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Preços administrativos versus preços de mercado

16 Outubro, 2011

Se  Fernando Martins quer saber se a Função Pública paga acima ou abaixo do mercado pode fazê-lo empiricamente. Tente identificar quantas pessoas conhece que nos últimos 10 anos passaram voluntariamente do sector privado para o público e quantas passaram voluntariamente do público para o privado. Este pequeno exercício deverá ser suficiente para ter noção da diferença salarial.  Mas se está interessado nos números que Passos Coelho citou deverá ler o estudo do Banco de Portugal citado aqui. Facilmente perceberá que esses números não caíram do céu. Em Portugal existe mesmo uma diferença entre os salários fixados administrativamente no sector público e os salários praticados no mercado de trabalho. Chega a ser ridículo que se acuse de intervencionismo um PM que aproxima o fixado administrativamente ao que é praticado pelo mercado.

39 comentários leave one →
  1. Gonçalo's avatar
    16 Outubro, 2011 11:10

    Para se entender melhor, menos mais hora na função pública.
    http://notaslivres.blogspot.com/2011/10/orcamento-2012-corrigir-ja.html
    E no privado, menos meia hora e nunca mais meia hora…
    http://notaslivres.blogspot.com/2011/10/orcamento-2012-quem-ganha-com-meia-hora.html

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  2. Fernando S's avatar
    Fernando S permalink
    16 Outubro, 2011 11:17

    “Entre 1999 e 2008 o crescimento acumulado das remunerações por empregado no sector publico foi de 58% contra 35,3% no sector privado” (Cf.”Public Wages in Euro Area”, Occasional Paper n° 112/June 2010, ECB) ; citado em Vitor Bento, “O No Cego da Economia”, pag 96, Lisboa, Fevereiro 2011.

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  3. asCético's avatar
    asCético permalink
    16 Outubro, 2011 11:19

    Compare as habilitações académicas dos funcionários públicos com as dos trabalhadores do privado. Compare os vencimentos de um trabalhador da função pública com o de um trabalhador do privado com funções e habilitações similares. Quem sabe alguma coisa de estatística, deve saber que a média aritmética é uma medida muito pobre para fazer uma análise correcta de qualquer situação.

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  4. SM's avatar
    16 Outubro, 2011 11:22

    os liberalóides salivam à força toda com o seu governozinho! os funcionários públicos ganham mais porque são mais qualificados! mas se não quiserem olhar à média, o auxiliar da escola básica ganha 500 euros, qual a diferença para o privado?

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  5. JoaoMiranda's avatar
    JoaoMiranda permalink*
    16 Outubro, 2011 11:22

    ««Compare os vencimentos de um trabalhador da função pública com o de um trabalhador do privado com funções e habilitações similares. »»
    .
    Foi o que o banco de Portugal fez. No público os salários são 15% superiores.

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  6. JoaoMiranda's avatar
    JoaoMiranda permalink*
    16 Outubro, 2011 11:24

    Caro SM,
    .
    Leia estudo do BP. Verá que eles não são parvos e fizeram a compração tendo em conta esse factor.

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  7. Fernando S's avatar
    Fernando S permalink
    16 Outubro, 2011 11:28

    E para além de em média ganharem mais trabalhando menos teem garantia de emprego (que os privados não teem).

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  8. MayBeNot's avatar
    MayBeNot permalink
    16 Outubro, 2011 11:28

    Eu, assim de repente, pessoas que voluntariamente passaram do público para o privado conheço um montão, então ministros, secretários de estado, assessores e blá, blá blá, são mais que as mães, e que ganham muito mais no privado também não tenho dúvida nenhuma.

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  9. LA-C's avatar
    16 Outubro, 2011 11:28

    ó João Miranda, que post mais demagógico! Mas agora comparas uma escola a uma equipa de futebol? Por amor de Deus. O objectivo de uma equipa de futebol é ganhar jogos, o objectivo de uma Escola é que o aluno saia de lá o mais bem preparado possível.
    Portanto, um ranking das Escolas bem feito é isso que mede: qual é a melhor escola para a minha filha? Pegar nas médias das notas dos alunos pré-seleccionados e compará-los com as médias das notas de alunos onde não não pré-selecção, nem chega a ser uma caricatura de um ranking. É, isso sim, uma pura treta.

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  10. LA-C's avatar
    16 Outubro, 2011 11:35

    O comentário anterior está no post errado. Perdão.

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  11. Fernando S's avatar
    Fernando S permalink
    16 Outubro, 2011 11:36

    JM : “… quantas pessoas conhece que nos últimos 10 anos passaram voluntariamente do sector privado para o público e quantas passaram voluntariamente do público para o privado [?]”
    .
    E aposto que não vai mudar grande coisa mesmo depois dos cortes previstos !

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  12. LA-C's avatar
    16 Outubro, 2011 11:45

    João, toma em atenção que o estudo do Banco de Portugal mistura todo o sector empresarial, quer o privado quer o do Estado, e compara-o com os funcionários públicos, em sentido estrito.

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  13. Fernando S's avatar
    Fernando S permalink
    16 Outubro, 2011 11:51

    MayBeNot : “Eu, assim de repente, pessoas que voluntariamente passaram do público para o privado conheço um montão, então ministros, secretários de estado, assessores e blá, blá blá,…”
    .
    1. Trata-se de um numero pouco significativo relativamente às centenas de milhares de funcionarios publicos.
    2. São sobretudo os famigerados “boys”, que foram postos em cargos de confiança politica.
    3. Na esmagadora maioria sairam destes cargos para os lugares que ja tinham antes na administração publica ou para empregos “dourados” nas empresas publicas.
    4. Os poucos que foram para empresas privadas foram para algumas das empresas do sector dos bens não transaccionaveis que vivem na dependencia do Estado (bancos, construtoras, telecomunicações, etc). O exemplo mais paradigmatico é o de Jorge Coelho na Mota-Engil. Mas ha muitos outros. O papel destes “privados” é o trafico de influencias junto dos governos e da administração publica.

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  14. CA's avatar
    16 Outubro, 2011 11:51

    “Tente identificar quantas pessoas conhece que nos últimos 10 anos passaram voluntariamente do sector privado para o público e quantas passaram voluntariamente do público para o privado.”

    Já perdi a conta a quantos médicos vi passar do público para o privado. Em sectores tecnológicos das universidades, conheço vários casos que passaram das universidades para empresas privadas. Conheço quem tenha ficado no estado a ganhar bem menos do que lhe ofereciam no privado para poder ter um horário que lhe permitisse acompanhar um filho muito pequeno.

    Ou seja, uma gestão inteligente: corta-se o salário a todos. Os bons vão para o privado e os maus ficam. O privado aplaude esta irracionalidade, claro. No fim, quem fez isto arranja óptimos lugares para si nas empresas privadas (onde é que eu já vi isto?) e os do costume terão ainda mais razões para dizer mal dos serviços públicos.

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  15. inthelimbo's avatar
    inthelimbo permalink
    16 Outubro, 2011 12:07

    There’s no fucking money!!!
    O dos outros acabou-se. Paciencia.

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  16. LA-C's avatar
    16 Outubro, 2011 12:18

    “os liberalóides salivam à força toda com o seu governozinho! os funcionários públicos ganham mais porque são mais qualificados! mas se não quiserem olhar à média, o auxiliar da escola básica ganha 500 euros, qual a diferença para o privado?”

    Mas como é que alguém diz uma trivialidade destas (que os mais qualificados ganham mais) e pensa que um tipo a fazer um estudo destes não tem isso em conta? Meu caro, se isso não fosse tido em conta a diferença era de 45%.

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  17. LA-C's avatar
    16 Outubro, 2011 12:19

    Perdão, o valor correcto seria de 56% e não 45%.

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  18. Tolstoi's avatar
    Tolstoi permalink
    16 Outubro, 2011 12:32

    Esta dicotomia público privado pode ser discutida por muitos ângulos, agora interessante é que conhece muitas pessoas no sector privado com perfil para serem servidores públicos e pessoas no sector público sem qualquer noção de serviço ao cidadão.
    Na verdade as pessoas falam de concursos públicos, mas existe muita falta de verdade e hipocrisia, quantos departamentos estatais não empregam inúmeras pessoas da mesma família e/ou da mesma terra.
    Quantos professores grandes defensores da educação pública, escolhem escolas noutra área da residência e dentro destas as turmas (com os bons alunos) para os seus filhos, quantos médicos defensores do SNS são os últimos a chegar aos serviços hospitalares e os primeiros a sair para trabalhar no sector privado, o que nos leva necessariamente á discussão da utilização de meios estatais para benefício próprio. Esta utilização pode corresponder a um benefício pequeno ou grande, ser legal ou ilegal, constituir benefício lógico para quem está no sistema ou a abuso e total falta de respeito na gestão dos bens públicos. Os políticos com cargos importantes de gestão têm de ser responsabilizados e mecanismos de controlo e regulação têm de ser criados.

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  19. Rui Seabra's avatar
    Rui Seabra permalink
    16 Outubro, 2011 12:32

    Isso depende muito das competências técnicas.

    É falso em muitas áreas, enquanto que também é verdadeiro em muitas outras.

    Onde se lê a manipulação e a desonestidade intelectual é quando se tenta fazer de conta que quer um caso quer o outro são a regra.

    Quem faz isso é desonesto.

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  20. Fernando S's avatar
    Fernando S permalink
    16 Outubro, 2011 12:35

    CA,
    Claro que num universo de centenas de milhares de funcionarios, num dos paises da OCDE com uma das maiores percentagens de funcionarios publicos relativamente ao total população activa, há sempre um certo numero de pessoas que passam do publico para o privado. Eu proprio passei em tempos do publico para o privado. As razões e motivações são inumeras. Começando pelas não financeiras. O CA refere explicitamente uma delas : horarios menos exigentes. Outras teem a ver com a motivação profissional. Há também, naturalmente, casos de quem se muda por ter a oportunidade de ganhar mais no privado. Os casos que o CA refere, o dos médicos e o dos sectores tecnologicos nas universidades, são muito especificos. De resto, há outras situações do género.
    Mas, dito isto, as passagens do publico para o privado não são significativas e os casos individuais e especificos não são representativos da situação geral. Sabemos todos que o numero de empregados do Estado cresceu muito e regularmente ao longo das ultimas décadas. Foram muitos mais os que passaram do privado para o publico do que os que passaram do publico para o privado. As estatisticas confirmam a percepção empirica.

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  21. Tolstoi's avatar
    Tolstoi permalink
    16 Outubro, 2011 12:47

    Fernando S
    Pois mas no sector público qualquer quadro medíocre mantém o emprego, no sector privado um quadro que em áreas chave não corresponda, tem todas as probabilidades de ser “descontinuado”.

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  22. CA's avatar
    16 Outubro, 2011 13:05

    Fernando S

    Dois pontos:
    1. – A tendência de crescimento do sector público já se inverteu há alguns anos.
    2. – A proposta do governo indicia claramente má gestão: imagine uma empresa privada que cortasse cegamente os ordenados aos seus trabalhadores arriscando-se a perder os bons e ficar com os maus. Este gestor estaria a ajudar a empresa?

    Infelizmente esta proposta de Passos Coelho visa servir unicamente o sector privado independentemente dos prejuízos que possa provocar ao estado e ao país. Dado que vem ao arrepio de tudo o que foram propostas eleitorais, documento de estratégia orçamental e excede claramente o exigico pela troika, eu diria que Passos Coelho, PSD e CDS nem sequer têm legitimidade política para aprovar este orçamento assim. Vamos ver se o PS é capaz de votar contra.

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  23. JoaoMiranda's avatar
    JoaoMiranda permalink*
    16 Outubro, 2011 13:17

    CA,
    .
    Não pode esperar que o governo faça gestão. Gestão tem que ser feita ao nível mais baixo da hierarquia. Quando muito, o governo terá que autonomizar a gestão dos níveis mais baixos e estabelecer regras que balizem essa gestão. Isso implica ainda que os salários possam ser negociados e diferenciados, tudo coisas para as quais neste momento não existe nem cultura nem práticas estabelecidas.

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  24. João Q.'s avatar
    João Q. permalink
    16 Outubro, 2011 13:21

    “Tente identificar quantas pessoas conhece que nos últimos 10 anos passaram voluntariamente do sector privado para o público e quantas passaram voluntariamente do público para o privado.” Com todo o respeito senhor JM em que país vive? Porque será que os mais qualificados na AP “passam” para o sector priovado? E onde encaixa todos aqueles que por autoformação, concursos internos progridem na carreira e não têm “equivalência” no sector privado. Fui reler o Estudo do BP e sou levado a acreditar que só a leitura, tão na moda, na “diagonal” lhe permite tirar conclusões que apenas se fundamentam no preconceito e nas ideias feitas (senso comum).

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  25. Gonçalo's avatar
    16 Outubro, 2011 13:22

    O choque de competitividade obrigaria à flexibilização do horário de trabalho, mas no sentido da redução, com corte de remuneração ao mesmo nível…
    Admitiria que a mesma situação no sector público (corte de remunerações de 14% em 2012 que se segue a corte entre 5% e 10% em 2011 e a cortes pela inflação desde 2002) possa ser feito com compensação parcial de apenas meia hora de trabalho diário (-7%).
    A verdade é que é necessário também ajustar a disponibilidade de mão de obra nas empresas (em excesso), potenciar mais emprego (nas empresas em crescimento).
    E isso faz-se com a redução do tempo de trabalho e não com o seu aumento.
    Há um erro evidente na decisão do Governo.

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  26. io's avatar
    16 Outubro, 2011 13:54

    Insisto.. e os reformados (SS) versus pensionistas (CGA) ?
    O método de calculo das respectivas pensões é “ligeiramente” diferente..
    De qualquer maneira não concordo com o corte de uns ou outros…
    O ESTADO DEVIA SER PESSOA DE BEM:::NÃO ROUBAR!

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  27. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    16 Outubro, 2011 13:58

    O país entretido a discutir os cortes nos salários do funcionalismo público, os calaceiros a fazerem RGAs na rua e o Norte a fugir da crise. No Norte a Utopia é mesmo outra!
    .
    .
    http://balancedscorecard.blogspot.com/2011/10/que-historia-conta-uma-etiqueta-parte_15.html
    .
    http://balancedscorecard.blogspot.com/2011/10/outra-historia-portuguesa-longe-da.html
    .
    .
    Em Lisboa discute-se privilágios e sinecuras, no Norte está a discutir como aproveitar as mudanças nas condições económicas externas.
    .
    .
    Vejam lá os artiguinhos do CCZ. E vejam lá aquilo que eu tenho dito por aqui amíude: a imagem da Europa está de tal forma forte que por esse mundo fora querem produtos e serviços Made in Europe. Alguns até pedem mesmo: Made in Portugal.
    .
    .
    Há uma revolução económica em Portugal e na Europa. Mas uns discutem salários e sinecuras do funcionalismo público, em Lisboa. Outros procuram outras utopias.
    .
    .
    Não haja dúvidas que no Norte há mesmo uma sociedade diferente da de Lisboa.

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  28. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    16 Outubro, 2011 14:26

    Como se tira o país da crise?
    .
    .
    Uma empresa do Norte que facturou em 2010 1 034 milhões de euros.
    Uma empresa que aumentou o seu volume de negócios em 28%.
    Uma empresa que teve uma queda na facturação no mercado interno de cerca de 8%.
    Uma empresa que teve um aumento na facturação no mercado externo de… 62%!!!!!!!
    Uma empresa que em 5 anos inverteu o peso dos negócios externos face ao externos. Onde antes exportava apenas cerca de 33% agora exporta cerca de 67% do que produz.
    Uma empresa que em cinco quase duplicou o número de funcionários. O ano passado aumentou o seu quadro de pessoal em cerca de 8%.

    É uma empresa portuguesa. Uma empresa no Norte. É a Efacec:
    .
    http://www.efacec.pt/PresentationLayer/efacec_ctexto_00.aspx?idioma=1&local=27&area=1
    .
    .
    Esta empresa está a ter um crescimento média acima dos 20% ao ano, nos últimos 5 exercícios. Já factura acima dos mil milhões de euros. Desenvolve produtos e tecnologias próprias. Arrasta atrás de si um conjunto de pequenos e médios fornecedores de alta tecnologia, desde fabricação de placas electrónicas a software especializado.
    .
    .
    Portugal devia ter os olhos nesta empresa e tentar perceber como é que uma empresa destas, em Portugal, cresce desta forma, com tecnologias próprias, que exporta e até tem fábricas nos USA. E tentar perceber se isto que ela faz é acidental ou se é possível aproveitar para criar políticas industriais transversais que beneficiem o resto do tecido produtivo.
    .
    .
    Lisboa vai andar entretida em manifes nos próximos meses. Os funcionários públicos vão queixar-se que perderem salários lhes vai trazer fome. Vão pintar de negro uma realidade económica assimétrica. Enquanto no Norte se sai da crise, em Lisboa vão tentar evitar a mama paga pelo resto do país.
    .
    .
    Dentro de 10 anos, o Norte estará de novo a dominar economicamente o país. Veremos se o faz politicamente.

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  29. anti-comuna's avatar
    anti-comuna permalink
    16 Outubro, 2011 15:11

    Como se tira Portugal da crise?
    .
    .
    http://www.zippy.pt/Zippy/AboutUs
    .
    .
    A Sonae está a desenvolver a segmentação do seu negócio de distribuição. Nessa segmentação criou há 7 anos a insignia Zippy, dedicada a comercializar roupa e outros produtos para a criança. A nível internacional não existem grandes marcas dedicadas a este segmento de negócio. Mas desde há pelo menos quase duas décadas que Portugal é tido no resto do mundo como o melhor produtor mundial de roupa de criança. (Foi-me dito por um gajo, gestor de compras de moda infantil de um grupo do médio-oriente, numa viagem internacional, e que me explicava porque viajava para Portugal.)
    .
    .
    A Zippy pode vir a preencher essa falha dos mercados mundiais. Não existem marcas fortes de roupa infantil e a Moda está demasiado centrada nalguns segmentos de mercado. A Zippy é um conceito interessante e está a criar uma imagem de marca muito forte, que a está a levar à expansão de uma forma muito rápida.
    .
    .
    Se a Zippy não cair na tentação de concorrer apenas pelo preço e não mandar fazer a roupa em países de fraca qualidade na sua produção, é bem capaz de se vir a tornar na primeira grande marca internacional de Moda infantil. Só precisa de aproveitar o de bem feito se faz em Portugal e associar-se aos nossos produtores, para criar e desenvolver produtos que colmatem uma necessidade do mercado: Moda Internacional Infantil.
    .
    .
    É assim que se sai da crise em Portugal.

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  30. Gonçalo's avatar
    16 Outubro, 2011 15:17

    Efacec e Zippy, para que precisam da meia hora de trabalho mais?
    Se estão em crescimento, empregam…
    Não precisam de choque nenhum.
    O problema são as outras empresas, com pessoal a mais e prestes a desempregar ou falir.
    E aí, a meia hora a mais é uma treta.
    Precisam é de meia hora (ou uma hora) a MENOS, com consequente corte salarial.

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  31. Von's avatar
    Von permalink
    16 Outubro, 2011 15:27

    Caso real: trabalhando no sector privado, nas áreas de auditoria e publicidade, a passagem para o sector público implicou, salário estático desde o início do contrato e inferior ao do sector privado, e aumento da carga horária, num total médio de 12 horas diárias.

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  32. CA's avatar
    16 Outubro, 2011 16:42

    Uma proposta simples: os cortes serão feitos em igual percentagem em todos os contratos do estado, seja com funcionários, empresas, PPPs, credores, etc. Corte de 15% a todos os contratos e juros.

    Claro que por cancelamentos de obras não feitas, expectativas de ganhos, investimentos feitos pelas empresas mas cujo produto não tenha sido entregue, o estado não deve pagar um tostão. As empresas que negoceiam com o estado não podem exigir um tratamento igual ao que obtêm quando negoceiam com outra entidade e, para mais, o estado está em estado de penúria. (não foi este o argumento do T. Constit. sobre os 5% da função pública?)

    O que não é aceitável é que as empresas sejam tratadas com toda a delicadeza e atenção e as pessoas sejam tratadas como descartáveis.

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  33. da-se's avatar
    16 Outubro, 2011 18:22

    Não sei como ainda há quem “linke” esse sr. Martins, cujo ódio ao actual Governo surpreende tanto os leitores do “Cachimbo” que, há umas semanas, o sujeito se viu forçado a despedir-se do blogue, garantindo que não mais ali escreveria.
    Reapareceu, no entanto, uns dias depois, como se nada tivesse acontecido, para continuar a despejar as suas costumeiras bojardas. Eu deixei de o ler, por uma questão de simples higiene.

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  34. lidia sousa's avatar
    lidia sousa permalink
    16 Outubro, 2011 19:02

    May be not: Tenho como principio nunca responder a anónimos, porque são pessoas que ao abrigo do anonimato destilam ódio veneno e calunia sobre pessoas que nem sequer conhecem. Neste País a inveja grassa e quando apanham um bode expiatório vomitam sobre o nome dele. Para repor a verdade, vou relatar a história do Jorge Coelho, pessoa que não conheço mas dou-me com pessoas que com ele trabalharam e dizem ser a pessoa mais competente, disciplinada e corajosa que conhecem. Jorge Coelho era Ministro quando caiu a Ponte de Entre os Rios. Embora não tivesse nada a ver com o assunto, como a entidade que fiscalizava as pontes estava no seu Ministério, pediu a demissão e afastou-se da politica Governativa e passou a restar no seu Partido. Entretanto foi.-lhe diagnosticado um tumor maligno no cérebro que não podia ser tratado em Portugal. Por conhecimentos meus que dei a amigos comuns, conseguimos que fosse operado num hospital Judaico em Paris. Sobreviveu e esteve em período de nojo durante 7 anos. O Empresário António Motta, da Motta Engil, sabendo das suas qualidades de trabalho convidou-o para a Administração executiva o que ele aceitou a muito custo pois nunca sabe quando a doença poderá voltar a aparecer. Agora comparem com a FERREIRA LEITE: Foi Ministra das Finanças de Durão Barroso. Para enganar a UE DIZENDO TER UM DEFICIT DE 3% FEZ A MAIOR ENGENHARIA FINANCEIRA DE QUE HÁ MEMÓRIA, mas seria fastidioso relatar. Ainda Ministra fez um perdão de divida de milhões ao SANTANDER. SAIU DO GOVERNO E SEM CUMPRIR O PERÍODO DE NOJO FOI PARA O SANTANDER COMO ADMINISTRADORA A GANHAR CENTENAS DE MILHARES DE EUROS, Com grande pena dela o Chefe disse que ela tinha de voltar ao PARTIDO, para encenar a asfixia democrática e ser a detentora da verdade, esquecendo-se que quem apela muito à verdade são os mentirosos. Fala-se de corrupção e oportunismo= COELHO – Fala-se da verdade e transparência é da FERREIRA LEITE, INCOMPETENTE COMO MINISTRA, mentirosa bastante vingativa e saiu do Ministério das Finanças e foi para Administradora de um banco que estava debaixo da sua tutela. Veja lá se vira o disco e aprende a ser isento, em vez de fala barato NOJENTOS ANÓNIMOS.

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  35. Arlindo da Costa's avatar
    Arlindo da Costa permalink
    16 Outubro, 2011 19:21

    Esta Srª Lídia tem razão.
    Não só MFL fez isso, como até foi promovida a Chanceler das Ordens do PR.
    Um bom currículo para uma coveira, uma dissimulada, e que só à sua conta, tem três reformas!
    Muito «trabalhou» essa senhora!

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  36. da-se's avatar
    16 Outubro, 2011 20:50

    Já que não é anónima, a D. Lídia Sousa não terá certamente qualquer problema em deixar-nos aqui a sua identidade, morada, etc., para todos podermos desfazer a impressão de que se trata apenas de mais uma criada de quarto ao serviço do chuchalismo…
    Decerto concluiremos também que as referências que faz à drª Ferreira Leite não são – que ideia! – um serviço ao socratismo que continua a dominar o PS.

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  37. henrique doria's avatar
    17 Outubro, 2011 21:54

    Se o Miranda não fosse o que é eu diria que era um idiota. Mas não é. É muito pior do que isso.
    Pergunto-lhe:
    a) quantos médicos e administradores foram da privada para a pública?
    b) Quantos quadros superiores e médios do estado têm carro, gasóleo e telemóvel para uso pessoal?
    c) Quantos quadros médios e superiores recebem do público envelopes de notas como remuneração adicional como sucede no privado para fugirem ao fisco e à segurança social?
    Esta tralha liberal não é um vómito, é um RE-VÓMITO.

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