Medidas de austeridade
1. Eliminar os Governos Civis
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2. Deixar de pagar aos sindicalistas funcionários dos sindicatos
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3. Incentivo à fusão de autarquias alterando as regras de financiamento de forma a penalizar as autarquias mais pequenas.
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4. Spin off de institutos públicos
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5. Spin off de escolas públicas (sobretudo escolas profissionais e especializadas)
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6. Cheque ensino no interior do sistema público de educação. Massa salarial de cada escola ficaria dependente do número de alunos.
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7. Maior pressão financeira sobre as universidades para estas aderirem ao modelo de fundação. Aumento do tecto máximo das propinas.
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8. Fusão de universidades e politécnicos.
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9. Racionalização do património imobiliário do estado por contabilização no orçamento dos serviços da renda. Venda do excedente.
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10. Alargamento do corte de salários da função pública a todos os funcionários de forma a que ninguém beneficie do aumento de 2.9% feito em 2009.

E que fazemos ao interior? vendemos a espanha????
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Redução do salário mínimo!???
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O que m’espanta é o João não governar.
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Extinção das Entidades Regionais de Turismo
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Pois..pois..universidades tipo fundação..assim os amigalhaços dos amiguinhos dos amiguinhos fariam os júris ainda mais a seu bel prazer, os investigadores andariam ainda mais á mama com os bolseiros que agora em vez de recebem algo-pouco ainda pagariam para trabalhar..e os ditos J.M teriam dezenas de papers onde a única coisa que fariam éra por o nome e fazer de conta que orientaram..claro isto de orientar 10 ou 15 teses tem o seu quê de tudo ou molho e fé em Deus…
Massa salarial de cada escola ficaria dependente do número de alunos…claro e quanto mais passassem mais receberia…Aleluia senhor vi a luz prise the lord…
Desculpe que lhe diga João mas este texto assenta-lhe que nem uma luva tal como a indumentária…que está noutro tão igual a si que só difere na forma de vestir ..nada mais..a essência embora com outra roupagem é a mesma…
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O o imposto sobre a prostituição não era algo a fazer’ Ui então nas universidades dava que nunca mais acabava..e não me refiro à carnal mas á intelectual…
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5. Spin off de escolas públicas (sobretudo escolas profissionais e especializadas)
O João Miranda anda no terreno? Sabe que dificuldades passam as escolas profissionais privadas para obter financiamento? Sabe em que condições são pagos os que nelas exercem funções docentes? Falo por experiência própria: recebi, no dia 30, o salário de Maio. E ainda espero o de Junho. Passar 3 a 4 meses sem um só salário é prática corrente nessas escolas. Algo que, para si, é o mais banal do mundo…
6. Cheque ensino no interior do sistema público de educação. Massa salarial de cada escola ficaria dependente do número de alunos.
Ou seja, o João Miranda quer vincar e tornar irreversível as assimetrias regionais, e de resto instituir mecanismos de discriminação geográfica para os salários do professorado. Absoluto ignorante em matéria de Geografia e Sociologia, limita-se a dar voz a uma finançolatria salazarista de fachada liberal.
7. Maior pressão financeira sobre as universidades para estas aderirem ao modelo de fundação. Aumento do tecto máximo das propinas.
Os estudantes que se endividem, e que o mínimo possível de pessoas entre para investigador/docente universitário! Isto nem chega a ser finançolatria: isto é ceder recurvadamente ao lóbi da docência universitária, em nome de poupança num sector onde devia estar a parte de leão dos investimentos.
8. Fusão de universidades e politécnicos.
Serve o que acima vai dito. Não há progresso sem conhecimento nem conhecimento sem dinheiro. A finançolatria nesta área serve para adensar um atraso que já tem décadas (talvez séculos…).
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9. Racionalização do património imobiliário do estado por contabilização no orçamento dos serviços da renda. Venda do excedente.
Excessivo paleio para dizer «venda de património público», devo dizer-se.
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Estas medidas do Miranda revelam que o autor detesta as pessoas. Resta saber como ganha ele a vida.
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O João Miranda também defende o fim de todos os programas, apoios, etc. que impliquem transferência de dinheiros para a Universidade Católica, seus alunos, associados etc.?
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Muito frouxo. Melhor seria:
1. Eliminar o Governo.
2. Deixar de pagar aos funcionários.
3. Incentivo à fusão de autarquias alterando as regras de financiamento de forma a penalizar as autarquias.
4. Privatização de todos os organismos públicos.
5. Privatização de todas as escolas públicas.
6. Fim do financiamento público a qualquer nível de ensino.
7. e 8. (depois de 5. e 6. não é preciso fazer mais nada nas Universidades)
9. Racionalização do património imobiliário do estado por venda dos imóveis que restem depois de 4.
10. Alargamento do corte de salários da função pública a cortes em todos os contratos do estado.
Aposto que o peso do orçamento de estado já em 2011 seria muito menor sobre a sociedade e finalmente poderíamos ser felizes
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E os funcionários públicos aposentados? Não vão ter redução nas pensões? Não contribuem para o combate à crise?
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A este respeito, escrevi isto no meu blogue:
Os professores que estão no activo e têm menos de 58 anos de idade fazem-me lembrar os escravos egípcios condenados a passarem a vida a construir as pirâmides dos faraós.
Os faraós são as centenas de milhares de reformados que se aposentaram antes dos 55 anos e sem penalizações.
Os primeiros – os escravos – pagam a bancarrota com cortes nos salários. Os segundos – os faráos – passam incólumes pela crise, mantendo intacto o valor das pensões.
Isto sim, é socialismo!
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O que João Miranda aqui postou é mais um exercicio a juntar aos milhares que se teem feito nos ultimos tempos, preconizando medidas para salvar este pobre jardim. É a opinião dele, e por isso respeitavel.
Portugal tem tres problemas principais a que o governo não é capaz de dar resposta: o desemprego que não para de aumentar, a divida externa cada vez mais elevada, e o praticamente inexistente crescimento economico. É esta equação muito, muito seria, que nos está a arrastar para o mundo das trevas. Andamos todos um bocado distraidos, mas se repararmos bem, a estrategia do Socrates e do governo é ir de mansinho tomando as medidas que nos exigem cada vez mais sacrificios, mas que não resolvem os nossos problemas. Agora foram estas, daqui a 4 ou 5 meses serão outras, porque sim, sempre numa espiral de sacrificios e de empobrecimento das pessoas e do país, e sempre sem tocar nos previlegios da maquina do estado.
Desde a ultima 5ª feira, temos assistido nos media a uma desculpabilização de Socrates praticamente desresponsabilizando-o deste estado de coisas, chegando mesmo alguns a gabar a sua coragem. No lugar de lhe exigirem que apresente e justifique as contas de 2010, chamam-lhe corajoso e embora alguns façam algumas criticas, sempre estendidas ao PSD, o tom geral é de aprovação. Esta cafila dos media andam há 18 anos com o PS ao colo, e o estado a que isto chegou não é suficiente para arrepiarem caminho, o que faz deles cumplices desta situação.
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Ramiro Marques,
Tem toda a razão, mas essa medida vai ser tomada no pacote de austeridade que vai ser apresentado logo após as presidenciais: os reformados não perdem pela demora.
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Suspeita: o autor do texto é um funcionário público com salário superior a €1.5K.
1. Eliminação imediata da ADSE e focalização do SNS no regime de convenções com privados.
2. Eliminação de acumulação de reformas e salários no sector público.
3. Estabelecimento de um tecto no valor das reformas e pensões no sistema da SS.
4. Programa de privatização de todas as empresas participadas pela Parpública + CGD + RTP + concessão da gestão das redes ferroviária/metropolitano.
5. Moratória de 4 anos para aumentos salariais da FP/aumento orçamental para as FA/investimento na construção de novos troços nas redes rodoviária/ferroviária/portuária.
6. Eliminação dos subsídios à criação artistica.
7. Eliminação dos benefícios fiscais a contribuintes individuais e colectivos.
8. Corte de 10% no salário mínimo.
9. Eliminação das CCDRs.
10. Corte de 10% no IRC e de 10% no IRS até ao 5º escalão, eliminação do imposto sobre rendimento de capitais.
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7. Maior pressão financeira sobre as universidades para estas aderirem ao modelo de fundação. Aumento do tecto máximo das propinas.
8. Fusão de universidades e politécnicos.
Tem a certeza, João?
socialista vaselinado
Posted 2 Outubro, 2010 at 10:44
Absolut richtig, unglücklicherweise…
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6. Em geral, já é. Menos alunos, menos turmas, menos professores, menor massa salarial.
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O verdadeiro “despesismo” do Estado é que é mais difícil de atacar, está enraizado. O Estado, do governo até a última autarquia, é uma gigantesca máquina de garantir negócio a privados. Esses privados induzem o Estado na compra de coisas de que não precisa, ou, se precisa, o Estado compra-as a preço muito superior ao seu verdadeiro valor (submarinos, pareceres técnicos, estradas, rotundas, manutenção do espaço público, esquemas renováveis, serviços de saúde, etc.). Todas essas coisas têm pagamento garantido pelo contribuinte, é o negócio redondo. Já se vê qual devia ser a primeira medida, tudo o resto é bom apenas para compor as contas, sem tocar no verdadeiro problema.
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Está a brincar, não está?!… Então nos sacos azuis camuflados no Orçamento não se toca?!
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3. e 8.
A fusão diminui a concorrência.
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lucas
Posted 2 Outubro, 2010 at 10:23
Grande ideia, Lucas! Mas será que eles querem, sabendo que muito brevemente Portugal será uma das províncias espanholas? Sem eles terem que gastar 1 cêntimo…
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E porque é que será que do lado do PSD, do PS e do CDS ninguém fala em cortar/limitar as pensões obscenas que por aí há? Porque é que o funcionário que ganha 15oo euros sofre um corte e um reformado com 15000 euros fica na mesma?
Será para não tocarem nos figurões que por cá andam com reformas do BdP (e outras), muitas na sequência de alguns/poucos anos de trabalho (figurões esses que se afadigam a explicar porque é que os outros – os que trabalham e lhes pagam as pensões – andam a ganhar demasiado)?
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Acrescento mais algumas ideias.
Privatização imediata da RTP, CP e TAP ( já decidida ). Todos os anos o estado enterra centenas de milhões de € nestes elefantes brancos.
O estado possui 693 fundações. O que fazem, quais os resultados da sua actividade.
Devem ser avaliadas com rigor e por certo muitas verifica-se que muitas não produzem qualquer resultado digno de registo.
Podem ser fundidas com outras, que apresentem resultados dignos de registo. Ou extintas.
Há milhares de cursos universitários e politécnicos, sendo que vários não chegam sequer a ter nenhum aluno. Pois devem ser eliminados.
Eliminar os cargos de governador civil e de representante para a república nos arquipélagos. As funções que desempenham, podem perfeitamente ser integradas na organica do governo ou até de autarquias.
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-Responsabilização civil e criminal dos gestores públicos, membros da administração pública e titulares dos órgãos de soberania;
-Tributação do comércio de todas as drogas;
-Extinção dos representantes da república nas r.autónomas;
-integração da ADSE na Segurança Social;
-Limitar as pensõe de reforma (pagas pelo estado) ao máximo de 2.000€ e mínimo de €500;
-impor a medicina preventiva (um automóvel é obrigado à inspecção de 2 em 2 anos. E os cidadãos?!)
-aumento do imposto s/alcool (c/excepção do vinho) e do tabaco;
-tributar refrigerantes(coca/sprits/etc.) na taxa normal e mater sumos naturais frescos s/embalagem na tx reduzida;
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Estabelecer um tecto salarial.
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Mas se calhar a melhor ideia era acabar com o estado social…
Porque que quem não tem filhos tem de andar a pagar a educação dos filhos dos outros…
Porque que quem é saudavel tem de pagar as contas dos outros…
Cada um trata de si, e dos seus.
Seguros de Saude e PPRs, servem para isso.
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aí nas propinas da universidades públicas , também não ficava mal que os repetentes pagassem aquilo ao preço de custo. pelo menos ao 2º chumbo.
no secundário não vale a pena porque passam todos , não é?
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Pq não spinoff das universidades públicas?
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Para quem não saiba, “spin off” significa, em tradução quase literal, “espalhar com uma ventoinha”.
“Shit spin off” na anedota da “merda na ventoinha”.
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O João Miranda esqueceu-se do 11º: acabar com a chamada “investigação”. Deixem a investigação para os países ricos. Quem quiser subsídios para investigar emigre.
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Fracote.
É preciso cortar mais de 15 mil milhões de Euros. pelos comentários as pessoas não percebem coisas básicas, começando por saberem qual é o País onde vivem.
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As coisas só mudam entregando as Escolas aos Professores/Funcionários, os Hospitais/Centros Saúde aos Médicos/Funcionários que pagariam a uma renda sobre um Fundo de Património Publico onde cada Português tinha uma quota que poderia transaccionar. Quem não conseguisse arranjar clientes ia à falência. O mesmo para a RTP ou qualquer serviço do Estado fora da Segurança,Defesa e Justiça.
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Devem ser proibidos preços falsos: Não há impostos sobre coisa alguma, só há impostos sobre as pessoas. As pessoas têm uma renda de todas as licenças e vendas que o Estado faça. Se uma empresa quer uma frequência de TV ou telemóvel, prospecção mineira, petróleo o dinheiro não iria para o Estado mas para cada um. Depois pagaria o Imposto que cada cidadão deve pagar – hoje 50% não pagam IRS-
Se por ex. o Estado passa um certidão essa certidão custa o que custar. Privados podem concorrer com serviços Administrativos do Estado.
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Se a receita para cortar 15 mil milhões for a mesma deste Plano Incompetente do Pior Governo de sempre pós 25 de Abril em 2013 teremos 27% de IVA.
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Percebem ou é preciso fazer um desenho?
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O cúmulo da ignomónia da TVI: depois do saneamento vergonhoso
imposto por Sócrates ao Jornal de 6ª feira, o palhaço vai ser entrevistado
na Estação. Eu cá julgo qu deviam fazê-lo envergar à caçador colonialista
de leões retratando-o com um pé sobre a cabeça da MMGuedes . . .
E a Constança C.e Sá não tem pejo de dar a cara na FUNÇANATA?
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Declarar falência do Estado e “fechar as portas” de TUDO o que é público: o país ficará em auto-gestão. Acaba-se com a chularia e a corrupção de uma só vez.
Que o neoliberalismo seja mais papista que o papa: a segurança, quer a interna quer a externa, também será privatizada. Quem quiser segurança que a pague, estamos fartos de andar a trabalhar para sustentar tantos chulos e seus comparsas. Estamos fartos de leis que defendem os que nos extorquem até ao tutano, ou seja, estamos fartos de ser roubados.
O João tem toda a razão: esta “coisa” a que se chama Estado é uma construção ideológica que só serve para nos manter sob o jugo de energúmenos e exploradores. Estes servem-se dele apenas para legitimarem a violência com que nos impõem os seus valores.
Abaixo o Estado.
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Vejo que cada um tem a sua ideia, que não coincide com nenhuma das ideias dos outros. Mas, se querem continuar a viver em sociedade, têm de fazer um esforço para chegar a acordo com os outros. Mesmo que estejam convencidos das próprias ideias, têm consciência que não são aceites pelos outros?
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rhianor
“Cada um trata de si, e dos seus.
Seguros de Saude e PPRs, servem para isso.”
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Eu tenho um seguro de saúde e tenho andado a pagar as contas dos outros, porque tenho tido muito boa sorte. É exactamente igual ao SNS. Pago impostos, parte dos impostos vão para o SNS, ando a pagar as contas dos outros. Se pensar bem, descubro uma diferença. O SNS não me exclui, mas a seguradora vai tentar excluir-me, se começar a dar-lhe “prejuízo”. Além disso, nada impede um banco e uma seguradora de falirem e estourar com a minha segurança e os meus planos. Por isso, prefiro que uma parte do PIB seja utilizada para pagar as funções sociais. Não me choca nada generalizar a ideia do João Miranda de estabelecer uma percentagem do PIB para a massa salarial da função pública e estabelecer, igualmente, percentagens razoáveis do PIB para aquelas funções sociais.
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Creio que os preços da saúde sem seguro só são exagerados em relação a cirurgias ou tratamentos de certas doenças, além disso a ideia a companhia de seuros fugir, demostra bem o chicoespertismo português, noutros paises elas não podem fugir. Acho que o fundo cada um devia poder ter a hipotese de escolher, no fundo o sns já é uma especie de seguro.
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Tende calma que o socas, os aventais e o berloque ainda só vão a meio do serviço. Deixai-os à solta que o estado-providência acaba em breve. Por falta de clientes… Legalizado o aborto, infantários e escolas, como se tem visto, podem fechar, por manifestamente inúteis. As universidades dentro de 6 a 10 anos também se tornarão dispensáveis (poderá ficar uma, em Lisboa, claro, para ensinar inglês técnico). Portanto, só falta resolver metade do problema, a montant e a coisa está equacionada, só falta implementá-la. Pensões? Reformas? Cuidados paliativos? Lares? A eutanásia resolverá esse problema civilizacional. Depois, ó gloriososos amanhãs que cantais, nascerá quem for desejado, viverá quem puder, eliminados as excrecências. Afinal é isto, mais metáfora menos perdigoto, o que o príncipe da democracia, o conscpícuo Almeida Santos, anda a pregar há anos.
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E o aumento do IRC para 50% para compensar a descarada fuga ao fisco, hem, esta é á Medina Carreira!
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uma pergunta: quanto custa terminar com o ensino de Religião e Moral nas escolas públicas? Já alguém fez as contas? Obrigado!
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rhianor
quanto ao custos médicos – para si, não sei. para mim, aceito que seja. para a imensa maioria, é tudo caro. o salário médio é 900 euros brutos. isto significa que talvez mais de 80% vivem com menos do que 1600 euros. acha que podem pagar saúde e educação?
sns espécie de seguro – concordo e é o que defendo, contra todos os que querem acabar com o estado social.
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