Quem se mete com… leva!
20 Setembro, 2010
Fui muito crítico de Manuel Maria Carrilho quando foi ministro da Cultura e, por regra, não concordo com as suas propostas e ideias políticas. Mas estive por uma vez totalmente de acordo com um seu gesto: o de se recusar a votar, na UNESCO, onde é embaixador de Portugal, num sinistro egípcio para secretário-geral daquela organização. Por isso ou por ter agora editado um livro e dado uma entrevista ao Expresso, foi demitido. Sem aviso prévio – soube da notícia pela Lusa. E com os vermes do costume a baterem palmas. Que mal vai Portugal quando são esses vermes que estão na mó de cima e Carrilho (por muito que eu discorde dele) na mó de baixo.
38 comentários
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O mundo sem arestas: Carrilho, rua; Lurdes Rodrigues, Presidente da FLAD. Certíssimo! Aliás, «está tudo bem assim e não podia ser de outra maneira!»
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Os vermes mentem descaradamente.
Seguem o lema do chefe. Também este está convencido de que uma mentira mil vezes repetida se torna verdade.
Nada a fazer?
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Quanto ao saber pela imprensa, está bem.
Revela a cultura/educação, dos licenciados pelas universidades do regime.
Há-dem ver que sim.
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O Carrilho pode ser uma amiba enquanto filósofo e um cretino enquanto criatura de carne e osso (e levou uma galheta, na Nova, de um pai menos dado às hipocrisias diplomáticas por isso mesmo) mas foi o único ministro da cultura do qual recordo algumas medidas importantes e que soube, sobretudo, lutar pelo seu quinhão na mesa do bolo do orçamento (os restantes têm sempre prometido fazer mais com menos e o resultado é o nada que está à vista e as palmadinhas nas costas que recebem nos corredores da assembleia)
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PRECISA-SE DE MATÉRIA PRIMA PARA CONSTRUIR UM PAÍS
Eduardo Prado Coelho, antes de falecer (25/08/2007), teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, sobre nós todos.
Façam uma leitura atenta.
A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.
O problema está em nós. Nós como povo. Nós como matéria prima de um país.
Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro. Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais. Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos… e para eles mesmos.
Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um país:
-Onde a falta de pontualidade é um hábito;
-Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.
-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do governo por não limpar os esgotos.
-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.
-Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é ‘muito chato ter que ler’) e não há consciência nem memória política, histórica nem económica.
-Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.
Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser ‘compradas’, sem se fazer qualquer exame.
-Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar.
-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão.
-Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.
Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.
Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.
Não. Não. Não. Já basta.
Como ‘matéria prima’ de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.
Esses defeitos, essa ‘CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA’ congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates,
é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte…
Fico triste.
Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada…
Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.
Qual é a alternativa ?
Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror ?
Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa ‘outra coisa’ não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados… igualmente abusados !
É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começaa ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda…
Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias.
Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.
Está muito claro… Somos nós que temos que mudar.
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:
Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e, francamente, somos tolerantes com o fracasso.
É a indústria da desculpa e da estupidez.
Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.
Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI
QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.
AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.
E você, o que pensa ?… MEDITE !
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È necessário confiança
Para deixar que alguém
Possa mamar na grande porca socialista
Se alguém começa a roer a corda
E a revelar rebeldia
Corta-se o acesso à teta no mesmo dia
Pois a teta da porca
Dá para muita gente
E não vá o ressabiado
Ferrar o dente
Acabando com mais um orifício
Que os socialistas vão conseguindo manter aberto
Com hipocrisias e fogos de artifício.
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É uma boa altura de fundar o Sindicato dos Demitidos.
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Concordo em absoluto! Carrilho foi um homem digno, muito digno mesmo e pagou caro por isso.
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Está na altura dos portugueses fecharem as fronteiras e irem à casa dos responsáveis pela bancarrota do país e pelo descalabro duma nação de 900 anos!
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Aprendam a respeitar o chefe!
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“santos
Posted 20 Setembro, 2010 at 18:55”,
.
de facto é assim. E não é aí que está o erro. O erro é quem se propõe a governar é INCAPAZ de com isso fazer um País organizado. E é POSSIVEL. As Governanças é que NÃO SABEM o COMO. Reside exclusivamente aqui, nesta incapacidade das seculares auto-intituldas ‘elites’, a diferença entre Portugal e os Países mais adiantados. Ignorância na governação do País. É este o unico problema dos Cidadãos, Familias e Empresas Portuguesas
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não sabem o COMO, mantendo o que os Portugueses são. Apenas porque são assim e não mudam, manda a Natureza inviolavel salvo por pantomineiros. Os País desenvolvidos são os que têm a habilidade de governança de ajustar tudo ao seui Povo como é. Sem copiarem dos outros, naturalmente diferentes. Mas isto é ‘areia de mais pra a camioneta’ para os que se intitulam a si próprios ‘a elite portuguesa’. Ignorância completa a realizar e a fazer. Muito conhecimento e oratória nas teorias e academismos.
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Quando este governo do PS-de-Sócrates não respeita os seus, e os mais inteligentes… — surgem e resurgem os seus amanuenses e os apparatchiks como governantes, directores, deputados, autarcas…
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JManuel Fernandes designa-os bem: “vermes” !
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não discordo nem um bocadinho da demissão do manuel maria carrilho. a decisão de não apoiar hosni (o tal egípcio acusado de anti-semita) foi contra a posição do próprio governo português o que torna maria carrilho, ao que parece, embaixador da sua consciência na unesco em vez de embaixador de portugal. se não concordava, tinha pedido logo a demissão em vez de obrigar portugal ao ridículo do seu embaixador não comparecer à votação, obrigando o mne a mandar outro representante votar conforme o governo tinha decidido. porque não pediu a demissão, só a consciência de manuel maria sabe. mas pensar pela própria cabeça custa no final do mês. porque não foi logo demitido, parece evidente agora: o governo não queria mais dissidentes com todo o tempo do mundo para pensar a crítica como deve ser. com a publicação do livro, parece que saiu o tiro pela culatra e ai de roma de pagar a traidores.
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De facto, um governo que antecipadamente não contacta o seu embaixador na UNESCO sobre a cessação do seu mandato, e este sabe da “boa nova” através duma agência noticiosa, revela também a linearidade com que trata assuntos de estado…
Aliás, o interesse deste e do anterior governo pelas questões culturais ficou bem patente numa entrevista do “Menino de Ouro do PS”, quando numa entrevista televisiva disse FALSAMENTE CONSTRANGIDO que o seu único arrependimento enquanto PM entre 2005 e 2009, foi a escassa verba destinada à cultura…
Óbvio: estas entrevistas são preparadas, a pergun ta teria convenientemente de ser feita e…escolheu o ministério menos compreendido (e pontualmente atacado) pela populaça-NADA !…
Há c erca de 2 anos, escrevi algures que chegará o tempo em que os intelectuais serão cada vez mais “apontados” como inúteis e detentores de soberba pelos “vermes” e seus acólitos…
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Psulo Silva,
V. não entende o que significa e o que pretende uma embaixada na UNESCO –repito, na UNESCO–, e ao que está obrigado um embaixador.
Não foi o primeiro caso dum embaixador que, contra directrizes governamentais votou contra ou se absteve. E que permaneceu no cargo.
Este governo sente que não tem força política e social suficientes, interna e externamente. Daí que ao mínimo sinal dum discordante o advirta e se a independência, o rigor, o carácter –no caso, dum embaixador– prevaleça, não se importe por este saber por uma notícia, que “o prazo” expirou…
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é caso para perguntar quantas estacas submersas estariam já enterradas na OTA?
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Tudo bons rapazes… despede-se por telemóvel, pelos jornais… ah, mas são solidários (que é uma espécie upgrade de caridadesinha…)…. tudo bons rapazes.
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MJRB
Com todo o respeito, não concordo consigo.
Por muito que eu não goste do Carrilho (e não gosto mesmo nada) a postura de um país – reflectida pelas palavras do embaixador – em qualquer organização é o reflexo da posição do Estado quanto a esse assunto e da convicção política internacional do Estado.
Os embaixadores são ministros, pertencem a um governo e são a face dele no estrangeiro.
Concordo que o “sinistro egípcio” provavelmente não merecia o voto; mas o embaixador, em cada momento, representa o seu país.
Se não estava de acordo, o Carrilho demitia-se (como diz o Psulo Silva, acima);
e era o embaixador quem tinha de contactar o MNE antes da decisão e não o ministério a andar atrás de embaixadores.
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mjrb,
faço minhas as palavras da ana c. com o seguinte acrescento. o que está em causa na posição de manuel maria carrilho é muito mais do que uma simples decisão de facto em que ambos (governo e embaixador) passam por cima. o que está em causa é a total discordância entre o nosso embaixador na unesco e o governo que nos representa de quem iria dirigir a unesco. é tudo menos uma decisão de lana-caprina. é discordar pela maneira como cada um vê a direcção que a unesco deve seguir. mais, quando o governo apoia alguém com quem sentimos tão grande repulsa moral, como parece que manuel maria carrilho sentiu em relação a hosni. são diferenças inconciliáveis de opinião.
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Carrilho é a caricatura mais fiel do guterrismo versão “masculina”.
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Ó Psulo Silva
Isto é já o Manuel Maria a fazer campanha eleitoral (a favor de quem, veremos daqui a um anito!).
Mesmo o Sócrates não é eterno no PS (embora ele, coitado, ache que sim).
Não se esqueça que o Manuel Maria levou um pontapé para cima (…foi para Parrri ) por se estar a tornar inconverniente e também é tudo menos estúpido.
Os cães de fila acabam sempre por voltar a filar. Há malta que é especialista em criar “factos políticos”. Este é um deles. …bora lá ver! aceitam-se apostas
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Enfim, Carrilho era o embaixador de Carrilho
e não de Portugal
na UNESCO.
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Ana C
e
Psulo Silva,
MMaria Carrilho avisou ATEMPADAMENTE o Ministéio dos Negócios Estrangeiros que votaria contra o candidato egípcio.
Não tinha nada que demitir-se. No limite, o MNE é que teria que demitir o embaixador. Não o fez. Posicionou-se por interposta pessoa no apoio ao egípcio. MMCarrilho manteve-se –mantiveram-no !– no cargo. Hoje, soube por uma notícia(!), que cessava funções.
Não me parece nada linear, organica e politicamente exemplar, que o MNE não tivesse entretanto contactado o embaixador sobre a cessação do mandato.
MMcarrilho sempre foi incómodo, estruturalmente incómodo –justificando o seu pensamento, coisa rara !– para quem, no PS, se sente sempre bem, se subjuga e nada contradiz perante qualquer decisão política emanada e praticada pela Comissão Política Nacional e pelo Secretário Geral. Sabe-se, que os estrategas deste PS-de-Sócrates não têm estaleca para debaterem com ele, seja o que fôr. Os seus artigos de opinião e os seus livros são incómodos para o Rato, tal como a sua presença no governo de Guterres nunca foi devidamente apreciada, entendida e por tal, não apoiada.
Há governantes que querem estar acolitados por indigentes, por yes man ! MMCarrilho é doutra estatura moral, intelectual e cultural !
Quando um país, um governo, não quer os seus melhores…
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Só um parvo, um ignorante, um alarve, um inculto, não reconhece que MMCarrilho foi o melhor ministro da cultura post 25 de Abril.
Mas se preferirem Rosetas, Sasportes, Bustorfs, Pires Limas, Pintos Ribeiros, Canavilhas, “tudo bem” — “que se lixe a cultura” desde que haja conquilhas no prato, “né” ?
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E a Barbara?
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…E é encarrilhado!
–
Ao ser assim encarrilhado,
sem a mínima piedade,
é para ficar encalhado
em tamanha malignidade.
–
Esse padrão bem conhecido
em que reina a estupidez
é por muitos enaltecido
pois tal é a sua cupidez!
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…
Sempre quero ver se o Carrilho vai, desempregado, para os centros de emprego.
Entretanto, a mulher vai arranjar mais uns ganchos de publicidade e os chuchas vão muito depressa colocá-lo atrás de uma secretário choruda.
Vai uma aposta?
Nuno
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É dos livros: mais tarde ou mais cedo os canibais começam a comer-se uns aos outros!
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O facto de se ter mancumunado com os nazi-sionistas apartheidescos, vermes racistas e islamocidas, contra as directivas do Governo português e os interesses nacionais justificava que tivesse sido demitido de imediato e julgado por incitamento ao ódio racial e defesa do apartheid. Carrilho é um verme, invertebrado como todos os vermes.
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Tal como aqueles intelectuais FRANCESES que efectuam o serviço militar em Israel, assassinando e humilhando os “subhomens” palestinianos, e não em França, a nossa Carrilha afinal era embaixadora de Israel, e não de Portugal, que lhe pagava o ordenado…
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O soi-disant RURILIBERAL , stalino-bloquista muçulmano
há muito que já não se acoita no nome :
é gato escondido com o rabo de fora . . .
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_______EUROLIBERAL_______(so sorry)
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A Licas parece que afinal é UM Licas… Dizem. Deve ter um pai que é cego…. E pelos vistos gosta de ir arejar a regueifa para os lados da movida nazi-sionista, que por sinal é um sórdido regime apartheidesco e ditatorial… Gostos…
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…
Quando é que este “euroliberal” mal-cheiroso, desgraçado eunuco coberto de doenças venéreas e placas pestilentas é corrido daqui para fora?
Nuno
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Bloquista, bloquista.
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Uma ODE à loucura de SÓCRATES
O ALDRABÃO DE FEIRA (PIRES DE LIMA)
Já não existe o meu Mundo de Papel .
O Mundo não é de papel .
O Mundo não é de ninguém
e neste Mundo EU já não sou ninguém .
Para me salvar venha alguém
mas EU também não salvei ninguém …
Não tenho par’ aonde fugir
e tenho um Partido a fugir .
Há quem diga que vão sofrer como EU sofri
mas vão sofrer como EU não sofri :
Até à Independente desde a Guarda e Covilhã
com trafulhices juntei tanta lã
que em OURO se transformou
quando em ALCOCHETE passou
e INDEPENDENTE me tornou …
BANDARRA
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