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La Palisse não diria melhor

19 Julho, 2011
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O membro do BCE destaca que a crise da Europa é uma “crise da dívida” e não uma crise do euro

E crises da dívida não se resolvem com conversas da treta, mas sim reduzindo a despesa e vendendo activos. Desgraçadamente, todos – com excepção da vilipendiada Angela Merkel – se recusam a aceitar que o rei vai nú.

12 comentários leave one →
  1. Eduardo F.'s avatar
    19 Julho, 2011 10:56

    E como é uma “crise da dívida” nada melhor que uns eurobonds(zitos) com os alemães e os holandeses a fazerem de avalistas…

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  2. lucklucky's avatar
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    19 Julho, 2011 11:31

    …para continuar o endividamento Soci@lista e Social Democrata. Porque a estrutura do voto Soci@lista e Social Democrata basea-se na compra de votos por dinheiro.
    Mesmo que o dinheiro venha da dívida e sejam impostos futuros para aqueles que agora aceitam ser comprados.

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  3. Francisco Colaço's avatar
    Francisco Colaço permalink
    19 Julho, 2011 12:25

    Nos últimos dias da extinta União Soviética, o Gorbachov visitou o Erich Honecker, de má memória o líder da extinta também República Democrática Alemã. Honecker avisou o líder soviético de que havia desvios consideráveis na quantidade de rublos impressos em relação ao crescimento da economia soviética. Gorbachev respondeu: Na União Soviética não ligamos muito a essas coisas. O resultado está à vista.

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  4. certo's avatar
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    19 Julho, 2011 14:29

    O rei vai nu, de que maneira, isso é evidente.
    E a malta ainda acaba a convencer-se, não tarda, compinchas.

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  5. Arlindo da Costa's avatar
    Arlindo da Costa permalink
    19 Julho, 2011 15:17

    O Estado devia promover a venda do seu rico e sofisticado parque automóvel.
    Há mercado para eles. Desde o Níger ao Congo, passando pela Costa do Marfim (que já tem um crescimento ecponómico maior do que Portugal) todos poderão ser compradores das viaturas do Estado.
    Há que pagar as díviadas e o mais depressa possível.
    Ou estão pensando em aumentar os impostos mais uma vez?

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  6. esmeralda's avatar
    esmeralda permalink
    19 Julho, 2011 16:09

    Eu diria que é uma crise de políticos muito rascas! Veja-se o que disse Kholl da senhora Merkl. Veja-se o que disse Cravinho do que se passa desde 2008, tão previsível para todos!

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  7. Bmonteiro's avatar
    Bmonteiro permalink
    19 Julho, 2011 16:19

    «o que disse Cravinho do que se passa desde 2008»
    E o que eu digo de Cravinho.
    Desde a sua ‘distracção’ com a corrupção na JAE & Disparates Associados depois disso.
    Basta. Talvez ele venha a propor baixar em 50% o que está a receber no BERD (?)
    no seu asilo dourado em Londres.

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  8. Tiradentes's avatar
    Tiradentes permalink
    19 Julho, 2011 17:18

    Asilo?….. bem atendendo que o homem dizia que as SCuts iam dar lucro…mas desconfio que não era bem isso que queria dizer. Por outro lado com estes acordos ortográficos já tanto faz…asilo, exílio etc deixarão de ter siginificados diferentes.
    A propósito de “lucros” das scuts, ainda estou à espera dos lucros da “EXPO”, do lucros do EURO 2004, dos lucros das “ventoinhas” vulgo energia eólica.
    Deve ser para isso que o arlindo quer vender o parque automóvel renovado do Pinócrates.
    Dá-lhe engulhos ver outros sentados nos carros que o seu querido líder e amado governante comprou.
    E a propósito de submarinos continuo à espera da venda dos 10 F16 que continuam encaixotados desde o tempo do pai do pinócrates, guterres de seu nome “a mais” o pequenote ex-comissário que também assinou o pré-contrato dos ditos submarinos 4 a 1.200 milhoes cada.
    Isto era só para poupar meia dúzia de carros ao arlindo.

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  9. Leme's avatar
    Leme permalink
    20 Julho, 2011 04:12

    Mas o LR saberá quem foi La PaliCe?

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  10. O SÁTIRO's avatar
    20 Julho, 2011 04:35

    E não se percebe a “vergonha” do governo em denunciar com frontalidade e sem rodeios o desvio colossal…ou seja, a incompetência e corrupção xuxa:

    http://mentesdespertas.blogspot.com/2011/07/desvio-colossal.html

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  11. silva's avatar
    20 Julho, 2011 10:30

    Um dos autores do estudo sobre oportunidades de corrupção encomendado pela troika considera que a Assembleia da República não tem idoneidade para fiscalizar a execução das reformas de ajuda externa e sugere a contratação de um equipa internacional.

    Em declarações ao DN, Paulo Morais justifica a acusação com os conflitos de interesses por parte dos deputados que acumulam funções no Parlamento “com lugares de administração ou consultoria de empresas que têm negócios com o Estado”.

    O relatório da organização Transparência e Integridade (TI), a que o DN teve acesso, aponta para a renegociação das Parcerias Público-Privadas, o pacote de privatizações e a reestruturação das Forças Armadas como oportunidades para actos de corrupção.

    A DGERT tem por missão apoiar a concepção das políticas relativas ao emprego e formação profissional e às relações profissionais, incluindo as condições de trabalho e de segurança saúde e bem-estar no trabalho, cabendo-lhe ainda o acompanhamento e fomento da contratação colectiva e da prevenção de conflitos colectivos de trabalho e promover a acreditação das entidades formadoras.
    Tudo uma grande mentira, as provas são dadas com o despedimento colectivo de 112 pessoas do CASINO ESTORIL
    “Para Os Trabalhadores da empresa casino estoril no final se fará justiça, reconhecendo a insustentabilidade de um despedimento Colectivo oportunista promovido por uma empresa que, para além do incumprimento de diversas disposições legais, apresenta elevados lucros e que declara querer substituir os trabalhadores que despede por outros contratados em regime de outsoursing”.

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  12. Pine Tree's avatar
    Pine Tree permalink
    20 Julho, 2011 16:18

    OH PESSOAL! O Lapalisse não. Morreu em combate e devido à sua bravura algum soldado compôs-lhe um hino em que, usando de liberdade poética, escreveu: “um quarto de hora antes de morrer ainda estava vivo”.
    Compreende-se o queria dizer, que é equivalente aos “todos morreram calçados”.
    A “verdade de Lapalisse” é uma expressão de um ignorante sem sentido da liberdade poética.

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