Completamente diferente: os “maus”, no caso da invasão do Irque, tinham ido antes aos EUA deitar abaixo duas torres e um bocado do Pentagono. Claro que o EUA tinham que reagir
Não tem nada a ver com a história da ONU e da Líbia. Os Líbios não sairam de “casa” para ir atacar ninguém.
Por enquanto…..
porque lá que o conseguem fazer como quem espirra, conseguem
Srª Ana C:
Quem foi deitar as «torres gémeas» abaixos foram o grupo terrorista da Al-Qaeda, proselitado e financiado por sauditas, aliados dos nossos amigos americanos.
A Arábia Saudita tem sido, desde a a invasão soviética do Afeganistão, o maior mentor, financiador e exportador de terrorismo para todo o Mundo.
O Iraque foi, até à invasão do Koweit, um dos melhores aliados dos EUA naquela região, e por causa da ameaça do Irão.
Nessa época Saddam era o «sanababicha» de estimação da administração americana.
O seu erro foi quer o petróleo que estava no Koweit. Claro que para os EUA isso era um grande ataque aos «direitos humanos»…
Com Saddam no poder – o Iraque estava imune à Al-Qaeda e a todo o terrorismo internacional – pois era um regime militar, laico e ligeiramente ocidentalizado.
Com a invasão americana e britânica aquilo virou um inferno e a Al-Qaeda montou acampamentos.
Resultado? Mais miséria, mais exploração, mais corrupção, mais tribalismo, mais radicalismo e fundamentalismo.
A própria comunidade cristã – que no tempo de Saddam era uma comunidade próspera e segura – está em fuga e é perseguida pelos actuais aliados do «Ocidente».
O «Ocidente» a proceder assim está a enterrar-se a cada dia que passa.
E depois não querem que o «terrorismo» chegue às suas casas!
Quem continua a rir-se com isto é a Rússia e a China, que propositadamente deixam os EUA e a Europa de fanicos fazerem estes fogos de artifício, pois sabem que a prazo os EUA e a Europa vão ficar falidos!
Devido ao sofrimento do povo português neste momento e à ofensiva que se prepara exigimos que as Nações Unidas declarem uma no bombs zona over Portugal.
ESta intervenção militar na Líbia surgiu no momento certo. Legitimada, autorizada pela ONU e pela Liga Árabe.
(Com consequências locais, regionais e internacionais imprevisíveis).
Ana C,
“os líbios”, sob comando de Gaddafi, perpetraram ataques ao ocidente ! Este, durante décadas , reagiu, cortou mesmo relações com o ditador.
No entanto, o petróleo, o gás, a “paz” regional e internacional, “abraçou” hipocritamente os “bons” e os “maus”… Vidé reacção intempestiva da França (consumada com toda a disponibilidade militar já no terreno líbio) após um filho de Gaddafi denunciar apoios líbios à candidatura de Sarkozy…
Depois da «luz verde» à intervenção militar na Libia, por parte de Mr.Obama, todos nós que temos muita compaixão por qualquer mosquinha, ficamos todos à espera, que o Prémio Nobel da Paz e da Treta, intervenha já e rapidamente no Yemen, no Oman, no Bhairen , na Costa do Marfim, na Siria e mesmo Irão, onde a esta hora os civis são perseguidos e abatidos.
Vamos lá Mr. Obama.
Não desiluda quem, na Europa falida e da treta, «votou» em V. Exª….
Sócrates & Amado, se estão a acompanhar nesta madrugada a situação em Trípoli via tv’s internacionais, ficarão preocupados com a vida e o poder do friend e “exemplar líder” Gaddafi (Sócrates, sic) — um telefonama reconfortante e animador, nem que seja para um asssessor do ditador e/ou para o ministro dos negócios estrangeiros, “calha sempre bem”. “Os amigos são para as ocasiões”…
“Prémio Nobel da Paz e da Treta, intervenha já e rapidamente no Yemen, no Oman, no Bhairen , na Costa do Marfim, na Siria ” e em ISRAEL …
Palhaçada internacional esta que acontece, infelizmente vai fazer mais mal a muita mais gente do que bem… e quem ganha com isto é os suspeitos do costume.
[http://www.youtube.com/watch?v=bX7hMj2NKTc]
Eu gostava era de ver as nações em vez de criarem exercitos de guerra e andar a fazer cenas tristes como estas…. era bem melhor que eles tivessem exercito de soldados da paz ( bombeiros e ect) para que quando houvesse mais alguma catástrofe como a k se passou no Japão tivessem os recursos e a disponibilidade de ajudar o próximo…
talvez um dia … quem sabe.
Há gente que não passa sem uma guerrinha.
Os fabricantes de armas, ainda os compreendo. É negócio.
Agora os que querem eliminar os “maus” como num jogo de computador, gostaria de ver as suas reacções se um Maverick desgovernado atingisse o churrasco que preparavam no quintal.
“O Iraque foi, até à invasão do Koweit, um dos melhores aliados dos EUA naquela região, e por causa da ameaça do Irão.
Nessa época Saddam era o «sanababicha» de estimação da administração americana.”
.
O Arlindo como era de esperar continua a mentir. Mas basta ver quem é que fornecia armas a Saddam para se ver quem eram os amigos deste.
Ou seja: URSS*, França, China, Alemanha RDA e RFA, China, Brasil.
Estes vendiam aos 2 lados Irão e Iraque, a memória é curta e já não há quem se lembre da guerra das cidades em que cada lado bombardeava o outro com Scuds.
“Agora os que querem eliminar os “maus” como num jogo de computador, gostaria de ver as suas reacções se um Maverick desgovernado atingisse o churrasco que preparavam no quintal.”
.
Espera-se que o Pisco proteste contra os automóveis, aviões e tudo aquilo que pode chocar conosco ou nos cair na cabeça.
NUESTRA POSICIÓN SOBRE LA SITUACIÓN EN LIBIA
—————————————————————-
1.º Estamos de acuerdo en que la Comunidad Internacional debe intervenir.
2.º Manifestamos que esta intervención no debe consistir en una guerra.
3.º Creemos que existen otras formas de arrestar o neutralizar a un dictador.
4.º Cualquier opción, incluso las ‘no perfectas’, será mejor que una guerra.
5.º Las guerras apenas afectan a los tiranos, pero sí a la población civil.
6.º Nos preguntamos por qué no se detuvo y juzgó a Gadafi cuando se pudo.
7.º Nos preguntamos quiénes vendieron armas al régimen de Muammar al-Gaddafi durante todos estos años, y por qué ignoraron el crimen que implica armar a dictadores terroristas.
8.º Nos preguntamos por qué los motivos para actuar contra Muammar al-Gaddafi (Libia), siendo idénticos, no justifican actuar de igual modo contra Teodoro Obiang Gnema (Guinea Ecuatorial), Khalifa bin Zayed Al Nahayan (Emiratos Árabes Unidos), Kim Jong-il (Korea del Norte), Abdalá bin Abdelaziz (Arabia Saudí), Ali Abdullah Saleh (Yemen), Hamad ibn Isa Al Khalifah (Baréin) o Sidi Mohammed ben Hassan ben Mohammed ben Youssef Alaoui (Marruecos).
9.º Muammar al-Gaddafi debe ser puesto a disposición del Tribunal Penal Internacional, pero la detención de un presunto criminal, por sí sola, no puede valer de pretexto para emprender, incorporarse o alentar una guerra.
10.º No a la guerra.
___
Firmado: el equipo de administración de la página de la Declaración Universal de los Derechos Humanos. En la ciudad de Bilbao, el día 20 de marzo de 2011.
.Ver mais
Por: Declaración Universal de los Derechos Humanos
Oportuna evocação. Sem ter reparado na coincidência de datas, também pensei que era oportuno celebrar a (primeira?) guerra de Obama.
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Completamente diferente: os “maus”, no caso da invasão do Irque, tinham ido antes aos EUA deitar abaixo duas torres e um bocado do Pentagono. Claro que o EUA tinham que reagir
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Não tem nada a ver com a história da ONU e da Líbia. Os Líbios não sairam de “casa” para ir atacar ninguém.
Por enquanto…..
porque lá que o conseguem fazer como quem espirra, conseguem
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Srª Ana C:
Quem foi deitar as «torres gémeas» abaixos foram o grupo terrorista da Al-Qaeda, proselitado e financiado por sauditas, aliados dos nossos amigos americanos.
A Arábia Saudita tem sido, desde a a invasão soviética do Afeganistão, o maior mentor, financiador e exportador de terrorismo para todo o Mundo.
O Iraque foi, até à invasão do Koweit, um dos melhores aliados dos EUA naquela região, e por causa da ameaça do Irão.
Nessa época Saddam era o «sanababicha» de estimação da administração americana.
O seu erro foi quer o petróleo que estava no Koweit. Claro que para os EUA isso era um grande ataque aos «direitos humanos»…
Com Saddam no poder – o Iraque estava imune à Al-Qaeda e a todo o terrorismo internacional – pois era um regime militar, laico e ligeiramente ocidentalizado.
Com a invasão americana e britânica aquilo virou um inferno e a Al-Qaeda montou acampamentos.
Resultado? Mais miséria, mais exploração, mais corrupção, mais tribalismo, mais radicalismo e fundamentalismo.
A própria comunidade cristã – que no tempo de Saddam era uma comunidade próspera e segura – está em fuga e é perseguida pelos actuais aliados do «Ocidente».
O «Ocidente» a proceder assim está a enterrar-se a cada dia que passa.
E depois não querem que o «terrorismo» chegue às suas casas!
Quem continua a rir-se com isto é a Rússia e a China, que propositadamente deixam os EUA e a Europa de fanicos fazerem estes fogos de artifício, pois sabem que a prazo os EUA e a Europa vão ficar falidos!
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Devido ao sofrimento do povo português neste momento e à ofensiva que se prepara exigimos que as Nações Unidas declarem uma no bombs zona over Portugal.
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ESta intervenção militar na Líbia surgiu no momento certo. Legitimada, autorizada pela ONU e pela Liga Árabe.
(Com consequências locais, regionais e internacionais imprevisíveis).
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Ana C,
“os líbios”, sob comando de Gaddafi, perpetraram ataques ao ocidente ! Este, durante décadas , reagiu, cortou mesmo relações com o ditador.
No entanto, o petróleo, o gás, a “paz” regional e internacional, “abraçou” hipocritamente os “bons” e os “maus”… Vidé reacção intempestiva da França (consumada com toda a disponibilidade militar já no terreno líbio) após um filho de Gaddafi denunciar apoios líbios à candidatura de Sarkozy…
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Depois da «luz verde» à intervenção militar na Libia, por parte de Mr.Obama, todos nós que temos muita compaixão por qualquer mosquinha, ficamos todos à espera, que o Prémio Nobel da Paz e da Treta, intervenha já e rapidamente no Yemen, no Oman, no Bhairen , na Costa do Marfim, na Siria e mesmo Irão, onde a esta hora os civis são perseguidos e abatidos.
Vamos lá Mr. Obama.
Não desiluda quem, na Europa falida e da treta, «votou» em V. Exª….
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O “euroliberal” é que deve estar todo contente. Só não sei é se os eunucos estão a gostar desta brincadeira.
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Sócrates & Amado, se estão a acompanhar nesta madrugada a situação em Trípoli via tv’s internacionais, ficarão preocupados com a vida e o poder do friend e “exemplar líder” Gaddafi (Sócrates, sic) — um telefonama reconfortante e animador, nem que seja para um asssessor do ditador e/ou para o ministro dos negócios estrangeiros, “calha sempre bem”. “Os amigos são para as ocasiões”…
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Um pequenito plágio.
Já tinha sido publicado no meu site e copiado do Drudge Report.
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Entretanto a UE continua a analisar o efeito que as suas sancções tiveram na atitude de Kadafi e em breve tomará uma posição. Já não tarda muito.
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“Prémio Nobel da Paz e da Treta, intervenha já e rapidamente no Yemen, no Oman, no Bhairen , na Costa do Marfim, na Siria ” e em ISRAEL …
Palhaçada internacional esta que acontece, infelizmente vai fazer mais mal a muita mais gente do que bem… e quem ganha com isto é os suspeitos do costume.
[http://www.youtube.com/watch?v=bX7hMj2NKTc]
Eu gostava era de ver as nações em vez de criarem exercitos de guerra e andar a fazer cenas tristes como estas…. era bem melhor que eles tivessem exercito de soldados da paz ( bombeiros e ect) para que quando houvesse mais alguma catástrofe como a k se passou no Japão tivessem os recursos e a disponibilidade de ajudar o próximo…
talvez um dia … quem sabe.
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Há gente que não passa sem uma guerrinha.
Os fabricantes de armas, ainda os compreendo. É negócio.
Agora os que querem eliminar os “maus” como num jogo de computador, gostaria de ver as suas reacções se um Maverick desgovernado atingisse o churrasco que preparavam no quintal.
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para que conste: a CENSURA!
O seu comentário está à espera de aprovação.
«o bando de mentirosos»
2 exemplos da verdade de jmf:
1. o apoio cego a bush na invasão do iraque,porque saddam possuia armas de destruição massiva;
2. a invenção das escutas de sao bento a belém que o jmf nunca explicou.
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o Kadafi sente-se atacado pela ONU, tem direito a responder. De Tripoli a Roma são 1000kms, se fosse romano estaria preocupado.
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“O Iraque foi, até à invasão do Koweit, um dos melhores aliados dos EUA naquela região, e por causa da ameaça do Irão.
Nessa época Saddam era o «sanababicha» de estimação da administração americana.”
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O Arlindo como era de esperar continua a mentir. Mas basta ver quem é que fornecia armas a Saddam para se ver quem eram os amigos deste.
Ou seja: URSS*, França, China, Alemanha RDA e RFA, China, Brasil.
Estes vendiam aos 2 lados Irão e Iraque, a memória é curta e já não há quem se lembre da guerra das cidades em que cada lado bombardeava o outro com Scuds.
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Para este DITADORES SANGUINÁRIOS são sempre desculpáveis: o seu
raciocinio adequa-se ao grau de humidade das suas cuecas . . .
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“Agora os que querem eliminar os “maus” como num jogo de computador, gostaria de ver as suas reacções se um Maverick desgovernado atingisse o churrasco que preparavam no quintal.”
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Espera-se que o Pisco proteste contra os automóveis, aviões e tudo aquilo que pode chocar conosco ou nos cair na cabeça.
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Para o lucklucky, um Maverick é um meio de transporte como um avião, um automóvel, ou talvez uma bicicleta.
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Vale mais um Maverick para destruir uma ditadura ou um passeio de carro?
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NUESTRA POSICIÓN SOBRE LA SITUACIÓN EN LIBIA
—————————————————————-
1.º Estamos de acuerdo en que la Comunidad Internacional debe intervenir.
2.º Manifestamos que esta intervención no debe consistir en una guerra.
3.º Creemos que existen otras formas de arrestar o neutralizar a un dictador.
4.º Cualquier opción, incluso las ‘no perfectas’, será mejor que una guerra.
5.º Las guerras apenas afectan a los tiranos, pero sí a la población civil.
6.º Nos preguntamos por qué no se detuvo y juzgó a Gadafi cuando se pudo.
7.º Nos preguntamos quiénes vendieron armas al régimen de Muammar al-Gaddafi durante todos estos años, y por qué ignoraron el crimen que implica armar a dictadores terroristas.
8.º Nos preguntamos por qué los motivos para actuar contra Muammar al-Gaddafi (Libia), siendo idénticos, no justifican actuar de igual modo contra Teodoro Obiang Gnema (Guinea Ecuatorial), Khalifa bin Zayed Al Nahayan (Emiratos Árabes Unidos), Kim Jong-il (Korea del Norte), Abdalá bin Abdelaziz (Arabia Saudí), Ali Abdullah Saleh (Yemen), Hamad ibn Isa Al Khalifah (Baréin) o Sidi Mohammed ben Hassan ben Mohammed ben Youssef Alaoui (Marruecos).
9.º Muammar al-Gaddafi debe ser puesto a disposición del Tribunal Penal Internacional, pero la detención de un presunto criminal, por sí sola, no puede valer de pretexto para emprender, incorporarse o alentar una guerra.
10.º No a la guerra.
___
Firmado: el equipo de administración de la página de la Declaración Universal de los Derechos Humanos. En la ciudad de Bilbao, el día 20 de marzo de 2011.
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