“Um paradoxo chamado PSD” *
18 Fevereiro, 2011
«Foi uma delícia observar o desespero de tantas figuras alaranjadas mal se conheceu a intenção de Louçã. Era indisfarçável o desespero estimulado pela possibilidade de o PSD poder vir a disputar eleições sob o comando de Passos Coelho em vez de o fazer com alguém que os de sempre tivessem escolhido para representar os seus interesses. Tornou-se claro, mesmo para os constantemente distraídos, que a grande inquietação de muitos ex-dirigentes do PSD é manter Sócrates e desgastar Passos Coelho até que seja possível substituir este último para destituir o primeiro – aí, sim, já não existirão considerações metafísicas acerca do melhor momento para tomar o poder.»
16 comentários
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quem pagou o artigo e quanto recebeu quem o escrevinhou?
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uma modorra, a exasperante previsibilidade desse albergue espanhol…
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«O líder do PSD enganou-se ontem, em entrevista à RTP, na contabilização do valor de dívida pública portuguesa detida pelo Banco Central Europeu. Passos Coelho disse que a instituição liderada por Jean-Claude Trichet já comprou 60 mil milhões de euros em dívida pública, quando na verdade comprou 18 mil milhões de euros.»
Aquilo a que se chama acto falhado.
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oh doutora judite, não me faça perguntas difíceis, tão instruídas na sua alcova pelo velho seabra…
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Seria bom clarificar esse valor da dívida.
Será que 18 mil milhões são o valor de aquisição directa (BCE) e o restante o que detêm os bancos Portugueses (a 7%) à conta de empréstimos do mesmo BCE (a 1%) dando como garantia os títulos adquiridos?
Se for assim, as contas estão certas. Apesar dos intermediários especuladores (os bancos portugueses que ganham a diferença dos juros 7%-1% = 6%) é na realidade o BCE “Constâncio a safar o Sócrates” através dos seus instrumentos CGD e BCP (ler Filipe Pinhal) que detém, realmente, grande parte da dívida.
Mais alguns chineses e nada de mercado. Está há muito arredado destas vendas de Teixeira dos Santos…
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sr CAA: mais um post rancoroso . Desta vez não pôs o nome do tal líder que a gente todos sabemos o nome ! bom dia .
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como social democrata afirmo o seguinte: passos coelho tem de ter a força, a coragem de dizer a cavacos, leites, amarais e outros anafados do regime que quem manda no partido é ele e que é tempo de dizer basta.
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O centrão é a qualidade do fosso onde todos vamos cair, dando graças a Deus por ter sido salvos da desgraça que aí vem, sem que lhe sintamos o peso da astúcia e da renovação que, tirada a máscara, todos perceberão que o filet mignon é um simples carapau escorraçado pela deficiência da sua pobreza franciscana. O dono a seu dono é o que se irá ouvir nas linhas da escrita orientada e desorientada. Urbi et orbi.
Jorge Manuel Brasil Mesquita
Lisboa, 18/02/2011
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Acredito que o PSD tem capacidade para ser alternativa.
E é bom que se alterne.
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Sendo o “Doutor” Passos Coelho e quem o pôs lá, uma mera versão “beta” (em todos os significados do termo) do “Engenheiro” Sócrates e de quem o pôs lá, o que ganha, de facto, o país em vê-lo como primeiro-ministro? Isso é que devia ralar o “Professor Doutor” Amorim e não o pânico de ver a liderar o PSD o único líder nato que o PSD tem e que, parece-me, o país já merece (ou como diz, com brilho, um comentador acima ” o tal líder que a gente todos sabemos o nome”). Ânimo, homem! Ao menos assim vê-se livre dele aí em cima!
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Depois da entrevista, ficou claro que PP Coelho é mais um líder do PSD com a morte anunciada.
Se PP Coelho fosse um comentador, ainda se poderia (+-) aceitar aquele discurso, mas trata-se de um líder partidário candidato a ser líder de um país, como tal deve ser diferente. PP Coelho reconheceu, relatou factos, já conhecidos de todos os Portugueses, os empréstimos, os juros altos, as dívidas, as nomeações, a fraqueza da justiça, a doença da saúde…
De um líder espera-se muito mais, esperam-se soluções, espera-se crítica permanente e sustentada numa politica diferente. PP Coelho já revelou muito cedo aquilo que será no futuro, um líder fraco já condenado à morte pelo próprio partido. PP Coelho, terá que escolher ou os Portugueses ou o partido, se a escolha for o partido então terá que ver-se livre deste PSD que em nada deixa saudades. Talvez ainda se salve!
VIVA PORTUGAL
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Eh, será isso, mas o certo é que também Coelho não dá um passo para se afirmar, pegar o tacho, o carro ou a barca, sem coragem de se afirmar. E então virá o dia que até seja tarde, quem sabe, quando já desgastado não dê nem cheta de certeza de mercecer só um voto. Quando pacheco e a ferreira, mais mendes, jardins e santanas, unidos, se tornem aos mortos carneiros.
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Um tiro na mouche!
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Até agora Passos Coelho foi alternativa a Manuela Ferreira Leite.
Qual será a próxima alternativa a Passos Coelho?
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Não há pachorra para aturar estes gajos…
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