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Contratos de associação, precedência e selecção de alunos

28 Janeiro, 2011

Este post do maradona ilustra bem aquilo que tem sido o debate sobre as escolas com contrato de associação. Diz o maradona que as escolas com contrato de associação estão em áreas onde existe oferta pública e que as escolas com contrato de associação seleccionam alunos. Estes argumentos são habitualmente usados como se fossem relevantes ou definitivos. Mas, claro, falta saber quem chegou primeiro, se a escola pública se a escola com contrato de associação. Falta saber porque é que o Estado expandiu a rede em zonas onde já existiam contratos de associação. Falta saber porque é que só agora, quando falta dinheiro, se descobriu que as escolas com com contrato de associação são redundantes. Falta saber se a selecção de alunos é um exclusivo das escolas com contrato de associação. Não me parece que seja. Para seleccionar alunos, basta que a escola tenha excesso de procura. Se tiver excesso de procura tem que seleccionar. Não é possível meter 300 alunos onde só cabem 200. E como é óbvio, há muitas escolas públicas que seleccionam alunos. Só alguém que acredite no valor mágico da palavra “pública” é que pode achar que uma mera designação impede a selecção de alunos.

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Valerá a pena pensar porque é que o estigma da selecção de alunos está associado às escolas com contratos de associação e não às públicas. Talvez por preconceito contra o privado. Talvez porque as pessoas não concebem uma escola pública com excesso de procura. Talvez porque as pessoas confundam escolas com contrato de associação com escolas privadas sem contrato. Talvez porque as pessoas idealizem a escola pública e não lhe queiram ver os defeitos. Não sei.

82 comentários leave one →
  1. 28 Janeiro, 2011 12:32

    A escola pública do meu filho selecciona os alunos. E nem precisa de fazer nada por isso, basta reduzir o número de turmas à medida que os ciclos sobem (menos turmas do 2º para o 3º, por exemplo). Claro que vai haver escolas públicas onde tem que existir o contrário. Passados uns anos, a primeira escola é procurada por todos e a segunda fica com o lixo.

    É assim em todo lado.

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  2. Hugo Monteiro permalink
    28 Janeiro, 2011 12:53

    Conheço escolas públicas que escolhem alunos, principalmente as do secundário. Dizem que depende das notas, o que é absolutamente ilegal.

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  3. campos de minas permalink
    28 Janeiro, 2011 12:56

    «Não sei»
    Ainda bem que não sabes,pois que então saberias que deverias estar calado…

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  4. anti-comuna permalink
    28 Janeiro, 2011 13:40

    Perguntem aos defensores das escolas públicas onde estudaram e em que escolas têm os seus filhos. Perguntem-lhes e depois riam-se bastante. lolololololololol
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    .
    Por falar em coisas interessantes. A nossa direitinha, a brigada do reumático contra o aéreo, está bastante caladinha em relação a este. Se não falam, se calhar, está na hora do aéreo corrigir. Quando a nossa direitinha voltar a clamar que vem aí o fim do aéreo, volta-se a comprar com fartura. ahahahahhahahahahah

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  5. 28 Janeiro, 2011 13:46

    O assunto (redução dos níveis de financiamento) é fracturante e isso interessa a Sócrates. Para cada medida anti-social a que é obrigado, devido à crise orçamental (que ele mesmo originou) o PS levanta uma qualquer questão fracturante. Acalma os ânimos da esquerda e branqueia os verdadeiros problemas do País. A imprensa, subjugada, aceita o isco de bom grado. E lança a “poeira”.

    Entretanto, a discussão extrema-se.

    A esquerda fixa-se em que tudo (também a Educação) deve ser de oferta pública. E que qualquer verba a aplicar numa hipotética alternativa particular (aqui não se distingue o particular puro do corporativo) é uma dádiva e um favor feito aos “ricos” que frequentam aquelas escolas.

    Mas não é assim.

    A Educação – pelo menos a escolaridade obrigatória – é um direito e um dever. E a lei define a gratuitidade da frequência. E não refere que essa gratuitidade apenas existe quando a opção familiar é concretizada numa escola pública.

    Pelo contrário, há liberdade de opção e a alternativa indicada – também na lei – é o ensino particular.

    Pela lei, nada mais restaria ao Estado que definir os termos em que suportaria os custos pela frequência dos alunos na escola, pública ou na escola particular, escolhida, sem prejuízo de que essa definição (do valor) não criasse uma discrepância ou prejuízo no usufruto dos recursos públicos, por parte das famílias contribuintes em qualquer das duas opções.

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  6. A. R permalink
    28 Janeiro, 2011 13:49

    A Escola selecciona os alunos? Impecável. Quer dizer que ganhou padrões de qualidade que lhe permite fazer isso. O aluno sai da escola e pode escolher entre vários empregos graças ao prestígio e conhecimentos que lhe foram conferidos pela instituição de ensino que frequentou: óptimo.
    O Estado tem medo de competir em igualdade de condições, não é?
    Abate-se o bom para o mau parecer melhor?
    Há barcos cheios de fantasmas nesta esquerda burguesa, hipócrita e caduca que inscreve os filhos nas boas escolas particulares e deixa as escolas públicas para a populaça, sindicatos, associação de estudantes BE-PCP-PS e bóiada.

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  7. 28 Janeiro, 2011 13:55

    > Perguntem aos defensores das escolas públicas onde estudaram e em que escolas têm os seus filhos.
    onde estudei:
    – Escola Primária da Estrada de Alvor
    – Escola Primária da Mexilhoeira da Carregação
    – Ciclo Preparatório de Portimão (actualmente Escola EB23 D. Martinho Castelo Branco)
    – Escola Secundária Poeta António Aleixo
    – Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes
    – Instituto Superior de Economia e Gestão

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  8. Vitor permalink
    28 Janeiro, 2011 13:58

    Caro João

    eu não entendo, então voce é todo liberal, e corta ali e corta acolá, o estado aqui e o estado ali?
    mas temos que pagar do nosso bolso um negocio privado?
    voce é um gajo de direita só quando interessa?
    não temos mesmo ninguem que ajude quem trabalha, só parasitas sejam de direita sejam de esquerda?

    Eu pago a escola da minha filha até ao ultimo centimo, que é privada e cara, mas pago não porque tenho dinheiro a sobrar, fiz porque eu e a minha mulher decidimos que a nossa filha ficava melhor preparada frequentando um estabelecimento de ensino privado, fazemos um esforço para que esta tenha um ensino que julgamos de melhor qualidade.
    se por agum motivo, ficar sem emprego ou outra situação, ficarei sem a possiblidade de continuar a suportar esta despesa, logo a minha filha terá que ir para o publico.
    qual o drama? não há dinheiro, não há palhaços, não é isso que voce defende?

    o dinheiro do abono da minha filha foi retirado (que se lixe, espero que ajuda alguem?)
    porque? para isto?

    não o entendo, não há um gajo, e eu pensava que era voce, que diga que quem quer vicios (beneficios) que os pague

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  9. certo permalink
    28 Janeiro, 2011 14:17

    E, porém, dirá maradona, tudo evolui, até na América e Inglaterra, se, como diz o Ministro, não podemos aceitar que os dinheiros públicos sirvam para o lucro de particulares. Aqui, como nos institutos, fundações e mais agremiações, sem exclusão das público-privadas, assim dito, de quando o Estado era rico, desde os tempos de Cavaco e Salazar.

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  10. anti-comuna permalink
    28 Janeiro, 2011 14:21

    Eu não sei se existem estudos sobre o caso tuga. Aqui há uns anos, salvo erro no Expesso, foi divulgado que a generalidade dos dirigentes esquerdistas em Lisboa tinha os seus filhos em escolas particulares. Até dirigentes do BE.
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    Mas vejamos o caso brasileiro que não deve fugir muito do que se passa em Portugal. (A propósito de uma interessante proposta de lei.)
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    “Filhos de políticos não estudam em escolas públicas”
    .
    In http://www.gazetadopovo.com.br/blog/conexaobrasilia/?id=1039634
    .
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    “Políticos evitam usar Educação pública”
    .
    In http://www.dgabc.com.br/News/5800550/politicos-evitam-usar-educacao-publica.aspx
    .
    .
    “O projeto apresentado pelo Senador Cristovam Buarque propõe que todo político eleito (vereador, prefeito, deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública. De acordo com a proposta, a partir de 2014, agentes públicos eleitos para o Executivo e o Legislativo nos estados, municípios e no DF serão obrigados a matricular seus filhos em instituições públicas. ”
    .
    In http://alquimistaspontocom.blogspot.com/2010/05/filhos-de-politicos-nas-escolas.html
    .
    .
    Vamos lá pôr essa gente defensora das escolas públicas a mostrarem que amam mesmo essas escolas, onde estudaram e onde metem os seus filhos. ehehehhhehheheh

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  11. Daniel permalink
    28 Janeiro, 2011 14:24

    JM escreveu:

    ” Falta saber porque é que o Estado expandiu a rede em zonas onde já existiam contratos de associação.”

    Numa visão liberal, diria que o fez para promover a “liberdade de escolha.” Qual a razão dos habitantes dessas localidades ficarem restringidos a “apenas” uma escola?

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  12. Daniel permalink
    28 Janeiro, 2011 14:29

    Mandar bitaites é fácil!

    Digam lá escolas públicas que seleccionem os alunos pelas notas?

    Com contrato de associação sei de várias.

    C. Rainha Santa Isabel (Coimbra)
    C. S. Teotónio (Coimbra)
    C. N.S.Fátima (Leiria)
    C.Imaculada Conceição (Leiria)
    C. Paulo VI (Gondomar)
    Colégio Internato dos Carvalhos (Gaia)

    Mas há mais…

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  13. anti-comuna permalink
    28 Janeiro, 2011 14:29

    Para as baratas-douradas, ponham os olhinhos no ouro. Parece que as quedas vão acelerar. Se não se aguentar nestes valores, comprem bolos! Como diria o fantasma da Antonieta. ahhahhahahhahha

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  14. anti-comuna permalink
    28 Janeiro, 2011 14:31

    “Colégio Internato dos Carvalhos (Gaia)”
    .
    .
    Duvido que isto seja verdade.

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  15. 28 Janeiro, 2011 14:33

    Talvez confundam as coisas por serem burras. Ou simplesmente por preconceito ideológico.

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  16. 28 Janeiro, 2011 14:36

    Anoto, com satisfação uma alteração do discurso inicial observo que decidiram assumir o óbvio: È MENTIRA que as escolas privadas com contrato de financiamento sejam ensino público, È MENTIRA que as escolas privadas com contrato de financiamento sejam inclusivas e admitam todo o tipo de alunos, È VERDADE que as escolas privadas com contrato de financiamento não cumprem a legislação relativamente à distância necessária face a outras escolas da rede de ensino público e contrariam igualmente a legislação vigente excluindo alunos da zona geográfica de abrangência em função de critérios de status socioecenómico e elitismo _ um sistema de castas…
    Admitir a verdade é um importante passo para dialogar sobre estes temas.
    Passemos então às legítimas questões colocadas pelo autor do post.
    “Mas, claro, falta saber quem chegou primeiro, se a escola pública se a escola
    com contrato de associação.”
    A resposta tem que ser feita caso a caso. Na maior parte das situações (atendendo a uma legislação que tem trinta anos), na mesma zona geográfica em que coincidem lado a lado escolas públicas e privadas, as mais antigas são em regra as privadas. MAS há excepções escandalosas em que foram construídas de raíz instituições de ensino privada ao lado das escolas públicas, conseguindo-se depois, por processos mais ou menos obscuros contratos de associação completamente desnecessários. Os casos são públicos a foram alvo de denúncia.
    “Falta saber porque é que o Estado expandiu a rede em zonas onde já existiam contratos de associação”
    È simples – as escola do ensino privado com contratos de associação , apesar de serem pagas com erário público NÂO RESPONDIAMM às necessidades educativas das crianças portuguesas. A escolaridade é obrigatória ( antes até ao 9ª ano, agora até ao 12º) , para todas a crianças. Ora, essas escolas privadas não aceitavam alunos ciganos, alunos de minorias étnicas, alunos com NEE, alunos com deficiências motoras, e , sobretudo, não aceitavam meninos pobres nem meninos de classe média ou média baixa. E, sendo muito muitas delas ( ou quase todas) escolas católicas, também não aceitavam meninos de outras religiões.
    Està explicada a necessidade de alargamento do parque escolar – mais oferta, com mais qualidade, de um sistema de ensino abrangente e inclusivo, de acordo com a Constituição da República Portuguesa.
    .E tendo sido construída, progressivamente essa oferta educativa ( e bem), por parte do Estado, é compreensível que deixe de ser necessário o contributo supletivo das escolas privadas. Com uma vantagem – o Estado em vez de financiar empresas privadas está a investir num património que é público.
    Com as alterações demográficas registadas nas últimas décadas, observou-se uma quebra nas necessidades na oferta – a maior parte dos contratos de associação não fazem hoje qualquer sentido e são puro desperdício do dinheiro público.

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  17. 28 Janeiro, 2011 14:39

    Daniel:
    Tem toda a razão. Com uma agravante – as notas não são apena as notas escolares dos alunos, são também a snotas das contas bancárias dos papás.

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  18. anti-comuna permalink
    28 Janeiro, 2011 14:46

    “Com as alterações demográficas registadas nas últimas décadas, observou-se uma quebra nas necessidades na oferta – a maior parte dos contratos de associação não fazem hoje qualquer sentido e são puro desperdício do dinheiro público.”
    .
    .
    Eu não entendo este argumento. Se me dizem que as escolas privadas custam menos ao Estado e até têm melhores resultados…
    .
    .
    O argumento é ao contrário. Feche-se escolas públicas e promovam-se escolas privadas,
    .
    .
    Tive até há pouco tempo dois sobrinhos numa das melhores escolas do país, privadas, e nunca houve selecção por notas. Ou condição económica dos pais. Havia (e deve continuar a haver) era outro tipo de condições exigidas. Como a responsabilização dos pais pelo próprio mau comportamento dos filhos. Nessa escola, os papás não iam protestar contra os professores por dá cá aquela palha.
    .
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    Nos meus tempos, na escola pública (na primária) havia a “cinco olhinhos” e nunca os pais iam protestar, excepto em flagrantes casos de abuso por parte dos professores. Pelo contrário, nas escolas particulares, embora muitas vezes merecesse uns açoitezinhos, nunca me tocaram com um dedo, mas na primária estatal… E eu era bom aluno, mas levava como os outros quando errava. ehehheehehehh
    .
    .
    O ponto é este. As escolas privadas são, por norma, melhores que as públicas e até mais baratas. Qual a lógica dos estatistas? Vamos cortar o apoio às privadas e nivelamos por baixo. Mas metamos os nosso filhos nas melhores escolas. lolololololol Púbicas ou privadas. ehehhehehehe

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  19. António Parente permalink
    28 Janeiro, 2011 14:47

    Muito bem.

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  20. anti-comuna permalink
    28 Janeiro, 2011 14:52

    “Com uma agravante – as notas não são apena as notas escolares dos alunos, são também a snotas das contas bancárias dos papás.”
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    Volto ao caso desses dois meus sobrinhos. Eram alunos de uma boa escola e os pais não pagavam mais por terem lá os seus filhos.
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    Mas, se os pais pagarem, qual o problema?
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    É claro que, até há pouco tempo, dizia-se que as escolas privadas eram melhor por causa da condição económica dos pais. Ora, isso é peta, porque eu sempre tive melhores notas que a generalidade dos pais com condições económicas melhores. Condições económicas não garantem à partida uma melhor formação dos filhos, mesmo pagando aulas complementares.
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    Lembro-me perfeitamente dos meus rivais na escola, eram eles também filho de gente dita pobre. Neste caso, de um costureiro e de uma operária. Eramos rivais e os tais de condição económica não conseguiam competir contra nós, mesmo tendo tudo para o terem: explicações, livros, etc.
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    Os problemas que as escolas públicas geram são mesmo estes: por serem escolas públicas, o Estado quer manipular a cabeça do aluno e os pais querem ser desresponsabilizados da sua função de educadores, atirando para cima da escola e professores toda a carga exigida para serem pais.

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  21. anti-comuna permalink
    28 Janeiro, 2011 15:02

    Quando a condição económica dos pais começa a ser mesmo determinante? Quando a pressão económica não permite aos pais manter o filho na escola e não existem incentivos à meritocracia. Nos meus tempos, conseguir uma bola-de-estudo era dificil e nem sequer as escolas estavam preparadas para apoiar alunos ditos desfavorecidos economicamente. No meu caso fui trabalhar e tive que estudar em escolas nocturnas. E trabalhar e estudar não é fácil e aí e só aí, os alunos com condições económicas favoráveis levam a melhor. E mesmo assim, não conhecendo estudos sobre o assunto, duvido que o sejam realmente vencedores. No entanto, eu tinha que meter um salário em casa se queriamos sobreviver. Além das regras dentro do clán, que obrigavam a ter determinados direitos e deveres.
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    .
    Mas não me venham com as desculpas que os putos de filhos de pais favorecidos safam-se melhor por causa dos pais. Porque isso, na realidade, não acontece. Pode haver outros motivos, inclusivé culturais e familiares, mas não acredito que seja assim.

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  22. 28 Janeiro, 2011 15:09

    “Lembro-me perfeitamente dos meus rivais na escola, eram eles também filho de gente dita pobre. Neste caso, de um costureiro e de uma operária. Eramos rivais ”
    Ora aqui está a beleza da escola pública.Aposto que na escolinha dos sobrinhos não há filhos de operários – nem sequer costureiras…

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  23. anti-comuna permalink
    28 Janeiro, 2011 15:12

    “Ora aqui está a beleza da escola pública.Aposto que na escolinha dos sobrinhos não há filhos de operários – nem sequer costureiras…”
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    Engana-se. Saimos da escola pública e fomos para a privada. lololololololol
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    Repito. As duas escolas privadas que eu frequentei não paguei um tostão. Nem os meus sobrinhos que puderam-na frequentar.
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    Meta a violinha ao saco e não se ponha a adivinhar. ;))

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  24. anti-comuna permalink
    28 Janeiro, 2011 15:23

    Ah! E nessas escolas privadas havia de tudo. Mas havia putos com pais desfavorecidos, de pais favorecidos, filhos e irmãos dos professores, etc. Era mesmo ponto de honra das duas escolas: inclusiva e inter-classista.
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    E lembro-me perfeitamente de ter parado de estudar um ano porque as escolas públicas não tinham aulas nocturnas para gente como eu e, veja-se lá bem a cabeça daqueles gajos (que eu lhes estou eternamente agradecido) criaram cursos professionais nocturnos para mim e putos como eu.
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    Portanto, deixemo-nos de lirismos. Como a de se dizer que havia equitação (só se fosse a montar burros, como eu, no recreio), etc. Mas havia coisas giras que hoje não acontece. Nunca levemaos faltas por falta de material escolar, veja-se lá a coisa. LIvros? Eram recomendados mas não rigidamente seguidos. Lembro-me de ter livros usados, dados por amigos da minha familia aos meus irmãos mais velhos que depois passavam para mim. E mesmo com livros desactualizados, eu não tinha piores notas do que os putos que tinham essa sorte.
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    Lembro-me perfeitamente de nas aulas de Ed. Visual, o meu professor sabendo que eu não tinha material (onde é que ia arranjar a massa para aquilo?), me punha a fazer coisas surrealistas, como comprar tabaco para o seu cachimbo, para quando chegasse só apresentar uns rabiscos, a lápis e me dar notas médias. Era uma risota e também tenho esse professor no coração, pela coragem que tinha em não chumbar um aluno porque não podia apresentar os seus trabalhos, como a generalidade. dos colegas. Outra forma de tornear a coisa era pôr-me a fazer trabalhos em grupos, com os alunos de pais favorecidos e “dar explicações” ao grupo, e participar nas notas deles. eheheheheheh
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    Hoje em dia, um aluno que tenha os livrinhos todos, chumba ou é massacrado pela escola. A minha pobre mulher, coitada, ainda hoje tem uma deficiência nas costas, pelo peso de transportar livros aos ombros. Lá está. Tive essa sorte: não tinha dinheiro, não tinha livros, não padeci dessa maldade. lolololololol

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  25. anti-comuna permalink
    28 Janeiro, 2011 15:43

    Para se ver como as coisas funcionavam, dou mais exemplos.
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    Estava eu no 7º ano (3º do ciclo) e veio uma professora nova para essa escola, para trabalhos oficinais ou manuais, ou coisa que o valha. Como veio com boas referências, oriunda de uma escola pública, foi contratada. E eu apanhei-a. Chegou à altura de fazer trabalhos. Tinhamos que comprar o material. Nessa altura eu não tinha dinheiro e muito menos em casa havia esses “luxos”. Comecei a levar más notas. Por azar essa gaja era a directora de turma. Mas como eu já era emancipado (porque eu é que era o meu encarregado de educação) a gaja não me conseguia obrigar a comprar o material, vingava-se a tentar com que me baixassem as notas. Até que uma outra professora, depois de se aperceber que ela estava a fazer isso porque eu não fazia os trabalhos exigidos, informou a direcção pedagógica. Sem eu saber.
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    Recebo uma cartinha da escola em casa dirigida à minha pobre mãe, para se deslocar à escola para uma reunião. Tempestade em casa, claro. Uma vergonha para a minha mãe. Eu pensei que ia ser expulso da escola.
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    Nessa reuniãozinha, entre a direcção da escola, a directora de turma e a minha pobre mãe, a professora foi informada que eu estava isento de determinados deveres, eu já era responsável pela minha educação e que, a continuar assim, a minha pobre mãe poderia escolher em me mudar de turma e até fazer alguma queixa com a professora. A professora teve o azar de mentir, dizendo que eu insultava a gaja e que reunia grupos de alunos contra ela. (Na verdade, ninguém gostava da megera.) Burra, um dos meus colegas era irmão de dois professores da escola. lololololol
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    A minha mãe não aceitou que eu fosse capaz de insultar um professor mas também não aceitou que eu mudasse de turma. Nem tão pouco fizesse queixa dela no M. da Ed. A gaja é que se tinha de se adaptar ao sistema de ensino da escola. A direcção da escola concordou.
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    No ano seguinte a professora foi corrida. E fui informado do que se passou pela tal professora, que me informou o que ela tentou fazer contra mim. A gaja vinha com os métodos da escola pública.
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    Pois eu desconfio, que se fosse numa escola pública, tinha tido enormes problemas em me adaptar a essas regras e métodos de trabalho. Naquela escola, a professora foi logo corrido. Porque era privada. Numa pública ela safava-se.
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    Isto é um mero exemplo porquê que eu não posso com as escolas públicas.

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  26. campos de minas permalink
    28 Janeiro, 2011 15:53

    Anti, se tivesse sido ensinado na escola pública não escreveria «engulido»(mas se calhar não percebia tanto de copy and paste eh eh

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  27. anti-comuna permalink
    28 Janeiro, 2011 16:15

    Caro Campo de Minas, se Vc. tivesse estudado numa escola privada saberia que o original em tuga é engulido. Ainda hoje é assim no galego.
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    Mas nas escolas públicas não devem ensinar que a origem do português é o luso-galaico… lololololololol

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    • Carlos Queiroz permalink
      6 Setembro, 2013 16:17

      O´meu não há luso-galaico. Deves querer dizer galaico-duriense

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  28. anti-comuna permalink
    28 Janeiro, 2011 16:21

    Esta é para o Campo de Minas e outros como ele. (Mas eu escrevo mal demasiadas vezes,admito.)
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    .
    “engulir
    Significado de Engulir

    v. t.
    Fazer entrar pela bôca para o estomago.
    Absorver.
    Tragar.
    Consumir, destruir: enguliu os haveres do pai.
    Fig.
    Soffrer occultamente: engulir mágoas.
    Disfarçar.
    Pop.
    Dar crédito a: engulir mentírolas.
    Fazer desapparecer.
    (De gula, segundo alguns; do lat. in + glutire, segundo outros. Cp. cast. engullir, fr. engloutir, it. inghiottire)”
    .
    .
    In http://www.dicio.com.br/engulir/
    .
    .
    Mas não vem directamente do latim nem do castelhano mas do galego.
    .
    .
    Só no séc. XVI é que surgiu a moda na meseta ibérica de alterar o português (e o castelhano) indo directamente ao latim, para justificar a adulteração do luso-galaico. Coisa que mais tarde ainda foi pior quando se foi ao francês para justificar alguns novos termos.
    .
    .
    Não é que me importe que corrijam. Mas quando me corrigirem que sejam ao menos inteligentes e sabedores mesmo. E não se armarem em cultos e serem ainda mais ignorantes que eu. ehehehehheheh

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  29. campos de minas permalink
    28 Janeiro, 2011 16:31

    lol,e foi preciso buscar num dicionário brasuca!

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  30. anti-comuna permalink
    28 Janeiro, 2011 16:33

    É verdade. Nesse aspecto os brazucas estão mais adiantados que nós. Eles não inventam tanto para justificar o injustificável: que o português tem origem directamente no latim. ehheheehheh
    .
    .
    Em Portugal há demasiada ignorância sobre as origens do português. Mesmo em tipos que se dizem experts na nossa língua. ;))

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  31. A C da Silveira permalink
    28 Janeiro, 2011 17:57

    Portugal no seu melhor: discute-se publicamente um problema que nem devia existir, como se discute futebol: os do Benfica contra os do Sporting, quer dizer, os que defendem a escola publica porque sim, contra os que defendem a escola privada porque tambem! E de ambos os lados com a demagogiazinha do costume à mistura; com o governo atraves da inenarravel ministra da (des)Educação à cabeça. A proposito, alguem me sabe dizer quantas escolas privadas subsidiadas pelo estado, têm nos seus curriculos o ensino do golfe? Gostaria de pôr lá os meus filhos, pode ser que algum seja o Tiger Woods em potencia.

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  32. 28 Janeiro, 2011 18:03

    Neste assunto, como sempre disse, assino por baixo tudo o que o João Miranda diz.

    Comentei-o no Portugal Contemporâneo, no post do Joaquim.
    Nem vale a pena muito mais- é a sovietização do ensino por secagem das escolas mistas e acentuar do fosso entre ensino verdadeiramente caro para uns e chunga para todos os outros.
    O motivo parece-me ser simples. Eles abriram escolas do Estado, à maluca, sem pensarem na diminuição da natalidade e sempre com o intuito de substituírem as privadas, em nome da famosa “igualdade”.
    Com isto, foram criando funcionários públicos, professores que agora era um bico de obra para se lvrarem, tanto mais que são empregos “vitalícios”.

    Então, em precisando de poupar nos fósforos sem largar a demagogia escardalha que serve para comprar votos e alimentar os inúteis dos pedagogos do aparelho, vá de fazerem com que os despedimentos sejam obra do famigerado capitalismo das escolas privadas.

    Porque prof de privada sempre foi prof de segunda para sindicatos em parceria com todos os governos.

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  33. 28 Janeiro, 2011 18:12

    Também é absoluta demagogia dizer-se que nessas mistas os filhos dos pobrezinhos que nunca poderiam pagar propinas não tinham bolsa. As bolsas para carenciados sempre existiram e são paralelas aos contratos de associação.

    E isto, na prática, vai ser um bruto tiro no pé porque não há país europeu que consiga manter um ensino totalmente público ou exclusivamente privado.

    Como por cá, quem manda é a escardalhada que espatifou o bom ensino anterior ao 25 de Abril, eles ainda vão ter de realizar a utopia socialista se não querem perder votos.
    E essa utopia nas escolas que se tornaram antros de marginalidade vai ser linda de se ver. As “forças vivas da terra”, representadas nos partidos, que resolvam o bico de obra. Porque as escolas públicas não são apenas satélites ideológicos do jacobinismo mas também antros de pseudo-direcções partidárias.
    O resto é o mito do “rigor” e a trapaça da “avaliação” feita entre pares sob o comando destas “direcções fantoche que não são nada. Nem pedagógicas, nem científicas, nem democráticas, nem reitorias nomeadas. São o mesmo que é o resto do antigo poder concelhio- são locais de apaniguados.

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  34. 28 Janeiro, 2011 18:39

    Está aqui o resultado:
    http://tvnet.sapo.pt/noticias/detalhes.php?id=64762

    Estes imbecis andaram a fazer concorrência às privadas e com isso o que conseguem é desemprego que não vai ser “canalizado” para o que também não existe.

    Acredito que se vão aguentar com nivelamento por baixo e apenas porque a taxa de natalidade é pequena, excepto nos imigrantes mais pobres.

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  35. 28 Janeiro, 2011 18:43

    Mas quem vai ter de pagar mais caro é a dita classe média. Porque só quem for maluquinho ou absolutamente desinteressado pelos filhos os vai entregar aos antros de marginalidade, em nome da “igualdade” e para evitarem parecer “elites” em escola privada, financiada pelo Estado.

    E por aí o horizonte só se apresenta mais negro, como é visível no resto da Europa. Estes tipos ainda vivem com a pancada que estão a criar uma utopia muito original no jardim à beira-mar plantado.
    E pagamos todos cada vez mais alto os erros desta gentalha e de quem vota nela.

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  36. lucklucky permalink
    28 Janeiro, 2011 19:10

    Let the Parents Decide! School Choice Rally.
    .
    Protesto em Washington contra a falta de liberdade na Educação por causa da Esquerda.
    .

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  37. Rafael Ortega permalink
    28 Janeiro, 2011 19:29

    Andei no 2º ciclo numa escola pública. A única da zona, tinha umas 14 turmas. No 3º ciclo apenas tinha 12 para os 3 anos (7º, 8º e 9º).
    Se cada turma tiver 28 (que era o mais comum) como se cortam 280 alunos do 6º para o 7º?
    Fácil. Havia selecção e rigorosa.
    Quem não tivesse cunha só lá ficava se tivesse boas notas e não tivesse problemas de comportamento.

    Quem diz que as escolas públicas não fazem selecção de alunos não sabe do que fala.

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  38. Rafael Ortega permalink
    28 Janeiro, 2011 19:30

    De notar no comentário anteriror, a escola tinha 14 turmas para cada um dos anos do 2ºciclo (5º e 6º).
    Assim é que faz sentido.

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  39. anti-comuna permalink
    28 Janeiro, 2011 19:48

    O sistema futuro ideal vai ser este: os ricos terão preceptores para os filhos; a classe média afundar-se-á nas escolas públicas e os mesmos pobres irão meter os seus filhos na escola da vida: a traablhar. Depois metem-se nas novas oportunidades e obtêm as equivalências necessárias para os canudos. É uma espécie de síntese dos últimos 200 anos do ensino estatal. ehehehhehheh

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  40. Portela Menos 1 permalink
    28 Janeiro, 2011 20:47

    O post do maradona ilustra bem o que está em causa, ou não se desse o caso de JM/Blasfémias vir a terreiro defender o “Ensino Privado com Dinheiros Públicos” .

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  41. 28 Janeiro, 2011 21:05

    O post do maradona ilustra bem o que são os complexos de esquerda e o jacobinismo.

    E existem até nos neotontinhos dos pobrezinhos. Os mesmos que também se metem em abortícios de sacada ao lado dos abrantes.

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  42. 28 Janeiro, 2011 21:08

    Todo o post do maradona é uma idioteira com a “padralhada” em nome do laicismo dos pequeninos.
    Treta do princípio ao fim sem nunca conseguir explicar que raio tem isso a ver com escolas mistas.

    Nada. E ilustra a mentira socretina que também se mascara de “justiça” contra privilégios, sendo que se existissem tinham sido criados por eles.

    Querem meter ao bolso com menos chatices. E o maradonha repete o outro mentecapto que ainda usa a treta da sabotagem dos sindicatos contra os profs do particular para dizer que se fosse tudo estado não era sequer preciso nem lei, nem sindicatos.

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  43. 28 Janeiro, 2011 21:09

    Mas o maradona é um bacano. Diz estas coisas com boa intenção. E acredita nelas.
    Do mesmo modo que acreditava na bondade das cruzadas do Bush para impedir as burkas nas mulheres e as crueldades nos oprimidos.

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  44. cristina permalink
    28 Janeiro, 2011 21:10

    Caro bluesmile:
    O sr. só diz disparates!!! Informe-se primeiro e não fale sem saber!!!
    É VERDADE que as escolas COM CONTRATO DE ASSOCIAÇÃO prestam um ensino público e gratuito! É VERDADE que as escolas COM CONTRATO DE ASSOCIAÇÃO aceitam todos os alunos… e sim…ciganos também!!! Na minha escola com CONTRATO DE ASSOCIAÇÃO com o ME é assim!
    Cumprimentos

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  45. 28 Janeiro, 2011 21:11

    E aqueles abortícios de vão de escada, promovidos pelo medo à padralhada. É sempre assim. Tem estas manias cientóinas.

    Mas em matéria de ecologia é o contrário- assino já por baixo tudo o que ele escreveu e venha a escrever.

    Porque também é um bacano que gosta verdadeiramente da Natureza e da bicharada selvagem e do planeta.

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  46. 28 Janeiro, 2011 21:13

    Já entrando as farmacêuticas e monsantos e coisas assim que “geram riqueza” e são científicas é o contrário- lá vem a neotontice à chinesa e viva a trampa que dá mais dinheiro.

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  47. Portela Menos 1 permalink
    28 Janeiro, 2011 21:30

    (…) Há um golpe linguístico adicional à “liberdade de escolha” e ao desrespeito por quem vive nas provincias do interior e que viajam diariamente durante horas para ir à escola (caramba, nem é preciso ir ao interior: eu com 14 anos levava uma hora e um quarto de autocarros para chegar à escola): a expressão “escola pública não estatal”. É um termo bonito, mas infelizmente sem qualquer tipo de sentido que não seja a proliferação do equívoco. O objectivo será simular uma equiparação concetual entre escolas de iniciativa privada com dinheiro público e escolas públicas, e terá nascido para, primeiro, adocicar a manutenção de um contrato de associação quando a rede pública já poderia teoricamente receber esses alunos, segundo, justificar a utilização de dinheiros públicos para proporcinar uma educação de cariz confessional. Gostava muito de assistir à reação destes cidadãos se o fulgor pela “liberdade de escolha” os levaria a correr pela defesa do financiamento pelo Estado de uma escola que professasse abertamente o islão, mas adiante (…)
    by maradona

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  48. 28 Janeiro, 2011 21:41

    Não c0nsegues dizer nada teu, pois não, ó copy paste menos um?

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  49. Portela Menos 1 permalink
    28 Janeiro, 2011 21:57

    é preferível não inventar do que cagar sentenças velhas.

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  50. PMP permalink
    28 Janeiro, 2011 22:42

    O que é que os camaradas socialistas têm contra as escolas privadas, quando são eles que assinam contratos que garantem TIR de 14% às empresas privadas nas SCUTS e TGV’s ?.
    .
    Ainda hoje os privados da Brisa tiveram um aumento de 5% no contrato do TGV.
    .
    Porque é que os camaradas não cortaram 30% às empresas privadas do TGV ?

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  51. 28 Janeiro, 2011 22:50

    “Cagar sentenças velhas” é precisamente o que tu fazes com serviço despejado por outros.
    Argumentos_ zero.

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  52. Portela Menos 1 permalink
    28 Janeiro, 2011 23:15

    … tens pena de não seres censor no blog.

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  53. Portela Menos 1 permalink
    28 Janeiro, 2011 23:17

    caixa de comentários onde entras é só insultos.

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  54. PMP permalink
    28 Janeiro, 2011 23:20

    P-1 ,
    Vamos mas é contrariar a ida ao bolso do Zé Pagante pela Parque Escolar EPE. que dá a ganhar dezenas de milhões de euros a empresas privadas sem concurso e sem controlo.

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  55. 28 Janeiro, 2011 23:32

    Ora diz lá onde está o insulto.

    Só se foi em copiar o que escreveste. Sempre que apareces despejas tretas de agit prop dos outros. Nunca consegues formular nem uma ideia nem um argumento. E depois ainda dizes que os outros é que cagam velhas sentenças.

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  56. 28 Janeiro, 2011 23:34

    Foi este o insulto?

    Portela Menos 1
    Posted 28 Janeiro, 2011 at 21:57 | Permalink
    é preferível não inventar do que cagar sentenças velhas.

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  57. Portela Menos 1 permalink
    28 Janeiro, 2011 23:41

    Posted 28 Janeiro, 2011 at 23:32
    o sujeito quer ser o provedor dos comentadores e decidir o que escrevem ou citam…

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  58. 28 Janeiro, 2011 23:49

    Então, continuas calado? ora copia lá o insulto ou pede-me com modos que eu faço-te esse favor.
    Falas sempre demasiado no colectivo e gostas muito de fazer processos de intenção a toda a gente.
    E nem te enxergas porque imaginas que serve para alguma coisa andares para aqui a fazer propaganda em copy paste.

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  59. 28 Janeiro, 2011 23:51

    E isso de estares a falar com algum gajo só se for com @ camarada bluesmile. Ess@ é que gosta que @ tratem como se fosse um homem xuxialista.

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  60. 28 Janeiro, 2011 23:52

    Aqui nos posts do JM não há censura. Não é ele que a faz.

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  61. Portela Menos 1 permalink
    29 Janeiro, 2011 00:12

    (…) fazer processos de intenção a toda a gente (…)
    ehehehe! vindo da ti@ é para rir!

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  62. 29 Janeiro, 2011 11:25

    Ora dá lá um exemplo meu de processo de intenção, se é que sabes o que isso significa.

    Tudo o que tu escreves são processos de intenção e nunca conseguiste sequer sustentar qualquer treta que escreves.

    Para ti todos os outros é que fazem o que tu fazes- mero despejo de propaganda socretina.

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  63. 29 Janeiro, 2011 18:32

    “É VERDADE que as escolas COM CONTRATO DE ASSOCIAÇÃO prestam um ensino público e gratuito! É VERDADE que as escolas COM CONTRATO DE ASSOCIAÇÃO aceitam todos os alunos… e sim…ciganos também!!! Na minha escola com CONTRATO DE ASSOCIAÇÃO com o ME é assim!”
    Cara Cristina:
    Qual é a tua escola, podes identificá-la?
    Adoraria que fizessem lá uma reportagem televisisva, para que Portugal inteiro pudesse ver uma escola privada inclusiva, vadoraria entrevistar os meninos ciganos, os menino ucranianos ou os meninos com trissomia 21 que frequentam a tua escola privada. Fico à espera da resposta.

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  64. 29 Janeiro, 2011 19:07

    O senhor Jorge, o canalizador , trabalha de sol a sol. Como é um homem honesto paga integralmente os seus impostos. Estes impostos servem para pagar a escola pública,mas também os caríssimos colégios privados que tem contratos de associação.
    Como ao lado da sua casa há um belíssimo colégios privado com contrato de associação o senhor Jorge, que paga os seus impostos e financia o ensino dos outros, sempre achou que com o seu esforço fiscal estaria também a contribuir para a educação do seu próprio filho.
    Animado da mais inflamada liberdade de escolha, deslocou-se à secretaria do colégio para inscrever o filho – bom aluno, um miúdo excepcional – que é o orgulho do senhor Jorge.
    Estacionou a Ford Transit no parque da escola, sem se deixar intimidar pelos Volvos, BMW e jipes de alta cilindrada, cumprimentou o porteiro ( que o confundiu com um trabalhador de manutenção) e entrou na secretaria. A menina que o atendeu, depois de o mirar ostensimamente de alto abaixo, com um trejeito ligeiramente enjoado na comissura dos lábios, riu-se um bocadinho quando ele lhe disse que queria matricular o filho no Colégio.
    Com um gélido ar de freira noviça, explicou-lhe rapidamente , que para o próximo ano lectivo não havia vagas. Nem uma. O colégio estava, literalmente , à cunha.

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  65. PMP permalink
    29 Janeiro, 2011 19:15

    O sr. Bluesmile não sabe (ou não quer saber) fazer contas simples , pois se soubesse percebia que os custos por aluno nas escolas com contrato de associação são para o Estado (nós o povo é que somos o Estado ) são inferiores ao custo para o Estado das escola públicas.
    .
    Além disso, em geral as escolas associadas têm melhor qualidade que as escolas públicas, se calhar por não permitirem a indisciplina que grassa nas escolas públicas.
    .
    Para quem está tão preocupado com os gastos do Estado seria bom verificar o regabofe descontrolado que se passa nas adjudicações da Parque Escolar E.P.E. que segundo o Expresso de hoje vão atingir 5 mil milhões de euros (Mota à cabeça das adjudicações).

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  66. 29 Janeiro, 2011 19:24

    É gaja que faz parte de grupo de defesa do “cidadão Sócrates”.

    E gosta de passar por gajo. Não percas tempo porque é cadela raivosa e falsa beata maçónica.
    Faz parte do ramo das bruxas de abrantes a atacarem na blogosfera.

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  67. 29 Janeiro, 2011 19:25

    PMP:
    “os custos por aluno nas escolas com contrato de associação são para o Estado (nós o povo é que somos o Estado ) são inferiores ao custo para o Estado das escola públicas”

    Se assim é , só podemos s apluadir como justíssimos os cortes no finaciamentos ads escolas com contratos de associação.Confirma-se portantos que as escolas com contrato de associação estavam SOBREFINANCIADAS e devem ter menos dotação orçamental que as escolas públicas. Ponto final.

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  68. 29 Janeiro, 2011 19:26

    Cada tribo lá tem a sua tinamonga de mascote.

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  69. 29 Janeiro, 2011 19:29

    “Nós o povo”- diz a apaniguada do vigarista que aproveita esta propaganda para a negociata com os Mesquitas Machados de investimento

    ahahahahah
    É o povo que paga, é. Mas paga milhões roubados com estas cantigas pseudo-justiceiras enquanto os que menos podem bufar vão para o desemprego.
    E a culpa é sempre desses famigerados trabalhadores que deram em alimentar o patronato esclavagista quando deviam estar a ser solidários em trabalho para o Estado. Porque o Estado é assim uma coisa sem gente dentro e sem saque do eterno bando que se aproveita.

    É que já fede andarem com os pobrezinhos na boca para tanta ciganice.

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  70. 29 Janeiro, 2011 19:32

    Nazzie, deixaste outra vez de tomar a medicação?( Se escreveres mais de 50 posts seguidos aposto que estás em fase maníaca… Priadel, linda, que isso passa-te)
    Querem lá ver que agora só dás aulas em universidades privadas? E achas que as universidades privadas também devem ter contratos de associação?

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  71. 29 Janeiro, 2011 19:38

    Linda? ó fufa, vai-te roçar com as bruxas do partido e desorelha.

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  72. PMP permalink
    29 Janeiro, 2011 19:41

    Sr. Bluesmile,
    O que se confirma é que o gasto descontrolado de centenas de milhões de euros pela Parque Escolar EPE vai continuar e até acelerar, para manter as empresas privadas dos amigos com bons lucros.
    .
    Confirma-se que esta ministra é tão incompetente que ainda não conseguir saber quanto custa um aluno no ensino público, ao fim de tantos meses.
    .
    Confirma-se que os socialistas/estalinistas têm como objectivo nivelar por baixo a qualidade do ensino, porque as elites estalinistas têm o seus filhos nas melhores escolas do país e borrifam-se para o resto da população.

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  73. Portela Menos 1 permalink
    29 Janeiro, 2011 19:48

    Nazzie? não me parece desadequado, tendo em conta os “elogios” que costuma utilizar (Posted 29 Janeiro, 2011 at 19:24 )

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  74. 29 Janeiro, 2011 19:51

    Sim, completamente nazzie.

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  75. 29 Janeiro, 2011 19:54

    PMP:
    Continua a chamar-lhe Senhor que @ maluc@ gosta.

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  76. 29 Janeiro, 2011 19:56

    El@ não defende nada. Anda a despejar agit prop socretina.

    É a missa do sabath possível para uma falsa beata socretina.

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  77. 29 Janeiro, 2011 19:58

    Caro PMP:
    Com todo o respeito, se você tem mesmo a certeza que o ensino privado (com contratos de associação) gasta menos por aluno que o ensino público, é normal que tennha menos dotação por parte do Estado.
    O investimento público deve ser nas escolas públicas, como excelente exemplo que apontou – a melhoria considerável e a requalificação que tem existido no parque escolar, beneficiando TODOS os alunos em idade escolar.

    Parece que há até muitas famílias que estão a retirar os filhos dos colégios privados e a colocá-los nas escolas públicas remodeladas, de excelente qualidade.

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  78. 29 Janeiro, 2011 20:31

    Olha, eté agora a nazzie só escreveu 5 posts seguidos. Faltam por isso os habituais 45. Este abrandamento percebe-se – deve ter tomado o priadel à hora do jantar- recomendo pelo menos 400mg id.

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  79. cristina permalink
    2 Fevereiro, 2011 01:02

    Caro bluesmile:
    as minhas desculpas, mas só hoje li a sua resposta ao meu post.
    É com muito gosto que que lhe digo qual é a minha escola: ESCOLA EVARISTO NOGUEIRA, em S.Romão (3km de Seia). Venha lá essa reportagem! Serão com toda a certeza bem recebidos.
    Cumprimentos
    “É VERDADE que as escolas COM CONTRATO DE ASSOCIAÇÃO prestam um ensino público e gratuito! É VERDADE que as escolas COM CONTRATO DE ASSOCIAÇÃO aceitam todos os alunos… e sim…ciganos também!!! Na minha escola com CONTRATO DE ASSOCIAÇÃO com o ME é assim!”

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