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O coveiro

12 Março, 2011

Os contribuintes portugueses pedem a 7% e emprestaram  a 5% à Grécia, num total de 2.064 milhões de euros.

Sócratres aceitou hoje oferecer um desconto de 1% aos gregos.

Sócrates é um desastre nacional.

6 comentários leave one →
  1. Gol(pada)'s avatar
    Gol(pada) permalink
    12 Março, 2011 02:22

    Ilustres economistas desta tertúlia, expliquem-me como é que a Islandia fez um referendo, chutou o PM, e neste momento segue a valorizar?

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  2. O Raio's avatar
    12 Março, 2011 02:49

    Pois é, porque é que ninguém fala da Islândia?
    Simples, estava pior do que a Irlanda mas agora está em plena recuperação.
    A solução nem foi chutar o PM pois a que o foi substituir é um horror.
    É que a Islândia tem um trunfo muito importante, não pertence à UE. Assim teve as mãos livres para aplicar medidas correctas.
    O nível de vida voltou ao de 2003 mas está em recuperação, o desemprego está baixo e a diminuir e o PIB a aumentar.
    A Islândia é a prova que a UE é prejudicial para a maior parte dos países que a integram!

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  3. A.Silva's avatar
    A.Silva permalink
    12 Março, 2011 03:18

    Porra nem consegue f…. os gregos, merda pra ele!

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  4. tina's avatar
    tina permalink
    12 Março, 2011 08:17

    Sócrates tornou-se rancoroso contra os portugueses. Agora, procura fazer-lhes mal, a todo o custo.

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  5. JMC's avatar
    JMC permalink
    12 Março, 2011 11:09

    Fora com esta gente.
    Fora com este primeiro-ministro incapaz e pernicioso que se recusa a obter ajuda externa do mesmo passo que vai contraindo empréstimos a juros de 8%.
    Fora com este Sócrates pusilânime que combina em segredo com o BCE e a senhora Merkel medidas extraordinárias sobre as costas dos portugueses, enquanto critica o diagnóstico de crise do presidente e diz que está tudo bem.
    Fora com o hipócrita que fulmina todas as soluções de sustentabilidade aos gritos de «estão a matar o Estado Social!!!» e todos os dias vai cortando salários, pensões, benefícios de saúde, subsídios de desemprego, e subindo impostos, subindo impostos, subindo impostos.
    Fora com os poltrões que chamam – num PEC 4 que na véspera juraram ser desnecessário – «poupança automática das famílias» ao 13.º mês que pretendem confiscar.
    Rua com os desgraçados que planeiam estender a taxa de 23% de IVA aos bens essenciais e mascaram a intenção em palavras cobardes e retorcidas.
    Fora, abaixo, rua com o pior ministro das Finanças da Europa, esse Santos relapso e contumaz, incapaz de acertar numa previsão, de inscrever com rigor um índice, de ter contas sem buracos.
    Fora com o farsante que lança alcavalas sobre rendimentos de 1500 euros, enquanto vai proclamando pela boca de um pobre diabo gastos para amanhã de mais de 12 mil milhões num comboio e outro tanto na 3.ª auto-estrada entre Lisboa e Porto.
    Rua com estes comediantes, capazes de rifar no estrangeiro o que negociaram com cenho carregado mas sem pinga de seriedade cá dentro.
    Abaixo esta gente manhosa, dissimulada, sem palavra, que classifica de sectário e impróprio qualquer alerta sobre a nossa emergência, e carrega no dia seguinte a canga sobre os Portugueses, subterraneamente, às escondidas, para dar a sua nefasta terapêutica à doença que negou na véspera.
    Fora com esta assanhada e vil torpeza que opõe burocracias e autoritarismo aos candidatos ao subsídio de 1000 euros para que descontaram, e fazem escorrer milhões e carros de luxo por sobre os boys nas empresas públicas deficitárias, os boys nos grupos de estudo, os boys nas comissões de análise, os boys nas fundações, os boys nas assessorias, os boys a quem pedem pareceres e consultorias.
    Rua com eles, e rua também com a ala dissidente que acha que estas são políticas de direita – estes puros resultados das políticas de esquerda, o keynesianismo de pacotilha, a estatização da economia, a bastidorização das negociatas, a apparatchikização de todos os contratos.
    Fora com esta gente desclassificada, que negoceia em segredo com os seus donos lá fora, se baba depois com os seus elogios, e depois traz os elogios dos donos consigo na miserável sacola para chantagear oposições, instituições, e povo.
    Fora com esta gente. Rua! Viva a instabilidade! Toda a instabilidade é melhor que uma estabilidade infestada de vermes.
    Rua com eles. Viva a crise política!

    José Mendonça da Cruz

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  6. JP's avatar
    12 Março, 2011 12:23

    A questão não pode ser vista assim porque não é assim. Não é um desastre. Sócrates não fez um negócio em nome de Portugal mas sim em nome pessoal, para sua permanência e com o servente agradabilismo provinciano que não consegue esconder, e que, na sua parola esperança política, espera que dê frutos pessoais de qualquer espécie, porque ninguém sabe exatamente como é que aquela cabeça funciona. Provavelmente julga que vai receber alguma coisa em troca, provavelmente um cargo, talvez fruto de algum mal entendido de conversas em inglês técnico em que algum interlucutor tenha utilizado umas palavras que desconhece ou interpreta de outro modo, já que, comprovadamente, o que ele apresenta ao país é a realidade do que ali se passou traduzida nuns “bochechos”, como eles gostam de dizer. Nós estamos e vamos pagar por muitos anos a permanência deste broto universitário domingueiro de plástico e de todos os satélites que andam à volta.

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