e apela-se ao Governo e ao Banco Central para um bail out:
2.1 – O Governo recusa e deixa o banco falir;
2.2 – O Governo cede, invoca o “risco sistémico”, e quem paga é o contribuinte.
Em qualquer caso, recorde-se que quem fixou as regras da alavancagem (através da minusculização da fracção das reservas exigíveis) e da cedência de crédito criado do nada foram os governos e os respectivos bancos centrais.
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excerto duma interessante reflexão sobre o que por aqui se discute, desculpem os especialistas das leituras em bife, agora é em franciu:
“4. A quoi tend la mondialisation ?
A quoi bon, au demeurant, réfléchir et débattre de l’avenir de l’Europe ou de sa monnaie (dont plusieurs grands pays se tiennent à l’écart : la Grande Bretagne, la Pologne, la Suède), si on ne prend pas en compte les tendances réelles de la mondialisation ? La crise financière, si sa gestion politique demeure hors d’atteinte des peuples et des gouvernements concernés, va leur apporter une formidable accélération. De quoi s’agit-il ? D’abord, du passage d’une forme de concurrence à une autre : des capitalismes productifs aux territoires nationaux dont chacun, à coup d’exemptions fiscales et d’abaissement de la valeur du travail, tente d’attirer plus de capitaux flottants que son voisin. Il est bien évident que l’avenir politique, social et culturel del’Europe, et de chaque pays en particulier, dépend de la question de savoir si elle constitue un mécanisme de solidarité et de défense collective de ses populations contre le « risque systémique », ou bien au contraire (avec l’appui de certains Etats, momentanément dominants, et de leurs opinions publiques) un cadre juridique pour intensifier la concurrence entre ses membres et entre leurs citoyens. Mais il s’agit aussi, plus généralement, de la façon dont la mondialisation est en train de bouleverser la division du travail et la répartition des emplois dans le monde : dans cette restructuration qui intervertit le Nord et le Sud, l’Ouest et l’Est, un nouvel accroissement des inégalités et des exclusions en Europe, le laminage des classes moyennes, la diminution des emplois qualifiés et des activités productives « non protégées », celle des droits sociaux comme des industries culturelles et des services publics universels, sont pour ainsi dire déjà programmés. Les résistances à l’intégration politique sous couvert de défense de la souveraineté nationale ne peuvent qu’en aggraver les conséquences pour la plupart des nations et précipiter le retour (déjà bien avancé) des antagonismes ethniques que l’Europe prétendait dépasser définitivement en son sein. Mais inversement, il est clair qu’il n’y aura pas d’intégration européenne « par en haut », en vertu d’une injonction bureaucratique, sans progrès démocratique dans chaque pays et dans tout le continent.”
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Por lapso, na entrada #136, não indiquei o link para o post citado, o que faço agora: Só não ouviu quem não quis.
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agora vai o link, porque esqueci-me de o pôr no precedente comentário:
http://www.mediapart.fr/club/blog/etienne-balibar/240510/europe-crise-et-fin
quem é o Étienne Balibar, em fr:
http://fr.wikipedia.org/wiki/%C3%89tienne_Balibar
quem é o EB, em en:
http://en.wikipedia.org/wiki/%C3%89tienne_Balibar
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José,
“(…) mas quando o risco ascende a estratos nímbicos, alavancados na ganância, não há limites para o senso e por isso digo: quiseram de mais. Fizeram como a râ que queria ser como o boi… à custa de ar e vento.”
Isso aplica-se na perfeição a várias engenharias sociais que se inventaram (Estado Social, por ex) assentes em défice e em dívida. É a implosão do Estado Social que está a acontecer – não só em Portugal, mas em todo o mundo ocidental – mas ninguém aceita reconhecer essa evidência.
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“E quem foi dos principais clientes da sua “engenharia financeira”? O governo grego, que a utilizou para aldrabar a UE”
Foi aquilo a que MFL fez quando esteve no governo.
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É curioso analisar aqui os países/regiões que, à data de hoje, apresentam maior risco de default, a partir de uma amostra de 1200 emitentes de CDS.
Venezuela – 62.28%
Argentina – 58.94%
Greece – 44.17%
Pakistan – 41.88%
Ukraine – 37.43%
Iraq – 30.53%
Dubai/Emirate – 29.22 %
Portugal – 25.31%
Latvia, Republic of – 22.79%
California/State of – 22.57%
Pelo que precede, e para além dos casos perdidos, tenho muito pouca vontade de emprestar dinheiro ao Sr. Schwarzenegger. Só se ele me pagar um juro muito, muito interessante que me consiga convencer a cobrir os riscos em que iria incorrer.
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Bom, bom,
diz a tradição,
ao preço ajustado das calças,
da fava, como do melão,
é na feira.
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“Claro que todos têm em comum a ascendência judaica.
Está-lhes na massa do sangue desde há séculos.”
ahahaha, isto é demais! Para as pessoas de esquerda, a culpa é da desregulação dos mercados. Para os bons católicos, a culpa é das tramóias dos judeus.
O que se aprende com isto tudo é como os preconceitos podem toldar o juízo.
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#152
E Portugal e a Grécia nem têm lá assim setas de débito gordas como, para exemplo, a Itália à França e Alemanha, a Espanha, à Alemanha e França e a Irlanda à Alemanha e Inglaterra. Y, palabra, que no lo entiendo.
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«Claro que todos têm em comum a ascendência judaica»
—> Coloquem no google ” BES triângulo Ibéria, Brasil, Angola “… vão ficar de boca aberta…
NOTA::
-> O Ricardo Salgado (“é só” o homem mais poderoso do país) é Judeu.
-> Para os Judeus apenas existe uma Identidade: a Identidade Judaica! -> Tudo o resto são identidades de conveniência… para aparecer e desaparecer…
-> União Europeia, Ibéria, etc -> Identidades de Conveniência… que entre ‘n’ ao longo da História… apareceram e desapareceram consoante as conveniências…
{nota: os Judeus são «anti» qualquer Identidade aonde não se possam infiltrar-se!}
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Pois, mas a diferença está no tamanho das economias e no crescimento económico. Enquanto Portugal e Grécia são pobres endividados, os outros são ricos endividados.
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Perdoem descontextualizar o tema…
“ahahaha, isto é demais! Para as pessoas de esquerda, a culpa é da desregulação dos mercados. Para os bons católicos, a culpa é das tramóias dos judeus.
O que se aprende com isto tudo é como os preconceitos podem toldar o juízo.”
Uma Alber(Tina) que responsabiliza a dita ESQUERDA por TUDO (a Sra. não consegue elaborar outro tipo de pensamento) de fel, mau, degradante, corrupto, errado, falso, desonroso que existe na sociedade vem agora adjectivar os outros de preconceituosos.
Haja pachorra para esta ovelha!
Fui.
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…esta Alber(TINA) EX-VOTANTE DE sÓCRATES…esquece-se e se ignora pergunte por aqui aos seus pastores se a política de Sócrates é ou alguma vez foi da dita, denominada ESQUERDA !
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#137
#140
E mais, nós, por cá, também temos sangue de muita mistura, que se me afigurou à noite, um dia destes, na praça de Santiago, em Guimarães, entre centenas de jovens, haviam de ir lá, uma beleza.
Quando, entre um trago de café e outro, falando de raças, da Germânia aos Índios, passando África, Judeus, Eslavos, sem faltar Camones, questionei um perito de tradições e genes, meu amigo, e quantos judeus vês aqui à volta?, uns 5%?, nada, disse-me ele, que olhando por alto encontro os 30/40%, entre puros sangue e outros convertidos… Eu surpreendido, acontece que a mistura é longa, prosseguiu meu amigo, desde o Norte de África a Romanos do Sul da Itália, com uns laivos Godos, Visigodos, Celtas e vasto de Vândalos, modernos e antigos.
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O proteccionismo permitia a sobrevivência de muitos países… e os zelosos anti-proteccionistas andam agora por aí vangloriar-se da existência de países falidos e inviáveis… porque o seu verdadeiro objectivo sempre foi levar determinadas identidades à extinção!
ANEXO:
—> A superclasse mundial (Banca Mundial, Grandes Corporações Multinacionais) tem em vista um Neofeudalismo… consequentemente, fomenta a destruição/dissolução (dividir para reinar) das pátrias, das identidades, das tradições autóctones, promovendo o nascimento de um mestiço desenraizado e fácil de escravizar…
—–> IDIOTAS ÚTEIS ao serviço da superclasse:
-» A ESQUERDA – a Esquerda também apanha boleia no barco da destruição de tudo o que é tradicional… embora o seu objectivo seja outro -> o objectivo da Esquerda é reinventar o homem, o derradeiro homem, um homem novo, aquele que chega ao fim da História.
-» O ECONOMISTA IDIOTA – o economista idiota/útil faz a promoção da teoria do crescimento do PIB à custa do consumo interno e dos empréstimos externos… até a corrida do crescimento do PIB bater na parede… ou seja, quando a torneira dos empréstimos externos for fechada!
-» O IDIOTA SUICIDA – os idiotas suicidas (PNR’s e afins) estão à espera que aqueles [a maioria dos europeus] que não se preocuparam em constituir uma sociedade sustentável (média de 2.1 filhos por mulher), e que andaram a realizar negociatas de lucro fácil à custa de alienígenas , se revoltem…
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“Eu suspeito que não saiba o que é políticamente…”
Ai sei, sei.
O Lucklucky é que me parece por estes dias ou desatento ou distraído. Não existe Esquerda vs. Direita.
Existe, isso sim: Esquerdas e Direitas. (já no tempo da Convenção pós 1789 (onde toda esta dicotomia nasceu) assimm era).
O correr do tempo acentuou as diferenciações e, hoje em dia, sobretudo depois da imnplosão do comunismo, ainda mais assim é.
O mundo não é a preto e branco sabia?
“…para si imprimir notas é um política liberal”
Eu nunca disse isso. Refiro-me a isso amiúde apenas por estar a acontecer nos EUA e a ser promovida por alguma malta que até se diz Liberal.
Mas nunca ninguém aqui comentou de forma explícita o que acham desta política (interessantíssima, diga-se) de imprimir notas….ou o que acham sobre o “Fiat Money”….ou o que acham de voltar ao Padrão Ouro?
ora vamos lá
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Não me satisfaz que os nossos disparates sejam também os disparates deles. Mas não nos esqueçamos: os problemas deles são os nossos problemas e assentam em rectângulos de papel esverdeado. Coisa estúpida esta de termos confiança num rectângulo de papel (verde ou de outra cor qualquer)!
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Caro Menshevik #162,
Aceito o seu repto. Acho que é um tema que merece um post. Eu sou um apoiante do regresso ao padrão-ouro.
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Esta gente vive num Mundo dicotomático, a Esquerda e a Direita, o preto e o branco, os bons e os maus !!! Tudo de positivo nasce no próprio quintal e tudo de negativo definha no “outro” quintal.
Não vislumbram que estão afogados nesta prisão, não veêm além de.
E assim…assim temos um paìs a saque, assim os 400000 ladrões sorriem e prosperam.
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“Eu sou um apoiante do regresso ao padrão-ouro.”
também eu.
Agora fora de ironias: o que deve ser defendido é uma economia gerida com SERIEDADE e VERDADE e não estas duas versões (a de alguns liberais e de alguns anti-liberais) da mesmíssima e actual POUCA VERGONHA!
Será que é assim tão difícil entender?
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105 # Tina – (…)É por isso que estamos agora a atravessar o princípio do fim do euro, ou a decadência do Império Europeu.
Desculpe??
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“O mundo não é a preto e branco sabia?”
Pois não. A escala de cinzentos é infinita.
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Os esquerdalhos assentaram arrais por aqui, dizendo mal do capitalismo.
Fosga-se!
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Pelos vistos não é só por cá.
Os programas de austeridade anunciados em países como a França, Itália, Espanha e (pasmem) Alemanha são bastante duros e, muito provavelmente, não vão ficar por aqui.
Se não estou em erro, em termos comparativos (até agora) Portugal foi o que menos cortes fez.
Para ser franco, estou convencido que Portugal não vai aguentar e vai ter que fazer elaborar mais um “pacote de austeridade”.
Curiosamente, so far, algumas social-democracias (Suécia, Noruega, Dinamarca, Finlândia, Holanda) parecem completamente imunes e impávidas perante o que se passa. 🙂
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o rico rouba…
o politico organiza…
o juis legaliza….
o policia executa…
o resto…paga!!!!
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«Se não estou em erro, em termos comparativos (até agora) Portugal foi o que menos cortes fez.»
Absolutamente verdade.
«Para ser franco, estou convencido que Portugal não vai aguentar e vai ter que fazer elaborar mais um “pacote de austeridade”.»
Parece-me inevitável já que continuamos com meras “medidinhas” para pedir emprestado o feliz baptismo de João Miranda.
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Não esquecer também o programa con-lib no Reino Unido. É a sério lá por aquelas bandas.
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Hehe… aqui alguém inteligente de direita é logo qualificado como esquerda. Aqui tem de seguir os catecismos da ocasião.
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Se houver justiça, esta ralé — como muito bem diz —, vai saber o que é viver com 200 ou 300 euros. O Pedro Arroja é que tem razão. Isto é esquerda e é esquerda da reles. Ateus, gananciosos, egoístas em último grau, individualistas, internacionalistas, parolos… enfim, são uns invertidos, coitados.
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#30
o Goldman Sachs pediu a um Edge fund para lhe construir um produto com activos de hipotecas que se destinava à venda a clientes do banco. O edge fund fez o produto com activos de sub-prime sabendo que os mesmos teriam um risco substancial de desvalorização e colocou uma claúsula no contrato em que podia basicamente apostar na desvalorização dos activo e foi o que fez (grande manobra). O mercado do sub-prime teve o final que se conhece, os clientes do G. sachs ficaram com um produto que valia zero e o edge fund encheu os bolsos com o dinheiro que ganhou a apostar nas desvalorização dos mesmos activos que vendeu ao G. Sachs.
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«There are two kinds of economists. Those who read the Economist (or FT) every week, and have a pretty good sense of what is going on in the world, and who know why some countries are doing better than others. And those who are lost in their ivory tower doing arcane research. The latter group is often much more highly skilled than I am, and come up with more important new ideas than I ever will. But when talking to this group I often find they are totally oblivious to the neoliberal revolution of the past 30 years. (BTW, this isn’t a jab at the left, most of the guys I am thinking of are right-wingers.)»
(Via O Insurgente, de Scott Sumner )
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Esta Tina bate tudo e todos no que diz respeito a inteligência sagaz. Andas a perder-te aqui mulher. Vai trabalhar que vais longe. Com mulheres como tu o país vai longe. Não emigres.
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Caro LR acha que faz sentido nesta altura abusar de posições longas de naked short selling, ou seja a contraparte do operador FTD-failure to deliver ?
É certo que isto não tem nada a ver com os CDS. Mas também é tempo de permitindo a saudável especulação proibir abusos que ocorrem.
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Caro José,
procure por crony capitalism no wikipedia ou leia regularmente o blogue de Jorge Nascimento Rodrigues. Perceberá porque existe finaceirização do capitalismo.
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LR,
Não lutam. Mas devem.
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“FInanceirização”?
Mas alguém nega que isso seja necessário e essencial?
O problema está nos abusos. Nas práticas tipo Goldman Sachs.
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Na Ganância desmedida. Típica de um certo capitalismo de penca.
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Como alguém escreveu acima: por acaso a Suécia, Noruega e outros países nórdicos, que praticam a social-democracia como nós quisemos imitar logo depois do 25 de Abril ( até o Otelo na altura, mostrou esse exemplo a seguir), tiveram os problemas dos Pigs?
Quem tem medo da social-democracia?
Dois tipos de pessoas: as que só juram pelo neoliberalismo e os comunistas retrógados ( e reaccionários na sua própria expressão típica).
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Daniel Oliveira,
“Não lutam. Mas devem.”
De acordo. O problema é que o Estado só consegue cumprir cabalmente as suas funções se estas forem reduzidas. O que implica a sua completa retirada da esfera económica, sob pena de ficar fatalmente prisioneiro de grupos de interesse como agora acontece. Mas vocês, que acreditam candidamente (assumo eu) que o Estado pode ser representado por pessoas virtuosas, estão condenados à eterna desilusão.
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José Silva,
“Caro LR acha que faz sentido nesta altura abusar de posições longas de naked short selling, ou seja a contraparte do operador FTD-failure to deliver?”
Esta agora, o short-selling apareceu para se ganhar dinheiro também no “bear market”. Se não se pode utilizar nestas alturas, para que serve? De resto e como você sabe, se o especulador não arranja entretanto títulos, tem os prazos previstos de ressubmissão para os entregar, após o que, é sujeito ao “buy-in” e leva a correspondente “pancada”.
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—> Greenspan, Bernanke, Goldman Sachs, Lehman Bro., Madoff, Strauss-Kahn… e mais um Judeu a querer conduzir-nos para o abismo: Stiglitz – «A austeridade leva ao desastre»
NOTA:
—–»»» Coloquem no google ” BES triângulo Ibéria, Brasil, Angola “… vão ficar de boca aberta…
-> O Ricardo Salgado (‘é só’ o homem mais poderoso do país) é Judeu.
-> Para os Judeus apenas existe uma Identidade: a Identidade Judaica! -> Tudo o resto são identidades de conveniência… para aparecer e desaparecer…
-> União Europeia, Ibéria, etc -> Identidades de Conveniência… que entre ‘n’ ao longo da História… apareceram e desapareceram consoante as conveniências…
{nota: os Judeus são «anti» qualquer Identidade aonde não se possam infiltrar-se!}
ANEXO
O crescimento não pode ser infinito uma vez que depende de recursos finitos… no entanto, o economista mafioso defenderá sempre o crescimento perpétuo… e defenderá sempre o endividamento em função do crescimento do PIB expectável… porque o verdadeiro objectivo é levar as nações à ruína… quando o PIB não crescer de acordo com aquilo que era esperado!!! [nota: nessa altura já os maiores activos do país terão sido conduzidos para os mega-capitalistas mundiais – e os Estados com elefantes brancos, não rentáveis, nas mãos]
Mais:
1- O proteccionismo permitia a sobrevivência de muitos países…
2- Uma ‘Golden Share’ do Estado… permite ao Estado ter uma atitude interventiva… e não ser uma mera figura decorativa….
—> Os (mafiosos) zelosos anti-proteccionismo e anti-‘Golden Share’ andam agora por aí vangloriar-se da existência de países falidos e inviáveis… porque o seu verdadeiro objectivo sempre foi levar determinadas identidades ao desaparecimento!
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Esta discussão demonstra duas coisas:
1-Que é difícil discutir ideias sem má aducação e arruaça.
2-Que socialismo e fascismo só são diferentes na aparencia.A argumentação e a maneira de pensar são semelhantes.
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«Quem tem medo da social-democracia?
Dois tipos de pessoas: as que só juram pelo neoliberalismo e os comunistas retrógados ( e reaccionários na sua própria expressão típica).»
ehehe
Em grande, José, dê-lhes que a si não o censuram.
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«Como alguém escreveu acima: por acaso a Suécia, Noruega e outros países nórdicos, que praticam a social-democracia como nós quisemos imitar logo depois do 25 de Abril ( até o Otelo na altura, mostrou esse exemplo a seguir), tiveram os problemas dos Pigs?»
Caro José, tem presente a crise financeira da Suécia no início dos anos 90?
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Estive a ler o artigo e é interessante ver como os suecos arranjaram a coisa.
“Sweden told its banks to write down their losses promptly before coming to the state for recapitalization. Facing its own problem later in the decade, Japan made the mistake of dragging this process out, delaying a solution for years.
Then came the imperative to bleed shareholders first. Mr. Lundgren recalls a conversation with Peter Wallenberg, at the time chairman of SEB, Sweden’s largest bank. Mr. Wallenberg, the scion of the country’s most famous family and steward of large chunks of its economy, heard that there would be no sacred cows.
The Wallenbergs turned around and arranged a recapitalization on their own, obviating the need for a bailout. SEB turned a profit the following year, 1993.”
E por cá? Alguma vez o Dias Loureiro vai pagar seja o que for, do buraco do BPN?
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Será minha ingenuidade, mas penso que o caso BPN – aparentemente, um caso de polícia – tem tonalidades cromáticas que vão bem para além do cor-de-laranja.
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APARENTEMENTE TUDO É APARENTE NESTE PAÌS.
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…e óbviamente, nada convenientemente, as ingenuidades existem no “nosso” quintal, as certezas existem no quintal dos “outros”…são coisas que acontecem.
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A tacanhez de espirito de muitos comentarios aqui e gritante.
Os CDSs so podem ser usados ao ponto de nos levar todos para o buraco, tal como provavelmente todos os derivados sinteticos (e nao falo de oleo de motor), se quem esta por detras deles sabe que se pode safar quando tudo rebentar.
Ninguem que gere uma empresa que vive do trabalho (e nao de subsidios presentes ou certezas de subsidios futuros..) leva-a propositadamente a falencia pois tem que arcar com as consequencias. No entanto se souber que no fim ha uma intervencao divina que salva o dia, qual e o risco? Nenhum.. O dinheiro ja se meteu ao bolso e as consequancias sao amenizadas miraculosamente.
Enquanto o estado funcionar como seguradora de tudo e todos havera sempre aja de forma a fazer uso do dito.
Quando o estado se redeuzir a sua insignificancia devida nao so a regulamentacao e a necessidade da mesma desaparece, como o mercado podera funcionar naturalmente e eliminar por si proprio estes abusos.
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