Da irrelevância estratégica de Portugal
16 Dezembro, 2010
Passaram mais de 750 prisioneiros entre a Ásia e Guantanámo, alguns em ambos os sentidos. O governo português quer convencer-nos que nem um único passou pelo espaço aéreo português. Recusa de Portugal em deixar passar prisioneiros pelo seu espaço aéreo deve ter sido o factor que mais contribuiu para a pegada ecológica da CIA.
10 comentários
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se tivéssemos lideres com os ditos cujos no sítio e uma Europa digna e honrada, a resposta dos lideres europeus seria deste o 1º momento a seguinte : é verdade, demos autorização para que os americanos transportassem por avião no nosso espaço aéreo prisioneiros / terroristas / fundamentalistas islâmicos / para Guantanamo e damos toda a colaboração necessária agora e no futuro para que a guerra ao terrorismo islâmico seja definitivamente vencida. Deste modo talvez as carpideiras das Anas Gomes, Anacletos Louças, e outros que tais já se tivessem calado….
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Boa tarde,
Como sempre, fala do que não sabe. O problema está na aterragem em território nacional, não em sobrevoar o espáço aéreo. Lembro-lhe que para ir ao Rio de Janeiro, a rota de Lisboa/Rio tem que falar, durante 10 segundos, com o control aéreo de Cabo Verde, contudo, estes pequenos segundos, são só e apenas, para pagar 100 euros de portagem…
Cumprimentos
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A Ana Gomes fala, fala, fala, da aterragem dos aviões para Guantámano,
o Sócrates, cala, cala, cala, da sua autorização dos mesmos. Há muitos
Joões Cravinhos naquele partido, não há?
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Este governo não é, nunca foi fiável, credível.
Luís Amado explicou nadinha. Atabalhoadamente. Para tentar enganar ignorantes.
Alguma vez a base MILITAR norte-americana nas Lages precisou de alguma autorização “formal” para fazer, ou transitar o que quer que seja NO SEU TERRITÓRIO ?
A administração norte-americana caía no erro crasso de pedir “formalmente” autorização para essa “matéria” ? — tanta “matéria” existe nas cabecinhas da “classe” política tuga…
Não serve a base MILITAR das Lages, também para “escalas” da sua aviação militar e, civil ?
Alguma autoridade tuga controla aterragens e descolagens, passageiros, mercadorias, missões, objectivos, naquele espaço norte-americano ?
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Ainda: os secretos “negócios”, entre-estados, são sempre precedidos de conversações de terceiras figuras. No caso, bastaram esses contactos.
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E já investigaram se os terroristas foram levados de barco? Quando investigam o acto de eugenia, praticado pelo regime assassino cubano, sobre deficientes mentais no Hospital Mazorra?
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Não ….. não…..
os prisioneiros foram com o Palhaço e com o Pai Natal no Comboio ao circo !!!!!
É por isso que temos que comprar um Comboio
http://cincononos.blogspot.com/2010/11/diario-do-kinas-comboio-electrico.html
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Se olhar para o mapa verá que o Iraque não faz fronteira com Portugal. Mas pelo que lemos parece que entre Lisboa e Bagdad não existe mais nenhuma capital.
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Coitado do João Miranda, chamam-lhe aqui, sejamos franco, burro e ele fica-se e não responde.
Támal.
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