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Indicadores do dia

30 Agosto, 2010

Produção industrial abranda em Julho

Confiança das famílias portuguesas melhora em Agosto

No random walk dos indicadores económicos há sempre indicadores a melhorar entre os que pioram. O que facilita o trabalho dos abrantes. É só escolher o que dá mais jeito e spinar.

14 comentários leave one →
  1. Luis Castro's avatar
    Luis Castro permalink
    30 Agosto, 2010 12:07

    Em Agosto a confiança só pode melhorar. Vai tudo de férias e com salário a dobrar…
    Ai ai ai, o Outono que aí vem…

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  2. Piscoiso's avatar
    30 Agosto, 2010 12:26

    No segundo link, o inquérito é feito aos consumidores.
    Como é que a família vem à baila?

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  3. DesconfiandoSempre's avatar
    DesconfiandoSempre permalink
    30 Agosto, 2010 13:06

    Nada de novo:

    É normalíssimo a produção diminuir, com o fecho para férias da grande maioria das empresas no espaço europeu.
    A confiança das famílias melhora. Pudera, com as expectativas que têm no PPC!!! Só pode.

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  4. DesconfiandoSempre's avatar
    DesconfiandoSempre permalink
    30 Agosto, 2010 13:09

    e se não houvesse abrantes, isto, era cá um cinzentismo. baaah!

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  5. fado alexandrino's avatar
    30 Agosto, 2010 13:28

    Se acontecesse aquilo que João Miranda, Medina Carreira & Outros andam há dez anos a prognosticar já estavamos todos mortos de fome ou doutra desgraça qualquer.
    Aliás já nem existia Portugal.
    Felizmente aqui nem os prognósticos feitos depois do jogo acertam.

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  6. Jumento's avatar
    30 Agosto, 2010 14:23

    Caros amigos,

    Desculpem a intromissão, escapou-vos do Dia Internacional da Blasfémia que é comemorado hoje.
    Abraço

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  7. ZL's avatar
    30 Agosto, 2010 14:25

    Claro, Alexandrino. Felizmente eles enganaram-se e estamos todos na maior. Nem há fome em Portugal nem nada, pois não? Saia da sua redoma e tente inteirar-se do que se passa no país real.

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  8. ccz's avatar
    30 Agosto, 2010 14:37

    Já o Público dá outro título “Sentimento económico melhora na Europa e piora em Portugal” http://economia.publico.pt/Noticia/sentimento-economico-melhora-na-europa-e-piora-em-portugal_1453495

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  9. Eduardo F.'s avatar
    30 Agosto, 2010 14:51

    «Se acontecesse aquilo que João Miranda, Medina Carreira & Outros andam há dez anos a prognosticar já estavamos todos mortos de fome ou doutra desgraça qualquer.
    Aliás já nem existia Portugal.»

    Pelo contrário, aconteceu precisamente o que (pelo menos) Medina Carreira há muito prognosticava; ver, por exemplo, isto e isto (via Oinsurgente)

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  10. anonimo's avatar
    30 Agosto, 2010 17:11

    Os «abrantes» …

    “Caso Freeport ou um advogado disfarçado de político

    José Augusto Rocha é um advogado que escreve hoje no Público uma crónica de página inteira, no lugar do Provedor do jornal ( em férias, mas com substitutos atípicos).
    Escreve sobre o caso estranho do jornalista José António Cerejo que teve o topete de se constituir assistente no caso Freeport para assim melhor conhecer o processo.

    O advogado JAR. na qualidade de “vigilante cívico” de jornalistas transviados ( embora já fosse, na respectiva Ordem, presidente da comissão de direitos humanos ) , retira logo ao assistente a legitimidade para tal: tal coisa é nada menos do que…um escândalo!

    E porquê? Porque o jornalista publicou depois do processo ser público, uma série de artigos ( é como quem diz, porque foram dois ou três e parou por aí… por motivos que se desconfia sejam de pura censura encapotada) sobre aspectos do processo que só alguém com acesso aos mesmos o poderia fazer.
    Para JAR, o escândalo é esse. E não o é a circunstância de os jornalistas em geral não poderem aceder de imediato à consulta de tal processo, por motivos apresentados publicamente por alguns deles e conhecidos de todos: denegação da respectiva consulta do processo pelas autoridades judiciárias, com os mais diversos pretextos legalistas.
    Portanto, o que incomoda mesmo JAR foi a esperteza do jornalista em aproveitar exactamente e legalismo processual para a consulta que devia ser pública, aberta, transparente, explicada devidamente e não o tem sido, como se sabe.
    Em vez da clareza e rigor na citação de elementos e peças processuais, JAR indigna-se com a possibilidade processual, prática e legal de um jornalista constituído assistente poder consultar os autos de um processo que tal admite. Estranho? Nem por isso.

    O que incomoda sobremaneira JAR não é que o jornalista JA Cerejo se tenha constituído assistente: é que escreva sobre o que viu nessa qualidade. Porque JAR acha que todos os jornalistas deveria estar no mesmo plano de igualdade, porque segundo ele ” O acesso a documentos de um processo pela comunicação social é legalmente transparente e de acesso igual e não preferencial a qualquer jornalista”. Esta passagem é deliciosa pelo que revela de ingenuidade, de alguma hipocrisia e de uma pouca má-fé, até, pelo seguinte motivo: se todos os jornalistas entendessem constituir-se assistentes no processo, nada nem ninguém o impediria. Porque o não fizeram? Respondam eles.
    Mas por que razão particular, de decoro profissional ou ético, deveria um jornalista constituido assistente, eximir-se a publicar o que soube e objectivamente relata? A ética republicana, agora, já não se confunde com a lei?

    Até nisso JAR implica: o jornalista celerado, atreve-se a publicar o que lhe interessa, mormente notícias de primeira página que continuam a denegrir a imagem do pequeno deus caseiro que alguns idolatram por motivos óbvios ( A. Santos dixit).
    É essa verdadeira questão: o jornalismo de Cerejo estraga sempre a cereja que advogados como JAR entendem colocar no bolo governamental. E é exactamente por isso que JAR enquanto advogado, mesmo na pele de “vigilante cívico” , se indigna com a publicação pelo jornalista de uma opinião de dois juristas anónimos ( ambos magistrados de tribunais superiores) em que se dá conta da interpretação jurídica da nulidade relativa e não absoluta como JAR e outros defendem com unhas e dentes) do conteúdo do célebre dvd incriminatório e que foi considerado “nulo e de nenhum efeito” para a tranquilidade salvífica dos visados e que agora pretendem enterra até a memória vívida dos seus ecos.

    Atente-se por isso na passagem exposta: ” Afigura-se inacreditável que um jurista possa, perante um documento de prova absolutamente nulo e, por isso, inexistente no processo, defender e sugerir a maneira enviesada e de grave fraude à lei da sua indirecta relevância e que um jornalista de formação democrática possa ser o lugar e o meio de passagem de uma mensagem tão lesiva da vida privada, promovendo-a numa peça jornalística de ampla divulgação”.
    Esta pequena passagem do artigo fala por si, para qualquer jurista que preze a interpretação da lei, mas o que releva sobremaneira é a menção à coisa ” tão lesiva da vida privada”. Alguém se recorda do dvd que passou na tvi, “amplamente”? Alguém viu ou ouviu algo aproximado a factos ou alusões à vida privada de alguém? Não, ninguém viu e daí a má-fé deste escrito. O que se viu e ouviu e não se esquece, foi um suspeito, agora acusado de crime de extorsão, dizer alto e bom som, coisas graves sobre o comportamento público de governantes do nosso país. Privado, isto?
    Só mesmo para quem tem a noção de que isto é uma pequena quinta em que alguns feitores levam vida de pequenos reizinhos, com a ajuda directa e permanente do pequeno deus caseiro que os acalenta.

    O resto do artigo é um ataque soez e ad hominem à honra profissional do jornalista Cerejo. Uma coisa assim:

    “JAC procura , no caso Freeport, um processo de selecção de informação e documentos e no ambiente próprio e privilegiado de comunicação, de que dispõe, a sua transformação em opiniões e mensagens políticas em relação a ele, num quadro em que os leitores não têm uma informação contextual e um envolvimento cognitivo suficiente e necessário de resistência a mensagens unilateralmente persuasivas, mesmo em relação a argumentos inconsistentes, com as suas predisposições culturais e políticas.”

    Nesta pequena frase se concentra todo o veneno hediondo da censura no Estado Novo. Basta ler os discursos de Salazar e Caetano sobre esta matéria para reconhecer neles todo o exacto argumentário que aqui exala.
    José Augusto Rocha é democrata? Se é, não parece.
    http://www.portadaloja.blogspot.com/

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  11. bagaço's avatar
    30 Agosto, 2010 17:50

    Eu gostava de saber como é que se consegue avaliar a confiança através de inquéritos. Até porque os portugueses (a minha pessoa incluída) desconfiam de qualquer inquérito. Quando me ligam a pedir para responder a um desconfio logo. Isso é coisa para demorar quanto? Se a resposta for 5 minutos já sei que tenho ocupação no minimo para 40 minutos. A maior parte deles quer ser tão exaustiva que se tornam uma espécie de tortura. Ao fim de 15 perguntas as pessoas começam a responder à toa, e ao fim de 25, os entrevistados ficam com vontade de dizer uma coisa semelhante à que o queiroz disse aos gajos do doping…

    mindjacking.wordpress.com

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  12. Carlos Dias's avatar
    Carlos Dias permalink
    30 Agosto, 2010 18:30

    Claro que a confiança dos consumidores aumenta em Agosto.

    O consumo de álcool também.

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  13. Nuno's avatar
    Nuno permalink
    30 Agosto, 2010 20:26


    Tretas para socretinos…

    Nuno

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  14. Licas's avatar
    Licas permalink
    31 Agosto, 2010 22:25

    Tem toda a razão #10, o subterfúgio Cerejo não é lá muito ético,mas o primordial dever do jornalista é revelar a verdade: aqui o conteúdo
    objectivo do PROCESSO CRIME.

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