A despedida
4 Maio, 2011
Hoje, às 23h, na RTPN, farei a minha despedida do Direto ao Assunto – pelo menos até às eleições.
Temas: a ajuda que Sócrates não queria e de que agora se vangloria (e até o deve fazer já que causou a desgraça que a trouxe), a entrevista de Passos Coelho à RTP (21h) e a morte de um terrorista abrigado pelo Paquistão.
31 comentários
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A saída do programa, neste periodo de campanha eleitoral, é mais um sinal de honestidade e de seriedade deste candidato. Depois das eleições, na qualidade de deputado, espero que volte. O programa só tem a ganhar com a sua presença.
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Obrigado.
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A saída (espero que temporária) do Sr. Prof. Dr. CAA vai ser muito útil ao Sr. Engº Sócrates, pois ele teme mais os comentadores independentes do que os comentadores oficiais com cartão do PSD (ex.Marques Mendes, Santana Lopes, Prof.Marcello, Mogais Sarmento,etc.).
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sair do programa nesta altura é imperativo, mas quando voltar será em que qualidade? comentador independente? não lhe estou a dirigir uma crítica ou qualquer espécie de ataque, é uma questão que julgo interessante pois tem havido vários exemplos de passagem da política para os media e vice versa. pode alguém que assume um papel relevante numas eleições voltar a apresentar-se como um comentador independente da vida política? não vale apontar o exemplo de marcelo rebelo de sousa poi esse nunca foi independente, para mal do seu próprio partido.
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Professor gaste um pouco do seu tempo a ver o site http://www.despesapublica.com
Até o El corte inglês nos vendeu mais de 17.000.000 de euros em software e hardware.
A uma sociedade de advogados foi adjudicada uma renovação de software microsoft por quase 10.000.000 de euros.
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E quem o vai substituir,
é mais gordo ou mais magro?
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Mas que pena!E a Joana fica??
Mais um cabeça de cartaz de circo de aldeia.
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Terei muito gosto em ver o prof. C.A.Amorim na A.R. a distribuir a sua “fruta” por aquela cambada
de incompetentes, agora o País pode contar com a voz esclarecida de um especialista em…quê?
Nem como spin-doctor se aproveita, que se saiba quem se vangloriou do resultado e na prescrição
da troika foi o tutor do lider, o sr.Catroga o homem dos mixes! Azar o meu, com estas derrotas
diárias de José Sócrates, lá o vamos ter com uma maioria absoluta!!!
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Caro CAA, porque tenho efectivamente consideração por si, desde há muito tempo, fiquei na expectativa quanto à sua atitude em relação à participação no programa. Não achava que tivesse de suspender a participação, mas pensava que o faria. E fez. Não votarei no “seu” partido, mas se fosse do seu distrito pensaria melhor e quem sabe se… embora eu seja um pouco mais, digamos, social-democrata (?), à esquerda (?)..
Espero que se mantenha uma voz íntegra e independente.
Sem ironia, pode começar por corrigir uma mentira, multirrepetida por membros do PSD, sem com isto pretender avalizar as más políticas socratinas. Dizem muitos que o PS, no PEC4, queria congelar as pensões mais baixas. Ora, o que está naquele programa é:
“Dada a dimensão do esforço de consolidação, será necessário suspender, nos próximos dois anos, a aplicação da regra automática de indexação de pensões, salvaguardando a actualização, embora moderada, das pensões mais baixas”. SALVAGUARDANDO A ACTUALIZAÇÃO! É que alguma tropa fandanga do PSD não é nada melhor do que a tropa socratina. Um dia o dirá! Felicidades.
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Espero que o douto Prof. CAA não volte à televisão, a partir do dia 5 de Junho, como comentador desportivo azul-e-branco para substituir o «peso pesado» Manuel Serrão.
E nunca seria boa ideia deixar o Emídio Rangel com corda solta no Directo ao Presunto…
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Caro CAA,
suspender para quê? Para dar a ilusão de isenção. Se suspende para se dedicar à campanha, acho muito bem, se não, não valia a pena, pois só daria continuidade à campanha que há muito vem fazendo.
Boa sorte!
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Directo está mal escrito. A troika devia tratar disto.
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‘bai e não boltes’
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Não se pode votar na Troika para as legislativas?
É que é o melhor programa de Governo que vi até agora!
Ecotretas
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Que nunca lhe doa a ‘mao’ para dar fortes e certeiras arrochadas na canalhada que estrangulou a sociedade tuga !
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Não se arranja um lugarzinho para a Joana nas listas do PSD??Então e a abertura á sociedade civil?
Fazia melhor figura que você ou o Nobre e,quanto a estética nem se fala!
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Temos de reconhecer que há por aqui comentários bem espirituosos… valha-nos esta nossa “light maneira de estar” para, com algum bom humor, levar esta cruz ao calvário que e pelo que se vê, se vai tornando cada vez “mais pesada”…
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Carlos Abreu Amorim!!!
Tanto dizer mal
por vezes irracional
para acabar como é habitual
Com um TACHO…
Julgava-o mais vertical…
(engano meu e de muitos outros)
Amorim Abreu Carlos!!!
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Em tempos de fortunas pagas em consultorias e assessorias avulsas, é refrescante o seu gesto. As verdadeiras lições de ética são gratuitas. Espero que o seu gesto não passe em claro.
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Já me sinto mais refrescado nas partes pudendas,mesmo sem estar com as ditas ás claras!
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Porra! O homem ainda não foi eleito e já tem aqui uma série de lambe-botas a elogiá-lo.
Isto é sina nacional…
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#0
Dá cabo deles!
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até as maquilhadoras da rtp – devidamente instruidas pela corja do sócrates – estão a contribuir para uma má imagem do ppc…
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Ora porra,
Me desculpem, mas em face do visto só isto posso dizer.
Já há algum tempo que me desiludi com os subníveis do debate que aqui se faz presente, mas há dias então que parece que se juntam todos.
É assim mesmo, ou as vossas tretas não são para levar a sério?
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Em 28.ABR previ: “Com menos de 120/150 mil milhões do FMI/UE nada se resolve em Portugal. Apenas se adia por uns tempitos uma 2ª intervenção do FMI/UE.”.
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Aí estão eles:
78 + 35 (issued of government bank bonds) + acima de 12 (guarantee of public suport for bank capital) = acima de 125 mil milhões.
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Original completo do Memorando entre a Troika e a Governança Portuguesa:
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Click to access aaa9331deece16f25ecbf35071280f96_fa0d1362239db4a6e680baa18d123599.pdf
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Boa viagem.
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Mea culpa: eu, eleitor e a circum-navegação política do meu país.
Não sei em que tipo de país acordarei a cada dia que passa rumo às próximas eleições legislativas. É um tomo inteiro de Vagabundo dos Limbos de aurora a crepúsculo.
Aliás, mea culpa…!
Deixei de querer saber por uns anos. Optei por não querer saber.
Desiludido com o meio político na era pós-jota, dediquei-me ao meu umbigo. E não quis saber quem governava. Mas até ia votar, ora na “esquerda”, ora na “direita”, sem procurar aprofundar o que cada lado propunha.
Nesse sentido, o facto de actualmente vir aqui uma troika, a meu pedido – sim, o 1º Ministro representa a minha pessoa – após pedir-lhes ajuda e definir, de forma participada pelos políticos que eu elegi para representar a minha voz, o que terei de fazer para pagar a ajuda que eu pedi, é em quota parte da minha responsabilidade.
Porque não quis saber.
Porque deixei que outros decidissem em maior número quem é que vai governar o meu esforço, o meu suor, o meu rendimento, aquilo que posso dar e deixar aos meus filhos.
Porque tenho um 1º Ministro, que me representa, capaz de ardilosamente montar uma novela à volta de tudo aquilo que eu, ao votar, permiti que ele fizesse tanta má opção, opções dispendiosas, caras demais para o meu bolso, que é o orçamento dele, aprovado pelo meu voto – neste caso, com o meu “não voto.”
E agora sou eu que pago. Eu acabei de prejudicar os meus filhos, porque há 16 anos que não quis saber e deixei o meu destino na mão de quem foi votar.
Por tal, não posso escusar a minha pessoa da minha responsabilidade. Não nesta hora! Não agora! Não mais!!!
Chega!
A pessoa que eu quero que me represente como 1º Ministro não pode ser alguém que anos a fio, dia a dia, simplesmente dizia uma e fazia outra e no dia seguinte trocava as voltas.
A pessoa que eu quero que me represente como 1º Ministro não pode ser alguém que tem o descaramento de aproveitar-se da nossa paixão pelo futebol e fazer propaganda eleitoral, pago pelos meus impostos, para querer fazer de nós todos asininos, apregoando que ELE tinha conseguido um bom acordo.
Ele, que afirmou que não pediria ajuda externa, que não governaria com o FMI aqui, que Portugal não precisava tanto de ajuda como OUTROS queriam fazer crer.
Ele, José Sócrates, que afirmou que não haveria despedimentos, cortes, reduções, carga e sobrecarga no orçamento das famílias portuguesas.
ELE conseguiu um bom acordo? Esperem lá…vamos dizer isso em Português vox populi: “Ó pá…prontos eu sei que fiz asneira, até demais, que faz com que agora vos obrigue a todos a fazer uma vaquinha comigo e entrar com a vossa parte para limpar as asneiras. Mas não se preocupem, eu dou-me bem com os gajos e vou conseguir o melhor negócio possível…deixem comigo que safo isto ainda para o nosso lado, aliás ainda consigo convencer os eleitores adeptos da bola e da novela de que isto foi tudo já pensado por mim, para nos safarmos!”
Desculpem o brejo de tom, mas o brejo da atitude e falta de carácter que ele, José Sócrates, provou, de publicamente, enquanto representante de todos os Portugueses e às minhas expensas, vir mentir, descaradamente, em manobra de marketing eleitoral capaz de aproveitar-se dos mais básicos instintos de selvajaria intelectual, querendo fazer do povo Português colectivamente ignorantes, só prova a falta de escrúpulos, desesperada tentativa de salvar a cara…porque o resto já se foi.
E agora é ver esse mesmo actor energúmeno de dedo em riste e punhos cerrados, com a cara zangada exclamar: “Portugueses, temos de trabalhar! Empresários, precisamos que se empenham ainda mais nas nossas exportações, temos de lutar com mais força para vencer esta crise!”
Mas de quem é a real responsabilidade da situação em que o meu querido Portugal se encontra?
Quer dizer, José Sócrates e o seu desgoverno levaram isto à bancarrota e agora a sua máquina eleitoral, tentando controlar desenfreadamente a opinião pública, quer nos fazer querer que só ele é que pode salvar Portugal.
Dito de outra forma, ele é o remédio para a nossa doença – a panaceia miraculosa, porque tanto o antibiótico como o vírus são a mesma pessoa: José Sócrates!
Não!
Não mais!
Eu tenho na minha mão a opção de dizer ACABOU!
Eu, portuguesmente orgulhoso e que acredito no meu país, na nossa capacidade de trabalhar, produzir, gerir e ser governado com as minhas receitas e despesas.
Deixei os outros decidir quem governasse…eis a minha factura: 78 mil milhões, com juros!
Permiti que, possivelmente, a década de infante dos meus filhos seja marcada pelo triste, resignado e dorido: “Filha, filho, não podemos…!”
Mas hoje, EU posso fazer com que ELE, José Sócrates, pague o preço dele!
Eu, eleitor…está na mão de cada um de nós apontar o dedo certo a quem cometeu tanto erro seguido e que seja castigado!
Eu, eleitor, endividado à custa de outros, pagante da factura que delapidou o meu Portugal!
Eu, eleitor, chamo a mim a responsabilidade de querer saber quem me governa e como.
Eu, eleitor, não quero mais este José Sócrates nem o PS.
Eu, eleitor, voto Pedro Passos Coelho, voto PSD!
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Refrescante. Vou sacudi-lo.
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Faço minha a pergunta do Ecotretas
Não podemos votar na troika para o próximo governo?
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CAA,
Será impressão minha ou está a perder “convicção”‘
Ontem estava uma sombra do que costuma ser,pouco assertivo,quase distraído…será que está a arrepender-se? É só mais um!
A Joana sempre é melhor companhia e mais divertida,mesmo com o empata do Emídio,do que o PPC,Nobre,Catroga etc.
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como diria um grande democrata que escreve neste blog, vai-te embora e já vais tarde
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