O logro: os números do défice
15 Abril, 2011
Os números de défice orçamental divulgados são, já na sua génese, uma fraude colossal. Constituem um logro, desde logo porque o valor apresentado é uma proporção do défice do orçamento de estado tendo por base de referência o PIB do país, e não o valor do próprio orçamento. Como o PIB, base de referência para os cálculos, é cerca do dobro do valor do OE, o valor apresentado é pois cerca de metade da dimensão real de défice! Nunca entendi a razão pela qual o défice do OE não se compara com o valor do mesmo orçamento.
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14 comentários
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lol
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É para essas golpadas que o maralhal socialista é esperto!…
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A propaganda oficial a ser usado pelo governo do PS para tentar atirar areia para os olhos dos portugueses
http://brigadascinzacoelho.blogspot.com/2011/03/premio-nobel-da-economia-paul-krugman.html
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“o valor apresentado é uma proporção do défice do orçamento de estado tendo por base de referência o PIB do país, e não o valor do próprio orçamento. Como o PIB, base de referência para os cálculos, é cerca do dobro do valor do OE, o valor apresentado é pois cerca de metade da dimensão real de défice!”
Como?! Não percebi patavina.
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Alguém não deve saber fazer contas.
O Telejornal do Canal 1 da RTP acaba de anunciar SALDO POSITIVO nas contas do 1º trimestre do corrente ano.
Parece que nunca houve na vida orçamental portuguesa resultado tão abonatório e auspicioso.
Afinal, para vocês, aprender a tabuada é assim tão difícil?
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A tupidez arlíndica está a tornar-se insuportável.
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estupidez, é claro
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Já foi explicado o logro em pormenor: não estamos melhor.
Mas tenha calma Arlindo, o FMI vai certamente publicar o que
se apurou da situação monetária. WAIT A MOMENT!!!
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Se eu não pagasse as minhas contas também me sobrava muito dinheiro no fim do mês.
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Arlindo corte de impostos já amanhã não é?
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1 – Saber o valor do défice em % do PIB e não em % do orçamento é útil porque o que é importante para averiguar a sustentabilidade dos défices orçamentais é o tamanho da economia de onde virão as receitas para cobrir esses mesmos défices.
2 – O impacto de ler 14% de défice em vez de 7% passaria rapidamente a partir do momento em que nos habituássemos a ver as figuras de todos os países nessa medida.
3 – Na verdade, tal medida faria os países com menor peso do estado na economia ficar muito pior na fotografia. Se o estado de um país com receitas de 1% do PIB num ano de recessão tiver uma despesa de 2%, temos estes 2 resultados:
(…)
http://ocasodosporcos.blogspot.com/2011/04/notas-sobre-defices.html
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Arlindo,
O saldo é positivo mas o ministro TS diz que só dinheiro para umas semanas, há pagamentos suspensos… não é preciso saber muita matematica para ver que algo está errado.
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O Teixeirinha dis isso mas é só para assustar.
É pra vocês não o gastarem todo nestas férias de Páscoa.
No Algarve, as praias e os hoteís estão cheios.
Onde é que está a crise?
Crise, sofrem os tolos dos finlandeses que passam as tardes e as noites agasalhadinhos em casa!
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O Paulo Morais deveria escrever isto nos seus artigos de jornais. Assim chega a mais pessoas. Sem pessoas com saber não há democracia que resista.
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