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combater o desemprego

28 Agosto, 2011
by

Com excelentes resultados.

49 comentários leave one →
  1. Pedro Sousa's avatar
    Pedro Sousa permalink
    28 Agosto, 2011 16:34

    Falta o comparativo com outros governos para se avaliar,assim e pura desinformação e intoxicação de números.

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  2. Piscoiso's avatar
    28 Agosto, 2011 16:37

    Dá uma média de 8 nomeações por dia
    Continuando nesta média, ao fim de 4 anos da legislatura haverá 12.000 nomeações,
    o que corresponde a um grande esforço para diminuir o desemprego.

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  3. da-se's avatar
    28 Agosto, 2011 16:53

    Já agora, quantas nomeações houve nos primeiros dois meses do Governo Sócrates?
    É que só comparando se podem tirar conclusões.
    Mas a esse trabalho mínimo exigível numa peça jornalística não se dedica o pasquim Público, é claro.

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  4. esmeralda's avatar
    esmeralda permalink
    28 Agosto, 2011 16:55

    Porque é que só se fala deste tipo de assuntos pela rama? Ou falando do jeito que se pretende que os outros recebam? Ou sem falar de tudo como é exactamente? Ou sem dizer quantos saíram com o governo que saiu também? Ficavam lá os mesmos, não? Já não bastam as secretas…

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  5. esmeralda's avatar
    esmeralda permalink
    28 Agosto, 2011 16:57

    É! Dá vontade mesmo de brincar com esta maneira de falar das coisas: é para combater o desemprego! BOA!

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  6. A. C. da Silveira's avatar
    A. C. da Silveira permalink
    28 Agosto, 2011 17:06

    Só uma manada de cavalgaduras como são a generalidade dos jornalistas portugueses, é que fazem um trabalho destes: aproveitam uma medida, que eu saiba inedita em termos de transparencia, para denegrir quem a tomou. Mas eles não comparam com os governos anteriores, porque não querem ferir susceptibilidades, nem ofender os amigos. Estes gajos devem querer que os ministros e sec de estado trabalhem com os porteiros e mulheres da limpeza dos ministerios como assessores.
    Eu sei o que os move. Acabaram-se os tachos para muito(a) jornalistazinho(a), que se habituou nos ultimos anos ao doce remanso dos gabinetes ministeriais, onde não faziam nada, ganhavam belos ordenados, e ainda faziam umas viajens tudo à custa do orçamento. Houve alguem que no tempo do Guterres defeniu bem os jornalistas portugueses: há os que JÁ FORAM assessores do governo, há os que SÃO assessores do governo, e há os QUE QUEREM ser assessores do governo. Aquelas senhoras que estão ali na recta de Pegões a tratar da vida, merecem mais respeito do que esta gajada!

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  7. esmeralda's avatar
    esmeralda permalink
    28 Agosto, 2011 17:14

    Sim. Concordo. Subscrevo.

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  8. Joaquim Amado Lopes's avatar
    Joaquim Amado Lopes permalink
    28 Agosto, 2011 17:23

    Rui,
    Este até poderia ter sido um excelente post se tivesse colocado links para a mesma informação mas relativa aos Governos anteriores. Como não o fez e a notícia é bem explícita no sentido em que o próprio Governo publicitou esses números, o seu comentário é uma de duas, dôr de cotovelo ou o Rui a armar-se em parvo. Ou as duas.

    No pouco tempo que tem de “vida”, este Governo já fez coisas criticáveis mais do que suficientes para alimentar este blog. Mas, se é este tipo de notícias que merece a vossa atenção (e comentários “abrantinos”/”piscoitosos”), talvez o Governo esteja a fazer melhor do que eu julgava.

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  9. Joaquim Amado Lopes's avatar
    Joaquim Amado Lopes permalink
    28 Agosto, 2011 17:26

    Só para o Rui ter uma ideia de como este assunto devia ter sido abordado:
    http://clubedasrepublicasmortas.blogs.sapo.pt/912610.html

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  10. Piscoiso's avatar
    28 Agosto, 2011 17:50

    Realmente podia-se ter comparado com as nomeações de todos os governos que Portugal já teve e de forma mais abrangente com as nomeações dos governos dos outros países.
    É uma lacuna grave.

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  11. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    28 Agosto, 2011 18:02

    e não é que os idiotas culpam sempre os jornalistas? (desde que não sejam do “Diabo”).
    realmente os factos são f….. !

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  12. Arlindo da Costa's avatar
    Arlindo da Costa permalink
    28 Agosto, 2011 18:13

    E depois o Sócrates é que era mauzinho. O lobo mau!…
    Estes, com vestes de peluches, estão a colonizar o Estado e tudo à sua volta, enquanto as empresas fecham e os capitais fogem!
    O Relvas, ainda vai recrutar assessores na Praça Verde, em Tripoli.
    O mercado das assessorias está escaldando!

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  13. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    28 Agosto, 2011 18:21

    o liberal tuga gosta muito do jornalismo da Fox:
    http://arrastao.org/2335345.html

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  14. A. C. da Silveira's avatar
    A. C. da Silveira permalink
    28 Agosto, 2011 18:22

    Este ataque sistematico a um governo que ainda nem dois meses tem de vida, dos quais se fazem balanços todos os dias, é um mau sintoma. Há pessoas e instituições em Portugal que ajudaram muito o país a chegar a este estado de coisas. Pelas influencias que têm podido mover, pelo saque que têm conseguido fazer ao erario publico de diversas formas, tendo sempre em vista quer os seus proprios interesses, quer o dos amigos e associados.
    Em Portugal o conceito de “Interesse Publico” é visto com desdém e ridicularizado desde há muito tempo; o estado é uma entidade abstrata, visto de uma maneira geral como uma gigantesca vaca com 10 milhões de tetas, que estão ali para ser sugadas. Infelizmente para a grande maioria, há quem consiga mamar em varias tetas ao mesmo tempo, não deixando espaço para outros poderem chegar à maminha. Tem sido portanto um fartar vilanagem.
    Agora chegamos a um ponto, em que a vaca secou mesmo; mas os tais que se movem na sombra e manobram os cordelinhos, parece que ainda não acreditam que Portugal está à beira de uma catastrofe economica, financeira e social sem precedentes. Se não se fizer o que tem que ser feito, vamos passar muito mal. Seria portanto prudente e do interesse de todos esperar que este governo consiga levar a carta a Garcia.
    N.B.Sendo eu apoiante do PSD pareceria que estou aqui a defender o governo só porque é apoiado pelo partido em que eu voto. Mas, e acredite quem quiser, não é o caso. Prezo muito a minha independencia e a liberdade de dizer o que me apetecer,nunca me habilitei a lugares nem a prebendas, e não é agora que o faria. Do governo só espero que governe com rigor e seriedade, e que defenda Portugal e os portugueses. O que me parece é que há muito quem esteja interessado em que isso não aconteça. Tendo em conta o estado em que estamos, não percebo com que objectivos.

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  15. rui a.'s avatar
    rui a. permalink
    28 Agosto, 2011 18:29

    «É que só comparando se podem tirar conclusões.»
    Lamento, mas discordo. Essa é uma perspectiva relativista, segundo a qual se compararmos o mau com o péssimo o mau fica menos mau. Não serve como critério.

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  16. Joaquim Amado Lopes's avatar
    Joaquim Amado Lopes permalink
    28 Agosto, 2011 18:40

    Rui,
    É precisamente comparando que podemos ficar com uma ideia de quanto mau realmente é. Além de que, sem se avaliar a necessidade das nomeações que foram feitas, o número não tem qualquer significado.
    De qualquer forma, o próprio Rui já está a assumir que, a ser feita uma comparação, será sempre com pior do que o actual, o que significa que este número de nomeações é uma evolução positiva em relação ao passo e torna o seu post ainda mais despropositado.

    Só por curiosidade, quantas nomeações devia o Governo ter feito nestes meses para o Rui achar seria um bom número?

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  17. Piscoiso's avatar
    28 Agosto, 2011 18:46

    Só por curiosidade, quantas nomeações fez o Cavaco, enquanto PM?
    E o Lula da Silva?

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  18. Beirão's avatar
    Beirão permalink
    28 Agosto, 2011 18:53

    Custando este executivo ao erário público menos de 50 por cento do que, por exemplo, o do José Sócrates, o dito cujo que, além de conhecido por ‘O Aldrabão?, pôs o país no lixo e os tugas na merda, por que raio a notícia do Público não faz referência a esse facto?
    Para lançar confusão e raiva miudinha na cabeça dos portugueses mais distraídos?
    Onde pára, senhores meus, um nadinha de ética jornalística?

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  19. zita's avatar
    28 Agosto, 2011 19:06

    Em apenas 2 meses o nosso inovador governo continua a surpreender… pela negativa. Estamos a falir Portugal a uma velocidade assustadora…
    1 – Depois de o ministro da economia afirmar que os grandes cortes históricos vão passar por renegociar os contratos de leasing das viaturas do governo!!!…Era bom que cortasse mas era nos carros … (Grande corte!!) Até porque todos sabemos que o estado oferece carros e mais carros a todos os boys.
    – 400 carros de luxo só para os chefes das Água Portugal http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/08/carros-de-luxo-para-as-aguas-de.html
    – 8 milhões de euros para carros de luxo de 62 empresas públicas http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/08/gestores-do-estado-dao-prejuizo-mas-tem.html
    – 1 milhão de euros carros… só para o parlamento.
    Conseguimos vislumbrar ainda outro ponto fulcral onde estão a fazer-se cortes…
    2 – Em 2 meses já distribuíram 500 cargos para o executivo (superiores), que como sabemos vem agravar o caos da função pública que padece deste grave problema – excesso de chefias… e tachos.
    3 – Para completar o quadro em grande despesismo, somamos mais o seguinte “corte” eficaz na despesa, O estado gastou mil milhões de euros em contratos directos, sem concurso público (que permite rentáveis negócios com amigos, familiares etc) Contratos estes que apesar de serem permitidos por lei ( deles) dão azo a situações pouco esclarecidas e corrupção. Foram realizados entre a demissão do Sócrates e a tomada de posse de Passos Coelho, ou seja recentemente… mil milhões????
    É deveras exemplar a forma como o governo tem procedido aos cortes históricos da despesa…. ou será cortes ao erário público? Os cofres do estado devem estar a sofrer grandes cortes isso é que é o verdadeiro problema…
    O dinheiro dos nossos impostos não pára de ser derramados em vão.

    Se gosta de se divertir, apesar do caos que vai tomando conta da nação, assista a este video para entender como funciona a corrupção, nos contratos do estado com empresas. Ezequiel Valadas, do “Gato Fedorento” é a caricatura perfeita dos nossos políticos em Portugal.
    http://www.youtube.com/watch?v=5wSKMtJU68c como diria o outro
    Estamos entregues aos bichos.

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  20. JCA's avatar
    JCA permalink
    28 Agosto, 2011 19:37

    .
    Coisas sobre Informação e a Islandia:
    .
    -A story missing from our media: Iceland’s on-going revolution
    The people of Greece have been told that the privatization of their public sector is the only solution. And those of Italy, Spain and Portugal are facing the same threat.
    They should look to Iceland. Refusing to bow to foreign interests, that small country stated loud and clear that the people are sovereign.
    .
    http://www.newsnetscotland.com/index.php/scottish-news/3057-a-story-missing-from-our-media-icelands-on-going-revolution.html
    .
    mas,
    http://grapevine.is/Features/ReadArticle/A-Deconstruction-of-Icelands-Ongoing-Revolution
    .
    E nos rescaldo final:
    .
    -IMF Leaving Iceland
    http://grapevine.is/News/ReadArticle/IMF-Leaving-Iceland
    .
    (Nota, diferença radical com Portugal: nem fizeram mais nem mais depressa o que acordaram cumprir com o FMI)
    .

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  21. JFP's avatar
    JFP permalink
    28 Agosto, 2011 20:00

    “Só por curiosidade, quantas nomeações devia o Governo ter feito nestes meses para o Rui achar seria um bom número?”

    Sr Rui
    Se não sabe, de pronto, responder a esta pergunta, que sentido tem o post?

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  22. da-se's avatar
    28 Agosto, 2011 20:25

    “Estamos entregues aos bichos”, diz a Zita.
    Pois. Mas antes estávamos entregues às bichas, o que faz a sua diferença…

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  23. Arlindo da Costa's avatar
    Arlindo da Costa permalink
    28 Agosto, 2011 20:42

    Bichas é o que o Relvas anda recrutando…
    Até na Rua da Prata.
    Cala-te boca!

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  24. anti-vírus's avatar
    anti-vírus permalink
    28 Agosto, 2011 21:22

    O problema é que estes alucinados, julgavam que governar era a mesma coisa que o bota abaixo, criticar é fácil fazer melhor é que não é para todos ou qualquer um.
    Não dou dois anos a este atípico e estranho governo, parecem estudantes a brincar aos governos, amadorismo escandaloso, o país merecia mais que esta gentalha e as suas experiências, prometeram o que sabiam que não podiam cumprir, facilidades de quem já se viu não está à altura deste desafio.

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  25. Arlindo da Costa's avatar
    Arlindo da Costa permalink
    28 Agosto, 2011 21:43

    Quem tem vasto «know how» a combater o «desemprego» é o Alberto João da Mamadeira.
    Metade da Ilha trabalha para «ele», ou seja para o Governo Regional.
    8.000 milhões é a dívida directa e indirexcta da Madeira, e andam aqui os «liberais» tugas a contar trocos, a pretexto da tributação das heranças…

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  26. rui a.'s avatar
    rui a. permalink
    28 Agosto, 2011 22:24

    “Só por curiosidade, quantas nomeações devia o Governo ter feito nestes meses para o Rui achar seria um bom número?”
    Em qualquer governo, quanto menos melhor. Numa altura de crise gravíssima, com necessidade absoluta de refrear a despesa do estado e em que, para a pagar, se inventam todo o tipo de impostos sobre os cidadãos, 65 ajudantes do Ministério dos Assuntos Parlamentares (que assuntos transcendentes por lá haverá para empregar tanta gente?), presumindo que por lá continuam as copeiras, secretárias e demais pessoal administrativo, parece-me francamente um exagero. Não por acaso, este governo insistiu, no começo, na necessidade de dar o exemplo moralizando a sua própria estrutura com, queria Passos Coelho, 10 ministros. Parece-me estarmos muito, mas muito longe desses critérios.

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  27. zita's avatar
    28 Agosto, 2011 23:02

    Quantos devia nomear? essa é uma boa questão … muito tolerante diga-se..
    E que tal perguntar, quantos devia dispensar… Mas será assim tão difícil perceber que ali é só somar? É tipo buraco negro, entram boys e tachos de todos os governos e vão somando com os novos.
    Será que os funcionários anteriores eram assim tão burros? todos… que nunca se aproveita nenhum??? Ou será que os pedidos de tachos são demasiados?
    Quanto a estar entregue a bichos ou bichas pouco me preocupa, para mim todos os governos se tem pautado por umas características comuns e muito vincadas…
    a INCOMPETÊNCIA
    http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/07/mais-uns-milhoes-para-o-lixo-no-reino.html
    http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/08/70-milhoes-para-o-lixo.html
    A GESTÃO DANOSA/CRIMINOSA
    http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/07/como-falir-um-pais-em-5-minutos-de-ma.html
    http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/08/carris-precisa-de-cortar-pessoal-mas.html
    A CORRUPÇÃO / IMPUNIDADE
    http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/08/centro-de-corrupcao-em-portugal.html
    http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/07/negocios-corruptos-nao-pode-haver.html
    http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/08/exemplo-de-como-funciona-o-estado.html
    COMPADRIO
    http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/05/assustem-se-mexam-se.html
    http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/07/os-esquemas-de-cavaco-silva.html

    Continuem a DEFENDER E A VOTAR nos vossos partidos, nos vossos lideres, nos vossos manipuladores de estimação…
    Ou abram os olhos e descubram que o regime funciona assim… não há nenhum partido, nem nenhum politico, nem nenhum manipulador profissional que consiga lutar contra este regime. Todos são absorvidos grata e deliciosamente por ele.
    Só lhes traz benefícios… Fama, dinheiro e poder…. Porque não deixar-se ir na onda??? Afinal é o sonho dourado de todo o ser humano….
    E nós damos-lhe esse privilégio, votando neles e pactuando neste regime.
    Permitimos que realizem todos os sonhos a um preço muito elevado… O sacrifício do povo e da nação.
    Não entendo como ainda conseguem encrespar-se uns contra os outros a defender os nossos imperadores/ carrascos.
    Povo contra povo e a favor dos carrascos é bom sabemos para quem… para os carrascos.
    Se as pessoas não ficassem cegas por um partido , uma seita, uma religião, saberiam sempre distinguir o correcto do errado. O correcto é defender-nos a nós, povo e nação – nunca manipuladores de profissão.

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  28. Joaquim Amado Lopes's avatar
    Joaquim Amado Lopes permalink
    29 Agosto, 2011 00:01

    Rui,
    Portanto, a sua crítica não é ao número de 500 mas apenas ao de 65 “ajudantes” do Ministério dos Assuntos Parlamentares (MAP). É um avanço, mesmo sem mea culpa, mas continua sem responder à pergunta que lhe foi colocada.
    _
    Uma vez que se comprova que o Rui não pensou muito neste assunto, vamo-nos focar no MAP porque foi esse Ministério que escolheu para precisar a sua crítica.
    _
    Quantos “ajudantes” acha que faria sentido nomear e para que funções?
    E, naturalmente, o Rui tem ideia de quantos “ajudantes” o MAP tinha nos Governos anteriores?

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  29. rui a.'s avatar
    rui a. permalink
    29 Agosto, 2011 01:06

    Caro Joaquim,
    A minha resposta à pergunta é simples: aqueles que puder pagar. Logo, não podendo pagar nenhum, dada a excelência da gestão pública dos últimos anos, e, apesar disso, precisando de alguns para fazerem meia-dúzia de papéis para levarem aos ministros, o mínimo, mas o mínimo possível. 500 em dois meses está muito além desse patamar.

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  30. Gonçalo's avatar
    29 Agosto, 2011 10:59

    Os Gabinetes têm que ter quem lá trabalhe. As nomeações são necessárias e a sua visibilidade (publicação) é importante pois garante transparência.
    Há nomeações agora porque o Governo formou-se agora. Criar a ideia que as nomeações mantêm-se ao longo da legislatura (e só se realizam em caso de substituição ou renovação) é demagógico.
    O importante é que se comparem o número dos elementos dos gabinetes actuais (deste governo) com os dos anteriores. E aí, já se soube, há reduções substanciais e importantes.
    Há outras coisas que o Governo fez mal e outras que está em falta. Esta não é uma delas…

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  31. JFP's avatar
    JFP permalink
    29 Agosto, 2011 14:34

    Sr Rui

    As suas respostas são confrangedoras.
    Só há que concluir que falou por falar… A mim não me surpreende, os senhores são especialistas da conversa da treta.

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  32. zita's avatar
    29 Agosto, 2011 15:01

    “O importante é que se comparem o número dos elementos dos gabinetes actuais (deste governo) com os dos anteriores. E aí, já se soube, há reduções substanciais e importantes.”
    Para mim , como cidadã , o importante não é saber o que este governo tem a mais ou a menos que os outros. A mim o que preocupa é o estado estar cada vez mais cheio de boys seja deste governo ou do outro ou de acumulçoes de décadas. E finalmente preocupa-me o impacto que isso tem na despesa pública.
    Não tenho partido portanto o importante para mim é o País acima de qualquer partido e não o inverso.
    Até porque nunca se ouviu falar de um politico em crise ou em divida e o país esta enterrado nela. Para quê defender os politicos que estão tão bem na vida?
    Preocupa-me ainda o facto de meterem 500 pessoas e todas elas serem impunes aos actos que venham a cometer contra a nação, seja má gestão ou corrupção.
    Numa empresa privada a má gestão tem uma porta sempre aberta… a rua
    no estado a má gestão tem sempre a porta do estado aberta, para continuarem a fazer asneiras graves e até criminosas e continuarem por lá até lhes apetecer.
    http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/07/como-falir-um-pais-em-5-minutos-de-ma.html
    http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/08/70-milhoes-para-o-lixo.html
    isto é que É IMPORTANTE…

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  33. rui a.'s avatar
    rui a. permalink
    29 Agosto, 2011 16:01

    “As suas respostas são confrangedoras.”
    Isto é uma pura afirmação não demonstrada. Só pode ser contraditada com, por exemplo, uma deste género: “o Senhor não compreende o que se lhe diz”. Aprenda, pois, a tentar refutar os argumentos daqueles com quem se confronta, se disso for capaz, em vez de se limitar a cuspir para o ar, arte com a qual é necessário termos sempre muito cuidado, para não sermos vítimas dela. Dou-lhe uma sugestão, no seguimento da sua “argumentação”: diga lá quantos assessores nomeou o governo anterior em idêntico período. Isto podia ajudá-lo nalguma coisa, mas duvido que chegue lá.
    Cumps.,

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  34. Joaquim Amado Lopes's avatar
    Joaquim Amado Lopes permalink
    29 Agosto, 2011 22:17

    Caro Rui,
    A “Quantos “ajudantes” acha que faria sentido nomear e para que funções?” responde com “os que puder pagar” o que significa apenas que não sabe que trabalho é feito por esses “ajudantes” nem quantos são necessários para o fazer. E a “pérola” tem mesmo que ser “(o Estado) não pode pagar nenhum”. Por outras palavras, Ministros e Secretários de Estado não devem ter nenhum pessoal de confiança a assessorá-los. Ridículo.
    _
    O Estado, para funcionar, precisa de muitas pessoas. Incluíndo “ajudantes”. Se precisa deles e não os pode pagar, então também não pode pagar mais nada. A questão está no equilíbrio entre os recursos disponíveis e como são usados para suprir as necessidades. E, “possa” pagar 50 ou 50.000, não deve contratar mais do que os necessários para fazer o trabalho.
    _
    Ainda esperei que o Rui tivesse uma vaga ideia do trabalho que é feito pelos “ajudantes” em causa e pudesse apresentar um valor, mais ou menos fundamentado. Mas o seu post é pura demagogia barata e as suas respostas são de uma pobreza intelectual confrangedora.

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  35. rui a.'s avatar
    rui a. permalink
    29 Agosto, 2011 23:10

    Joaquim,
    Num mundo de gente honrada, quando uma empresa não pode manter os seus custos salariais, despede pessoas e só contrata o que for imprescindível. No estado não pode ser de outra maneira, até porque, e ao contrário do que se passa numa empresa, os recursos não são seus e devem ser geridos com a máxima moralidade em qualquer circunstância, muito mais quando se está num momento de grave crise, como o actual.
    Foi por estas razões que, muito sensatamente, PPC anunciou que o seu governo teria somente 10 ministros, tendo-se visto obrigado a ceder ligeiramente nesse número por causa do seu parceiro de coligação, o que se compreende e aceita. A ideia, note bem, era dar um sinal de moralização vindo de cima e era, por isso mesmo, muito boa: o estado não pode pagar, o estado deve reduzir os seus colaboradores. Boas notícias.
    Depois disso, surgiu um número muito razoável de secretários de estado, um pouco excessiva, a meu ver e na opinião de outras pessoas próximas do governo, de que não teria sido necessário ir tão longe assim. Todavia, considerando a dimensão de alguns ministérios, não excluo a eventual sensatez do número.
    Já contratar 500 assessores em dois meses é que me parece um exagero, sobretudo quando 14% desse número está concentrado num único ministério, que é meramento político e que, por isso, não requer técnicos de grande monta.
    Os sintomas não são, assim, muito animadores, e se ler o post acima escrito pelo LR, em que este comenta as três fantásticas comissões que foram criadas pelo mesmo ministério para tratarem do magno problema da bola (assunto de que o país está obviamente muito carenciado), verá que a “demagogia” dos meus posts é capaz de não ser assim tanta. E esperemos, muito francamente, que isto acabe por aqui, senão os 10 ministros de PPC arriscam-se a ser uma espécie de ponta de iceberg, debaixo da qual se estende uma imensa e extensa camada de gelo. Onde Portugal, como um verdadeiro Titanic, acabará por chocar, desta vez, certamente, para ir ao fundo…
    Mas, já agora que você está tão rigoroso na apreciação desta questão, utilizando os seus critérios relativistas de apreciação das decisões do governo, já que enunciou como critério o numero relativo de assessores que este governo tinha contratato em igual período com o anterior, poderá dizer-me, então, qual foi o número dos contratados nos dois primeiros meses do primeiro e do segundo governo de Sócrates? Agradeço que me informe, caso contrário terei de concluir que você não sabe do que está a falar. É que, até agora, esta foi a única defesa que vi fazer desta leva de nomeações. Diga lá, então, quantos é que o Sócrates nomeou nos dois primeiros meses dos seus dois governos, para podermos analisar o rigor dos seus argumentos.
    Cumps.

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  36. certo's avatar
    certo permalink
    29 Agosto, 2011 23:54

    Não que eu nunca vi tal descaramento, como ainda há pouco na rtpn, com o representante do pcp e assim do be a dizerem nas bentas dos gajos que o cinismo brada aos céus, a hipocrisia desses governantes, do trio das governações, que quando se trata de ir ao bolso ao pobre, de prejudicar a vida dos trabalhadores logo estão de acordo, se apressam a normalizar, como foi do gás, da eletricidade, da baixa de salários e reformas, do aumento do irs e mais impostos, num ver-se-te-avias apressado, mas tratando-se dos ricos, amigalhaços, mexericam, adiam, que é preciso dar-se o tempo para se estudar. E quando de lá um mocito do psd se pôs a relfar, que tal e coisa, ele e um almeida, com dichotes, dois cãezitos amestrados, por mostrar aos chefes que contestam, foi o máximo, pois dizia o rapaz da barbinha que o outro tivesse vergonha, a ver se ele desistia de continuar. Ao que lhe respondia este, vergonha, vocês, seus reacionários. Não o disse tal, mas entendeu-se, que eu nunca vi reação mais estreme, mais garota, ai, nem mesmo com o dr salazar.

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  37. Pi-Erre's avatar
    Pi-Erre permalink
    30 Agosto, 2011 09:30

    Este Joaquim Amado Lopes deve perceber muito de pontapé na bola.

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  38. silva's avatar
    silva permalink
    30 Agosto, 2011 11:05

    DEVERAS CURIOSO… O que aconteceu com o despedimento colectivo de 112 trabalhadores do Casino Estoril
    “O irregular e promíscuo funcionamento dos poderes públicos é a causa primeira de todas as outras desordens que assolam o país.
    A DGERT tem por missão apoiar a concepção das políticas relativas ao emprego e formação profissional e às relações profissionais, incluindo as condições de trabalho e de segurança saúde e bem-estar no trabalho, cabendo-lhe ainda o acompanhamento e fomento da contratação colectiva e da prevenção de conflitos colectivos de trabalho e promover a acreditação das entidades formadoras.
    Tudo uma grande mentira, as provas são dadas com o despedimento colectivo de 112 pessoas do CASINO ESTORIL
    “Para Os Trabalhadores da empresa casino estoril no final se fará justiça, reconhecendo a insustentabilidade de um despedimento Colectivo oportunista promovido por uma empresa que, para além do incumprimento de diversas disposições legais, apresenta elevados lucros e que declara querer substituir os trabalhadores que despede por outros contratados em regime de outsoursing”.
    Independentemente do valor dos homens e das suas intenções, os partidos, as facções e os grupos políticos supõem ser, por direito, os representantes da democracia. Exercendo de facto a soberania nacional, simultaneamente conspiram e criam entre si estranhas alianças de que apenas os beneficiários são os seus militantes mais activos.
    CASINO ESTORIL
    Quem investiga esta triste noticia para o Concelho de Cascais. Porque é que o estado não quer saber que a empresa Estoril-Sol despediu ilegalmente 112 funcionários do Casino Estoril em substituição de precários o que significa mais desempregados e desempregadas e postos de trabalho perdidos no Concelho de Cascais. Já não basta haver milhares de desempregados e desempregadas no nosso concelho agora vão juntar-se a este drama mais 112 trabalhadores.
    A comissão de trabalhadores diz que a Estoril-Sol já fechou ao longo dos últimos 6 anos um total de 681 postos de trabalho. Muitas empresas em nome do lucro e camufladas pela crise vão despedindo indiscriminadamente não querendo saber das suas responsabilidades sociais.
    A Presidência da Republica não tem força nem estabilidade.
    CASINO ESTORIL
    Despedimento colectivo de 112 trabalhadores no Casino Estoril
    Nestas condições não constituirá um escândalo e uma imoralidade proceder-se à destruição da expectativa de vida de tanta gente ? Para mais quando a média de idades das mulheres e homens despedidos se situa nos 49,7 anos ?
    Infelizmente, a notícia de mais um despedimento colectivo tem-se vindo a tornar no nosso país numa situação de banalidade, à qual os órgãos de comunicação social atribuem cada vez menos relevância, deixando por isso escondidos os verdadeiros dramas humanos que sempre estão associados à perda do ganha-pão de um homem, de uma mulher ou de uma família.
    Mas, para além do quase silêncio da comunicação social, o que mais choca os cidadãos atingidos por este flagelo é a impassibilidade do Estado a quem compete, através dos organismos criados para o efeito, vigiar e fazer cumprir os imperativos Constitucionais e legais de protecção ao emprego.
    E o que mais choca ainda é a própria participação do Estado, quer por omissão do cumprimento de deveres quer, sobretudo, por cumplicidade activa no cometimento de actos que objectivamente favorecem o despedimento de trabalhadores.
    Referimo-nos, Senhores Deputados da República, à impassibilidade de organismos como a ACT-Autoridade para as Condições do Trabalho e DGERT (serviço específico do Ministério do Trabalho) que, solicitados a fiscalizar as condições substantivas do despedimento, nada fizeram mediante as provas que presenciaram.
    Não gosto de ver o caos em que puseram este país, por irresponsabilidade, por falta de respeito, pelo cidadão nos casos da justiça que a civilização criou como valores para a igualdade.
    Muitas das vezes, os nossos governantes não têm a capacidade de perceber para onde nos estão a conduzir ou não têm a coragem de assumir. Isso custa-me, porque há vítimas que estão a sofrer imenso.
    Por má gestão, por causa de carreiras meteóricas.
    Não posso deixar de condenar, todo o governante ou político, que pôs o seu trajecto individual e social acima do trajecto colectivo.
    Podem não se importar com as palavras, mas o certo é que não deixa de ser egoísmo, egocentrismo, quase tirania.
    Quem com responsabilidades está por detrás deste despedimento ilegal, que leva o estado a suportar o subsidio destes 112 trabalhadores.
    O Parlamento oferece constantemente o espectáculo do desacordo, do tumulto, da incapacidade legislativa ou do obstrucionismo, escandalizando o país com o seu procedimento e, a inferior qualidade do seu trabalho.
    Aos Ministérios falta coesão, autoridade e uma linha de rumo, não podendo assim governar, mesmo que alguns mais bem-intencionados o pretendam fazer.
    A Administração pública, incluindo as autarquias, em vez de representar a unidade, a acção progressiva do estado e a vontade popular é um símbolo vivo da falta de colaboração geral, da irregularidade, da desorganização e do despesismo que gera, até nos melhores espíritos o cepticismo, a indiferença e o pessimismo.

    A corrupção não existe, agora chama-se: Ciência Politica Utilitária
    Directamente ligada a esta desordem instalada, a desordem financeira e económica agrava a desordem Política, num ciclo vicioso de males nacionais. Ambas as situações somadas conduziram fatalmente à corrupção generalizada que se instalou…”
    A sociedade está podre, mas a esperança de que o povo acorde de vez sem medo de olhar para o empresário ou politico e dizer-lhes a vida neste planeta a todos pertence.
    A maior pobreza existe no meio dos empresários e políticos que massacram um povo em prol de uns míseros euros que não são eternos pois todos morremos e os euros para além da morte não fazem falta.

    POR MAIS QUE OS TUBARÕES TENTEM ABAFAR O CASO DO DESPEDIMENTO COLECTIVO DO CASINO ESTORIL EU IREI SEMPRE LEMBRAR A TODOS QUE SOU ALÉRGICO A INJUSTIÇAS E CORRUPÇÃO.

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  39. esmeralda's avatar
    esmeralda permalink
    30 Agosto, 2011 12:30

    No fim destes comentários e contra-comentários, acho que já percebi. Estão por aqui muitos adeptos do 24 de Abril e de Salazar! Uf! Custou a perceber! Mas cheguei lá!

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  40. JFP's avatar
    JFP permalink
    30 Agosto, 2011 14:49

    Sr. Rui

    Demonstremos, então, como as suas respostas são confrangedoras:

    “Essa é uma perspectiva relativista, segundo a qual se compararmos o mau com o péssimo o mau fica menos mau. Não serve como critério” .
    – se não serve a perspectiva relativista, impõe-se a perspectiva orçamental de “base zero”: e que juízo, sob este critério, vc adiantou? Rigorosamente nada … Logo, confrange o vazio e a inocuidade da afirmação.

    “Em qualquer governo, quanto menos melhor”
    – isto significa que zero é a meta, o que, tem de concordar, não faz qualquer sentido. Certamente que já ouviu falar em pontos de equilíbrio.

    “aqueles que puder pagar”

    – surpreendentemente, deixa de ser o “quanto menos melhor” e passa a ser “aqueles que puder pagar”: fará alguma ideia de como se calculará, no concreto, “aqueles que puder pagar”?

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  41. rui a.'s avatar
    rui a. permalink
    30 Agosto, 2011 16:58

    Sr. JFP,
    Qual o número de assessores contratados nos dois primeiros meses de cada um dos dois governos de Sócrates? Enquanto não responder a isto, estará a falar por falar.

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  42. Joaquim Amado Lopes's avatar
    Joaquim Amado Lopes permalink
    30 Agosto, 2011 19:41

    Rui,
    Não sei que trabalho os “ajudantes” têm que fazer e, por isso, não posso avaliar quantos são necessários. Assim, não digo se os nomeados são muitos ou poucos. O Rui sabe tão pouco quanto eu mas não tem o mesmo cuidado. Limitou-se a fazer demagogia barara.
    Também não sei quantos foram nomeados pelos Governos anteriores e, por isso, não posso avaliar se houve uma evolução positiva ou não. Assim, não critico o número de nomeações. O Rui sabe tão pouco quanto eu mas não tem o mesmo cuidado. E, quando confrontado, lança o disparate “o Estado não pode pagar nenhum ‘ajudante'”. Como se o Governo funcionasse sem nenhum “ajudante”.
    _
    Não fui eu que critiquei o número de nomeações portanto o seu desafio não é apenas hipócrita. É ridículo.
    E se é assim tão transparente (e incompetente) na fuga para a frente, o melhor é mesmo deixar de responder aos comentários. A discussão morre e o Rui passa à frente, em vez de se ir enterrando cada vez mais.
    _
    Quanto ao número de Ministros e Secretários de Estado, mais um disparate. O custo de um Ministro ou Secretário de Estado a mais é muito menor do que o de um Ministro com responsabilidades e trabalho a mais, extenuado, stressado e desanimado porque não consegue estar à altura de todas as suas responsabilidades.
    _
    Nenhum bom gestor lhe dirá que contratar cada vez menos colaboradores é positivo. Contratam-se os que forem necessários para fazer o trabalho que é necessário (ou se quer) fazer. E contratar um incompetente desqualificado (como tantas vezes acontece com nomeações “de confiança política”) pode ser muito mais caro do que contratar dois colaboradores competentes.
    _
    Goste-se ou não, o Estado é muito grande e necessita de gente para ser gerido. Contratam-se as pessoas necessárias para o Estado que temos, não para o Estado (pequeno) que queremos ter quando elas terminarem o seu trabalho.
    Poupar-se-ia muito mais acabando com as absurdas subvenções vitalícias, subsídios de reintegração e indemnizações por despedimento a pessoal de nomeação política (incluíndo gestores públicos), privatizando as empresas públicas e com controlo adequado dos contratos e obras públicas do que com um dois ministros a menos.

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  43. JFP's avatar
    JFP permalink
    30 Agosto, 2011 19:43

    Sr Rui

    Não sei, nem tenho que saber, nem tenho o hábito de falar do que não sei.
    Limitei-me a apreciar as suas respostas. Tentou virar o feitiço contra o feiticeiro, de uma forma demasiado ingénua.
    Eu tentei demonstrar que as suas respostas foram confrangedoras, facto que o seu último comentário reforça.
    Cumprimentos

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  44. rui a.'s avatar
    rui a. permalink
    30 Agosto, 2011 19:50

    Joaquim.
    Foi você quem escreveu: “Este até poderia ter sido um excelente post se tivesse colocado links para a mesma informação mas relativa aos Governos anteriores. ”
    Foi você quem apelou ao critério quantitativo e não eu. Por mim, como lhe disse já, a questão não é relativa, mas absoluta: nada justifica, a meu ver, num país de 10 milhões de habitantes, num governo com 12 ministros e num parlamento com 230 deputados, um ministério de funções políticas nomear, no espaço brevíssimo de dois meses, 65 assessores. Esta é a minha opinião e mais do que fundamentada: farto-me de saber o que se faz neste tipo de ministérios, conheço uma legião infindável de ex-assessores governamentais, e não ignoro o que estes, de facto, “ajudantes” dos senhores ministros por lá fazem. Muitos deles serão necessários? Alguns, certamente. Muitos outros serão dispensáveis? Uma grande maioria, pode acreditar. Há espaço para excedentários num governo de salvação nacional? Por mim, não há.
    Cumps.,

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  45. rui a.'s avatar
    rui a. permalink
    30 Agosto, 2011 19:53

    Sr. JFP,
    Adiante lá o número de assessores nomeados nos dois primeiros meses dos dois governos de Sócrates, para continuarmos este confrangedor debate. Volto a insistir: sem isso, V. Ex.ª anda por aqui a falar para as paredes. Ora, por mim, quando falo com um Abrantes, seja de esquerda ou de direita, gosto de o ver bem documentado.
    Cumps.,

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  46. JFP's avatar
    JFP permalink
    30 Agosto, 2011 22:21

    Sr Rui

    Dado o seu comportamento, tenho de responder-lhe à letra, o que estava a evitar dada a fragilidade dos seus argumentos.
    Demonstremos, então, a desonestidade intelectual do seu comportamento.
    Você começa por ter respostas que eu tomo a liberdade de considerar “confrangedoras”. Você, e bem, pede a demonstração. Eu respondo, apresentando argumentos que justificam a minha qualificação. E que faz você? Ataca os meus argumentos? Não, desconversa ridiculamente, fazendo uma pergunta completamente a despropósito, sem qualquer referência à minha justificação.
    Deixe-se de fugir à questão – a minha qualificação de respostas confrangedoras – e critique a minha justificação.
    Vocês têm o hábito de falar do que sabem e do que não sabem – e por isso falam de tudo – e usam de truques demasiado primários e inocentes para desconversar.
    Seja sério (intelectualmente) e mostre que as suas respostas não foram confrangedoras.

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  47. Joaquim Amado Lopes's avatar
    Joaquim Amado Lopes permalink
    30 Agosto, 2011 23:45

    Rui,
    1. “Farta-se de saber o que se faz neste tipo de ministérios” e “conhece uma legião infindável de ex-assessores governamentais” mas ainda não apresentou um número como o adequado de “ajudantes” no Ministério dos Assuntos Parlamentares (MAP). Se sabe assim tanto (e, pelos vistos, não sabe), podia e devia ter apresentado esse número, detalhado por funções. Não o fez.
    _
    2. É o Rui que qualifica como excessivo o número de “ajudantes” nomeados por este Governo mas, pelo que se vê, não faz ideia de quantos foram nomeados pelos Governos anteriores. Portanto, nem sequer pode dizer se houve uma evolução no sentido positivo ou no sentido negativo.
    _
    3. O seu post foi sobre o número total de nomeações (500) mas, pelos vistos, só tem reservas relativamente ao MAP (65). Assim, convinha saber qual o peso do “excesso” de nomeações no MAP para avaliarmos quão grande é esse excesso. O MAP só necessita de 20 “ajudantes”? 55? É que, em 500, serem 45 ou 10 “ajudantes” a mais faz muita diferença.
    _
    O seu post e todas as suas respostas são pura demagogia e ao nível rasteiro da “conversa de café”. Parece escrito por quem leu o título de uma notícia e, sem saber mais nada sobre o assunto a que esta se refere, acha que já sabe tudo o que vale a pena saber sobre o assunto.
    É pena, porque alguns dos seus posts até são bastante bem escritos.
    _
    Pelo que me diz respeito, não vale a pena continuar a discutir este assunto com o Rui porque já se viu que não tem nada de valor a dizer sobre ele.

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  48. rui a.'s avatar
    31 Agosto, 2011 00:50

    Sr. Joaquim,
    Não vi um único argumento positivo no que você aqui escreveu. Limitou-se, desde o seu primeiro comentário, a perguntar-me se sabia quantos assessores tinham sido nomeados pelo governo anterior, enunciando, assim, esse critério como o critério para validar ou invalidar as nomeações deste governo, e por aí se ficou. Já lhe disse que esse critério não me serve. Fique-se com ele, para si, portanto. Por outro lado, tenho vindo, com alguma paciência, a aturar-lhe uma qualificação deselegante e ofensiva, como, por exemplo, “pura demagogia”, “nível rasteiro”, “o disparate”, ”hipócrita”, “ridículo”, e por aí em diante. Não leu, da minha parte, nada que qualificasse as suas ideias deselegantemente, apesar de algumas delas, como, por exemplo, os seus conceitos do que deve ser uma boa gestão empresarial (e, aí, falaremos sobre o que entender), ou sobre a capacidade da burocracia ser capaz de reformar a dimensão excessiva do estado (recomendo-lhe, a este propósito, a leitura dos trabalhos da Public Choice, muito bem explanados, em Portugal, nas obras de André Azevedo Alves e de José Manuel Moreira) dificilmente resistirem a uma apreciação empresarial e/ou académica. De todo o modo, não estou habituado a manter diálogos, com ninguém, a este nível, pelo que este fica por aqui e já vai muito longe. Ademais, abster-me-ei de lhe voltar a responder, seja onde for, se não pedir as necessárias e convenientes desculpas pelos termos que empregou, esses sim, não de “conversa de café”, mas de palavreado de tasca.
    Já quanto ao Sr. JFP, ilustre Abrantes laranja, lamento imenso se lhe dei um pontapé na gamela, mas perdoe-me, porque foi sem querer. Se quer um conselho, arranje um modo de vida decente e verá que se poupará a estes incómodos.
    Cumps.,

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  49. Joaquim Amado Lopes's avatar
    Joaquim Amado Lopes permalink
    31 Agosto, 2011 21:29

    Rui,
    Se fui deselegante ou insultuoso, peço desculpa. Com mais frequência do que gostaria, ao deparar com respostas como as que deu às questões que lhe foram colocadas, não consigo evitar qualificativos menos “suaves”.
    _
    E não me limitei a perguntar-lhe se sabia quantas nomeações foram feitas pelos Governos anteriores. Perguntei-lhe, praticamente desde o início e várias vezes, quantas achava que deviam ter sido feitas. Não respondeu a nenhuma das questões.
    _
    Quanto às minhas ideias sobre gestão empresarial “dificilmente resistirem a uma apreciação empresarial e/ou académica”, exactamente o que é que escrevi que está assim tão errado?
    Que não se contratam cada vez menos pessoas mas sim as que forem necessárias para o trabalho que se tem que (ou quer) fazer? Que não se reduz no pessoal ao ponto de os que ficam não conseguirem fazer o trabalho? Que um incompetente desqualificado pode custar muito mais do que dois competentes?
    _
    Alguns dos termos que usei eram evitáveis. Mas o seu post é uma crítica infundamentada e as suas
    respostas aos vários pedidos para que a fundamentasse apenas demonstram que o escreveu sem querer saber se essa crítica se justificava.
    _
    Este Governo tem feito uma série de coisas más, explicou muito mal uma série de outras e está a fazer o contrário de muito do que Pedro Passos Coelho prometeu na campanha. Assim, há muito que lhe apontar. Estou à vontade para o dizer porque votei no PSD, partido de que sou militante.
    O que me chateia grandemente e é o coro de críticas sem sentido que começou em muitos blogs (alguns identificados como próximos da direita) logo na semana em que o Governo tomou posse, ainda nem sequer os Secretários de Estado tinham sido escolhidos. Como se o Governo tivesse começado com uma “tabula rasa” e não fosse obrigado a lidar com uma situação extremamente complicada (já com muitos anos e que os desGovernos “socretinos” tornaram praticamente impossível de resolver) e compromissos urgentes e imperativos.
    _
    Critique-se o que é claramente mal feito. Tenha-se paciência com o que é inevitável. E evite-se fazer críticas despropositadas.

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