Ou a rua ou as urnas
15 Novembro, 2011
Está um deputado a dizer no parlamento que a rua vai fazer cair esta maioria. Se este deputado fosse de direita era, e muito bem, tratado como um trauliteiro demagogo. Como é de esquerda isto parece que faz parte do jogo democrático. Mas o que convém é que o deputado em questão decida se quer fazer cair governos nar rua ou integrar uma democracia parlamentar. Usufruir do melhor desses dois mundos é que não pode ser.
43 comentários
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é só fumaça e ainda falta mais de uma semana para a manif: além disso é suposto o governo não cair já mas vai a caminho:
http://arrastao.org/2399960.html#comentarios
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Quando essa canalha aparece a ameaçar com ” a rua”, vem-me sempre á memória ” a rua” ( e , por arrastamento, a mimosa “muralha de aço”) do 25 de Novembro de 1975…
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Quem quer derrubar este «governo» não são os comunas!
São os empresários, os trabalhadores independentes, os proprietários, os agricultores e até as próprias donas de casa, que estão a ver que vão ser tosquiados(as) por estes experimentalistas da política que vão deixar uma herança de destruição e devastação.
Até penso que os comunistas têm muito interesse nesta situação.
Não se esqueçam que o PCP (já para não falar do BE!) foram os aliados estratégicos do PSD para derrubar o Governo duigno, patriótico, democrático e competente do Engº Sócrates.
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Ora, ora… Esta escumalha da cu-municação já anda toda excitada com um “moreno” americano republicano que, aparentemente, não tem opinião sobre a Líbia… Já o outro “moreno”, o “democrata” pode ser o palhaço que é!
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Ó ar-lindo, o que eu queria era “derrubar” o exército de 700.000 assaltantes que me andam a ir à carteira!…
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O estado do Estado que nos deixou o Papandreu parisiense: a pão e água. Quanto ao moleque a rua é de todos e como sabemos a escola de terrorismo de Toulouse nunca deu nada. Ele que se cuide!
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Isto é de loucos!
Aparecem aqui uns cromos que querem comparar o estadista José Sócrates com o nível desta rapaziada do pote que está destruindo a nossa economia e desvalorizando os nossos activos.
Quantos cidadãos têm casa sua, já paga, e que pouparam uma vida inteira e que agora se quiserem vender, por qualquer circunstância da vida, não obterão mais de 60% do custo dela?
E como é que o Governo vai reavaliar (para cima!) o valor patrimonial das casas para lingar mais IMI?
Isto é um governo de «liberais» ou de maoistas?
Expliquem-me por favor, como eu fosse muito louro e liberal!….
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O Arlindo é um cromo. Quem desbaratou o dinheiro e endividou Portugal além do admissível é “estadista” e quem está a tentar arranjar forma de isto não ir completamente ao fundo é “rapaziada do pote”.
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O Arlindo não passa de um “louro” ao lado de quem as “louras” mais “louras” até parecem “morenas”.
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Não se esqueçam que o Pinochet prefiriu a rua às urnas, e com a ajuda do gurú do neo-liberalismo, um tal pigmeu chamado Milton Friedman.
Não se esqueçam que em Portugal os camionistas e as donas de casa também vão vir para a rua bater penelas e bloquear o acesso à Lisboa berbere e mourisca!
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Não há pachorra. Os socialistas esvaziam os cofres públicos, enchem os seus, atafulham as offshores e fazem negociatas em estradas com tal afinco que já nem medem as prendas em milhares de euros usam os km (“falamos depois dos 25 km”).
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Com um Governo com 29% dos votos e 90% de mentiras, é uma democracia para lamentar.
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É só conversa de teóricos no Parlamento. Falta o pão mas vai havendo circo.
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_____duigno?????????????????????????????? Arlindo da Costa,
CAVALGADURA de 12º ano das *novas oportunidades . . .
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Cavalgadura é V. Exª., sua besta!
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É
a esquerdalha acha que tem o direito para fazer o que lhe apetece, incluindo a barbárie
Não foi o Cunhal que disse à Oriana Fallaci que NUNCA haveria democracia “burguesa” em Portugal?
e ainda há quem o considere um bom político, de convicções firmes.
FALHOU EM TODA A LINHA…e deixou o país na miséria ( com empréstimo do FMI em 1977!!!)
Na verdade
a selvajaria stalinista anda sempre
(mesmo em Portugal e resto da Europa…)
de braço dado com a selvajaria islâmica:
http://english.alarabiya.net/articles/2011/11/15/177214.html
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“Quem quer derrubar este «governo» não são os comunas! São os empresários, os trabalhadores independentes, os proprietários, os agricultores e até as próprias donas de casa.”
Curioso, as sondagens dizem que esses todos estao do lado do governo. Mas alguem quer a continuacao da Socratizacao da nossa economia?
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Se calhar há. Ele há gente para tudo…
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O MFA e a esquerdalha destruíram o Alentejo em 1974/75…
Agora, há aldeias À VENDA:
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/marvao-aldeia-a-venda-por-7-m-
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Isto sim, são GORDURAS:
http://www.ionline.pt/dinheiro/estado-assume-divida-da-rtp-3445-milhoes-euros
ainda para mais sabendo-se que os “noticiários” da RTP são feitos na largo do rato desde guterres…1996
Viu-se na visita de Estado de Cavaco aos USA.
normalmente, sá parecia por volta das 20,30h…!!!!
mesmo tendo falado em português na Presidência do Conselho de Segurança da ONU
e com declarações importantes sobre a crise na UE
e com visitas ás tecnológicas de Sillicon Valley.
enfim
os subsídios da FP é que não são gorduras do Estado,
de certeza.
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Esta turma de proto-fascistas que andam aqui, se estivessem nos EUA já tinham sido arrestados por algum xerife e era vê-los a roçar bermas das auto-estradas com fatinhos LARANJAS, a cor de quem está condenado!
Vão trabalhar vagabundos!
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Sátiro você esta-se a contradizer!
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Então quer acabar com a RTP e depois como é os 2400 camaradas que lá trabalham? A bem da equidade e da segurança no emprego os restantes FP devem passar a receber 11,5 salários ano de forma a haver verba.
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Faz lembrar a viagem da UE e do Euro para chegarem outra vez a bom porto:
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Interessante como esta gente que gosta muito de fazer discursos a favor da razão e contra o uso da força são sempre os primeiros a saltarem para o comboio da força. E na maior parte das vezes a acabam engolidos e mortos pelo que despoletaram…
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Os das Finanças Publicas (impostos e empresas publicas) que dizem que a culpa é toda das Finanças Privadas (Bancos e apendices), também parece que têm grandes culpas no cartório:
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“Those who earn their own wealth people do it by providing goods and services that grow the pie.
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For the government to grow, it takes more from precisely those people. Thus, you get less pie.
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This is so simple as to essentially be a tautology:
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Wealth redistribution from the most productive and the best investors to the worst has a very clear effect.
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Beyond the basics of maintaining a common defense, law and order, and protecting rights, very few government activities are productive. You can maybe argue for some basic infrastructure (Education, Health, Unemplyment and Pensions), but beyond that, it’s all a taking from productive use to fund non productive.
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For steve jobs to increase his income he has to produce something people want.
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For the government to raisse more “revenue” it just has to increase steve’s taxes and make it harder for him to invest in the next batch of things people want.
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If you think that increasing taxes is the same as inventing an iphone, i really have no idea what to say to you.”
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Condições para se ser um estadista:
1- Duplicar a dívida pública no menor espaço de tempo possível.
2-Construir SCUTS que iam dar lucro
3- Nacionalizar bancos da roubalheira
4-Promover a director de aprovisonamento o prof que o aprovou em quatro cadeiras e este contratar por 3.200 euros a empregada de balcão do bar em frente.
5- Ter diploma passado ao domingo
6- Ter ap na Castilho no valor de 2 milhões comprado por 40 mil.
7- Ter uns primos com 380 milhões de euros em off-shores sendo que eles nunca ganharam para isso.
8-Ter boa memória e saber que nunca esteve com o mediador do freeport apesar de ter tido duas reuniões com ele.
9-Esquecer-se durante os primeiros 5 anos de fazer a declaração de rendimentos.
10-Não saber absolutamente nada (formalmente) do negócio da compra de tvs e mentir de boca cheia no parlamento.
11- Dar de comer aos amigos muitos robalos.
12- Entregar à exploração por 30 anos o porto de Lisboa e ainda pagar para isso.
13- A do azar…..apesar disso ainda ter muitos arlindos.
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Nao pense que nao há esquerdas ancoradas tanto no seu passado ( e tao tao perdidas) quanto aquelas agora direitas ( antigas ex-esquerdas) que nao sabem que as veces , sobretodo ultimamente, há motivos para sustituir “rua” e por strahe.
E concretamente neste caso, ha direçao completa é a Kaiser Strahe. E lá que está se ultimando os preparativos de destituçao.
Incluio tel. por se ficassem com necesidade de ampliar esta noticia …Mas ya vc conhecé esse estas coisas de exagerada confidencialidad y secretismo prot…Só para os intimos, intimos, talvez o Sr. Sarkozy e sempre até nos ultimo minuto do filme.
Strahe para anotar (por sím)
Eurotower
Kaiserstraße 29
DE-60311 Frankfurt am Main Deutschland
Tel: +49 69 13 44 0
Fax: +49 69 13 44 60 00
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“Vão trabalhar vagabundos!”: isso mesmo. Mais 10km para a conta.
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Esta malta da direita mais radical anda mesmo preocupada e até sonha com tumultos e não sei que mais.
Quando o objectivo era atacar Sócrates tudo era válido e justificavam-se todas as patifarias desde que fosse impedido de governar. A perda de alguns privilégios por parte das corporações que mais corroem o país e o levaram ao estado actual, fez de Sócrates o alvo a abater.
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«Ministro da Saúde diz que hospitais têm mil médicos a mais»
os doentes que paguem a crise…acho justo!
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Caro Arlindo,
Se olhar a nossa história, rapidamente percebe que o nosso povo nunca se aventurou a comandar a rua. Essa sempre pertenceu a liberais, legalistas, maçónicos, jacobinos, carbonários, burgueses, oficiais ou monárquicos; o “povo” (e aqui arruaceiros urbanos) sempre andou a reboque destes. Em terra onde a lei não é Império, aqueles sempre lutaram pelo seu umbigo, ao abrigo do conceito nação. E assim continuará a ser.
O que o Arlindo é capaz de querer dizer é que um destes dias um qualquer desses clubes regenerado é capaz de querer molhar a sopa em alguém, na rua. É possível. Mas não conte com esse “povo” que sempre foi estúpido e ignorante.
As novas gerações sim poderiam fomentar alguma mudança, mas para já aguardam pacientemente que os grisalhos de Abril e o folclore revolucionário acabe de uma vez, porque já não se podem aturar.
Att
Pedro G.
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É claro que a sonsice tuga nunca irá derrubar seja o que for na rua. Preferem ir votando na mesma escumalha ciclicamente e depois vão-se queixando. Mas lá que dá gozo ler pessoal que fica todo enxofrado quando alguém fala no poder da rua, isso dá. É que nem o deputado que falou nisso acredita nas próprias palavras, mas deve gozar à brava com o efeito que as mesmas provocam na opinião “púdica”.
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Se é do Reino da Traulitânia, é monárquico.
Isso de esquerda e direita é como fotografia a preto e branco.
Só nos antiquários.
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Arlindo da Costa
Posted 16 Novembro, 2011 at 02:21 | Permalink
Cavalgadura é V. Exª., sua besta!
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O que eu disse , e repito, é que os *novas oportunidades com o 12º ano mal concluído*,
que nem o trivial sabem de Português, virem opinar para aqui,
só sendo CAVALGADURAS , e acrescento, CAVALGADURAS REFORÇADAS. . .
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Mais eficaz que a rua só a luta armada. Lembra-se D.Helena?
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“Há muito poucos com demasiado e muitos com tão pouco.”
“É uma guerra de classes, está a começar e estamos a olhar para a primeira grande guerra do século XXI.”
Diz Gerald Celente, editor do Trends Journal e director do Instituto de Pesquisa Trends
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A democracia é coisa que começa e acaba no voto, fora de uma assembleia de voto é comer e calar.
Cara Helena, esta maioria há muito que já não representa maioria nenhuma, ninguém a mandatou para roubar os trabalhadores portugueses.
Tem de cair e se for na rua que cai, que caia de forma a não mais se poder levantar.
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O que a Helena sabe muito bem é que mesmo nas democracias parlamentares, às vezes é a rua que derruba o exercício do poder quando ele é exercido de forma ilegítima e ao arrepio daquilo que foi o mandato eleitoral. O voto quando é deitado na urna não dá, nem nunca pode dar, legitimidade absoluta. Há mesmo casos em que a rua, em vésperas de eleições, altera significativamente o sentido anunciado dos votos, como aconteceu em Espanha nas últimas eleições. Um governo só cai “perante a rua” quando não é suficientemente forte e as suas politicas ilegitimas e ao arrepio da vontade popular. Não é preciso que se cumpram legislaturas. O voto não esgota, antes pelo contrário, a vontade popular. É apenas o principio para uma governação legitima, senão … vão para a rua. E muito bem.
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Arlindo da Costa
Posted 15 Novembro, 2011 at 22:21 | Permalink
Não se esqueçam que o Pinochet prefiriu a rua às urnas, e com a ajuda do gurú do neo-liberalismo, um tal pigmeu chamado Milton Friedman.
Não se esqueçam que em Portugal os camionistas e as donas de casa também vão vir para a rua bater penelas e bloquear o acesso à Lisboa berbere e mourisca~
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Quando afirmo que os que escrevem como o Arlindo da Costa são CAVALGADURAS REINCIDENTES
tenho MAIS UMA prova material.
Talvez com o intuito de me fornecer mais uma evidência, ele usa *prefirir*, um neologismo
da sua lavra que preferentemente usa. Preferiu assim . . .
(NEM A PORRA DO CORRETOR ORTOGRÁFICO SERVIU PARA O ALERTAR !!!).
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jal
Posted 16 Novembro, 2011 at 15:08 | Permalink
A democracia é coisa que começa e acaba no voto, fora de uma assembleia de voto é comer e calar.
Cara Helena, esta maioria há muito que já não representa maioria nenhuma, ninguém a mandatou para roubar os trabalhadores portugueses.
Tem de cair e se for na rua que cai, que caia de forma a não mais se poder levantar.
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Este *loco* não se conformou, nunca, com o mandato que os Portugueses conferiram
ao actual Governo. Logo, apenas a meses de distância, já a está a *BRAMAR*
pela sua substituição. Felizmente é apenas um caso isolado, porque se não o fora, regressaríamos
ao PREC que tanto o empolgou. . .
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Temos os *ressabiados* em vez de atuarem pelos meios próprios da Democracia
a procurarem na Rua aquilo que perderam nas Urnas . . .
GANDA ESQUERDALHADA!!!
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“Chile is not a politically free system, and I do not condone the system. But the people there are freer than the people in Communist societies because government plays a smaller role. … The conditions of the people in the past few years has been getting better and not worse. They would be still better to get rid of the junta and to be able to have a free democratic system”
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Milton Friedman, Free to Choose, editado em Portugal pela Europa-América com o título «Liberdade para Escolher», algo que, meus caros, o Sócrates e os outros esquerdinos tentam nos negar.
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“Cuba is not a politically free system, and I do not condone the system. And the people there are no freer than the people in Western societies because government plays a greater role. … The conditions of the people in the past few years has been getting worse and not better. They would be still better to get rid of the Castro brotherhood and to be able to have a free democratic system.”
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Palavras nunca ditas pelos execráveis de esquerda. A liberdade dos outros não lhes interessa, conquanto os países finjam fazer face aos ditatoriais e nada livres Estados Unidos da América.
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Parolos!
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