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Os Overheads…

10 Novembro, 2010
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… é o título do texto que foi publicado hoje, no Delito de Opinião, após amável convite dos donos do Delito.

15 comentários leave one →
  1. TaCerto's avatar
    TaCerto permalink
    10 Novembro, 2010 21:26

    Muito bom.

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  2. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    10 Novembro, 2010 22:30

    qual é o pior Overhed? uma empresa pública prestando serviços essenciais aos cidadãos/contribuintes ou uma empresa privada vivendo dos subsídios públicos e ainda fugindo aos aos impostos?

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  3. Utópico's avatar
    Utópico permalink
    10 Novembro, 2010 22:57

    Permitam-me deixar-vos aqui mais um Overhead:

    http://utopiarealista.blogspot.com/2010/11/moralidade-ou-imoralidade.html

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  4. Carlos Dias's avatar
    Carlos Dias permalink
    10 Novembro, 2010 23:02

    Caro Portela Menos 1, “Overheads” são todos os custos não relacionadas com a produção em si.
    Assim, se a empresa pública ou privada não paga impostos não tem nada a ver com a sua eficiência, que penso que é a que se refere o post.
    Mas também é verdade que há muitas empresas privadas que vivem dependuradas nos amigos do governo.

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  5. PMP's avatar
    PMP permalink
    10 Novembro, 2010 23:08

    Acabar com o desperdicio e o compadrio para manter o estado social na educação, saúde e segurança social, é a atitude correcta.

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  6. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    10 Novembro, 2010 23:11

    Caro CDias, eu sei o que são “overheads” e acho que jcd entendeu o meu comentário. Só gostava de saber qual é o país/nação que tem Estado zero, como jcd e outros ditos liberais defendem.

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  7. Pedro Correia's avatar
    11 Novembro, 2010 00:02

    Obrigado pela visita, João. Grande abraço.

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  8. JoaoMiranda's avatar
    JoaoMiranda permalink*
    11 Novembro, 2010 07:28

    Portela Menos 1,

    Qual é a dúvida? Acabe-se com os subsídios às empresas e baixe-se os impostos.

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  9. José's avatar
    José permalink
    11 Novembro, 2010 09:58

    Uma das causas do “overhead” é a incapacidade que temos em traduzir o conceito. E isto não pretende apenas ser uma piada.

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  10. José's avatar
    José permalink
    11 Novembro, 2010 10:00

    Explico: o novo-riquismo manisfesta-se também nos conceitos e linguagem. Quem não leu Camilo ou os clássicos portugueses tende a pensar que os termos linguísticos investanos pelos anglo-saxónicos são norma de comunicação universal, sem tradução possível.

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  11. José's avatar
    José permalink
    11 Novembro, 2010 10:01

    inventados.

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  12. José's avatar
    José permalink
    11 Novembro, 2010 10:16

    Ando a ler um livro de Sinclair Lewis, dos anos vinte americanos. Main Street, Rua Principal, na tradução de 1981 do Círculo de Leitores.

    A tradução é de tal ordem que é um gosto ler em português aquela obra americana. É impressionante a qualidade dessa tradução que julgo se perdeu nestes últimos anos. Algo aconteceu de grave à nossa cultura de base, para lermos nos jornais coisas como “Rés Pública”. Está num artigo de Rui Rangel, juiz-desembargador e cronista no Correio da Manhã
    A nossa crise não é apenas económico-financeira.

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  13. Francisco Colaço's avatar
    Francisco Colaço permalink
    11 Novembro, 2010 13:40

    José,
    .
    Caro amigo, res publica é uma expressão latina. Grafá-la «Rés», bom, tem que se lhe diga. Camões também adaptou palavras latinas, como «rotundo», para rimar com mundo (redondo ou redonho não rimavam).
    .
    Quanto à inglesice ou americanice dos nossos amigos pseudoletrados, que dizem «aitemes» em vez de itens e rentabilidade em vez de rendibilidade e climatérico em vez de climático e competitividade em vez de competividade, e implementação em vez de implantação, concretização ou realização, é de ir aos bofes. No entanto, há que compreender que a inteligência e a estupidez humana são igualmente distribuídas na humanidade apenas na média. E que, comigo, consigo e com os nossos próximos contando, percebemos o quão escassa é no resto da portugalidade. 😉

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  14. José's avatar
    José permalink
    11 Novembro, 2010 15:36

    Francisco Colaço:

    Por mim, os aitemes ainda vão à bola. São como os brasileiros que aportuguesam tudo o que lhes soa a neologismo.

    O que não suporto são os “overheads” e outras semelhantes. Passam-me acima do bestunto.

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  15. Jose Domingos's avatar
    Jose Domingos permalink
    11 Novembro, 2010 18:12

    Excelente. Tão simples.

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