Os Overheads…
10 Novembro, 2010
… é o título do texto que foi publicado hoje, no Delito de Opinião, após amável convite dos donos do Delito.
15 comentários
leave one →
… é o título do texto que foi publicado hoje, no Delito de Opinião, após amável convite dos donos do Delito.
Muito bom.
GostarGostar
qual é o pior Overhed? uma empresa pública prestando serviços essenciais aos cidadãos/contribuintes ou uma empresa privada vivendo dos subsídios públicos e ainda fugindo aos aos impostos?
GostarGostar
Permitam-me deixar-vos aqui mais um Overhead:
http://utopiarealista.blogspot.com/2010/11/moralidade-ou-imoralidade.html
GostarGostar
Caro Portela Menos 1, “Overheads” são todos os custos não relacionadas com a produção em si.
Assim, se a empresa pública ou privada não paga impostos não tem nada a ver com a sua eficiência, que penso que é a que se refere o post.
Mas também é verdade que há muitas empresas privadas que vivem dependuradas nos amigos do governo.
GostarGostar
Acabar com o desperdicio e o compadrio para manter o estado social na educação, saúde e segurança social, é a atitude correcta.
GostarGostar
Caro CDias, eu sei o que são “overheads” e acho que jcd entendeu o meu comentário. Só gostava de saber qual é o país/nação que tem Estado zero, como jcd e outros ditos liberais defendem.
GostarGostar
Obrigado pela visita, João. Grande abraço.
GostarGostar
Portela Menos 1,
Qual é a dúvida? Acabe-se com os subsídios às empresas e baixe-se os impostos.
GostarGostar
Uma das causas do “overhead” é a incapacidade que temos em traduzir o conceito. E isto não pretende apenas ser uma piada.
GostarGostar
Explico: o novo-riquismo manisfesta-se também nos conceitos e linguagem. Quem não leu Camilo ou os clássicos portugueses tende a pensar que os termos linguísticos investanos pelos anglo-saxónicos são norma de comunicação universal, sem tradução possível.
GostarGostar
inventados.
GostarGostar
Ando a ler um livro de Sinclair Lewis, dos anos vinte americanos. Main Street, Rua Principal, na tradução de 1981 do Círculo de Leitores.
A tradução é de tal ordem que é um gosto ler em português aquela obra americana. É impressionante a qualidade dessa tradução que julgo se perdeu nestes últimos anos. Algo aconteceu de grave à nossa cultura de base, para lermos nos jornais coisas como “Rés Pública”. Está num artigo de Rui Rangel, juiz-desembargador e cronista no Correio da Manhã
A nossa crise não é apenas económico-financeira.
GostarGostar
José,
.
Caro amigo, res publica é uma expressão latina. Grafá-la «Rés», bom, tem que se lhe diga. Camões também adaptou palavras latinas, como «rotundo», para rimar com mundo (redondo ou redonho não rimavam).
.
Quanto à inglesice ou americanice dos nossos amigos pseudoletrados, que dizem «aitemes» em vez de itens e rentabilidade em vez de rendibilidade e climatérico em vez de climático e competitividade em vez de competividade, e implementação em vez de implantação, concretização ou realização, é de ir aos bofes. No entanto, há que compreender que a inteligência e a estupidez humana são igualmente distribuídas na humanidade apenas na média. E que, comigo, consigo e com os nossos próximos contando, percebemos o quão escassa é no resto da portugalidade. 😉
GostarGostar
Francisco Colaço:
Por mim, os aitemes ainda vão à bola. São como os brasileiros que aportuguesam tudo o que lhes soa a neologismo.
O que não suporto são os “overheads” e outras semelhantes. Passam-me acima do bestunto.
GostarGostar
Excelente. Tão simples.
GostarGostar