a responsabilidade política não basta
Não há muita diferença entre a gestão de uma empresa e a administração do estado. Esta é uma lição que deve ser retirada da actual crise por aqueles que pensam que a política e o governo dão para tudo e servem para pôr em campo qualquer coisa que lhes saia da cabeça. Como em qualquer empresa, se for mal gerido e se se endividar para além do razoável, o estado, neste caso, infelizmente, o país que estiver sob a sua gestão, perde valor, encontrará piores condições de negociação nos mercados e terá sempre os credores à porta. No limite, abre falência, cessa pagamentos, promove despedimentos por puras razões contabilísticas, falha os compromissos perante os credores e deixa mesmo de cumprir as suas obrigações fiscais, isto é, por ironia, as que tem para consigo próprio.
Numa qualquer empresa, a gestão que lese os interesses dos sócios e credores, não necessariamente com intenção dolosa, note-se, leva à responsabilidade civil e, frequentemente, à responsabilidade criminal dos administradores e até de outros responsáveis secundários. Na empresa-estado, da qual todos somos accionistas forçados, a responsabilidade pela gestão indevida dos recursos que nos são coercivamente retirados é somente política. Isto é, não é verdadeira responsabilidade pessoal, porque não penetra na esfera civil e penal do agente causador do dano.
Consequentemente, quando lemos notícias como esta, a ser verdadeiro o seu mirabolante conteúdo, não pode deixar de se perguntar se os políticos que exercem funções na administração pública devem permanecer imunes às consequências dos seus actos de gestão, ou se, no mínimo, devem passar a ser tratados nos mesmos termos legais de qualquer normal empresário.

Alemão chateado com os portugas
Parem lá, c’um caramba, diz ele. Mas é tudo
que eu lhes ando a dizer há muito. Se não, vejam:
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O raciocínio é correcto.
Contudo, devemos pôr todos os politicos, gestores, directórios partidários, poder judicial e deputados, desde a última saída do FMI (em 1985) e entrada na então CEE (1986).
As responsabilidades são de todos.
E todos deviam ser responsabilizados.
Vejam o caso da Ponte Vasco da Gama.
Isto é só um «cheirinho»….
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O que há com a Ponte Vasco da Gama, ó palerma?
Essa mania de que é tudo igual, somos todos culpados, etc., há-de acabar um dia. Esperemos que seja 5 do mês que vem.
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a “democracia” é do melhor que há prós governantes , sempre caviar . para nós é que nem por isso. só nos deixam castigar um de cada vez e para castigarmos um temos de premiar outro , mesmo que seja tão mau ou pior que o castigado. que raio de sistema tão pescadinha de rabo na boca.
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____É VERDADE, mas
SAQUE SISTEMÁTICO E DOLOSAMENTE PERSEGUIDO
ATÈ À BANCARROTA É OBRA SÒCRATES , DE MAIS NINGUÉM. . .
(para mais avisado com antecedência de que a economia começava a agoniar. . .)
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Desculpem lá, mas essa ideia de processar todos os políticos lembra-me a situação do tipo que ficou chateado por o carro dele ter sido multado e uma fileira de carros que também estavam mal estacionados ter escapado à multa…
É mesmo a melhor forma de não processar ninguém.
Acho que o caminho deve ser outro: cada vez que uma situação de potencial gestão danosa aparecer devem os respectivos responsáveis responder civil e criminalmente se for caso disso.
Estou inteiramente concordante com o autor do post: é processá-los à medida que eles forem sendo apanhados – remédio santo preventivo, não direi para toda a corrupção, mas seguramente para uma boa fatia de situações de tentação.
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“Não há muita diferença entre a gestão de uma empresa e a administração do estado.”
Não tem razão Rui a. e a novela da Taxa Social Única ai está para demonstrar como uma medida aparentemente correta do ponto de vista da gestão empresarial para “desvalorizar” o preço do trabalho, aumentar a competitividade da nossa economia e induzir crescimento, vai acabar por se revelar a prazo mais uma monumental estupidez, porque vai criar desequilíbrios perigosos na gestão da Segurança Social recentemente reformada. A não ser que acreditemos na treta de que se vão criar formas de compensação.
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O Estado não pode ser dirigido como uma empresa. Nenhuma empresa moderna trabalha com uma visão de tão longo prazo como aquele que se exige à governança e um Estado.
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Daí que os verdadeiros estadistas sejam tão raros, pois têm de ser visionários, coisa que hoje na Europa não encontramos, nem se procurarmos à lupa.
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Na ponte Vasquinho da Gama, prova-se que melhor do que ser ministro, é ser ex-ministro….
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Deixemos a terminologia legal de lado. Seja qual for a cor a dar à imagem, todos sabemos o que isto é: roubo. Roubo. Assim, como roubo é crime, resta saber quem será preso.
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Nem mais rui a, nem mais, é isso aí. Há milhas que ando a dizer o mesmo.
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entre pentelhos e chatos, leia-se sócretinos, prefiro os pentelhos!
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taxa juro do empréstimo/UE: 5,7% ; crescimento económico: -2%
taxa juro do empréstimo/UE: 5,7% ; crescimento económico: -2%
taxa juro do empréstimo/UE: 5,7% ; crescimento económico: -2%
taxa juro do empréstimo/UE: 5,7% ; crescimento económico: -2%
taxa juro do empréstimo/UE: 5,7% ; crescimento económico: -2%
taxa juro do empréstimo/UE: 5,7% ; crescimento económico: -2%
taxa juro do empréstimo/UE: 5,7% ; crescimento económico: -2%
taxa juro do empréstimo/UE: 5,7% ; crescimento económico: -2%
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quem vai gerir (1) taxa juro do empréstimo/UE: 5,7% (2) crescimento económico: -2% ? – cds/psd/ps
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depois não digam que não foram avisados e entretanham-se com o vocabulário de Cartoga ou com a picareta falante de Assis.
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Lembram-se quando Cavaco desmantelou a nossa produção nacional; as nossas pescas;a nossa pecuária;a nossa agricultura; a nossa indústria naval; a nossa engenharia de pontes, barragens; a nossa metalomecânica, etc, etc.
A partir dessa altura começou-se a vender Portugal à Europa e os países ricos da Europa aproveitaram esta ciecunstância para inundar o nosso mercado com tralha, quinquilharias, popós, produtos agícolas, lactícinios, etc.
Tudo a troco de subsídios para abater barcos, explorações e pequenas indústrias.
O que é que o cavaquismo fez para «colmatar» tudo isto: cursos estratoféricos financiados pelo FSE (grande negócio, para alguns); auto-estradas e intenerários principais que mais pareciam roletas russas e abrir «universidades» privadas onde se dava cirsos de caneta e bloco A4,etc.
Chegados aqui, estamos dependentes da puta da Europa.
Solução? Mandar a Europa à merda e ir à luta como os nossos avoengos fizeram.
Pagar as dívidas e nunca mais comprar nada (nem carros, nem submarinos, nem yogurtes, nem frutas, nem telemóveis, etc.) à Europa.
Nada de lamúrias. É arregaçar as mangas. Mais trabalho e menos goela.
Quem não quiser esta solução, a porta do país está aberta!….
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Desculpem lá um instantinho!!!
ISTO NUNCA MAIS ACABA?
Lembrem-se do Hosny Mubarak: está de residência fixa,
o filho também sob a alçada da justiça . . .
SERÁ QUE OS EGIPCIOS TÊM DE NOS ENSINAR
COMO TRATAR OS LADRÕES? BEM. BEM.
SÓCRATES É SUSPEITO DE ANDAR A ROUBAR-NOS
PARA ELE E PARA OS COLEGAS DE PARTIDO, LOGO . . .
Em França também há exemplos de ex-presidentes a braços com a Justiça.
Qual é a justificação legal da imunidade cá? QUAL SERÁ?
Se nada for provado sairá em liberdade, SENÃO . . .
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O que eu vejo à solta são os ex-ministros do Kavaquistão.
Lembram-se da Banca Nazionale di Pulhas?
Por que é que andam livremente e ainda vão à missa ao domingo, bem aperaltados e confortáveis nos seus bólides de alta cilindrada e com chófeur?
Nos países árabes, pelo menos, a justiça está funcionando….
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O país andou a ser governado estes últimos 15 anos por jogadores de casino compulsivos. Há que interná-los!
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Lembram-se quando o D. Afonso Henriques
faltou à palavra dada e o aio Egas Moniz teve de
ir a Espanha, baraço ao pescoço, pedir perdão?
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É exactanente por haver gajos ignorantes que pôem socialistas a fazer governos de ladrões. Como é óbvio (segundo Soares…), os Governos devem ser compostos por gente séria e de bem. Percebeu?
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Incompetentes? Não. Criminosos?Sim… Queixa CRIME CONTRA DESCONHECIDOS Um mui Velho “ESTADO SOCIAL” com imensos IDOSOS , onde a “velhice abandonada” não tem legitimidade constitucional . Aqui está o mais Velho “ESTADO SOCIAL” de Velhos , onde a Segurança Social se encontra em estado de “pós-falência” …Principal suspeito: Anibal Cavaco Silva . Prescrito ?… O ESCAVACADO HUMANISMO DE CAVACO !!! Vêm agora alardear que Cavaco Silva enquanto P.M. deu um 14º mês aos reformados mas não dizem que Cavaco Silva desviou milhares de milhões de euros da Segurança Social pondo em risco a sua sustentabilidade e como corolário até um possivel não pagamento … Relativamente ao funcionalismo publico que ele duplicou… , na Universidade do Porto , em 2002 , Cavaco Silva disse :“Como é que nos vamos ver livres deles ? Reformá-los não resolve o problema porque deixam de descontar para a Caixa de Aposentações e portanto diminui tambem a receita de IRS. Só resta esperar que acabem por morrer .“.Um Velho “ESTADO SOCIAL” de Velhos onde não existe “natalidade” Apenas velhice !…Este velho e caduco “ESTADO SOCIAL” gastou 40 milhões de contos em “abortos” !… O aborto então substitui o preservativo …em prejuizo.de outros custos com dignidade constitucional superior .Este “ESTADO SOCIAL” deixou de comparticipar as “cesarianas” !…A interrupção voluntária da gravidez tem “abono de maternidade” !…Este “ESTADO SOCIAL” acabou com o “abono de familia” !…Este “ESTADO SOCIAL” não tem incentivos à “natalidade” . Principal suspeito : José Socrates Pinto de Sousa. E virou “paraiso de criminosos” este “ESTADO SOCIAL” analfabeto ,onde coabitam a “obesidade” e outros quejandos mentais , com uma incurável “leucemia social”, e o “automóvel” e o “betão” estão na escala 20 , enquanto a saude e a educação se encontram na escala zero …“In casu” , os GOVERNADOS são irresponsáveis ? “Ad minus” , inimputáveis …E os GOVERNANTES ? Quais as consequências criminais da dolosa “caça ao voto” pelos governantes , sustentada com base em usurários emprestimos do Estrangeiro que os governados não podem pagar ? E é que os verdadeiros lesados não foram beneficiarios do crime … Em 1984 ,o Dr. Salgado Zenha apresentou uma quexa crime contra desconhecidos por “desvios orçamentais” , infracção criminal p. e p. no artigo 13º da Lei nº 266 de 27 de Julho de 1914 , com duvidoso despacho do Mº Pº de que aquela lei havia sido revogada pelo 25 de Abril , tendo sido tardiamente , 13 anos depois , substituida pela Lei nº 34/87 de 16 de Julho . A par de “truques contabilisticos” e vendas e compras pelo próprio Estado , o OGE 2011 (Lei nº 55-A/2010 de 31/12) foi elaborado com recurso a emprestimos a taxas de juro inferiores às usurárias taxas actualmente praticadas superiores a 10% ,com uma legalidade duvidosa (Regulamento Geral Emissão e Gestão Divida Publica-Lei nº 7/98 de 3 de Fevereiro) e é obvio que o deficit orçamental previsto não vai ser alcançado . Encontram-se preenchidos os necessários(consciente e dolo eventual) requisitos nos termos do artigo 14º da supracitada Lei nº 34/87 , para o procedimento criminal contra o Ministro das Finanças e outros …Compete ao PGR a defesa da legalidade !… Deve o Ministro das Finanças ser notificado para apresentar as CONTAS GERAIS DO ESTADO previsionais relativas a esta decada (2012-2022) , acompanhadas de Pareceres do Tribunal de Contas . Dixit…
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