Como diz que disse?
25 Outubro, 2010
Assalto não permitido? E isso é crime? Deve ser por isso falam de ajuse de contas. Mais um tempo e os grupos de assaltantes para lá do direito ao ajuste de contas por assalto não permitido ainda apresentarão queixa por não os deixarem trabalhar.
17 comentários
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Jornalismo desgraçado, corrupto vindo do monopólio cultural da Escola Pública.
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o jornalismo tuga no seu melhor….
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O país real …
Hospital tem doentes internados nos corredores
Abriu há menos de seis meses, mas casos de AVC e pneumonia permanecem nos corredores. Dez em cada 100 têm de ser reinternados
O hospital de Cascais abriu há menos de seis meses, mas tem doentes internados em macas nos corredores: há casos de AVC, pneumonias e outras doenças respiratórias, todos juntos fora dos quartos.
Dez em cada 100 doentes têm de ser reinternados e enfermeiros e médicos estão a abandonar a unidade. Os profissionais queixam-se de falta de organização e avisam que a saúde de doentes, profissionais e visitas está em risco.
Dia e noite, o serviço de medicina está sobrelotado e os doentes recebem cuidados nos corredores. Quando conseguem um quarto, a maca onde estiveram é logo ocupada por outro doente.
A unidade sedeada em Cascais custou 60 milhões de euros e tem gestão público-privada do grupo HPP da Caixa Geral de Depósitos. Serve o concelho de Cascais e algumas freguesias de Sintra.
Enfermeiros e médicos alertam para o risco da falta de profissionais, queixam-se da sobrecarga de trabalho e avisam: a saúde dos mais experientes diminui a qualidade dos cuidados. O hospital desmente as acusações, explica que motivos pessoais motivaram as saídas, mas adianta já ter substituído seis enfermeiros.
A TVI contactou médicos e enfermeiros do Hospital de Cascais: todos rejeitaram falar em frente das câmaras. Dizem recear que a administração não assine o documento que permite a saída para outra unidade de saúde. Pelo menos 29 enfermeiros e 5 médicos já abandonaram ou deixam o hospital até ao final do mês.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/hospital-hospital-de-cascais-pneumonia-saude-medicos-enfermeiros/1202386-4071.html
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tão rídiculo é o artigo como o post sobre o artigo, não há mais nada do que colunas de “faits divers” como tema?
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e nada a dizer sobre a digestão do OGE? e do próximo pedido de desculpas do tal??
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vulgo gratia, já que é para dizer mal:
Portugal subiu neste ano para o 13º lugar do “ranking” do Euro Monitor, ficando à frente de Espanha, Irlanda e Grécia. A tabela continua a ser liderada pela Alemanha, sendo este o único dos 16 países do euro, a par de Malta, que está hoje mais competitivo do que em 2005.
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Será que os Abrantes agora já comentam no Blasfemias? Viva a liberdade de expressão. Só é pena que lá no Camara Porcorativa eles censurem quem não é da cor.
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pois .. os “assaltos permitidos neste país cotado nos mais elevados rankings da ética e da economia”, estão reservados àqueles que culminam na diminuição dos salários e aumento dos impostos .. o caso reportado não se enquadra nesta categoria, logo não é permitido
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Têm de aparecer sempre aqueles que não tiveram classificação para entrar no “monopólio cultural” da “Escola Pública” e tiveram de recorrer ao “monopólio ideológico” da “Escola Privada”.
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Escolas privadas há muitas mas mesmo essas não escapam, porque não podem, à aposta única ou seja à especulação da Escola Publica e do Ministério Soviético. Sem diferença não há redundância.
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Não me parece que as opiniões “marcantes”, como se pode ver no que diz respeito à economia, tenham a marca do “Ministério Soviético”. Aliás, andar-se hoje à procura desse “bode expiatório” é um pouco como pegar numa bazuca e ir caçar dinossauros. Eu cá não sei se isso é bom ou mau. Mas que provocou coisas más, isso provocou. Caiu um muro que dividia. Ergueu-se um que enrola!
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” ajuste de contas de um assalto não permitido” parece uma frase truncada.
Não permitido por quê ou por quem?
Os jornalistas já fazem de propósito para darem material de posts à HM.
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Jornaleirismo lusitano em grande forma!!! E a Helena esqueceu-se de realçar o facto de tratar de “um jovem”. O jornaleiro escrevinhador “esqueceu-se” de nos informar que se tratava de um bando das etnias “do costume”…
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Junto à observação do Caro Eleutério Viegas, o recurso ao adjectivo “alegado” e ao advérbio de modo “alegadamente” para além de, por cinco vezes, à terceira pessoa do singular do futuro do indicativo do verbo ter. Tudo isto em 161 palavras. É obra. Miserável e vergonhosa.
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E nem serão os primeiros,
se lembram o já celebrado “deixem-nos trabalhar”.
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“…assalto não permitido” anteriormente.»
Foi dificil mas finalmente percebi: foi um assalto que a PSP não “permitiu” ou impediu…
Não! espera! Os assaltantes é que não permitiram que os outros assaltantes permitissem!
Não: pensando bem: aqueles que iam assaltar foram impedidos de assaltar pelos outros e depois foram ajustar contas uns com os outros porque os segundos não deixaram os primeiros assaltar.
Ou, não é nada disto? Já estou a ficar confusa
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Ana C,
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Não se preocupe, os melhores ladrões do país estão neste momento a assaltar-lhe a carteira com a sua permissão. Deve ser esse o contraste.
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(Mota-Engil, EDP, Galp, CP, Refer, Águas de Portugal, governo, câmaras municipais… continuo?)
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