Que se passará no Reino da Suécia…hmmm algo estará podre?
Pelos jornais Portugueses é impossível saber como habitualmente. Talvez começar pela Mona Sahlin líder de esquerda que despreza a Suécia, gosta de não pagar, gosta de estacionar em locais proíbidos, não pagar multas…etc etc…depois a violência…
talvez isto:
Firemen in Malmo Sweden are forced to dress more for war than for fighting fires.
“One has to weigh the risk of a fire spreading, to the risks for our personnel”
Rosengård firemen are forced to get helmts with face shields and borrow military bullet-proff vests. ” We have reinforced our cars, but they have suffered substantial damage anyway.”
“Once a day we have alarm from Rosengård, and we never know what will happen.We want the police in place first. If there is no risk for the fire to spread, we often don’t go there at all.”
“Many fires are made, just to get us there. Jägerro firemen are now eguipped with special helmets, that protects the face and the neck. This winther, when it was worst, we were forced to borrow bullet-proff vests from the military.”
Ou isto:
Attacks on rescue services staff and police have increased in recent years, but so far there is no central data recording the incidents. Kenneth Carlsson, a spokesman for the firefighters’ union described this trend as nasty.
“We would like to see a central register created so that we could get an overview of all the incidents”.
The rescue services in southern Sweden have now agreed to put in a series of measures to improve fire fighter’s working conditions, including stronger cooperation with the police, reinforced vehicle windows and the possibility of surveillance cameras.
Other more long-term measures include the recruitment of firefighters with immigrant backgrounds.
The rescue services have also put in almost three million kronor ($496,500) into a three-year research project at Malmö College to raise awareness and understanding for the reasons behind these type of attacks. http://www.thelocal.se/12472/20080616/
É que mesmo nos países que são tidos como o paradigma do estado social, quem paga impostos já começou a perceber que tem andado a ser enganado. É que esse dinheiro serve mas é para comprar os votos da população que vive à custa do dito estado social sem fazer um cu. Isto é terreno fértil para semear ditaduras. Já aconteceu e infelizmente vai voltar a acontecer !!!
Esta manhã, dei-me ao trabalho de ir à Câmara de Lisboa, no Largo do Município, ver a exposição que ali está, integrada nas comemorações do centenário da república e dedicada ao humor.
Trata-se de uma coisa esquálida, sem um mínimo de imaginação, que se limita a exibir umas dezenas de fotocópias de jornais e revistas, acompanhadas de uns textos dignos de figurar entre as redacções da 4ª classe do tempo em que a escola ensinava a escrever.
Mas o mais grave nem é isso: para os responsáveis da exposição, a república morreu em 1926. Depois disso, pelos vistos, estamos a viver em monarquia.
Os ditos “responsáves” são o presidente António Costa e a vereadora da cultura (!) Catarina Vaz Pinto, sendo que as redacções pertencem ao “historiador” e grão-mestre de Maçonaria, o ex-seminarista António Reis.
Estamos, portanto, conversados.
A razão: plataforma anti-imigração.
É muito ruim que os partidos de extrema estão ganhando, mas eles estão lidando com o que é mais óbvio e que nenhum outro partido está se dirigindo:
“Immigrants behind 25% of Swedish crime” http://www.thelocal.se/2683/20051214/
Immigrants are overrepresented in Sweden’s crime statistics. During the period 1997–2001, 25% of the almost 1,520,000 offences were committed by people born overseas, while almost 20% were committed by Swedish-born people with a foreign background. Those from North Africa and the Middle East were overrepresented.
De qualquer forma parece-me, repito, parece-me, depois de ler a notícia:
” “É segunda-feira de manhã e altura de os suecos encontrarem uma nova imagem de si próprios”, diz em editorial o diário “Svenska Dagbladet”, que o título do Público se refere à imprensa sueca.
—> Sim, quem quiser ficar à mercê do pessoal (africanos, islâmicos, etc) que anda numa corrida demográfica pelo controlo de novos territórios… QUE FAÇA BOM PROVEITO: tchau!….; todavia, pelo legítimo Direito à diferença:
TODOS DIFERENTES!!! TODOS IGUAIS!!!… Isto é, todos os Povos Nativos do Planeta Terra [inclusive os de ‘baixo rendimento demográfico’ (reprodutivo)…] devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no Planeta!!! CONCLUINDO: Antes que seja tarde demais, há que mobilizar aquela minoria de europeus que possui disponibilidade emocional para abraçar um projecto de Luta pela Sobrevivência… e… SEPARATISMO-50-50!!!…
Há um bom par de anos que os nórdicos começaram a abrir os olhos para a sua realidade como nação e afazer contas de cabeça: se a natalidade dos naturais desses países é, em média, um/dois filhos, enquanto a dos imigrantes, em especial islâmicos e africanos, ultrapassa a dezena, daqui a quantos anos essa gente loira, alta e de olhos azuis irá ficar em minoria na sua própria terra? Basta fazer as contas, como dizia o outro.
Depois, essa gente do Norte (de uma Europa estiolada e sem valores morais, perdida em causasinhas fracturantes de uma esquedice dita bem-pensante…), cocmeçou também a dar-se conta de que o seu rico dinheirinho dos impostos para manter o dito estado-social, no fundo, lá no fundo, serve é para alimentar a máquina propagandística dos socialistas que os tem mantido há tempo demais no poder.
Já não vai levar muito tempo para uma nova extrema-direita em Portugal (não a extrema-direita apalhaçada do PNR) ocupar 20 ou 30 lugares no nosso Parlamento.
O «sucialismo» do Sr.Sócrates está rebentando com Portugal, e isto já não vai com «paninhos quentes»!
Este governo do PS-de-Sócrates, nem pelos seus e pelos mais inteligentes tem respeito:
Manuel Maria Carrilho, embaixador na UNESCO, soube hoje pela Agência Lusa(!), que iria ser substituído….
Quem se mete com o PS, leva! Lembram-se? Então onde está a duvida? MMCarrilho, andava a escrever uns artigos nos jornais, que não eram meigos para a nomenclatura, e agora está a pagar a factura.
Só me espanta é que alguem que quer ter reputação de estadista como o ministro Amado, se preste a estas vingançazinhas.
Neste governo não 1 único indivíduo com nível de estadista !
Estão na Teixeira Gomes ou no Terreiro do Paço, como poderiam estar num governo civil, numa CCDR, numa câmara, numa grande junta de freguesia ou na Assembleia da República. Ou numa embaixada.
Dentre eles, safa-se, só intelectual e tecnicamente, Teixeira dos Santos, que está a ‘queimar-se’ por “sentido de dever”, para aguentar o governo. Se TSantos renunciasse ao cargo, provavelmente Cavavo actuaria drasticamente !
Quanto a Luís Amado, tenta, tenta, e volta a tentar criar um lobby no PS que o apoie…Mas faz parte da ‘filosofia’ socrática e este episódio MMCarrilho demonstra-o.
não há necessidade de uma ideologia de extrema direita .O que precisa haver é, a razão ea lógica.”a verdade inconveniente” e que política de imigração em Portugal tem falhado.
De facto o povo português não está representado na Assembleia.
Na Assembleia estão as máfias, corporações e grupos de amiguinhos cleptocratas que puseram o país na falência!
Arlindo da Costa,
Quer elucidar-nos quem, sério, sem controle das máfias e dos esquemas, e fazendo parte duma putativa nova força política, representaria “o povo português” na ARepública ?
Tem, “o povo português”, iniciativa, capacidade e interesse em criar uma “força” político-partidária, logo, escolher seus representantes na AR ?
Não está, a maioria do”povo português” depedente do favor ou do jeitinho, da corrupçãozinha e da corrupção ?
Tem, o “povo português”, dado sinais evidentes de revolta face a pequenas ou mega-corrupções, aos tais favores ou jeitinhos ?
Ontém fui um dia triste para a maioria dos suecos que estiveram a pensar que a final Sverigedemokraterna não íam para o governo. Triste, mesmo muito triste. Eu sempre sabia que existia pessoas incapazes de sentir empatia. Não querem que alguem seja diferente, por que isto assusta-lhes. Sverigedemokraterna usaram este medo para fazer as pessoas votar neles e infelizmente conseguiram o seu objetivo, entrar no governo sueco. Como sueca não quero ver o meu país governado por tolos daqueles. Na cidade onde moro, Kristianstad, eles ganharam 12,7 % dos votos e estou mesmo considerande me ir embora de aqui. Eu não quero que a minha filha cresce num lugar destes e eu não quero andar pela cidade a pensar que em cada cem pessoas que passo doze vão ser racistas. Dia muito triste mesmo!
Não há nada de espanto.
Quem enfrenta diariamente a selvajaria, a arrogãncia, a cabeça concentracionária do islamismo vota em quem os defenda.
Como temos dito e repetido…
Claro, os amiguinhos do islão em portugal e na Europa vivem comodamente nos luxos capitalistas, longe de os aturar e de os enfrentar.
Armam-se em “progressistas” …mas não vão viver para o meio deles.
Principalmente as betinhas…que vestem à moda ocidental, costumes ocidentais (anticoncepcionais)…mas defendem o oposto.
Essas deviam viver no meio da mulher muçulmana e aguentar as chicotadas maometanas…
E outra demonstração do sectarismo paranóico dos “media” ocidentais:
a que propósito este partido é de extrema.direita???
Será por ODIAR O NAZISMO E DEFENDER OS JUDEUS?
Que se saiba, os nazis é que assassinaram 6 milhões de Judeus.
Quem é anti-judeu é que é nazi!!!
Partidos como os Democratas da Suécia não deveriam ser classificados como de extrema direita. Esta designação deveria ser reservada para ideologias e organizações nostalgicas do nazismo e do fascismo e que recusam a democracia politica. Estas teem pouca influencia eleitoral e raramente conseguem eleger deputados para o parlamento. Felizmente (infelizmente, não é o caso dos extremistas anti-democraticos e totalitários à esquerda, de ideologia neo-marxista, que teem uma real influencia na sociedade e um peso eleitoral mais significativo). Os Democratas da Suécia, como outras forças do mesmo tipo na Europa, não recusam a democracia e distinguem-se da direita tradicional sobretudo por terem posições mais radicais sobre a problematica da imigração e por terem uma grande desconfiança relativamente à União Europeia. Seria mais correcto designá-las como pertencendo a uma direita nacionalista e soberanista. Auto-designam-se muitas vezes como sendo de uma direita “nacional”. O que é certo é que, ao contrário da verdadeira extrema direita, representam uma fatia importante da opinião publica e, quando dotadas de uma organização eficiente e de dirigentes hábeis, conseguem em alguns países votações suficientemente altas para eleger deputados para o parlamento. Em muitos casos conseguem crescer pelo facto de as direitas tradicionais não terem um discurso e uma pratica politica menos ambiguos sobre o problema da imigração serem capazes de enfrentar o problema da imigração. As direitas tradicionais teem sido condicionadas por uma certa hegemonia ideologica das esquerdas relativamente a estes assuntos e que acaba por influenciar a opinião e o sentido de voto de uma parte importante das classes médias urbanas e do eleitorado tendencialmente centrista. A direita tradicional tem claramente priviligiado o seu “flanco esquerdo” e descurado o seu “flanco direito”. Esta estratégia eleitoral resultou durante muito tempo no pos 2ª guerra mas mostra cada vez mais os seus limites à medida que o peso da imigração e o desconforto dos cidadãos de origem “nacional” (e mesmo os de origem estrangeira mais antiga e já perfeitamente integrados) crescem. Esta direita “nacional” começa a representar um real problema politico para a direita tradicional limitando a possibilidade de maiorias à direita que a excluam. Nalguns paises europeus a direita tradicional fugiu à “tradição” e acabou por aceitar fazer alianças eleitorais e de governo com outras forças de direita. Foi o caso na Autria, em Italia, é o caso nalguns dos paises ex-comunistas da Europa de Leste, pode vir a ser o caso na Bélgica, na Holanda … Claro que esta perspectiva não interessa às esquerdas que acabam por ser as principais beneficiarias das divisões à direita. A esquerda tradicional e de governo pode fazer alianças de oportunidade politica com as esquerdas neo-comunistas, incluindo as extrema-esquerdas, enquanto que a direita tradicional se sente na obrigação de se demarcar em permanência das designadas “extrema direitas”. Para sobreviver como alternativa de governo a direita tradicional vai ter de equacionar e resolver um dilema : ou muda o seu discurso e as suas políticas sobre a imigração ou aceita contribuir para a integração no sistema politico da direita “nacional” fazendo com esta alianças eleitorais e de governo. Para já a opção da direita tradicional sueca é de adiar a resolução do dilema.
E depois admiram-se de ninguém os comprar.
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Que se passará no Reino da Suécia…hmmm algo estará podre?
Pelos jornais Portugueses é impossível saber como habitualmente. Talvez começar pela Mona Sahlin líder de esquerda que despreza a Suécia, gosta de não pagar, gosta de estacionar em locais proíbidos, não pagar multas…etc etc…depois a violência…
talvez isto:
Firemen in Malmo Sweden are forced to dress more for war than for fighting fires.
“One has to weigh the risk of a fire spreading, to the risks for our personnel”
Rosengård firemen are forced to get helmts with face shields and borrow military bullet-proff vests. ” We have reinforced our cars, but they have suffered substantial damage anyway.”
“Once a day we have alarm from Rosengård, and we never know what will happen.We want the police in place first. If there is no risk for the fire to spread, we often don’t go there at all.”
“Many fires are made, just to get us there. Jägerro firemen are now eguipped with special helmets, that protects the face and the neck. This winther, when it was worst, we were forced to borrow bullet-proff vests from the military.”
http://www.aftonbladet.se/nyheter/article5758228.ab
Ou isto:
Attacks on rescue services staff and police have increased in recent years, but so far there is no central data recording the incidents. Kenneth Carlsson, a spokesman for the firefighters’ union described this trend as nasty.
“We would like to see a central register created so that we could get an overview of all the incidents”.
The rescue services in southern Sweden have now agreed to put in a series of measures to improve fire fighter’s working conditions, including stronger cooperation with the police, reinforced vehicle windows and the possibility of surveillance cameras.
Other more long-term measures include the recruitment of firefighters with immigrant backgrounds.
The rescue services have also put in almost three million kronor ($496,500) into a three-year research project at Malmö College to raise awareness and understanding for the reasons behind these type of attacks.
http://www.thelocal.se/12472/20080616/
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É que mesmo nos países que são tidos como o paradigma do estado social, quem paga impostos já começou a perceber que tem andado a ser enganado. É que esse dinheiro serve mas é para comprar os votos da população que vive à custa do dito estado social sem fazer um cu. Isto é terreno fértil para semear ditaduras. Já aconteceu e infelizmente vai voltar a acontecer !!!
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Anuncio televisivo censurado, durante a campanha eleitoral, do Partido Democratas Suecos
http://www.thelocal.se/28622/20100827/
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Esta manhã, dei-me ao trabalho de ir à Câmara de Lisboa, no Largo do Município, ver a exposição que ali está, integrada nas comemorações do centenário da república e dedicada ao humor.
Trata-se de uma coisa esquálida, sem um mínimo de imaginação, que se limita a exibir umas dezenas de fotocópias de jornais e revistas, acompanhadas de uns textos dignos de figurar entre as redacções da 4ª classe do tempo em que a escola ensinava a escrever.
Mas o mais grave nem é isso: para os responsáveis da exposição, a república morreu em 1926. Depois disso, pelos vistos, estamos a viver em monarquia.
Os ditos “responsáves” são o presidente António Costa e a vereadora da cultura (!) Catarina Vaz Pinto, sendo que as redacções pertencem ao “historiador” e grão-mestre de Maçonaria, o ex-seminarista António Reis.
Estamos, portanto, conversados.
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A razão: plataforma anti-imigração.
É muito ruim que os partidos de extrema estão ganhando, mas eles estão lidando com o que é mais óbvio e que nenhum outro partido está se dirigindo:
“Immigrants behind 25% of Swedish crime”
http://www.thelocal.se/2683/20051214/
Immigrants are overrepresented in Sweden’s crime statistics. During the period 1997–2001, 25% of the almost 1,520,000 offences were committed by people born overseas, while almost 20% were committed by Swedish-born people with a foreign background. Those from North Africa and the Middle East were overrepresented.
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João,
percebo o alcance deste e do post anterior.
De qualquer forma parece-me, repito, parece-me, depois de ler a notícia:
” “É segunda-feira de manhã e altura de os suecos encontrarem uma nova imagem de si próprios”, diz em editorial o diário “Svenska Dagbladet”, que o título do Público se refere à imprensa sueca.
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—> Sim, quem quiser ficar à mercê do pessoal (africanos, islâmicos, etc) que anda numa corrida demográfica pelo controlo de novos territórios… QUE FAÇA BOM PROVEITO: tchau!….; todavia, pelo legítimo Direito à diferença:
TODOS DIFERENTES!!! TODOS IGUAIS!!!… Isto é, todos os Povos Nativos do Planeta Terra [inclusive os de ‘baixo rendimento demográfico’ (reprodutivo)…] devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no Planeta!!! CONCLUINDO: Antes que seja tarde demais, há que mobilizar aquela minoria de europeus que possui disponibilidade emocional para abraçar um projecto de Luta pela Sobrevivência… e… SEPARATISMO-50-50!!!…
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Há um bom par de anos que os nórdicos começaram a abrir os olhos para a sua realidade como nação e afazer contas de cabeça: se a natalidade dos naturais desses países é, em média, um/dois filhos, enquanto a dos imigrantes, em especial islâmicos e africanos, ultrapassa a dezena, daqui a quantos anos essa gente loira, alta e de olhos azuis irá ficar em minoria na sua própria terra? Basta fazer as contas, como dizia o outro.
Depois, essa gente do Norte (de uma Europa estiolada e sem valores morais, perdida em causasinhas fracturantes de uma esquedice dita bem-pensante…), cocmeçou também a dar-se conta de que o seu rico dinheirinho dos impostos para manter o dito estado-social, no fundo, lá no fundo, serve é para alimentar a máquina propagandística dos socialistas que os tem mantido há tempo demais no poder.
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Já não vai levar muito tempo para uma nova extrema-direita em Portugal (não a extrema-direita apalhaçada do PNR) ocupar 20 ou 30 lugares no nosso Parlamento.
O «sucialismo» do Sr.Sócrates está rebentando com Portugal, e isto já não vai com «paninhos quentes»!
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Este governo do PS-de-Sócrates, nem pelos seus e pelos mais inteligentes tem respeito:
Manuel Maria Carrilho, embaixador na UNESCO, soube hoje pela Agência Lusa(!), que iria ser substituído….
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Quem se mete com o PS, leva! Lembram-se? Então onde está a duvida? MMCarrilho, andava a escrever uns artigos nos jornais, que não eram meigos para a nomenclatura, e agora está a pagar a factura.
Só me espanta é que alguem que quer ter reputação de estadista como o ministro Amado, se preste a estas vingançazinhas.
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Alexandre CSilveira,
Neste governo não 1 único indivíduo com nível de estadista !
Estão na Teixeira Gomes ou no Terreiro do Paço, como poderiam estar num governo civil, numa CCDR, numa câmara, numa grande junta de freguesia ou na Assembleia da República. Ou numa embaixada.
Dentre eles, safa-se, só intelectual e tecnicamente, Teixeira dos Santos, que está a ‘queimar-se’ por “sentido de dever”, para aguentar o governo. Se TSantos renunciasse ao cargo, provavelmente Cavavo actuaria drasticamente !
Quanto a Luís Amado, tenta, tenta, e volta a tentar criar um lobby no PS que o apoie…Mas faz parte da ‘filosofia’ socrática e este episódio MMCarrilho demonstra-o.
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não há necessidade de uma ideologia de extrema direita .O que precisa haver é, a razão ea lógica.”a verdade inconveniente” e que política de imigração em Portugal tem falhado.
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Errata,
Primeiro parágrafo, “Neste governo não há um único
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Amado levou a Força Aérea Portuguesa a prestar vassalagem ao Ditador Kadhafi ! Estadista?!
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A extrema-direita tuga nunca terá representação significativa na Assenbleia da República.
“O povo é sereno !” — Pinheiro de Azevedo, lembram-se ?
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e não precisa ser representado.
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De facto o povo português não está representado na Assembleia.
Na Assembleia estão as máfias, corporações e grupos de amiguinhos cleptocratas que puseram o país na falência!
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Arlindo da Costa,
Quer elucidar-nos quem, sério, sem controle das máfias e dos esquemas, e fazendo parte duma putativa nova força política, representaria “o povo português” na ARepública ?
Tem, “o povo português”, iniciativa, capacidade e interesse em criar uma “força” político-partidária, logo, escolher seus representantes na AR ?
Não está, a maioria do”povo português” depedente do favor ou do jeitinho, da corrupçãozinha e da corrupção ?
Tem, o “povo português”, dado sinais evidentes de revolta face a pequenas ou mega-corrupções, aos tais favores ou jeitinhos ?
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Ontém fui um dia triste para a maioria dos suecos que estiveram a pensar que a final Sverigedemokraterna não íam para o governo. Triste, mesmo muito triste. Eu sempre sabia que existia pessoas incapazes de sentir empatia. Não querem que alguem seja diferente, por que isto assusta-lhes. Sverigedemokraterna usaram este medo para fazer as pessoas votar neles e infelizmente conseguiram o seu objetivo, entrar no governo sueco. Como sueca não quero ver o meu país governado por tolos daqueles. Na cidade onde moro, Kristianstad, eles ganharam 12,7 % dos votos e estou mesmo considerande me ir embora de aqui. Eu não quero que a minha filha cresce num lugar destes e eu não quero andar pela cidade a pensar que em cada cem pessoas que passo doze vão ser racistas. Dia muito triste mesmo!
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Nos momentos de crise económica e financeira os extremos políticos têm tendência a crescer.
É o que, infelizmente, parece estar a acontecer na Suécia.
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Não há nada de espanto.
Quem enfrenta diariamente a selvajaria, a arrogãncia, a cabeça concentracionária do islamismo vota em quem os defenda.
Como temos dito e repetido…
Claro, os amiguinhos do islão em portugal e na Europa vivem comodamente nos luxos capitalistas, longe de os aturar e de os enfrentar.
Armam-se em “progressistas” …mas não vão viver para o meio deles.
Principalmente as betinhas…que vestem à moda ocidental, costumes ocidentais (anticoncepcionais)…mas defendem o oposto.
Essas deviam viver no meio da mulher muçulmana e aguentar as chicotadas maometanas…
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E outra demonstração do sectarismo paranóico dos “media” ocidentais:
a que propósito este partido é de extrema.direita???
Será por ODIAR O NAZISMO E DEFENDER OS JUDEUS?
Que se saiba, os nazis é que assassinaram 6 milhões de Judeus.
Quem é anti-judeu é que é nazi!!!
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Partidos como os Democratas da Suécia não deveriam ser classificados como de extrema direita. Esta designação deveria ser reservada para ideologias e organizações nostalgicas do nazismo e do fascismo e que recusam a democracia politica. Estas teem pouca influencia eleitoral e raramente conseguem eleger deputados para o parlamento. Felizmente (infelizmente, não é o caso dos extremistas anti-democraticos e totalitários à esquerda, de ideologia neo-marxista, que teem uma real influencia na sociedade e um peso eleitoral mais significativo). Os Democratas da Suécia, como outras forças do mesmo tipo na Europa, não recusam a democracia e distinguem-se da direita tradicional sobretudo por terem posições mais radicais sobre a problematica da imigração e por terem uma grande desconfiança relativamente à União Europeia. Seria mais correcto designá-las como pertencendo a uma direita nacionalista e soberanista. Auto-designam-se muitas vezes como sendo de uma direita “nacional”. O que é certo é que, ao contrário da verdadeira extrema direita, representam uma fatia importante da opinião publica e, quando dotadas de uma organização eficiente e de dirigentes hábeis, conseguem em alguns países votações suficientemente altas para eleger deputados para o parlamento. Em muitos casos conseguem crescer pelo facto de as direitas tradicionais não terem um discurso e uma pratica politica menos ambiguos sobre o problema da imigração serem capazes de enfrentar o problema da imigração. As direitas tradicionais teem sido condicionadas por uma certa hegemonia ideologica das esquerdas relativamente a estes assuntos e que acaba por influenciar a opinião e o sentido de voto de uma parte importante das classes médias urbanas e do eleitorado tendencialmente centrista. A direita tradicional tem claramente priviligiado o seu “flanco esquerdo” e descurado o seu “flanco direito”. Esta estratégia eleitoral resultou durante muito tempo no pos 2ª guerra mas mostra cada vez mais os seus limites à medida que o peso da imigração e o desconforto dos cidadãos de origem “nacional” (e mesmo os de origem estrangeira mais antiga e já perfeitamente integrados) crescem. Esta direita “nacional” começa a representar um real problema politico para a direita tradicional limitando a possibilidade de maiorias à direita que a excluam. Nalguns paises europeus a direita tradicional fugiu à “tradição” e acabou por aceitar fazer alianças eleitorais e de governo com outras forças de direita. Foi o caso na Autria, em Italia, é o caso nalguns dos paises ex-comunistas da Europa de Leste, pode vir a ser o caso na Bélgica, na Holanda … Claro que esta perspectiva não interessa às esquerdas que acabam por ser as principais beneficiarias das divisões à direita. A esquerda tradicional e de governo pode fazer alianças de oportunidade politica com as esquerdas neo-comunistas, incluindo as extrema-esquerdas, enquanto que a direita tradicional se sente na obrigação de se demarcar em permanência das designadas “extrema direitas”. Para sobreviver como alternativa de governo a direita tradicional vai ter de equacionar e resolver um dilema : ou muda o seu discurso e as suas políticas sobre a imigração ou aceita contribuir para a integração no sistema politico da direita “nacional” fazendo com esta alianças eleitorais e de governo. Para já a opção da direita tradicional sueca é de adiar a resolução do dilema.
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