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À falta da revolta das massas aposta-se no que se pode

1 Março, 2012

Ou seja  a uma força com provas históricas indessmentíveis nestas coisas: «Os militares da GNR que esta tarde participam no «passeio contra as injustiças» derrubaram as barreiras de proteção montadas na Praça do Comércio, em Lisboa, conseguindo assim chegar à porta do Ministério da Administração Interna (MAI).Gritando «invasão, invasão», os militares derrubaram a barreira enquanto uma delegação da Associação dos Profissionais da Guarda (APG) e da Associação Nacional de Sargentos da Guarda (ANSG) entregava um documento reivindicativo, segundo descreve a agência Lus

29 comentários leave one →
  1. Daniel Santos's avatar
    1 Março, 2012 21:11

    não me diga que as pessoas, mesmo que individualmente, não têm direito à indignação?

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  2. Monti's avatar
    Monti permalink
    1 Março, 2012 21:19

    A plebe, continua convencida que não há bancarrota.
    Felizmente há luar.
    Da EDP à Fundação Mário Soares.

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  3. O SÁTIRO's avatar
    1 Março, 2012 21:26

    ´Se o governo fosse esquerdóide……
    estes gajos estavam sentadinhos no sofá, aguentando, pq o governo de esquerda é bom para o povo….
    foi assim com os empréstimos do FMI em 77/78 e 83/84…….
    em k o nível de vída era muito pior…
    mas o 1º ministro era socialista, de esquerda……pronto

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  4. O SÁTIRO's avatar
    1 Março, 2012 21:27

    Apesar do Marocas PR ter insultado a PSP ou GNR…não recordo….
    ao dizer q não oa queria para nada.
    ficaram caladinhos, com o rabo entre as pernas, sem tugir nem mugir……..

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  5. simil's avatar
    simil permalink
    1 Março, 2012 21:40

    Não que os militares da GNR vão à guerra do Iraque e do Afeganistão, por bom dinheiro, que dizem as namoradas vale a pena e ganham mais que os agentes da Polícia, pornorma, dizem jornais, de modo que bem podem atirar a léguas as barreiras que lhes ponham à frente, oh, tira para lá as cancelas …

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  6. JDGF's avatar
    JDGF permalink
    1 Março, 2012 22:12

    O actual Governo tem tratado as forças militares e militarizadas com os pés. Os problemas são mais do que muitos. O Executivo continua, no entanto, a assobiar para o lado.
    O que se passou hoje com a “invasão” do MAI seria, para um Governo digno desse nome, um “sinal” muito forte, para além de preocupante. A indignação já transbordou a caserna e o mal-estar tornou-se demasiado visível.
    O Governo prefere considerar este incidente como um “desacato”. Certamente que o “grande desacato” foi ter disperdiçado muitas oportunidades para dialogar, quiçá, negociar, situações onde existem flagrantes inconformidades e injustiças como sejam a valorização remuneratória, as progressões nas carreiras, a regulamentação urgente do horário de referência,a fixação da duração do trabalho, etc.
    A manifestação de hoje não é um simulacro de revolta, nem um entertinimento para comentadores. Trata-se de uma posição de força – dirigida aos poderes – por quem tem obrigação de zelar pela segurança e tranquilidade dos espaços públicos. Impressionante e contrastante a par da agitação da GNR é a passividade do PR. Algo vai mal na gestão dos negócios públicos.
    As indignações podem inspirar boas prosas mas contêm no seu bojo más perspectivas. E mais vale não celebrar a “não-revolta” que, como sabemos, não dispensa a rápida e correcta resolução dos problemas.
    Convém ter em atenção que, como dizia Napoleão, não vivemos num Estado em que há duas classes: os suspeitos e os patriotas. Porque se pensarmos assim estamos (exactamente) na antecâmara da revolução.

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  7. Zacarias's avatar
    Zacarias permalink
    1 Março, 2012 22:32

    Querem mais dinheirinho pois então! Eu também queria.Aliás todos queremos, só que para azar nosso as rotativas da casa da moeda já não funcionam e temos que nos ater às esmolas que nos dão. Parece pois que estamos em época de desmame e não vale a pena berrar muito pois a teta secou.

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  8. JCardoso's avatar
    JCardoso permalink
    1 Março, 2012 22:50

    Pois, à falta de revolta das massas e à falta de notícias de outras revoltas. A Helena já reparou que a revolta dos trabalhadores da Câmara Municipal de Setúbal, cuja senhora presidente resolveu abonar durante largos meses os trabalhadores para lá do que podia e que agora têm que devolver, está escondida praticamente da comunicação social? Porque será? Uma revolta de trabalhadores de uma Câmara governada pelos comunistas numa altura em que a CGTP quer greves gerais, manifestações e revoltas contra o actual governo, é o que se podia dizer na gíria futebolística, um golo na própria baliza, ou até indo mais fundo, os trabalhadores afectos ao PCP andam tão intoxicados de manifestações e greves que já até fazem manifestações contra Câmaras e dirigentes comunistas como em Setúbal, por actos da responsabilidade inteira da presidente da Câmara de Setúbal. Onde é que isto já chegou! A comunicação social está a tentar esconder este golo na própria baliza dos que estão sempre a pensar em manifestações e greves.

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  9. Castanheira's avatar
  10. O SÁTIRO's avatar
    1 Março, 2012 22:50

    quem paga as mordomias de luxo do sókas em paris?
    quando se investigam os 300 milhões de €€€€€€€ que a família sókas pinto de sousa movimenta em off-shores?

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  11. EMS's avatar
    EMS permalink
    1 Março, 2012 22:51

    Eram as barreiras de proteção de quem?

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  12. O SÁTIRO's avatar
    1 Março, 2012 22:52

    JCardoso..
    em cheio na mouche!
    parabéns

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  13. balde-de-cal's avatar
    balde-de-cal permalink
    1 Março, 2012 23:00

    o lema da corporação sempre foi
    ‘os que podem (dar) aos que precisam (de apanhar)’
    até a banda ‘toca sem dó’

    excesso de civismo

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  14. marsanto2's avatar
    1 Março, 2012 23:16

    “Quem semeia ventos ,colhe tenpestades”

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  15. Costa Cabral's avatar
    Costa Cabral permalink
    2 Março, 2012 01:35

    Ali estava um bom grupo para tomar o poder e entregá-lo ao povo.

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  16. Nuno's avatar
    Nuno permalink
    2 Março, 2012 02:16

    .
    Para:
    O SÁTIRO
    Posted 1 Março, 2012 at 21:26 | Permalink
    ***
    O nívrl de vida actual é muito pior que em /77 e /83…
    … Melhoro um pouco depois de /83 até à década de 90.
    Agora é o que se vê.
    .

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  17. Nuno's avatar
    Nuno permalink
    2 Março, 2012 02:43

    .
    estimados em 162 mil milhões de euros sem juros.

    Após a guerra, a Alemanha ficou de compensar a Grécia por perdas de navios bombardeados ou capturados, durante o período de neutralidade, pelos danos causados à economia grega, e pagar compensações às vítimas do exército alemão de ocupação.

    As vítimas gregas foram mais de um milhão de pessoas (38 960 executadas, 12 mil abatidas, 70 mil mortas no campo de batalha, 105 mil em campos de concentração na Alemanha, e 600 mil que pereceram de fome). Além disso, as hordas nazis roubaram tesouros arqueológicos gregos de valor incalculável.

    Qual foi a reacção da direita parlamentar alemã aos actuais problemas financeiros da Grécia? Segundo esta, a Grécia devia considerar vender terras, edifícios históricos e objectos de arte para reduzir a sua dívida.

    Além de tomar as medidas de austeridade impostas, como cortes no sector público e congelamento de pensões, os gregos deviam vender algumas ilhas, defenderam dois destacados elementos da CDU, Josef Schlarmann e Frank Schaeffler, do partido da chanceler Merkel. Os dois responsáveis chegaram a alvitrar que o Partenon, e algumas ilhas gregas no Egeu, fossem vendidas para evitar a bancarrota.

    “Os que estão insolventes devem vender o que possuem para pagar aos seus credores”, disseram ao jornal “Bild”.

    Depois disso, surgiu no seio do executivo a ideia peregrina de pôr um comissário europeu a fiscalizar permanentemente as contas gregas em Atenas.

    O historiador Albrecht Ritschl, da London School of Economics, recordou recentemente à “Spiegel” que a Alemanha foi o pior país devedor do século xx. O economista destaca que a insolvência germânica dos anos 30 faz a dívida grega de hoje parecer insignificante.

    “No século xx, a Alemanha foi responsável pela maior bancarrota de que há memória”, afirmou. “Foi apenas graças aos Estados Unidos, que injectaram quantias enormes de dinheiro após a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, que a Alemanha se tornou financeiramente estável e hoje detém o estatuto de locomotiva da Europa.

    Esse facto, lamentavelmente, parece esquecido”, sublinha Ritsch.

    O historiador sublinha que a Alemanha desencadeou duas guerras mundiais, a segunda de aniquilação e extermínio, e depois os seus inimigos perdoaram-lhe totalmente o pagamento das reparações ou adiaram-nas.

    A Grécia não esquece que a Alemanha deve a sua prosperidade económica a outros países.

    Por isso, alguns parlamentares gregos sugerem que seja feita a contabilidade das dívidas alemãs à Grécia para que destas se desconte o que a Grécia deve actualmente.

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  18. O SÁTIRO's avatar
    2 Março, 2012 03:17

    Nuno:
    correção:
    o que escrevi no comentário….pode confirmar…….é
    o nível de vida ERA muito pior do q é hoje…

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  19. O SÁTIRO's avatar
    2 Março, 2012 03:19

    Selvajaria islâmica no seu esplendor
    SUDÃO: (enfim, em todos os países islâmicos.)
    ministro da defesa com mandado de captura do TPI:
    http://www.aljazeera.com/news/africa/2012/03/201231185250788879.html
    é a mais do que insuspeita al jazeera quem noticia
    só no SUDÃO, são SETE com mandado de captura…….

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  20. helder's avatar
    helder permalink
    2 Março, 2012 03:22

    Não se arranja para aí um ministro que venha dizer, aos guardas, ” se não estão contentes vão para o estrangeiro” ?

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  21. Nuno's avatar
    Nuno permalink
    2 Março, 2012 03:28

    .
    Ingratidão e falta de memória
    A ingratidão dos países, tal como a das pessoas, é acompanhada
    quase sempre pela falta de memória.
    Em 1953, a Alemanha de Konrad Adenauer entrou em default,
    falência, ficou Kaput ou seja, ficou sem dinheiro para fazer mover
    a actividade económica do país.
    Tal qual como a Grécia actualmente.
    A Alemanha negociou 16 mil milhões de marcos em dívidas de 1920
    que entraram em incumprimento na década de 30 após o
    colapso da bolsa em Wall Street.
    O dinheiro tinha-lhe sido emprestado pelos EUA, pela França e
    pelo Reino Unido.
    Outros 16 mil milhões de marcos diziam respeito a empréstimos dos
    EUA no pós–guerra, no âmbito do Acordo de Londres sobre as Dívidas
    Alemãs (LDA), de 1953.
    O total a pagar foi reduzido 50%, para cerca de 15 mil milhões de marcos, por um período de 30 anos, o que não teve quase
    impacto na crescente economia alemã.
    O resgate alemão foi feito por um conjunto de países que incluíam a
    Grécia, a Bélgica, o Canadá, Ceilão, a Dinamarca, França, o Irão, a
    Irlanda, a Itália, o Liechtenstein, o Luxemburgo, a Noruega, o
    Paquistão, a Espanha, a Suécia, a Suíça, a África do Sul, o
    Reino Unido, a Irlanda do Norte, os EUA e a Jugoslávia.
    As dívidas alemãs eram do período anterior e posterior à Segunda
    Guerra Mundial. Algumas decorriam do esforço de reparações de
    guerra e outras de empréstimos gigantescos norte-americanos ao
    governo e às empresas.
    Durante 20 anos, como recorda esse acordo, Berlim
    não honrou qualquer pagamento da dívida.
    Por incrível que pareça, apenas oito anos depois de a Grécia ter sido
    invadida e brutalmente ocupada pelas tropas nazis, Atenas aceitou
    participar no esforço internacional para tirar a Alemanha da terrível
    bancarrota em que se encontrava.
    Ora os custos monetários da ocupação alemã da Grécia
    foram estimados em 162 mil milhões de euros sem juros.
    .

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  22. Nuno's avatar
    Nuno permalink
    2 Março, 2012 03:36

    .
    Por favor e se quiserem ler os meus dois comentários anteriores, leiam primeiro o publicado às 03:28 e depois o das 02:43. Peço desculpa pelo meu lapso.
    .

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  23. Piscoiso's avatar
    2 Março, 2012 09:20

    Um das medidas que me impressionou, foi acabarem com aquelas botas de cano alto dos GNR.
    Era previsível o que se está a passar.

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  24. Jose's avatar
    Jose permalink
    2 Março, 2012 09:43

    Independentemente das tropelias dos agentes que, espero, sejam devidamente sancionadas, há, da parte do governo, alguma imprudência no tratamento da “força”.

    O estado tem o monopólio da violência e é bom que tenha isso bem controlado. Em última análise é na força que repousa a última arma contra a anarquia.

    Num momento em que as medidas tomadas para controlar as contas têm como consequência um generalizado descontentamento, é muito imprudente “atacar” tb aqueles que, in extremis, irão impedir que o poder caia na rua.
    Há aqui muita ingenuidade, muita falta de conhecimento da história.

    Esperemos que as coisas não se compliquem …

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  25. JDGF's avatar
    JDGF permalink
    2 Março, 2012 10:26

    O “exemplo” de ontem é – em termos de ordem pública – indelével.
    Interessa saber até que ponto se cometeram – em nome de uma equidade distorcida e maltratada – erros.
    Forças militarizadas, logo, armadas, são integradas por homens e mulheres que “pertencem” a uma sociedade. Não vivem numa “torre de marfim”. Importante é compreender quais os motivos que levaram os protestos a assumirem tais contornos. E a pergunta que se impõe é: não significa “isto” que se chegou à beira do precipício?
    Algo está a esgotar-se. A paciência? O tempo? Ou, a duas coisas em simultâneo?
    Não serão os “incidentes” de ontem um incontornável libelo acustatório para a insensibilidade política da espúria concepção: “custe o que custar”?
    Ou vamos inguenuamente tentar “esticar” um pouco mais? Arriscando …a “insolvência” social a adicionar à financeira. Quem julga conhecer a altura ou o monento em que a corda (esticada) se rompe?
    Voluntarismo será a metodologia de combate, inguenidade poderá ser inocência e amadorismo a expressão saloia do infantilismo (na política). Poderá, neste “caso”, estar a cozinhar-se um “caldo” … com todos estes ingredientes à mistura.

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  26. aremandus's avatar
    aremandus permalink
    2 Março, 2012 10:42

    então o gábiru mal-criado não aparece? deve ter levado malha-o pedro nuno santos fez-lhe uma espera!

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  27. JPT's avatar
    JPT permalink
    2 Março, 2012 11:35

    “os motivos que levaram os protestos a assumirem tais contornos” são dois: (i) o hábito do privilégio, que custa a largar; (ii) a convicção dos dirigentes sindicais, de que existem para aí lorpas (ou oportunistas) que acham (ou dizem que acham) que pelos pançudos da GNR e os militares reformados dizerem, bem “à tuga”, que “fazem e acontecem” eles, realmente, farão o que quer que seja. Armados, estarão, mas só em maus.

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  28. José Gil Correia Mon's avatar
    José Gil Correia Mon permalink
    2 Março, 2012 17:53

    Há ou não direito à indignação?!
    É reles bater no molhado ou fazer aleivosias à vida de José Sócrates.

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  29. Artium's avatar
    rsousa43 permalink
    2 Março, 2012 21:51

    É incrível como se consegue ter um pais de portugueses, amorfos, adormentados.

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