Óptima ideia.
Então por que é quele o D. Loureiro é o «conselheiro especial» do Passos Coelho, logo ele que demonstrou não ter nenhuma responsabilidade social e coleccionou «prejuízos» (golpes!) a torto e a direito?
Mais um tiro no pé dos «liberais» tugas…
Responsabilidade social da empresa para portugueses: ter lucro, mas disfarçá-lo por expedientes juridico-financeiros de modo a pagar menos impostos possíveis, tb conhecido por “pão nosso de cada dia”
Tenho uma empresa que desenvolve projectos de responsabilidade social corporativa e marketing social (www.bmspub.com). Apesar disso digo sempre aos meus clientes que a primeira, e mais importante, responsabilidade social de uma empresa é pagar salários dignos e sustentáveis aos seus colaboradores. Se não fizerem isso todo o “folclore” que venham a fazer será até contraproducente.
Não conseguem melhor do que isto???
A direita ultra-liberal portuguesa está senil e ultrapassada.
Não se incomodem que a resposta à realidade vai-vos responder à altura.
Coitadinhos.
E depois não sabem porque é que estão na iminência de perder a hipótese de ir rapar o tacho…
É com tiradas destas que se destrói qualquer hipótese do liberalismo ser a corrente dominante em Portugal. Excepto se pessoas como eu, mais centristas, se lançarem na divulgação de um liberalismo versão soft.
Responsabilidade social das empresas: não obterem subsídios dos contribuintes, a título disto e daquilo.
Acabar com esses vergonhosos «Rendimentos Máximos Garantidos».
O lucro deve ser visto como uma remuneração por um serviço ou por um bem útil à sociedade. Como se fosse um certificado conforme se serviu o seu semelhante de forma que este considerou útil. Quanto maior o lucro, melhor se serviu os individuos que compõem a sociedade.
«Quanto maior o lucro, melhor se serviu os indivíduos que compõem a sociedade».
Frases destas atestam o nível de ignorância e iliteracia dos nossos «liberais» tugas.
Faz-me lembrar a «banca tuga»- onde em tempos faziam autênticos arraiais para divulgarem os grandes lucros (muitos deles obtidos por processos ilícitos!, mesmo enganando pequenos accionistas) e os grandes prémios aos «gestores» – e que torraram milhões e milhões, para além de terem explorado e enganado muitos clientes e aforradores.
Como li algures: «Até à pouco tempo, era o Estado que recorria à banca. Agora é a Banca que recorre ao Estado..» (isto é , aos pobres contribuintes (incluindo os não-liberais).
Onde está a responsabilidade social da banca, depois de terem auferido lucros milionários?
Onde está responsabilidade dos accionistas depois de terem auferisdo milhões e milhões de dividendos, muitos deles fora da tributação?
Se o paleio fiado pagasse imposto, Portugal estaria numa situação de credor perante o FMI…
Impressionante como o lucro é tão odiado pela malta. Impressionante. Mas depois aceitam bem que o Estado subsidie empresas. Vá-se lá perceber esta gente.
.
.
Olhe, esta vai de vento em popa em Espanha:
.
.
“A portuguesa Renova anunciou hoje ter ampliado para 12% a sua quota de mercado em Espanha no primeiro trimestre do ano, reforçando uma liderança que mantém há mais de cinco anos consecutivos.
.
“Num segmento de mercado que vale mais de 84 milhões de euros, de acordo com dados da Kantar WorldPanel, as vendas da marca Renova no primeiro trimestre de 2011 representaram 12% do valor de mercado, um crescimento de quase 30% da sua quota, em relação ao mesmo período de 2010”, indicou a empresa em comunicado.
.
A empresa portuguesa, que está presente no mercado espanhol deste 1990, diz que “os bons resultados em Espanha, revelam-se também noutros mercados, tendo a empresa apresentado um crescimento em termos de exportação”.
.
Para a Renova, os mercados prioritários são Espanha, França, Bélgica e Luxemburgo.
.
A Renova comercializa produtos como guardanapos de papel, papel higiénico, rolos de papel de cozinha e lenços de papel descartáveis, entre outros.”
.
In http://www.oje.pt/noticias/negocios/renova-reforca-quota-de-mercado-em-espanha-para-12
.
.
E quais são os mercados prioritários da Renova?
.
“Para a Renova, os mercados prioritários são Espanha, França, Bélgica e Luxemburgo.”
.
.
Pelos vistos estes gajos são nabos, pois na óptica da inteligentsia sulista, devia ser o Brasil e Angola, não é verdade?
Não se entende esta provocação. Afinal onde é que quer chegar? As empresas não devem ter qualquer função social? Isso faz sentido? Acho que não devemos brincar com coisas sérias…
Accionistas, Clientes, Fornecedores, Trabalhadores, Estado…as partes interessadas de uma qualquer Renova; e isto, que se saiba, nao tem que ver (sÓ) com lucro nem com Norte-Sul.
Este «Anti-Comuna» é um cromo.
Por que é que todas as empresas «capitalistas» que geram «lucros» andam sempre agarradinhas ao poder estatal e politico para obterem vantagens, benefícios fiscais, taxas baixas, terrenos ao preço da chuva e mão-de-obra ao preço da escravatura?
Muitas delas têm lucros, sim, mas com os impostos dos contribuintes, ó palhaço.
É como aquele professor, grevista a tempo inteiro, que me disse que pagava impostos, etc, etc.
Eu disse, sim senhor, pagas impostos mas com os impostos dos outros, daqueles que trabalham; daqueles que não fazem greve.
Hoje em dia – até nos EUA! – grande parte desses «lucros» são transferências maciças de recursos da sociedade.
Deixem-se de capitalismo criativo e outras tretas para embalar totós!
“Por que é que todas as empresas «capitalistas» que geram «lucros» andam sempre agarradinhas ao poder estatal e politico para obterem vantagens, benefícios fiscais, taxas baixas, terrenos ao preço da chuva e mão-de-obra ao preço da escravatura?
Muitas delas têm lucros, sim, mas com os impostos dos contribuintes, ó palhaço.”
.
.
Pois. Devem ser as empresas que Vc. admira ou conhece. Mas diga-me, acha que as empresas não devem ter lucros? É isso? lololololololololol
Agora já percebi a sua profunda admiração pelo Sócrates, caro Arlindo. Não precisa de dizer muito mais sobre as suas capacidades intelectuais. ehehehhheh
Eu cá para dar lucros sempre vou preferindo assim umas empresas tipo monopólio natural, vender Magalhães ao Sócrates, ou fazer uns ajustes directos com a Parque Escolar.
Embora falem contra o Lucro , a Esquerda toda só se mexe por Lucro.
O Poder sobre os outros é o que mais atiça a ganância da Esquerda.
Por exemplo a “Escola Publica” só existe por Lucro: Aumento Poder Estado e consequente lucro da Ideologia da Esquerda e dos Funcionários e Sindicatos. O Lucro que dá um estrutura de Poder tendo por detrás o Estado.
Mas o Lucro da Esquerda é Imoral. Obriga os outros a comprar os seus produtos.
“Responsabilidade social da empresa: ter lucro.”
.
E a Banca (CGD, BCP,BES,BPI) com a elevada responsabilidade social que sempre a caracterizou esforça-se sempre um pouco mais.
.
Agora com a inflação e as taxas de referência a subir diminui as taxas de remuneração dos depósitos e nos contratos dos empréstimos deixam de ter riscos.
.
É enternecedor ver tanta responsabilidade social!
Responsabilidade social foi no BPN: grandes lucros para as algibeiras dos administradores, accionistas, «clientes especiais»,etc. versus contribuintes tugas totós.
É como agora o que está acontecendo com a banca: vão ter apoios e garantias do Estado (dos contribuintes) e ficam com carta branca para alterarem unilateralmente as taxas de juros contratualizadas com clientes!
E tudo isto com o agremente da «entidade reguladora»! (O Governador também está revelar-se um bom cromo ou um «verbo de encher» como se diz no jargão!!!!)
É este o capitalismo responsável e a concorrência que apregoam?
Tenham vergonha na cara, ó «liberais» tugas!
António Parente,
Já lhe estava para responder há uns dias, a propósito de um comentário seu sobre o novo “liberalismo” do CDS e de Paulo Portas, não o fiz na altura, mas vai agora. É muito simples: estas coisas dos liberalismos e afins não caem do céu, nem são inventadas ao sabor das sensibilidades pessoais dos comentadores do Blasfémias; têm autores, livros, debates ao longo do tempo e da história, factos, protagonistas, pessoas envolvidas e por aí em diante. De modo que, apesar da sua generosidade em voluntariar-se para divulgar um “liberalismo versão soft”, lamento desiludi-lo mas provavelmente vc. estaria a falar de outra coisa completamente diferente daquilo que o liberalismo clássico é. Como qualquer aluno universitário que estude um bocadinho de teoria das ideias políticas lhe poderá explicar, o liberalismo encontra-se bem explicado por alguns autores clássicos (frequentemente falamos deles aqui no Blasfémias) e não tem versões soft ou hard. Poderá ter algumas nuances e divergências entre os seus principais autores, mas os princípios estruturantes, o modo de encarar certas coisas (o estado, a propriedade, o indivíduo, etc.) são-lhes comuns. Procure, então, noutras paragens (vá andando pela democracia-cristã e pela social-democracia), que é capaz de encontrar o que procura.
Cumprimentos
P.S.: A propósito, a “tirada” não é minha, mas do Milton Friedman, por sinal Nobel da Economia.
“E a Banca (CGD, BCP,BES,BPI) com a elevada responsabilidade social que sempre a caracterizou esforça-se sempre um pouco mais.”
.
Excelente, Informação acessível e disponível para todos. Supostamente indica que é uma actividade lucrativa .
Porque não compra acções ou funda um banco?
Como é de esperar tal como a maioria dos portugueses quer congelar o mundo. Não admira que Salazar tenha durado 40 anos.
É verdade «Portela».
Encontram-se mais seguidores (executantes, práticos) do Milton Friedman na China Comunista do que no «Ocidente», já para não falar dos nossos «liberais» tugas, que são quase todos funcionários públicos ou financiados pelo Estado Social.
Arlindo…parece um daqueles Comunistas que trabalham em empresas privadas.
Não são obrigados.
Ao contrario dos outros que são obrigados a contribuir para o seu Estado Soci@lista…
Eu gosto do liberalismo, acho que os seus princípios movem as sociedades. Do ponto de vista cultural, todos devíamos ser liberais. Um dos problemas deste país em que vivemos é que sempre dependemos do Estado. É uma dependência psicológica muito nociva. O problema é que não se pode implementar o liberalismo no seu estado mais puro numa sociedade com estruturas arcaicas. Pode conduzir a um desastre de grandes proporções.
Quanto ao eu procurar outras paragens não sei se é um convite a eu abandonar esta caixa de comentários. Por via das dúvidas é o que farei. Se continuasse a discutir consigo quando sinto que a minha presença não é desejada estaria a ser mal educado e inconveniente e isso é uma coisa que eu não desejo ser.
Não sou anti-liberal, quero que fique registado. Talvez a forma como me exprimo e o facto de contrariar sempre o que escreve dê uma ideia de oposição ao liberalismo. Tenho sempre o cuidado de não ficar sempre em oposição a um determinado blogger para não dar a ideia de “perseguição” pessoal mas parece que desta vez não fui competente nesta matéria e exagerei.
Cumprimentos (sem ressentimentos)
António Parente
p.s. 1 – conheço o Milton Friedman há muitos anos, estudei as suas teorias na minha licenciatura em economia.
p.s. 2 – não precisa responder, não vou ler porque encerro a minha participação na caixa de comentários do blasfémias. como é óbvio continuar a ler o blogue, não estou “amuado” com ninguém.
António Parente,
O debate de ideias é sempre uma satisfação. Mas deve ser contido e, consequentemente, expressões como “tiradas destas” não ajudam muito à contenção. Por consequência, não tem nada que abandonar coisa nenhuma e continuarei a ler, com gosto, o que disser e retorquirei quando me parecer útil para que o debate possa ser elevado, o que certamente sucederá com frequência.
Cumprimentos cordiais,
Reconheço que o meu comentário não foi feliz mas não tive a pretensão de ser mal intencionado. Não vejo uma caixa de comentários como um campo de batalha nem me considero uma espécie de “cavaleiro” em luta contra o que quer que seja nem contra qualquer blogger. Procuro sempre que os meus comentários ofereçam a quem escreve uma perspectiva diferente e que lhes seja útil. Não espero que me respondam porque toda a gente tem mais que fazer. É só isso.
O que se estuda num curso de economia sobre Milton Friedman tem a ver com a teoria económica e não com política. Milton Friedman merece a admiração de quem estudou ou estuda economia porque foi um dos melhores entre os melhores. Pode-se não concordar integralmente com a sua visão liberal da sociedade mas muitas ideias são válidas e até deviam (devem) ser aproveitadas por governos de esquerda.
Não reconheci a frase do post como sendo de Milton Friedman. É verdade, admito-o. E agora? Fico desacreditado para o resto da minha vida? Devo encerrar imediatamente a minha carreira de comentador de blogs? Devo imolar-me no altar-mor da caixa de comentários?
Cordiais saudações e continuação de bons debates por aqui.
“Excelente, Informação acessível e disponível para todos. Supostamente indica que é uma actividade lucrativa .
Porque não compra acções ou funda um banco?
Como é de esperar tal como a maioria dos portugueses quer congelar o mundo. Não admira que Salazar tenha durado 40 anos.”
.
Ó Lucky lá está você a atirar com as duas mãos e a acertar…ao lado. Há muito que parte significativa dos lucros dos bancos não vão para os donos (os accionistas) nem para os clientes que lá depositam o
seu dinheiro, vão para os especuladores e para a classe privilegiada dos novos banqueiros: Jardins, Varas e quejandos.
.
E acabe lá com essa treta dos quarenta anos de salazarismo, que é um argumento bafiento.
“Há muito que parte significativa dos lucros dos bancos não vão para os donos (os accionistas) nem para os clientes que lá depositam o
seu dinheiro, vão para os especuladores e para a classe privilegiada dos novos banqueiros: Jardins, Varas e quejandos.”
Nesse caso, em vez de se tornar banqueiro, torne-se especulador.
http://notaslivres.blogspot.com/2011/05/as-empresas-nao-votam.html
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Óptima ideia.
Então por que é quele o D. Loureiro é o «conselheiro especial» do Passos Coelho, logo ele que demonstrou não ter nenhuma responsabilidade social e coleccionou «prejuízos» (golpes!) a torto e a direito?
Mais um tiro no pé dos «liberais» tugas…
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Responsabilidade social da empresa para portugueses: ter lucro, mas disfarçá-lo por expedientes juridico-financeiros de modo a pagar menos impostos possíveis, tb conhecido por “pão nosso de cada dia”
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Tenho uma empresa que desenvolve projectos de responsabilidade social corporativa e marketing social (www.bmspub.com). Apesar disso digo sempre aos meus clientes que a primeira, e mais importante, responsabilidade social de uma empresa é pagar salários dignos e sustentáveis aos seus colaboradores. Se não fizerem isso todo o “folclore” que venham a fazer será até contraproducente.
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por vezes (muitas) a malta do Blasfémias parece um pouco primária; a técnica da provocação também precisa de ser (…um pouco, basta) inteligente.
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Não conseguem melhor do que isto???
A direita ultra-liberal portuguesa está senil e ultrapassada.
Não se incomodem que a resposta à realidade vai-vos responder à altura.
Coitadinhos.
E depois não sabem porque é que estão na iminência de perder a hipótese de ir rapar o tacho…
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É com tiradas destas que se destrói qualquer hipótese do liberalismo ser a corrente dominante em Portugal. Excepto se pessoas como eu, mais centristas, se lançarem na divulgação de um liberalismo versão soft.
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Responsabilidade social das empresas: não obterem subsídios dos contribuintes, a título disto e daquilo.
Acabar com esses vergonhosos «Rendimentos Máximos Garantidos».
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A partir do momento em que se baixe a TSU, muitos empresários (patrrões) investirão a poupança no imposto social em Ferraris.
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O lucro deve ser visto como uma remuneração por um serviço ou por um bem útil à sociedade. Como se fosse um certificado conforme se serviu o seu semelhante de forma que este considerou útil. Quanto maior o lucro, melhor se serviu os individuos que compõem a sociedade.
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«Quanto maior o lucro, melhor se serviu os indivíduos que compõem a sociedade».
Frases destas atestam o nível de ignorância e iliteracia dos nossos «liberais» tugas.
Faz-me lembrar a «banca tuga»- onde em tempos faziam autênticos arraiais para divulgarem os grandes lucros (muitos deles obtidos por processos ilícitos!, mesmo enganando pequenos accionistas) e os grandes prémios aos «gestores» – e que torraram milhões e milhões, para além de terem explorado e enganado muitos clientes e aforradores.
Como li algures: «Até à pouco tempo, era o Estado que recorria à banca. Agora é a Banca que recorre ao Estado..» (isto é , aos pobres contribuintes (incluindo os não-liberais).
Onde está a responsabilidade social da banca, depois de terem auferido lucros milionários?
Onde está responsabilidade dos accionistas depois de terem auferisdo milhões e milhões de dividendos, muitos deles fora da tributação?
Se o paleio fiado pagasse imposto, Portugal estaria numa situação de credor perante o FMI…
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Impressionante como o lucro é tão odiado pela malta. Impressionante. Mas depois aceitam bem que o Estado subsidie empresas. Vá-se lá perceber esta gente.
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Olhe, esta vai de vento em popa em Espanha:
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“A portuguesa Renova anunciou hoje ter ampliado para 12% a sua quota de mercado em Espanha no primeiro trimestre do ano, reforçando uma liderança que mantém há mais de cinco anos consecutivos.
.
“Num segmento de mercado que vale mais de 84 milhões de euros, de acordo com dados da Kantar WorldPanel, as vendas da marca Renova no primeiro trimestre de 2011 representaram 12% do valor de mercado, um crescimento de quase 30% da sua quota, em relação ao mesmo período de 2010”, indicou a empresa em comunicado.
.
A empresa portuguesa, que está presente no mercado espanhol deste 1990, diz que “os bons resultados em Espanha, revelam-se também noutros mercados, tendo a empresa apresentado um crescimento em termos de exportação”.
.
Para a Renova, os mercados prioritários são Espanha, França, Bélgica e Luxemburgo.
.
A Renova comercializa produtos como guardanapos de papel, papel higiénico, rolos de papel de cozinha e lenços de papel descartáveis, entre outros.”
.
In http://www.oje.pt/noticias/negocios/renova-reforca-quota-de-mercado-em-espanha-para-12
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E quais são os mercados prioritários da Renova?
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“Para a Renova, os mercados prioritários são Espanha, França, Bélgica e Luxemburgo.”
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Pelos vistos estes gajos são nabos, pois na óptica da inteligentsia sulista, devia ser o Brasil e Angola, não é verdade?
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Não se entende esta provocação. Afinal onde é que quer chegar? As empresas não devem ter qualquer função social? Isso faz sentido? Acho que não devemos brincar com coisas sérias…
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Assim falou o profeta. Bendita a sua palavra. Fique atento às próximas edições dos aforismos da bíblia do comunismo bancário.
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Accionistas, Clientes, Fornecedores, Trabalhadores, Estado…as partes interessadas de uma qualquer Renova; e isto, que se saiba, nao tem que ver (sÓ) com lucro nem com Norte-Sul.
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Portela, uma empresa sem lucros vai à falência. A menos que se dê subsidios ou se projeja as empresas para lhes oferecer lucros sem os merecerem.
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Este «Anti-Comuna» é um cromo.
Por que é que todas as empresas «capitalistas» que geram «lucros» andam sempre agarradinhas ao poder estatal e politico para obterem vantagens, benefícios fiscais, taxas baixas, terrenos ao preço da chuva e mão-de-obra ao preço da escravatura?
Muitas delas têm lucros, sim, mas com os impostos dos contribuintes, ó palhaço.
É como aquele professor, grevista a tempo inteiro, que me disse que pagava impostos, etc, etc.
Eu disse, sim senhor, pagas impostos mas com os impostos dos outros, daqueles que trabalham; daqueles que não fazem greve.
Hoje em dia – até nos EUA! – grande parte desses «lucros» são transferências maciças de recursos da sociedade.
Deixem-se de capitalismo criativo e outras tretas para embalar totós!
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“Responsabilidade social da empresa: ter lucro.”
Responsabilidade social do empregado: não ser deixar comer para que a empresa tenha lucro.
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“Por que é que todas as empresas «capitalistas» que geram «lucros» andam sempre agarradinhas ao poder estatal e politico para obterem vantagens, benefícios fiscais, taxas baixas, terrenos ao preço da chuva e mão-de-obra ao preço da escravatura?
Muitas delas têm lucros, sim, mas com os impostos dos contribuintes, ó palhaço.”
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Pois. Devem ser as empresas que Vc. admira ou conhece. Mas diga-me, acha que as empresas não devem ter lucros? É isso? lololololololololol
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Agora já percebi a sua profunda admiração pelo Sócrates, caro Arlindo. Não precisa de dizer muito mais sobre as suas capacidades intelectuais. ehehehhheh
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Eu cá para dar lucros sempre vou preferindo assim umas empresas tipo monopólio natural, vender Magalhães ao Sócrates, ou fazer uns ajustes directos com a Parque Escolar.
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Embora falem contra o Lucro , a Esquerda toda só se mexe por Lucro.
O Poder sobre os outros é o que mais atiça a ganância da Esquerda.
Por exemplo a “Escola Publica” só existe por Lucro: Aumento Poder Estado e consequente lucro da Ideologia da Esquerda e dos Funcionários e Sindicatos. O Lucro que dá um estrutura de Poder tendo por detrás o Estado.
Mas o Lucro da Esquerda é Imoral. Obriga os outros a comprar os seus produtos.
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“Responsabilidade social da empresa: ter lucro.”
.
E a Banca (CGD, BCP,BES,BPI) com a elevada responsabilidade social que sempre a caracterizou esforça-se sempre um pouco mais.
.
Agora com a inflação e as taxas de referência a subir diminui as taxas de remuneração dos depósitos e nos contratos dos empréstimos deixam de ter riscos.
.
É enternecedor ver tanta responsabilidade social!
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Responsabilidade social foi no BPN: grandes lucros para as algibeiras dos administradores, accionistas, «clientes especiais»,etc. versus contribuintes tugas totós.
É como agora o que está acontecendo com a banca: vão ter apoios e garantias do Estado (dos contribuintes) e ficam com carta branca para alterarem unilateralmente as taxas de juros contratualizadas com clientes!
E tudo isto com o agremente da «entidade reguladora»! (O Governador também está revelar-se um bom cromo ou um «verbo de encher» como se diz no jargão!!!!)
É este o capitalismo responsável e a concorrência que apregoam?
Tenham vergonha na cara, ó «liberais» tugas!
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António Parente,
Já lhe estava para responder há uns dias, a propósito de um comentário seu sobre o novo “liberalismo” do CDS e de Paulo Portas, não o fiz na altura, mas vai agora. É muito simples: estas coisas dos liberalismos e afins não caem do céu, nem são inventadas ao sabor das sensibilidades pessoais dos comentadores do Blasfémias; têm autores, livros, debates ao longo do tempo e da história, factos, protagonistas, pessoas envolvidas e por aí em diante. De modo que, apesar da sua generosidade em voluntariar-se para divulgar um “liberalismo versão soft”, lamento desiludi-lo mas provavelmente vc. estaria a falar de outra coisa completamente diferente daquilo que o liberalismo clássico é. Como qualquer aluno universitário que estude um bocadinho de teoria das ideias políticas lhe poderá explicar, o liberalismo encontra-se bem explicado por alguns autores clássicos (frequentemente falamos deles aqui no Blasfémias) e não tem versões soft ou hard. Poderá ter algumas nuances e divergências entre os seus principais autores, mas os princípios estruturantes, o modo de encarar certas coisas (o estado, a propriedade, o indivíduo, etc.) são-lhes comuns. Procure, então, noutras paragens (vá andando pela democracia-cristã e pela social-democracia), que é capaz de encontrar o que procura.
Cumprimentos
P.S.: A propósito, a “tirada” não é minha, mas do Milton Friedman, por sinal Nobel da Economia.
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Milton Friedman que só estarà a ser seguido na China…
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“E a Banca (CGD, BCP,BES,BPI) com a elevada responsabilidade social que sempre a caracterizou esforça-se sempre um pouco mais.”
.
Excelente, Informação acessível e disponível para todos. Supostamente indica que é uma actividade lucrativa .
Porque não compra acções ou funda um banco?
Como é de esperar tal como a maioria dos portugueses quer congelar o mundo. Não admira que Salazar tenha durado 40 anos.
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É verdade «Portela».
Encontram-se mais seguidores (executantes, práticos) do Milton Friedman na China Comunista do que no «Ocidente», já para não falar dos nossos «liberais» tugas, que são quase todos funcionários públicos ou financiados pelo Estado Social.
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Arlindo…parece um daqueles Comunistas que trabalham em empresas privadas.
Não são obrigados.
Ao contrario dos outros que são obrigados a contribuir para o seu Estado Soci@lista…
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Rui A.
Eu gosto do liberalismo, acho que os seus princípios movem as sociedades. Do ponto de vista cultural, todos devíamos ser liberais. Um dos problemas deste país em que vivemos é que sempre dependemos do Estado. É uma dependência psicológica muito nociva. O problema é que não se pode implementar o liberalismo no seu estado mais puro numa sociedade com estruturas arcaicas. Pode conduzir a um desastre de grandes proporções.
Quanto ao eu procurar outras paragens não sei se é um convite a eu abandonar esta caixa de comentários. Por via das dúvidas é o que farei. Se continuasse a discutir consigo quando sinto que a minha presença não é desejada estaria a ser mal educado e inconveniente e isso é uma coisa que eu não desejo ser.
Não sou anti-liberal, quero que fique registado. Talvez a forma como me exprimo e o facto de contrariar sempre o que escreve dê uma ideia de oposição ao liberalismo. Tenho sempre o cuidado de não ficar sempre em oposição a um determinado blogger para não dar a ideia de “perseguição” pessoal mas parece que desta vez não fui competente nesta matéria e exagerei.
Cumprimentos (sem ressentimentos)
António Parente
p.s. 1 – conheço o Milton Friedman há muitos anos, estudei as suas teorias na minha licenciatura em economia.
p.s. 2 – não precisa responder, não vou ler porque encerro a minha participação na caixa de comentários do blasfémias. como é óbvio continuar a ler o blogue, não estou “amuado” com ninguém.
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Naturalmente.
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António Parente,
O debate de ideias é sempre uma satisfação. Mas deve ser contido e, consequentemente, expressões como “tiradas destas” não ajudam muito à contenção. Por consequência, não tem nada que abandonar coisa nenhuma e continuarei a ler, com gosto, o que disser e retorquirei quando me parecer útil para que o debate possa ser elevado, o que certamente sucederá com frequência.
Cumprimentos cordiais,
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Conhecer o Milton Friedman há muitos anos e não reconhcer aquela frase como sendo de Milton Friedman é uma grave falha de mercado…
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reconhecer
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Rui A.
Reconheço que o meu comentário não foi feliz mas não tive a pretensão de ser mal intencionado. Não vejo uma caixa de comentários como um campo de batalha nem me considero uma espécie de “cavaleiro” em luta contra o que quer que seja nem contra qualquer blogger. Procuro sempre que os meus comentários ofereçam a quem escreve uma perspectiva diferente e que lhes seja útil. Não espero que me respondam porque toda a gente tem mais que fazer. É só isso.
Cumprimentos cordiais
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Pi-Erre
O que se estuda num curso de economia sobre Milton Friedman tem a ver com a teoria económica e não com política. Milton Friedman merece a admiração de quem estudou ou estuda economia porque foi um dos melhores entre os melhores. Pode-se não concordar integralmente com a sua visão liberal da sociedade mas muitas ideias são válidas e até deviam (devem) ser aproveitadas por governos de esquerda.
Não reconheci a frase do post como sendo de Milton Friedman. É verdade, admito-o. E agora? Fico desacreditado para o resto da minha vida? Devo encerrar imediatamente a minha carreira de comentador de blogs? Devo imolar-me no altar-mor da caixa de comentários?
Cordiais saudações e continuação de bons debates por aqui.
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“Cordiais saudações e continuação de bons debates por aqui.”
Com a participação de António Parente, claro!
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DESAPARECIDOS EM COMBATE:
nogueira leite
diogo leite campos
(tanto leite parado, coalha!)
eduardo catroga
miguel relvas( teve de falar perante os juízes, mas agilizou e continua calado)
and so on…
antes tão prolixos estes strikers….
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“Excelente, Informação acessível e disponível para todos. Supostamente indica que é uma actividade lucrativa .
Porque não compra acções ou funda um banco?
Como é de esperar tal como a maioria dos portugueses quer congelar o mundo. Não admira que Salazar tenha durado 40 anos.”
.
Ó Lucky lá está você a atirar com as duas mãos e a acertar…ao lado. Há muito que parte significativa dos lucros dos bancos não vão para os donos (os accionistas) nem para os clientes que lá depositam o
seu dinheiro, vão para os especuladores e para a classe privilegiada dos novos banqueiros: Jardins, Varas e quejandos.
.
E acabe lá com essa treta dos quarenta anos de salazarismo, que é um argumento bafiento.
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“Há muito que parte significativa dos lucros dos bancos não vão para os donos (os accionistas) nem para os clientes que lá depositam o
seu dinheiro, vão para os especuladores e para a classe privilegiada dos novos banqueiros: Jardins, Varas e quejandos.”
Nesse caso, em vez de se tornar banqueiro, torne-se especulador.
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