Uma proposta
Se bem percebo, a ministra da educação descobriu que as escolas com contrato de associação estavam a receber uma verba por turma 30% acima do é necessário para as sustentar. Ou 20%, se tivermos em conta que o governo pretende cortar cerca de 10% da despesa pública em educação.
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Esta descoberta deu-se ao fim de 6 anos de poder, o que por um lado mostra a lentidão com que o governo socialista se apercebe dos problemas, e por outro sugere as virtudes curativas dos especuladores que estão a atacar Portugal.
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Pelo menos ficamos a saber que as escolas com contrato de associação podem ficar mais baratas do que se pensava. Sendo assim, proponho que todas as escolas públicas deixem de o ser e passem a ser escolas com contrato de associação. Há várias vantagens nesta mudança:
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1. As escolas passarão a pagar renda ao Estado pelas instalações (ou então compram as instalações ao Estado, o que gera mais receita)
2. As novas escolas passam a pagar impostos e contribuições para a segurança social
3. O número de funcionários públicos reduz-se em mais de 150 mil, o que flexibiliza muito a gestão.
4. As escolas passam a responder perante o estado de acordo com um contrato com objectivos bem definidos.
Quanto a desvantagens, não há nenhuma. O facto de o ministério manter os actuais contratos de associação é uma garantia de que essas escolas estão a prestar um bom serviço.

Eu propunha ainda mais:
Que o financiamento passasse a ser feito sob a forma de “cheque escola” com escolha livre de escola pelos alunos, ficando a cargo do “estado” apenas o cumprimento de um curricullum mínimo e de critérios transparentes de acesso aos estabelecimentos.
Certamente que teríamos várias peregrinações a Fátima por muitos e bons anos pelos crentes do costume na Santinha do Estado e, também, pelos “liberais de pacotilha” que andam por ai.
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Onde se lê: ficando a cargo do “estado” apenas o cumprimento de um curricullum mínimo e de critérios transparentes de acesso aos estabelecimentos.
Deve ler-se: ficando a cargo do “estado” apenas A VERIFICAÇÃO DO cumprimento de um curricullum mínimo e de critérios transparentes de acesso aos estabelecimentos.
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A ministra da educação é tão incompetente que ainda não conseguir calcular e mostrar aos contribuintes quanto é que o ministério da educação gastou por aluno em 2009 e 2010 nas escolas públicas, incluindo as centenas de milhões de euros de obras sem concurso da Parque Escolar S.A. e os custos dos inumeros organismos do ministério que muito gastam e pouco produzem.
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Como é que ela pode afirmar o que quer que seja com um minimo de credibilidade, se não consegue sequer fazer contas de somar e dividir ?
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não gosto de falar em ministra porque era uma mulher ‘mal portada ‘ do meu conslho que prestava assistência técnic a aos ‘necessitados’.
a Alçada, comunista envergonhada, andou em escolas privadas
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E quem paga o “cheque-escola”?
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E quem paga as escolas públicas ?
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As escolas passarão a pagar renda ao Estado pelas instalações
As escolas públicas que foram sujeitas a qualquer tipo de obras (quer as tenham pedido, quer não) vão, de facto, passar a pagar renda, não ao Estado directamente, mas à tal empresa estatal monopolista chamada Parque Escolar.
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“E quem paga as escolas públicas ?”
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É o povo sovietizado.
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Como alguém escreveu acima. As escolas que foram alvo de obras pela PE já pagam uma renda a esta empresa.
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Sim senhor!
No limite não há impostos e não há estado.
Mas eu também não quero esse “soviete” do tea party.
Posso?
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Muito bem.
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««Como alguém escreveu acima. As escolas que foram alvo de obras pela PE já pagam uma renda a esta empresa.»»
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A sério? E isso não alterou o valor de referência que o Estado usa para pagar às escolas com contrato de associação?
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Lá chegaremos, apesar dos ‘mestres’ da Boston e da sua madrinha de guerra, a salazarenta Alçada.
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“Como alguém escreveu acima. As escolas que foram alvo de obras pela PE já pagam uma renda a esta empresa”
MENTIRA. Vão passar a pagar, o que é diferente. E vão pagar este ano pela primeira vez 50 milhões de euros. Do saque feito às escolas com contrato ainda vão sobrar umas migalhas. Coincidências…
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Para simplificar, como já disse ao maradona, assino por baixo tudo o que o João Miranda escreveu e venha a escrever sobre o assunto.
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Também disse outras coisa no post do jmf 57 mas fui censurada.
E eram simples- neste caso os neotontinhos têm razão e serve para perceberem que a dita mãozinha invisível do mercado é mentira, pois depende da escala e dos cartéis que mandam. Neste caso o grande cartel que seca tudo, chama-se Estado.
E o meio-termo é uma coisa simples e muito bonita que dispensa utopias. A escardalhada está a bater com o nariz na parede e deitar-se na cama que andou a fazer.
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O bacano do maradona, sem querer deu o retrato do simulacro semântico desta patranha.
É uma mentira vendida como medida de eficácia de mercado, em nome da igualdade e dos pobrezinhos.
É o paradoxo do que eles são- nem carne nem peixe- apenas oportunistas totalitários.
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E jacobinos. Sempre jacobinos. O raio do papão da “padralhada” e do que foge ao controle está sempre presente. Terraplanar é o objectivo- por baixo, e alimentando o aparelho antes de tudo.
No que nunca nenhuns tocaram ou tocarão é nesses inúteis que são o cancro disto tudo- os pedagogos instalados naqueles departamentos com siglas esquisitas.
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Acabem com o ensino público já! O futuro está no ensino privado. Engane-se quem pensa que o ensino é para todos… é um erro alguém tem que limpar o esterco.
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