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Processos de Moscovo

27 Dezembro, 2010

O julgamento de Mijaíl Jodorkovski vem lembrar-nos mais uma vez que o mundo se divide entre aqueles países cujos cidadãos acreditam que existem juízes em Berlim e os outros países cujo  poder tem a garantia que existem juízes em Moscovo

7 comentários leave one →
  1. commoncense's avatar
    27 Dezembro, 2010 11:38

    Há Juízes em Lisboa?

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  2. Joao Fernandes's avatar
    Joao Fernandes permalink
    27 Dezembro, 2010 12:16

    Side note: obrigado pelo link para a história. Conhecia-a, mas pensava que eram juízes em Londres.

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  3. JJ Pereira's avatar
    JJ Pereira permalink
    27 Dezembro, 2010 12:39

    Ainda alguém se recorda da “linha” Oder/Neiise?…
    Ah! a (Santa) Rússia – eterna e pan- eslavófila…

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  4. menvp's avatar
    27 Dezembro, 2010 16:49

    Vá lá, não façam de ‘virgens ofendidas’ – não nasceram ontem: sem fiscalização adequada, o Estado vira um daqueles clubes de futebol aonde os dirigentes desbaratam tudo e mais alguma coisa…

    Só o ‘Direito ao Veto de quem paga’ (vulgo contribuinte) permitirá controlar a classe dirigente…

    Manifesto: NÃO QUEREMOS POLÍTICOS PAIZINHOS – Fim da Cidadania Infantil!
    http://fimcidadaniainfantil.blogspot.com/

    Resumindo e concluindo: não se queixem do facto de estar a ser mal gasto dinheiro do Estado: abram os olhos… e vetem!

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  5. Nuno's avatar
    Nuno permalink
    27 Dezembro, 2010 18:48

    Acho piada aos mentecaptos que acreditam que a inteligência mudou na Russia quando acabou o comunismo. Melhor será perguntar se o comunismo acabou mesmo na URSS…

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  6. Pedro Correia's avatar
    Pedro Correia permalink
    27 Dezembro, 2010 22:28

    Muito bem. Só não havia necessidade de chamar castelhanamente “Mijail” ao homem;.).

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  7. licas's avatar
    licas permalink
    27 Dezembro, 2010 23:18

    Pois . . . em Lisboa podem-se fazer todas as tra(Socra)fulhices que o
    Poder Judicial está travado por um Pinto venerador e obrigado e que
    descaradamente nos anda a Monteirar . . .
    Em Lisboa no sec. XXI, ao contrário de Bertlim do tempo da Maria Cachucha,
    JÁ NÃO HÁ JUÍZES . . .

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