Por que é os empregadores optam pelos licenciados nas Universidades Públicas em vez dos licenciados das Universidades Privadas?
Algum «liberal» do Blasfémias pode-me instruir sobre este estranho comportamento do «mercado de trabalho»?
Mas para lá vamos, ó Rui, intente-se o que se queira, como aqui se diz, http://dererummundi.blogspot.com/2011/02/o-futuro-do-ensino.html
que não tarda éncontramos a ciência, o saber, tudo feito na Internet, sem precisão já de mais professores nem escolas nem ministérios da educação e cultura, obviamente, bastando um aluno, um homem, teclar o seu Magalhães, que é como quem diz, entyre os seus irmãos, à escolha, do secundário ao superior e volta ao ciclo.
E queres ser doutor, médico, engenheiro, um perito em economia, gestão e marketing, só tens de ir à internet, pôr no Google, dor abaixo da barriga, à direita, que lá está, ‘apendicite’, chapadinho.
Curioso.
Pois não é que além-mar também manifesta-se esta mesma idéia, porém ainda mais profundamente?!
Além de argumentos lógicos, o veradextra.blogspot.com mostra fotos!!!
Criar o entregar aos privados o ministério do tem tudo e quem quiser que pague.
entregar o ministério do trabalho aos privados. Quem quiser trabalhar, tem como remuneração pequeno almoço até ás 8, almoço ao meio dia, e tem direito a jantar se trabalhar até ás 21. Mais nada!
é, pois, também se podia fechar a presidência da república… o concelho de estado e mais uma meia dúzia de coisas do género… não era só o ensino que melhorava, era o país que ficava com um ar mais puro!…
Os dois ministérios deveriam ser um só. Deveriam outrossim ter quatro funções bem delineadas:
.
1) Conceber um programa MÍNINO do pré-escolar à licenciatura, de cariz obrigatório por escolas públicas e privadas, deixando a seu cargo suplementá-los com valências locais;
2) Controlar a qualidade do ensido das escolas (apenas isto: que o que anunciam ensinar é o que realmente ensinam), aqui suplementando as deficiências técnicas da maioria dos pais;
3) Classificar as escolas e os alunos, concebendo instrumentos de avaliação harmonizados (não necessariamente apenas testes de avaliação);
4) Realizar COM OS RECURSOS DA FUNÇÃO PÚBLICA se possível, estudos para actualizar o dito programa mínimo, e adequá-lo às mudanças da sociedade e do mercado de trabalho.
.
Financeiramente, deve também transferir as verbas para escolas, colégios e universidades POR ALUNO MATRICULADO, deixando às direcções das escolas usar o dinheiro como por bem acharem, desde que legal e honestamente utilizado, e não deixem de cumprir o que prometerem.
.
Qualquer coisa que passe disto é desperdício.
pois , o da economia e o do trabalho também deviam encerrar. com o da administração interna , o da defesa , o da justiça e o dos negócios estrangeiros chegava e sobrava.
A maior alteração comportamental dos últimos tempos é esta: antigamente, quando alguém dizia uma asneira, andava meio escondido durante um tempo, enquanto não sentia que a asneira estava esquecida.
Hoje, dizem-se asneiras que roçam a leviandade e a irresponsabilidade e fica-se a sorrir à espera de palmas.
Não acredito que este ciclo seja eterno, porque nada é. Mas não estou a ver como se sairá daqui.
E entregar ao mercado e às multinacionais porque essa coisa de projectos e governos é perigosa- dá sempre fascismo. Nada como a utopia neontitinha das comunas livres dos antigos maoistas- o ensino é de cada um e deve fazer-se com as próprias mãos.
Assim que algum governo abrir as pernas de forma desmiolada a esta coisa de cada um ter direito a ter a sua escolinha à mão de semear, razão principal das escolhas dos encarregados de educação, ao contrário do que se anda a vender por aí (aqui), cá estarão uns escritórios estrangeiros a gerir a coisa à distância e a levar os lucros para os seus países directamente do Estado. Tal como começa a acontecer com a gestão dos refeitórios e outros sectores.
O governo não precisa de mais do que 8 ministérios.
.
Juntar Educação, Ensino Superior e Cultura.
Juntar Economia, Finanças e Obras Públicas,
etc.
.
Os ministérios deviam ter como obrigação a melhoria continua dos indicadores relevantes em cada sector : qualidade de ensino, eficiência do estado, etc.
.
Os ministérios deviam contratar parte dos serviços a privados para existir concorrência nas mesmas condições entre a gestão pública e a gestão privada de serviços públicos, de forma a se verificarem as melhores práticas, como por exemplo : ADSE , escolas associadas, transportes públicos, etc., através de contratos de médio prazo (10 anos por exemplo.)
Não é disso que eles falam. Não sejam ingénuos. Já o peluche e o luck dizem o mesmo- eles acreditam que um país pode existir sem haver absolutamente nada, da parte do governo, em relação ao ensino.
É assim uma cena anarquista- cada pessoa inventava a escola que queria e depois o mercado seleccionava.
Eles acreditam mesmo que pode existir um país onde cada pessoa invente o ensino que entender e depois basta o mercado para seleccionar as escolinhas. Se o Estado se meter a orientar o que quer que for, vem aí o facismo
Cara Zazie,
.
Venho agradecer-lhe a sua invenção do termo neo-tontice (pelo menos foi num seu comentário que vi em primeiro lugar).
.
É um termo excelente e auto-explicativo, poupando assim muita escrita.
Não tem de quê.
Mas também existem os semi-neotontinhos, ainda que essa palavra esteja no Index blasfémico.
Agora, quanto à questão, azar o seu se pensa que eu estou a gozar- eu limitei-me a descrever, de forma fidedigna o sentido do post e do que ele pressupõe- é literalmente isto- um país na Europa poder existir sem Ministério da Educação, pois isso é facismo. O ensino deve ser tão livre como a produção de anedotas. Cada um inventa o seu e depois exporta-se o que der mais gozo.
é estranho como pensam que sem ministério da educação as familias não iam querer filhos educados….e não se iam organizar para isso. que pouca confiança na sociedade civil.
alguém ia ficar de fora , evidente , mas já ficam , a integração é só a fingir e subsidiada a vida toda. um peso que o politicamente correcto , que só dá sem pedir , nos faz gramar.
Bom mesmo é acabar com o Governo todo.
A Bélgica está há uma porrada de meses se governo, e mesmo assim, governam-se melhor do que estes pobres tugas desmiolados e falidos!
aquilo são sacos de gatos betinhos-esquerda caviar-BEs-e taxistas do largo do rato a viver à custa dos impostos do povo trabalhador.
Basta ler os “programas oficiais” fabricados pelos donos dos Ministérios (burocratas q mandam mais do q ministros…) para se ter a ideia correcta das atoardas, mentiras históricas, exaltação de assassinos tipo “Che” guevara e quejandos, pedagogias ultra ultrapassadas, etc…
conclusão: ileteracia e analfabetismo às carradas…
Não sabia!Então há um Ministério da Educação; e outra coisa relativa ao Ensino Superior!Por isso é que vejo a Srª Ministra Alçada só a visitar e a falar em EB’s e Secundárias!A Srª Ministra não discorre sobre universidades.
Nem mais. Solução simples e barata. Há no entanto outros ministérios que podiam e deviam ser encerrados, e os seus titulares corridos à pedrada.
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Por que é os empregadores optam pelos licenciados nas Universidades Públicas em vez dos licenciados das Universidades Privadas?
Algum «liberal» do Blasfémias pode-me instruir sobre este estranho comportamento do «mercado de trabalho»?
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Mas para lá vamos, ó Rui, intente-se o que se queira, como aqui se diz, http://dererummundi.blogspot.com/2011/02/o-futuro-do-ensino.html
que não tarda éncontramos a ciência, o saber, tudo feito na Internet, sem precisão já de mais professores nem escolas nem ministérios da educação e cultura, obviamente, bastando um aluno, um homem, teclar o seu Magalhães, que é como quem diz, entyre os seus irmãos, à escolha, do secundário ao superior e volta ao ciclo.
E queres ser doutor, médico, engenheiro, um perito em economia, gestão e marketing, só tens de ir à internet, pôr no Google, dor abaixo da barriga, à direita, que lá está, ‘apendicite’, chapadinho.
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Não Esquecer das Faculdades de Educação
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E já agora os Ministérios da Economia e da Cultura.
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Curioso.
Pois não é que além-mar também manifesta-se esta mesma idéia, porém ainda mais profundamente?!
Além de argumentos lógicos, o veradextra.blogspot.com mostra fotos!!!
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Criar o entregar aos privados o ministério do tem tudo e quem quiser que pague.
entregar o ministério do trabalho aos privados. Quem quiser trabalhar, tem como remuneração pequeno almoço até ás 8, almoço ao meio dia, e tem direito a jantar se trabalhar até ás 21. Mais nada!
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é, pois, também se podia fechar a presidência da república… o concelho de estado e mais uma meia dúzia de coisas do género… não era só o ensino que melhorava, era o país que ficava com um ar mais puro!…
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Os dois ministérios deveriam ser um só. Deveriam outrossim ter quatro funções bem delineadas:
.
1) Conceber um programa MÍNINO do pré-escolar à licenciatura, de cariz obrigatório por escolas públicas e privadas, deixando a seu cargo suplementá-los com valências locais;
2) Controlar a qualidade do ensido das escolas (apenas isto: que o que anunciam ensinar é o que realmente ensinam), aqui suplementando as deficiências técnicas da maioria dos pais;
3) Classificar as escolas e os alunos, concebendo instrumentos de avaliação harmonizados (não necessariamente apenas testes de avaliação);
4) Realizar COM OS RECURSOS DA FUNÇÃO PÚBLICA se possível, estudos para actualizar o dito programa mínimo, e adequá-lo às mudanças da sociedade e do mercado de trabalho.
.
Financeiramente, deve também transferir as verbas para escolas, colégios e universidades POR ALUNO MATRICULADO, deixando às direcções das escolas usar o dinheiro como por bem acharem, desde que legal e honestamente utilizado, e não deixem de cumprir o que prometerem.
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Qualquer coisa que passe disto é desperdício.
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pois , o da economia e o do trabalho também deviam encerrar. com o da administração interna , o da defesa , o da justiça e o dos negócios estrangeiros chegava e sobrava.
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A maior alteração comportamental dos últimos tempos é esta: antigamente, quando alguém dizia uma asneira, andava meio escondido durante um tempo, enquanto não sentia que a asneira estava esquecida.
Hoje, dizem-se asneiras que roçam a leviandade e a irresponsabilidade e fica-se a sorrir à espera de palmas.
Não acredito que este ciclo seja eterno, porque nada é. Mas não estou a ver como se sairá daqui.
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E depois entragar o carcanhol todo aos privados, incluindo essas universidades privadas que servem para lavagem de $$$, não é verdade? (claro que é…)
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E entregar ao mercado e às multinacionais porque essa coisa de projectos e governos é perigosa- dá sempre fascismo. Nada como a utopia neontitinha das comunas livres dos antigos maoistas- o ensino é de cada um e deve fazer-se com as próprias mãos.
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Cada um de nós é uma ilha- façamos de cada um de nós um projecto de ensino, e um país.
J
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Junte-se muitos euzinhos destes utópicos e temos um lobby- internacional, sem pátria, mas planetário (no mínimo).
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Assim que algum governo abrir as pernas de forma desmiolada a esta coisa de cada um ter direito a ter a sua escolinha à mão de semear, razão principal das escolhas dos encarregados de educação, ao contrário do que se anda a vender por aí (aqui), cá estarão uns escritórios estrangeiros a gerir a coisa à distância e a levar os lucros para os seus países directamente do Estado. Tal como começa a acontecer com a gestão dos refeitórios e outros sectores.
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O governo não precisa de mais do que 8 ministérios.
.
Juntar Educação, Ensino Superior e Cultura.
Juntar Economia, Finanças e Obras Públicas,
etc.
.
Os ministérios deviam ter como obrigação a melhoria continua dos indicadores relevantes em cada sector : qualidade de ensino, eficiência do estado, etc.
.
Os ministérios deviam contratar parte dos serviços a privados para existir concorrência nas mesmas condições entre a gestão pública e a gestão privada de serviços públicos, de forma a se verificarem as melhores práticas, como por exemplo : ADSE , escolas associadas, transportes públicos, etc., através de contratos de médio prazo (10 anos por exemplo.)
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Não é disso que eles falam. Não sejam ingénuos. Já o peluche e o luck dizem o mesmo- eles acreditam que um país pode existir sem haver absolutamente nada, da parte do governo, em relação ao ensino.
É assim uma cena anarquista- cada pessoa inventava a escola que queria e depois o mercado seleccionava.
Neotontice utópica que nem entre canibais existe.
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Já me censuraram de novo.
Eles acreditam mesmo que pode existir um país onde cada pessoa invente o ensino que entender e depois basta o mercado para seleccionar as escolinhas. Se o Estado se meter a orientar o que quer que for, vem aí o facismo
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Cara Zazie,
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Venho agradecer-lhe a sua invenção do termo neo-tontice (pelo menos foi num seu comentário que vi em primeiro lugar).
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É um termo excelente e auto-explicativo, poupando assim muita escrita.
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Há anos que defendo isso. Fechar o ME e criar um outro, o do Ensino, com não mais que 100 pessoas.
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Não tem de quê.
Mas também existem os semi-neotontinhos, ainda que essa palavra esteja no Index blasfémico.
Agora, quanto à questão, azar o seu se pensa que eu estou a gozar- eu limitei-me a descrever, de forma fidedigna o sentido do post e do que ele pressupõe- é literalmente isto- um país na Europa poder existir sem Ministério da Educação, pois isso é facismo. O ensino deve ser tão livre como a produção de anedotas. Cada um inventa o seu e depois exporta-se o que der mais gozo.
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é estranho como pensam que sem ministério da educação as familias não iam querer filhos educados….e não se iam organizar para isso. que pouca confiança na sociedade civil.
alguém ia ficar de fora , evidente , mas já ficam , a integração é só a fingir e subsidiada a vida toda. um peso que o politicamente correcto , que só dá sem pedir , nos faz gramar.
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Bom mesmo é acabar com o Governo todo.
A Bélgica está há uma porrada de meses se governo, e mesmo assim, governam-se melhor do que estes pobres tugas desmiolados e falidos!
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Exactamente.
ACABAR COM ELES.
aquilo são sacos de gatos betinhos-esquerda caviar-BEs-e taxistas do largo do rato a viver à custa dos impostos do povo trabalhador.
Basta ler os “programas oficiais” fabricados pelos donos dos Ministérios (burocratas q mandam mais do q ministros…) para se ter a ideia correcta das atoardas, mentiras históricas, exaltação de assassinos tipo “Che” guevara e quejandos, pedagogias ultra ultrapassadas, etc…
conclusão: ileteracia e analfabetismo às carradas…
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E ainda tem a vantagem adicional de contribuir para a redução do défice e da dívida.
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Não sabia!Então há um Ministério da Educação; e outra coisa relativa ao Ensino Superior!Por isso é que vejo a Srª Ministra Alçada só a visitar e a falar em EB’s e Secundárias!A Srª Ministra não discorre sobre universidades.
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