O infanticídio como corolário do aborto
O Carlos já se referiu aqui à polémica levantada por um artigo filosófico (e não científico, como se escreve no Público) publicado no British Medical Journal. Tal como ele, acho que o artigo deve ser lido, mas duvido que deva ser visto como uma provocação, pelo menos como uma provocação deliberada. Não duvido, contudo, que o artigo leva a que se questionem algumas das premissas do argumentário pró-liberalização da interrupção voluntária da gravidez.
O temos que os autores abordam radica num dilema para o qual não existe resposta científica, pelo menos não existe resposta científica à medida da liberalização: onde começa a vida humana. Alberto Giubilini e Francesca Minerva defendem que a vida humana só começa quando o ser vivo tem consciência, o que os faz levar a linha que separa a vida da não-vida até depois do nascimento. Como se escreve no Público, “se o feto e um recém-nascido não têm o mesmo estatuto moral das pessoas”, se “é moralmente irrelevante o facto de feto e recém-nascido serem pessoas em potência” então matar um bebé, acto que designamos por infanticídio, não será mais do que um “aborto pós-nascimento”.
Este argumento não é novo e consta mesmo de um livro editado em Portugal aquando do recente referendo: “A Ética do Aborto – Perspectivas e Argumentos”, Organização, tradução e prefácio de Pedro Galvão, Dinalivro, 2005 (Pedro Galvão é professor na Universidade de Lisboa e o livro foi editado com o apoio daSociedadePortuguesa de Filosofia). Na época escrevi uma pequena recensão onde descrevia os diferentes ensaios (seis no total) que, notei então, tinham a vantagem de levar os argumentos até às últimas consequências. Ler estes ensaios “mostra-nos como alguns dos argumentos mais comuns, se desenvolvidos até ao fim, levam a conclusões pelo menos perturbantes”, escrevi então.
Referia-me, em particular, ao ensaio de Michael Tooley, que resumi da seguinte forma: “Reconhecendo que a biologia não permite dividir com clareza a vida da não-vida, procura encontrar um critério para definir o momento em que um ser vivo pode ser considerado um ser humano. Não segue por isso as linhas divisórias habituais – o momento da concepção; o momento em que o zigoto não pode dividir-se ou fundir-se com outro; a existência de ondas cerebrais; a viabilidade de sobrevivência fora do útero e ainda o momento do nascimento – e estabelece um novo patamar: o momento em que o indivíduo se torna consciente de si e racional. Esta definição de condição humana tem um corolário, que o autor aceita e defende: a consciência de si só se forma depois do nascimento, pelo que se o aborto é moral, o infanticídio também é moral”.
Há pois, como se demonstra, um fio condutor comum ao argumento de Tooley e ao artigo de Giubilini e Minerva. Ou seja, lendo ambos percebe-se que, do ponto de vista da discussão filosófica, a mesma ética que aceita o aborto deve também aceitar o infanticídio (ou “aborto pós-nascimento”). Se achar que isso é inaceitável, então tem de recuar e de questionar os fundamentos do seu raciocínio. Por uma questão de coerência.
Se é a isto que o Carlos chama “provocação”, então aceito a provocação.

A “consciência de si” surge, na maior parte dos casos, durante a puberdade. Existem atipicidades (patologias) em que os individuos perdem a consciência de si e ainda outras em que nunca a adquiriram.
O jogo de conceitos, porventura não completamente estáveis, nem na biologia nem na filosofia, não serve à discusssão em causa.
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esse argumento “filosófico” permitiria fazer massacres aos milhões…..
no fundo, o Hitler ainda seria louvado pelo holocausto.
bem…já há esquerdóides e islâmicos que elogiam essa selvajaria…….
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> a vida humana só começa quando o ser vivo tem consciência
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Nítidamente, um patamar que os próprios autores não atingiram.
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Portanto …
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“Ou seja, lendo ambos percebe-se que, do ponto de vista da discussão filosófica, a mesma ética que aceita o aborto deve também aceitar o infanticídio (ou “aborto pós-nascimento”).”
Apenas a ética que considera que a vida começa na capacidade de pensamento consciente e racional. Tenho muitas dúvidas que essa seja a corrente maioritária.
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«a ética que considera que a vida começa na capacidade de pensamento consciente e racional»
Está tudo doido. Agora chamam ética à falta de moral.
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E chamam filósofos a tarados. Só uma imbecil era capaz de achar que não se está a matar gente a uma criança recém-nascidam quando já há gente viável fora do útero aos 5 meses.
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Não há-de faltar muito para se fazer nascer depois da data permitida para poder matar.
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“que a vida humana só começa quando o ser vivo tem consciência” socrates, que nos levou à bancarrota não tinha consciência nenhuma.
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Eu sou contra o aborto mas também estou contra a actual «solução final» silenciosa que está acontecendo com os nossos idosos.
Na provincia e nas ciades muitos estão a morrer, pois não têm dinheiro para pagar taxas moderadoras, transportes e medicamentos.
Nascer sim! mas para viver dignamente até à morte!
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A questão pode ter muito interesse para quem a queira discutir – e, seguramente, para a esquerda e quem defende o aborto -, todavia é, em qualquer caso, uma aberração.
Mas onde esta cáfila de camelos selvágens já vai?! No infanticídio, meu Deus?
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“Agora chamam ética à falta de moral.”
Ética e moral são coisas diferentes.
Estão uma para a outra como a hermenêutica está para a exegese.
E há éticas e éticas, com as respectivas regras morais.
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Não, palonço, não são coisas diferentes. Se lesses Aristóteles ou S. Tomás de Aquino sabias que ética e moral são a mesma coisa.
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Só com os jacobinos modernos é que se separou o que sempre esteve unido. E separou-se para se fazer coincidir a moral com o que a Lei passa a ditar.
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E é por isso que estes filhos-da-puta conseguem colocar o mundo às avessas porque fazem passar por “científico” e filosófico o que é esterco. E este esterco chega a tarados com poder e depois temos leis a permitirem crimes, como se fosse uma boca causa legalizada.
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Entendes, palerma?
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E ISTO É O QUÊ?? UMA TREBLINKA SOFT E DISFARÇADA?
Para quem anda atento ao mainstream media, há cerca de 15 dias ocorreram mortes “a mais” em Portugal. O que ninguém disse, foi a receita média de 50.400.000€ que Portugal ganha em apenas um ano.
Mortos “a mais” dão receita inesperada ao Estado Português
Podia ser uma teoria da conspiração, mas não é. Por vezes os fundos para tapar outros buracos de um governo que apenas desgoverna com o dinheiro do povo, podem levar a medidas de aproveitamento.
Quando a RR noticiou o pico de mortalidade, constatou-se a relação com o frio e a gripe.
Os mesmos depoimentos, tanto do Instituto Ricardo Jorge como do Governo parecem confirmar isso.
O Tugaleaks conclui à parte disso, que se a média das reformas for de 400€ e se morrem 3 mil pessoas, o Estado poupa 3.600.000€ por mês e num ano (vezes 14) “apenas” 50.400.000€.
Este valor já dá para pagar quase toda a obra da construção das novas instalações da PJ que custam apenas 85.841.880€. A questão é, como os media informam só haver um “expert” em segurança informática, como é que vão conseguir para esta onda de informação que trazemos todo o dia ao vosso conhecimento?
http://www.tugaleaks.com/mortos-a-mais.html
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http://www.vanityfair.com/politics/2012/01/stiglitz-depression-201201
The Economic Crisis
January 2012
The Book of Jobs
Forget monetary policy. Re-examining the cause of the Great Depression—the revolution in agriculture that threw millions out of work—the author argues that the U.S. is now facing and must manage a similar shift in the “real” economy, from industry to service, or risk a tragic replay of 80 years ago.
By Joseph E. StiglitzIllustration by Stephen Doyle
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UMA UMA SOCIEDADE QUE SE QUER PRODUTIVA E HEDONISTA PODE DAR-SE AO LUXO DE TER ÉTICA OU MORAL? OK ISSO É NOVIDADE…ISSO JÁ SE FAZ NA CHINA A TÃO ADORADA CHINA E NA ÍNDIA POR RAZÕES SEXISTAS…E NO ENTANTO FECHA-SE OS OLHOS EM PROL DA ECONOMIA NO QUE TOCA A ISSO…AH E NÃO FOI NOS STATES NOS ANOS 20 E 30 QUE SURGIU A EUGENIA…POIS NO FUNDO A ECONOMIA SUBMETE A MORA A ÉTICA OU O QUE QUER QUE SEJA…
O eremita volta as costas a este mundo; não quer ter nada a ver com ele. Mas podemos fazer mais do que isso; podemos tentar recriá-lo, tentar construir um outro em vez dele, no qual os componentes mais insuportáveis são eliminados e substituídos por outros que correspondam aos nossos desejos. Quem por desespero ou desafio parte por este caminho, por norma, não chegará muito longe; a realidade será demasiado forte para ele. Torna-se louco e normalmente não encontra ninguém que o ajude a levar a cabo o seu delírio. Diz-se contudo, que todos nós nos comportamos em alguns aspectos como paranóicos, substituindo pela satisfação de um desejo alguns aspectos do mundo que nos são insuportáveis transportando o nosso delírio para a realidade. Quando um grande número de pessoas faz esta tentativa em conjunto e tenta obter a garantia de felicidade e protecção do sofrimento através de uma transformação ilusória da realidade, adquire um significado especial. Também as religiões devem ser classificadas como delírios em massa deste género. Escusado será dizer que ninguém que participa num delírio o reconhece como tal.
Sigmund Freud, in ‘A Civilização e os Seus Descontentamento
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«UMA TREBLINKA SOFT E DISFARÇADA»
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Literalmente. E ainda há palermas que dizem que é uma “questão filosófica do domínio da ética”.
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E que é importante debater-se. Mongos destes também têm direito à vida, ainda que estejam aquem de seres pensantes.
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E a lógica do jmf 57 também anda às avessas.
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Em parte alguma o aborto é moral para daí dizer que o infanticídeo também seria.
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O aborto é imoral mas as consequências de quem o pratica é que podem ter atenuantes, se forem feitas ainda num estádio embrionário muito curto.
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A lei- as legislações, que não são aprovações morais, mas códigos de penas ou de despenalizações é que podem não considerar crime a quem o pratica em casos de excepção e dentro destes parâmetros que nada têm a ver com “ser cidadão”, ou “ter consciência de si”.
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Se fosse, então também era moral matar retardados mentais e velhos fora de prazo. E calhaus com olhos, como há muitos, incluindo a autora desta merda.
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Além do mais a geração de vida implica uma responsabilidade moral por parte de quem a gerou.
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Portanto, esta mentecapta, tinha de explicar o papel do pai do recém-nascido no meio do direito da mãe o matar.
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Já agora, como a lógica da avantesma até é utilitarista e social, devia ser o Estado a matar recém-nascidos e demais gente que é “carga social e nem tem projectos de vida”.
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Zazie,
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Além do mais a geração de vida implica uma responsabilidade moral por parte de quem a gerou.
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Até parece que não conhece o lema socialista: a sociedade é responsável por tudo e o indivíduo por nada. Nos tempos que correm, dizendo isso limita-se a atirar margaritas ante porcus.
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REFORMULO: O MERCADO É LIVRE E NUNCA RESPONSÁVEL..SÃO OS CAPITALISTA
ÁVIDOS DA GULA..AS ARMAS NÃO MATAM MAS QUEM AS DISPARA SIM…BOM FIM DE SEMANA…
….Diz-se contudo, que todos nós nos comportamos em alguns aspectos como paranóicos, substituindo pela satisfação de um desejo alguns aspectos do mundo que nos são insuportáveis transportando o nosso delírio para a realidade. Quando um grande número de pessoas faz esta tentativa em conjunto e tenta obter a garantia de felicidade e protecção do sofrimento através de uma transformação ilusória da realidade, adquire um significado especial. Também as religiões devem ser classificadas como delírios em massa deste género. Escusado será dizer que ninguém que participa num delírio o reconhece como tal.
Sigmund Freud
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Ifigénio Obstruzo,
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Se não sabe a diferença entre receita e despesa, pense lá um bocadinho. Receita é o que entra no meu bolso, despesa o que sai dele. Não sair do meu bolso não significa receita, significa menos despesa.
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(Deve ser chamado Doutorr (erres duplicados) para dar uma calinada destas.)
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Infelizmente, Colaço- esse lema também é neotonto.
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Devia recordar o debate do abortício e os argumentos hedonistas dos neotontos. O CAA chegou a dizer que a responsabilidade moral pela vida gerada, agora, com a nova lei, só começava depois das 4 semanas
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ahahahjahahaha
São assim, são imbecis e jacobinos. Um acto sexual nem tem nada a ver com as consequências de poder gerar vida. Porque, para esta cambada da mitificação da liberdade dos euzinhos, o feto entrou lá para dentro pelo seu próprio pé.
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E é por isso que até o Rothbard dizia que podia haver o direito da mãe expulsar o “hospedeiro”, como se expulsa alguém que ocupe a sua casa- a sua propriedade privada. Era imoral porque em ambos os casos podiam ficar- “sem-abrigo”- mas, ainda assim, era um direito de propriedade uterina.
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Mais tertas de filosofo menos e filosofo uma, entre várias OUTRAS VERDADES (e no momento oportuno também saltarão).
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Que autoridade ou autorização têm os Bancos instalados em Portugal para BOVINAMENTE congelarem ou Penhorarem IMPUNEMENTE contas bancárias de Depositantes ?? O dinheiro não é propriedade nem de perto nem de longe do Banco.
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Se o dinheiro não é propriedade do Banco, como pode qualquer Banco fazer dele o que que lhe apetecer, aceitar ou decidir para o que entender ?? COMO É ?
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É preciso os Depositantes fazerem uma corrida aos Bancos para acabar com a utilização ABUSIVA do seu dinheiro pelos Bancos ??? Enfiar-se com o dinheiro em offshores ou bancos Estrangeiros ????
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Têm algum mandato, procuração ou autofrização dos Depositantes que lhes dê poderes para tanto ? Não têm portanto tudo sugere que estão a cometer atos criminais.
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Assumem esta VERDADE JURIDICA em absoluto ou ABUSIVAMENTE optam por SER ESPONSABILIZADOS pelos Depositantes, além de reporem integralmente o dinheiro que abusivamente usaram para esses fins ACUMULADOS com indemnizações por perdas e danos pelo ABUSO que estão a cometer ??
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É só.
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Aqui fica a a humilde denuncia publica para a PROCURADORIA GERAL DA REPUBLICA que não precisa absolutamente mais nada para agir porque se trata dum indicio de prática criminosa generalizada relativamente e todo e qualquer Cidadão que tenha depósitos em Bancos sediados em Portugal. Seria bom a PGR antecipar-se rapidamente a investigar antes que dê escandalo internacional.
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ou seja, resumindo:
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o INFANTICIDIO DE TODOS DEPOSITANTES NOS BANCOS como corolário doutro ABORTO DOS BANQUEIROS E DOS BANCOS.
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Xau
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Vamos lá a outra:
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a desvalorização de qualquer MOEDA NACIONAL (peseta, florim, escudo, lira, marco, libre, franco, cruzeiro, dollar, ringit etc por esse mundo fora) que é e era ??
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Empobrecer o poder de compra dos seus Cidadãos etc.
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Com o EURO não é a mesma coisa com outras tretas ?
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Pois é, assim o Euro começa a apresentar-se ABSOLUTAMENTE DESNECESSÀRIO aos Cidadãos de cada Estado sócio salvo para os que CONFIRMADAMENTE GANHARAM BILIÕES COM O PROJETO EURO QUE SURGE COMO ‘VENDIDO’ AOS OUTROS.
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Se o EURO quere ser HONESTO E SÉRIO para todos os seus sócios tem de SER REAJUSTADO porque a SUA CONFIANÇA NOS QUE OS METERAM NA CARTEIRADOS CIDADÃOS, EMPRESAS E FAMILIAS ESTÁ SOBRE FORTE DESCONFIANÇA JÁ INFELIZMENTE TENDO ENTRANDO NA ÀREA DA REJEIÇÃO.
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Exportações para cima, craições de empregos para baixo, coitadinhos dos jovens atirados para o lixo para a direita ou velhotes a serem mortos sem explicação para a esquerda ou inovações para aqui ou empreendedorismos para acolá SÃO TRETAS DE VISTAS MIOPES QUE NEM CURTAS SÃO:
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não v~em ou não querem ver nada.
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E há mais umas duas ou três que então SÃO DE PARTIR O COCO A RIR em termos de RUMO, FUTURO SUSTENTADO, HONESTIDADE, SERIEDADE e sobretudo GOOOOOVEEEEERNAAAANÇAAAAAAA.
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Mas para não ofender os FANÁTICOS e os INFETADOS POR PARTIDARITES (é bom ter Partido, mas é mau ser talibã ou fundamentalistazito partidario porque são os ‘bota-abaixo’ a desfazer os Partidos e a destruir a Democracia) por enquanto a oportunidade deixa-se para eles. Têm tudo na mão. Desenrasquem-se dentro do timing do Tempo que ainda resta.
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“Se lesses Aristóteles ou S. Tomás de Aquino sabias que ética e moral são a mesma coisa.”
É exactamente assim, mas ao contrário.
Na verdade os gregos distinguiam as duas. A filosofia clássica sempre o fez. Na Idade Média, é verdade, a ética resumia-se ao cumprimento das regras morais. Na Idade Moderna, passou a ser como na antiguidade clássica.
Se em vez de citar nomes, tivesse lido algo daquilo que esses autores escreveram, evitaria meter os pés na argola.
E sossegue. Não é por muito bravejar que as suas afirmações, neste particular, ganham validade.
Veja a coisa assim:
Insultar os outros é uma coisa má. Estamos na ÉTICA.
Você tentou insultar-me. Agiu mal, e estamos no campo da MORAL.
Quanto ao resto, tudo bem, na minha ética tb é “mau” “interromper” a vida humana.
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Distinguiam como, ó palerma. Explica lá tu o que o Aristóteles dizia acerca da diferença entre ética e moral.
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Cada mongo à solta que faz favor.
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E o idiota nem queria uma, queria muitas éticas, á escolha do freguez.
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Vs. aprendem estas merdas no secundário e papagueiam-nas. Eu sei que a culpa não é vossa- é do jacobinismo reinante que se infiltra nos programas escolares.
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Alguma vez leste a Ética a Nicómaco, ó patusco?.
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Não leste, porque, se tivesses lido, percebia que é um tratado moral.
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Para a socialice vigente a ética é a moral expurgada de Deus e de deveres para com o próximo.
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A desculpa para o criminoso. Que age segundo a “ética da república”, como eles dizem, vulgo as leis cujo processo de criação é, como sabemos, puro e incorruptível e nunca são feitas à medida dos quarenta do Ali-Babá.
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Quanto ao aborto de recém nascidos, estou completamente em desacordo,. Já quanto a alguns idiotas bem adultos (uns em paris, outros calhaus) estou aberto a repensar o assunto.
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Oops, aborto e morte de recém nascidos. O resto da frase é assumida sic.
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Exactamente, Francisco Colaço- é isso sem tirar nem pôr.
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“queria muitas éticas”
Se poupasse nos adjectivos que me dedica, os seus comentários seriam mais breves e escorreitos.
Pouparia as teclas, pouparia tempo e daria de si uma imagem menos truculenta. É que isto de se pôr para aí a bravejar, não tem saída. Braveja uma vez, braveja três vezes, braveja cinco vezes e então? Pode fazer mais que isso?
Não!
Então seja racional e deixe-se de inutilidades.
Quanto às éticas, não é uma questão de querer ou não. Elas existem, queira-se ou não.
Por exemplo, na minha, dirigir-se a uma pessoa com os modos com que você o faz, é uma coisa “errada”. É por isso que eu não lhe colo adjectivos. Estou a agir moralmente, de acordo com a minha ética.
Na sua ética parece que interpelar os outros com adjectivos ofensivos, não é “errado”. E sendo assim, você tb age moralmente, de acordo com a sua ética particular.
Como vê, a sua própria conduta prova aquilo que eu lhe disse e contradiz aquilo que você diz.
QED.
P.S. Na minha ética, se me chamasse esses nomes de cara a cara, e eu visse que estava na posse das suas faculdades físicas e mentais, retribuir-lhe-ia com um milho na tabuleta, passada a fase dos avisos. Como não estamos cara a cara, considero a sua conduta bastante cobarde.
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O argumento não é de modo nenhum novo e tem sido uma das linhas condutoras do pensamento de Peter Singer, (http://en.wikipedia.org/wiki/Peter_Singer) um muito louvado filósofo australiano que até está na génese da tão mediatizada PETA (aquela organização radical contra os maus tratos aos animais).
De qualquer modo, não agora estando minimamente interessado em fazer juízos éticos e morais sobre o conceito, a nota que aqui gostaria de deixar é a seguinte:
Por abjecto e repugnante que pareça à maioria das pessoas (entre as quais eu), poderá haver um número maior ou menor de indivíduos(as) que, mais do que concordar com a ideia, a pratiquem (vai uma enorme diferença entre dizer que sim e fazer…). Mas se houver pessoas que a pratiquem, o que está a acontecer na prática é que tendencialmente se irão reproduzir muito menos do que as que pensam ou agem de forma oposta. Um exemplo prático já hoje visível é, por exemplo, o das populações ciganas e muçulmanas que professam princípios anti aborto e mesmo contracepção, face às que não seguem esses princípios, com o explosivo aumento progressivo de percentagem populacional e peso social.
Ou seja, numa perspectiva Darwinista, o “pool” populacional de quem não é sensível à morte de um recém nascido tenderá a ser cada vez menor, seja esse tipo de insensibilidade incutido pelos genes ou pela educação.
O infanticídio legitimado será assim uma ferramenta de brutal aceleração da selecção natural da espécie. O paradigma máximo desse tipo de selecção é o das linhas ideológicas eco radicais que defendem que quem se preocupar com o futuro do planeta não deverá contribuir com o acrescentar de seres humanos, e portanto deverá abdicar de ter filhos (também poderia ser suicidar-se, mas para isso era preciso um bocado mais de coerência…). Não é preciso pensar muito para ver que não terão descendentes a quem transmitir ou inculcar esses princípios, e a evolução é para a rápida auto-extinção.
Seria interessante por uma vez sair do debate ético e perspectivar uma abordagem socio-darwinista destas coisas…
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Olha- a minha ética foi aprendida em miúda na seita das zundapps gamadas.
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É ética de série B.
“:OP
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E retribuías o tanas- antes disso já estavas estatelado no chão sem perceberes como.
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Ética com muita prática no “debate” com a seita da anti-seita das zundapps gamadas.
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José sem assento (chiste inocente, mas intencional),
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Se não houver um padrão pelo qual a sociedade puder ser regida, e a lei for a que cada um (ou uma, não sejamos sexistas) quiser, nesse caso o corpo legislativo que rege a vida e as transações dos portugueses e dos visitantes em Portugal e que comummente chamamos diarreia cerebral do deputedo não tem razão de ser.
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Para quê dizer que a vida humana deve ser defendida a um assassino profissional, se este assume ab initio que a sua ética particular deve reger a sua própria vida e não a convencionada (imposta, na verdade) no território aos povos que lá vivem pelo colectivo?
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A lei existe porque a ética (ou moral) deve ser vertida em documentos aceites pela sociedade e legítimos. É claro que me dirá que a lei vai para além da moral. Contudo, na base da lei estão (estiveram, deveriam estar, vislumbram-se, you say potato and I say potato) os princípios morais aceites como direito natural pela sociedade.
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Éticas particulares são coisas de esquerdistas e laxistas para justificar criminosos e culpar a sociedade.
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“ntes disso já estavas estatelado no chão”
Sim, e o meu pai é bombeiro e o teu não. E eu tenho um carrinho e tu não.
Chiça, que aparece cada cromo!
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“Se não houver um padrão pelo qual a sociedade puder ser regida”
Mas que sociedade? A ética difere entre grupos humanos.
Há coisas comuns, mas há outras totalmente opostas.
Veja, por exemplo, o caso do sexo com menores. Na nossa sociedade é “mau”. Numa sociedade muçulmana, por exemplo, é uma conduta virtuosa porque imitação do Profeta.
Ou o incesto. Para nós, “mau”. Para outros “normal”.
Ou o canibalismo, ou a poligamia.
Tem razão quando diz que uma étiica comum, ideias comuns de certo e errado, mau e bom, são necessárias para que as leis, a positivação da moral, sejam produzidas e que haja uma comunidade politica.
Mas a espécie humana não constitui uma comunidade política e não partilha uma ética comum
Era isto que eu estava a salientar, antes de aparecer o troll.
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só um tonto que quer-escrever-bem-português, pode afirmar que direito é igual a moral.
no direito penal está banido de hà muito qualquer enfoque moral.
na civilistica o direito posítivo refere vulgo gratia o conceito abstacto «homem médio» que será, reconheça-se um homem imbuído da moral social da comunidade.
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O argumento do F Costa é interessante.
Há um economista americano (S. Levitt) que o aplicou a propósito da diminuição da criminalidade nos EUA, no final do séc XX.
Segundo ele, a causa é…..a liberalização do aborto duas decadas antes. O argumento é simples:
Os criminosos, em média, vinham de famílias desestruturadas. Mães solteiras, com muitos filhos, etc. Ao liberalizar o aborto, pura e simplesmente muitos desses futuros criminosos deixaram de nascer.
O mesmo se passa com a homossexualidade.
Com a “saída do armário”, os homossexuais deixarão de entrar em relações heterossexuais fingidas, para disfarçar. Reproduzir-se-ão menos, pelo que a especial configuração genética que está ligada à homossexualidade, ocorrerá menos vezes.
A prazo, a percentagem de homossexuais diminuirá…
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O jmf 57 é burrinho. Coitado. Não faz de propósito- é mesmo limitação natural.
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Ele pensava que quando a lei não penaliza está a fazer uma aprovação moral.
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Por exemplo- tirar macacos do nariz ou cuspir na avó, não dá direito a cadeia- são actos morais- na lógica do tolinho.
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n”o direito penal está banido de hà muito qualquer enfoque moral.”
Mas tem de reconhecer que as leis não surgem de paraquedas. Quem as produz tem, a montante uma cosmovisão, uma moralidade, um sentido ético.
As leis são apenas a passagem para o papel daquilo que se acha “justo” e “certo”. E esse justo e certo vem da ética do grupo no qual o legislador é enculturado. No nosso caso é, ainda, uma ética judaico cristã. Os 10 mandamentos em suma. Mas, claro, os 10 mandamentos tb não vieram de Deus ( os crentes acreditam que sim, claro).
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São aprovações éticas- que ele ainda é marxista. Um marxista neotonto, mas marxista na mesma.
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O comuna do aramandus (ou lá como se chama) que ature este mogo do josé que eu passo. É outro com a mania que sabe e um bravo combatente do islão por via do teclado.
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Mas agora entraram os malucos new-age da PETA e portanto o infanticídio passou para o matadouro.
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Coisa pior que um jacobino só um jacobino cientóino. A subserviência que estes analfabetos têm a tudo o que possa parecer bata branca e especulação científico-filosófica.
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Cambada de imbecis. Aposto que a autora desta merda é uma frustrada sem filhos.
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Só pode. Gaja sem filhos avaria.
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“Gaja sem filhos avaria.”
Lamento sinceramente que não tenha descendentes.
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Palerma, eu tenho descendentes.
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Fernando Costa,
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É preciso não se perceber nada de biologia para pensar que a homossexualidade ou a apetência de se indignar com morte de bebés passam pelos cromossomas.
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Zazie,
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Veja lá se os seus descendentes são homossexuais! Segundo as teorias citadas do Costa e do Jose, isso quererá obrigatoriamente dizer algo do seu marido (assumo que não queira dizer de si.) 😉
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Então o Francisco Colaço, acha que a homossexualidade passa por quê?
Acha que é uma tendência cultural?
Então porque razão há outros mamíferos que têm este desvio? Vão pela moda?
E porque razão há estudos que mostram que a arquitectura cerebral de um gay macho é parecida com a das mulheres? De onde vem a ordem para que seja assim? Não será do mesmo sítio de onde vem a ordem para que tenha dois braços?
E a heterossexualidade? Nada tem a ver com os genes? Homens e mulheres andarem no truca- truca, em todo o mundo, nada tem a ver com os cromossomas?
Então é o quê? Um ímpeto divino?
A química do organismo, a testosterona, etc, são produzidos a gosto? Os genes nada têm a ver?
Ora francamente, Colaço.
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E sim, Colaço, as leis de Mendel são válidas.
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Francisco Colaço:
Eu não falei em homossexuais, se bem que tudo indique que é uma tendência genética, teoria alias a que contrapõe o quê? Que é uma escolha? Quem e que quer escolher uma opção tão mal compreendida?
Mas no que se refere ao meu argumento, tanto é valido para a repugnância em matar lactentes ser de origem genética ( o que é bastante provável, como sabe quem ler um bocadinho de Dawkins, Konrad Lorenz, ou E.O.Wilson) , mas é igualmente valida, como tive o cuidado de dizer, se for educacional. Num caso ou no outro, quem tiver menos descendência tem menos gente a quem passar sejam os genes seja a educação e princípios ideológicos…..
Já agora, e porque me acusa de não perceber nada de biologia, por acaso até sou licenciado na area de biomedicina….
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Infanticídio é o que está acontecendo actualmente.
Hoje em dia é proibitivo um casal normal ter filhos.
É penalizado em IRS, nas creches, nas escolas, na segurança social,etc.
Tiram abonos de famílias a filhos de famílias pobres e vão entregar milhões de euros a agências de trabalho temporário que actuam no «mercado laboral» como autênticas angariadoras de carne branca e até prostituição!
Mas ninguém diz nada.
Principalmente os abutres que «defendem a vida»…
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Jose,
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Não me venha com essas tretas do lóbi que se quer desculpar. São uns coitadinhos de uns atacados dos genbes, ora veja lá.
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Diga-me como é que um filho de um pai homossexual pode ser completamente heterossexual e vice-versa. Pelo seu argumento, a homossexualidade nunca existiria. Ou a espécie, a homossexualidade é pior que qualquer doença, pois pode despovoar numa única geração. E explique-me então outros comportamentos desviantes, como gostar de, sei lá!, sapatos. Acha que os sapatos estão codificados nos genes, ou os chicotes, ou as fardas de enfermeira?
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É uma escolha. A bem ou a mal, é uma escolha. As pessoas escolhem o que bem querem e mantêm essas escolhas pela vida. O cérebro é formado por aquilo que escolhemos.
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FG Costa,
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por acaso até sou licenciado na area de biomedicina….
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Metade dos nossos políticos têm cursos em economia, ou cadeiras de economias nos seus cursos, e veja lá como estão as finanças do país. 😉
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Foi só uma brincadeira.
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JMF,
O artigo publicado no Journal of Medical Ethics, do grupo editorial British Medical Journal, de facto, não constitui novidade na parte em que faz equivaler o aborto ao infanticídio, pela alegada equivalência moral entre o feto e o recém-nascido. os próprios autores reconhecem que recuperam a posição, entre outros, de Michael Tooley. As novidades, salientadas pelo próprio editor, são outras: a consideração dos interesses da mãe (ou, num sentido mais lato, da família) após o nascimento na decisão de por termo à vida do feto ou do recém-nascido e uma referência à admissibilidade legal (ainda que num conjunto muito mais restrito de casos do que os que resultam das conclusões do texto) do infanticídio na Holanda, novidades que teram justificado a publicação do texto numa revista prestigiada.
Na verdade, os interesses da mãe foram amplamente utilizados para justificar a admissibilidade do aborto (designadamente, em Portugal, durante o debate dos referendos), através de slogans como “no meu corpo mando eu“. Este tipo de argumentos permitiria traçar uma relevante linha divisória entre o pré e o pós-nascimento.
O que o texto parece sustentar é que os interesses da mãe – aceites por muitos como fundamento do aborto – subsistem ou podem subsistir depois do nascimento, pondo assim em causa um dos argumentos que poderia, por sua vez, ser utilizado para afastar um dos corolários da tese de Tooley: mesmo que se aceitasse que a condição humana não se adquire com o nascimento, mas só mais tarde, os argumentos que justificam o aborto não serviriam para justificar o infanticídio, porque, ao contrário do feto, o recém nascido já não está ligado ao corpo da mãe.
Entendi o texto como uma provocação pelo uso constante do condicional no texto: “se se aceitar x, então tem de se aceitar y”. Lendo-se o artigo com atenção, constata-se facilmente que são raras as afirmações incondicionais, pelo que o texto é essencialmente um exercício de lógica, partindo de premissas alheias – premissas cuja aceitação pelos autores está longe de ser inequívoca. Lendo-se o texto e aceitando-se o raciocínio lógico desenvolvido, não resta alternativa a quem não concordar com as conclusões que não seja voltar a questionar as premissas face ao evidente incómodo que as primeiras causam.
O próprio editor entendeu o mesmo. Num texto que linkei no meu post, Julian Savulescu escreveu:
“The arguments presented, in fact, are largely not new and have been presented repeatedly in the academic literature and public fora by the most eminent philosophers and bioethicists in the world, including Peter Singer, Michael Tooley and John Harris in defence of infanticide, which the authors call after-birth abortion.
The novel contribution of this paper is not an argument in favour of infanticide – the paper repeats the arguments made famous by Tooley and Singer – but rather their application in consideration of maternal and family interests. The paper also draws attention to the fact that infanticide is practised in the Netherlands. […]
The authors provocatively argue that there is no moral difference between a fetus and a newborn. Their capacities are relevantly similar. If abortion is permissible, infanticide should be permissible. The authors proceed logically from premises which many people accept to a conclusion that many of those people would reject.” (bolds meus)
É certo que a provocação não é expressamente declarada. Mas, se o fosse, implicaria uma tomada de posição expressa sobre as premissas, que, na minha opinião, os autores quiseram evitar.
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Escolha? uma opção?
Está tudo louco. Existem muitas formas de homossexualidade, incluindo a hereditária que será a que tem maior peso. Agora escolha por moda, como quem escolhe sapatos, só mesmo sendo anormalzinho de todo.
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Ninguém escolhe gostar de homens ou de mulheres- são atracções naturais, viscerais, que permitem a continuação da espécie.
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Quando há desvio há-de ser algo a que o próprio não pode evitar. E conheço vários homossexuais que o confirmam. Sentiram isso muito cedo, na pré-puberdade, ainda antes de terem a noção do que era.
E sim, tenderá a ser hereditário, mas também existe muito homo casado, muito bissexual. Conheci uma família em que eram os 3: a mãe era fufa não assumida, o pai completamente rabeta e o filho, uma bailarina e, na altura, ainda nem chegara à adolescência.
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V. era capaz de ter dúvidas e “escolher” levar no cu?
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Responda, se é capaz e fica o caso resolvido.
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Pode haver cenas na adolescência- por indefinição de idade, assim como existe homossexualidade temporária em situações de encarceramento.
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Também pode existir, nos casos masculinos, por falta de elemento paterno e mãe-galinha que transforma o filho num mariquinhas.
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E ainda existem desvios verdadeiramente patológicos, onde a homossexualidade aparece a par de outras taras e fetiches.
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Escolha é que nunca. Isso é paleio de lobby gay.
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Uma família. não. conheci pelo menos 3 em que eram todos invertidos.
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ehehe
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Uns eram meus vizinhos e é tão certo que a mulher passava a vida na farmácia por causa das hemorróidas; o filho era espancado e foi sodomizado pelo pai. Recentemente soube que se divorciou e deu em larila, agora em velho.
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Eram todos. Sempre foram.
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E mais. Ia jurar é que não existe um único homossexual onde não há transmissão genética.
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Foi conversa que já tive com um psiquiatra conhecido e o próprio diz que já ia sendo apedrejado por dizer isto. Por causa dos tarados do lobbie que querem manipular as crianças de forma a que aceitem que é tudo a mesma coisa- ser hetero ou homo.
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A intenção dos autores não é a provocação sem sentido. Eles defendem ‘mesmo’ o infanticídio, o que é perfeitamente lógico para quem defende o aborto. São uma excelente demonstração do absurdo que é a legalização do aborto, embora não seja essa a sua intenção. Aliás, o que defendem está legalizado na Holanda e em algusn estados dos USA. Como diziam os medievais, bem menos’medievais’ do que esses facínoras abortadeiros, «ex absurdo sequitur quodlibet».
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Ainda recentemente outro homo contou que tinha um tio que era. E ele próprio diz que essa figura do “tio” ou “tia solteirões” eram isso- tendiam a ser os homo da família.
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E faz sentido que assim seja, uma vez que a hereditariedade existe até para coisas mais básicas, da cor dos olhos adoenças. Não faria era sentido que apenas a homossexualidade não pudesse ser também genética.
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Eu nem lia a trampa mas, por uma mera questão de bom-senso, ninguém acredita que 2 académicos, biólogos, dessem agora em inventar provocações lógicas.
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Só mesmo este LR é que diria uma criancice destas.
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Mas isso de se teimar que é “escolha” serve apenas no sentido da homossexualidade?
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A heterossexualidade não era escolha também?
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Eu tenho ideia que se diz este disparate por 2 motivos extremos que acabam por se tocar:
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1- Os do lobby, para negarem a diferença entre homossexualidade e heterossexualidade- e com isso conseguirem por lei ganhar terreno.
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2- Os moralistas, para dizerem que são culpados pelo desvio- que passa a pecado ou a tara auto-responsável.
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É cretino- há taras entre heteros, tanto quanto inexistência de culpa por atracções biológicas.
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“Eu nem lia a trampa mas, por uma mera questão de bom-senso, ninguém acredita que 2 académicos, biólogos, dessem agora em inventar provocações lógicas.
Só mesmo este LR é que diria uma criancice destas.”
Zazie,
Por respeito para com o outros leitores, que eventualmente se dêem ao trabalho de ser os seus comentários, esclareço o seguinte: i) nenhum dos autores da “trampa” que a zazie não se deu ao trabalho de ler é “biólogo”; ii) a “criancice” é da minha exclusiva autoria e não do (outro) blasfemo LR.
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“Diga-me como é que um filho de um pai homossexual pode ser completamente heterossexual e vice-versa.”
As leis de Mendel, Francisco Colaço.
http://anthro.palomar.edu/mendel/mendel_1.htm
As mesmas que “explicam” porque razão dois pais de olhos castanhos podem ter um filho com olhos azuis.
É espantoso. Se você nem isto sabe, devia manter um perfil mais baixo nesta discussão.
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Veja, Colaço, que até a Zazie, no intervalo dos adjectivos, lhe tira o tapete…
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“Escolha é que nunca. Isso é paleio de lobby gay.”
Exactamente.
Está a ver, Zazie, que você quando desincha o balão, até diz umas coisas acertadas. Mantenha o registo e ainda vamos ser grandes amigos.
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“outro homo contou que tinha um tio que era”
Em S. Miguel, nos Açores, é conhecida a elevadíssima percentagem de homossexuais. A explicação é obviamente genética. Durante muitos séculos as ilhas estavam praticamente isoladas, houve o reforço de determinadas caracteristicas, pelos cruzamentos intracomunitários.
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Jose,
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Nunca me convencerei que a homossexualidade não tem razões culturais ou de crescimento. Dizer que é um factor genético é a magna desculpa. Afinal são feitos assim e não há escape. Sendo um factor genético, e não cultural ou individual, é menorizar a complexidade da psique humana. A homossexualidade, como o fetiche por sapatos ou por fardas de enfermeira, é adquirida, muitas vezes por emulação social e por osmose da própria família. E é óbvio que conheço as leis de Mendel, mas nem por um momento acredito que tudo se deve aos genes. Se tudo se dever aos genes e à propensão dos pais, então deverão ser os pais do Duarte Lima ou do Bibi que servem cadeia. Um por crimes económicos derivados de uma ambição quiçá genética e o outro por tudo aquilo que sabemos. Os meliantes devem por isso ser deixados em paz, já que são vítimas dos seus genes.
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Mas isto é uma questão moral. Não de ervilhas.
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E repare que não estou a fazer julgamento negativo ou positivo sobre a homossexualidade.
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Jose
Posted 3 Março, 2012 at 19:24
Sim, é certo!
E tmbém sublinho que :
«claro, os 10 mandamentos tb não vieram de Deus ( os crentes acreditam que sim, claro).»
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Jose,
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Quanto à Zazie me tirar o tapete. Nunca espero nem o Jose pode esperar que tenha com todas as pessoas acordo absoluto. Coisas há em que mesmo eu e o Jose concordamos, coisas há em que discordaremos. Fazer uma discussão elevada com aqueles de quem discordamos é positivo para ambas as partes.
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Se todos os comentadores do Blasfémias fossem como o Jose, certamente isto seria melhor para todos. Mal fazem aqueles que, falhos de argumentos, se viram para o insulto. Consigo posso discordar em civilidade, e aprender algo consigo.
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No caso específico da Zazie, já percebi que não é para ligar aos insultos. Ela é assim, castiça, falando eufemisticamente. Mas aposto que se o Jose a encontrasse face a face, sem cobre pelo meio, veria uma pessoa completamente diferente.
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Ok. CL/LR:
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Eu não li por uma questão de higiene. Quanto à confusão, se reparar melhor, v. próprio tem dúvidas se é o CL ou o LR. Assinou pelos dois.
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“:O))))))))
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O Francisco Colaço está a confundir uma atracção sexual genética- que faz com que um hetero não opte por ser hetero e um homo, não escolha ser homo, com outras coisas que são taras e abusos sexuais.
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Os evangélicos é que têm a mania que é um pecado vicioso que tem cura. E depois ainda fazem pior porque sexualidade reprimida é que pode dar coisas beras.
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É assim- um desvio- como muitos outros. Caso nunca tenha reparado, a Obra de Deus está cheia de desvios. Isto não é um paraíso. E o facto de não existir culpa em se ser homossexual, não obriga a usar mulheres e crianças para o choco.
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Mas é uma grande anormalidade dizer-se que são responsáveis por serem homo e depois dizer-se que não se está a fazer julgamento moral.
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Claro que está! e pior, isso é que é falta de respeito humano para com quem é assim.
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Ninguém é obrigado a ter amigos homossexuais. Eu dou-me com muitos mas não tenho proximidade com nenhum porque não faz o meu género lidar com o que não é carne nem peixe. Mas nunca me meteria na vida privada de alguém por esse motivo.
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Basta ter-se educação para que esse desvio seja aceite e não haja problema algum com o caso.
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Só passa a haver quando os militantes querem usar os outros e as crianças para brincarem aos “papás e mamãs”.
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Porque, a partir daí, não se trata de uma questão meramente pessoal- envolve terceiros, envolve a sociedade e é uma aberração que deve ser impedida.
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Zazie,
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Useri mal a palavra «escolha». Deveria ter usado a palavra «aquisição».
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Colaço, este estudo
http://www.pnas.org/content/early/2008/06/13/0801566105.abstract
de Ivanka Savic e Per Lindström , demonstra, sem margem para grandes dúvidas, que nos aspectos relevantes a arquitectura cerebral dos homossexuais masculinos é semelhante ao das mulheres heterossexuais e vice-versa.
Para além disso a homossexualidade existe noutros mamíferos que não apenas o homo sapiens pelo que, a menos que se trate de uma “escolha” de um certo chimpanzé, resta a biologia como explicação.
Claro que o fundamento biológico não torna a homossexualidade uma doença. O seu portador nasce apenas com uma característica biológica que não lhe confere vantagens reprodutivas pelo que, naturalmente, tenderá a ser “passada” cada vez menos às gerações futuras.
O que faz crescer as espécies, são pulsões sexuais puras e duras e as nossas são exactamente iguais às dos outros mamíferos. O modo como as estilizamos é que é diferente. Gostamos de embrulhar a coisa em palavras elevadas e sublimes, mas o que está lá dentro são as poderosas forças do sexo e da morte.
Como já disse, e indo ao encontro da abordagem darwinista do F. Costa, o facto de haver mais homossexuais na nossa espécie, pode dever-se exactamente ao ambiente culturalmente hostil, porque durante muitos séculos a homossexualidade foi socialmente estigmatizada e poucos se atreviam a assumi-la, acabando por procriar no seio de relações hetero normais. Principalmente as mulheres que não tinham escolha.
Com a “saída do armário”, os homossexuais já não precisam de fingir pelo que as suas configurações genéticas serão cada vez menos passadas às gerações seguintes e o mecanismo darwinista remetê-los-á para a irrelevância estatística.
Não desaparecem (e ainda bem, a espécie pode vir a necessitá-los e a variedade é uma das armas da espécie) mas tornam-se marginais…, outliers, no sentido estatístico da palavra.
Quanto ao preconceito, eu tenho preconceitos relativamente à homossexualidade.Tenho e reivindico o direito de os ter. Faz parte da minha liberdade básica e não penso abdicar dela.
Mas, contrariamente à correcção política vigente, penso que os preconceitos sobre a homossexualidade não são o resultado da ignorância ou da maldade. Pelo contrário, sou da opinião que as razões mergulham fundo nos nossos arquétipos colectivos, e estão presentes na maioria das pessoas.
Por uma questão de conveniência ou boa educação, controlamos o impulso de fazer chacota, disfarçamos a aversão, retocamos a máscara, tal como fazemos com pessoas estranhas, obesas, deformadas, etc.
A moral vigente dá polimento às atitudes mas na viela iluminada da nossa consciência, não podemos esconder de nós próprios o que realmente somos: velhos primatas prontos a matar e morrer, caso a natureza nos alcance.
Eu não sou hipócrita a não ser quando me convém.
Consigo conversar civilizadamente com qualquer pessoa e disfarçar o que realmente penso, em suma, agir com correcção. Mas isso é apenas verniz social. Importante, sem dúvida, mas apenas verniz. Para lá dele, eu penso que a homossexualidade é uma coisa estranha, e desagradam-me as suas manifestações públicas. Reconheço às pessoas o direito de serem o que são, mas reivindico para mim o direito de gostar ou não gostar disso.
Há coisas que me desagradam e repugnam, não sei se por instinto, mas certamente para lá da racionalidade: por exemplo, ver dois tipos aos beijos.
Porquê? Ignoro!
Só sei que detesto olhar para aquilo e para outras coisas, como a agulhas a espetarem nos braços, ou blocos operatórios, ou partos, etc.
Não é uma questão religiosa… não acredito em Deus e estou-me nas tintas para os anjos. É algo de epidérmico. E tenho a razoável convicção de que a maioria das pessoas sente o mesmo, embora não o verbalize porque há uma pressão social que rotula tal aversão como pouco “avançada”, pouco “moderna”, pouco “sofisticada”.
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Aquisição, onde? no mercado?
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ehehehe
Sexualidade não se compra- ou se tem, ou não se tem (o que também é capaz de existir). Mas adquirir homossexualidade, se não for por compra, seria por contágio- era o raio de uma doença- tenha cuidado com os transportes públicos à hora de ponta.
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“:O))))))
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A homossexualidade não incomoda. O que pode incomodar serão os actos homossexuais.
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E isso incomodam até aos próprios. Sei de quem tem nojo de os fazer e preferia mil vezes ter nascido hetero.
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Não tem absolutamente nada a ver com preconceito mas com nojo natural por “ir ao cu”.
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Eu não tenho qualquer verniz social para me dar com homos. O que disse e repito é que não escolheria para amigos íntimos.
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Mas sei que há mulheres que gostam desse tipo de relações neutras. Eu não acredito nelas. E, de tal modo, que a amiga que me contou estas coisas (não foi informação directa pelo rapaz que também conheço) arrependeu-se de ter sido tão próxima e cortaram relações.
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Precisamente por isso- porque é mentira e quem quer companhia neutra é melhor comprar um cão ou um gato.
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Com isto não quero dizer que cortaria relações com alguém por esse motivo. È algo íntimo que não me diz respeito. De tal modo que suponho que até terei 2 amigos de longa data que é bom possível que o sejam.
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Nunca perguntei, nunca quis saber e ambos nunca falaram precisamente por esse tipo de intimidade não fazer o meu género.
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É mentira, no sentido que eu não acho normal um mulher lidar com um homem que não gosta de mulheres.
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Que até lhe desagrada o sxo oposto. Quanto a lidar com fufas, idem, não é normal ser-se próximo de quem tem desejo sexual por uma mulher e não é homem.
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E isto nada tem a ver com ter de haver sexo- é natural que os géneros diferentes se aproximem e as amizades do mesmo género são outra coisa. As neutras podem ser uma mentira ou compensações a dar para o estranho.
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Porque a feminilidade precisa da virilidade e reciprocamente. Lidar com neutro leva a inversão ou perda dessa natural forma de ser.
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Mas isto sou eu a falar. Para mim é assim, porque nunca tive o menor problema em lidar com homens. Antes pelo contrário- até tenho mais à vontade com eles do que com elas. Fui criada entre rapazes.
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Agora a aversão que o José contou, será assim, com graus diferentes de pessoas para pessoas.
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Há quem curta até estar rodeado de “patinhos feios” e tudo o mais fora da banalidade.
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E pode até suceder por hábito. No meio onde trabalho seria impensável alguém estar com tretas de incómodos por isso. Até penso que tanta aversão também é de desconfiar. Quem está seguro de si não teme contágios.
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Mas será natural incomodar ver cenas íntimas dessa ordem. Dou um exemplo- eu tenho até alergia à trampa do cheiro daquelas bichonas que vão para a praia homo da Costa da Caparica.
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Não aguento quando os apanho no combóio da praia. É algo que me repugna. E tem cheiro. Há-de ser do perfume rasca que usam para disfarçar o que por lá fazem. Esses combóios, sim, metem-me nojo. São gente degradada e nem acho piada nenhuma ao “exotismo” da trampa.
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Usam as praias como lupanares e aquilo é prostituição à molhada.
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E havia um puto baril no meu local de trabalho, com quem me dava – ele era uma pessoa particularmente interessante.
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Mas, quando ia para lá com os lábios e unhas pintados e pó de arroz na cara e rouge e assim, o tanas, não lhe dava beijinho nenhum.
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Agora gozar, no sentido de ofender, não. Mas cheguei foi a gozar com as “chefias” quando me disseram para ir mais arranjada a um beberete todo VIP, à frente de uma bichona que até estava de saia e malinha de mão.
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O tanas, disse-lhes que assim como assim, se aquele ia mascarado, eu podia muito bem ir de jeens que para quem era, bacalhau basta.
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Confessionário domingueiro.
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Vieste cá ajoelhar?
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Jose,
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Estudos há-os para todos os gostos, provando as premissas que se querem provar. Basta ver os estudos que concluiam que as SCUT dariam EUR 1,1 em impostos anuais por cada euro lá posto. E foi o que se viu. Posso também mostrar-lhe estudos que dizem que o tabaco é neutro para a saúde, e pelo menos um eu li que dizia que tinha efeitos benéficos. Patrocinado por quem já se sabe.
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Reconhecendo que, como diz a Zazie, a obra divina vem cheia de particularidades (a que a Zazie chama defeitos), a transmissão genética da predisposição homossexual parece-me marginal em relação aos comportamentos adquiridos, até pode ser na pré-adolescência e por emulação familiar ou aducacional.
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Levando essa teoria onde a quer levar, a predisposição para ser do Sporting, para gostar de fardas de enfermeira, para tirar macacos do nariz ou para preferir o vermelho ao azul é codificada nos genes, e o homem, pobre coistado, não tem hipótese senão ser do Sporting, de preferir o vermelho ao azul ou de tirar macacos do nariz. Ou de ser do CDS ou do PSD, um crime hediondo para os da esquerda, pelo que se vê aqui.
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Essa teoria assume que o cérebro é impotente e que o ambiente e a experiência adquirida é marginal na formação da personalidade. Eu, conscientemente, assumo o lado contrário: os genes condicionam mas raramente mandam. E neste caso a experiência e o ambiente são, a meu ver, mais condicionantes que qualquer genética. O debate nature vs nurture é velho e para cada um que fala em natureza, outro fala em crescimento.
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Dirá que o rácio de homossexuais tenderá a baixar na sociedade. Contraponho: aumentará, porque a comunidade gay e a sua agenda estão concertadas a tornar primeiro a homossexualidade a par da heterossexualidade, para um dia dizerem como já andam a propalar o comportamento aberrante e retrógrado e passadista é o heterossexual e que ser gay é fixe, culto, civilizado e urbano. Não estão mais homossexuais a sair do armário, estamos enquanto sociedade a criar os armários para os meter lá dentro. Eles aumentarão.
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As ervilhas amarelas e verdes não explicam tudo. O homem é muito mais complexo do que isso. E na verdade formamos o cérebro enquanto pensamos. O cérebro do poliglota é diferente do monoglota. Será por genética? Deverei ao meu pai falar fluentemente dez línguas? Ele apenas falava quatro (estranhamente, uma delas não era o espanhol), e a minha mãe e a família dela eram completamente monoglotas. Foi por esforço, estudo e leitura que refiz o meu cérebro, e que o Jose refez o seu. Nurture, not nature.
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Está a ver porque é que sou tão acérrimo da necessidade de as crianças completarem o secundário e de o Estado custear essa aprendizagem?
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Naa…
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A questão de hereditariedade da homossexualidade é mais que passível de aceitar.
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O que poderia questionar era outra coisa: sabendo-se que não existe apenas “uma homossexualidade”- há várias formas dela, se existirá ou poderá acontecer por influência na adolescência.
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Não sei. Acredito que as perversões, sim. E o caso dos jovens abusados muito novos que se tornam nisso, também. Tal como a prostituição, pode haver perversão da sexualidade.
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Daí ser perfeitamente contra o choco e adopção de crianças por homos.
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Mas essa é apenas uma variante que não invalida a genética, aquela em que o próprio deu conta disso e nem queria sê-lo, se pudesse alterar as coisas.
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O mais complicado é eles terem os 2 papeis- fazerem de “macho e fêmea”. Eles e elas. E sucede que muitos não mudam sequer de papel- uma bichona é outra coisa de um homo activo. E há-os activos que nunca fizeram de “mulheres”.
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Nas mulheres a coisa ainda me parece mais anormal. Não dá para dizer que é natural uma gaja ter fobia ao género masculino e ao órgão masculino e depois deixar-se penetrar por um de plástico.
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Na prática, hão-de ser coisas mesmo anormaizinhas. Lá isso serão, por isso o melhor é nem querer saber ou perguntar.
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E sou contra as inseminações artificiais nestas malucas, porque só por total anormalidade, uma gaja que recusa o sexo masculino vai depois fazer-se de doentinha, fingindo que a parceira é impotente ou para lhe enfiarem lá para dentro semen de outro tipo.
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Uma criança nascido disto é que não tem culpa e é da ordem do uso imoral fazer-se isso a quem não pediu para nascer sem direito ao pai ou à mãe que ajudaram à fabricação para este “par de jarras”.
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Há uma teoria de génese indirecta da homossexualidade, essa sim explicada pela genética, segundo a qual os homossexuais teriam o despertar da sexualidade mais cedo, quando ainda as interacções fundamentais eram com crianças do mesmo sexo. Duvido muito, mas registo.
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Atente que há pessoas que passam por uma fase homossexual, extinguindo-se esta depois lenta ou rapidamente, tornando-se em heterossexuais sem remorsos do passado. E vice-versa. Isto contraria de todo a génese genética. mais uma vez, o cérebro é aquilo que fazemos dele, é uma máquina dinâmica e programada (hard & soft) dia a dia. Digamos que o neurão é um transístor (em circuito analógico) de múltiplas saídas e entradas, com reconfiguração permanente de ligações.
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E lá voltamos nós às fardas de enfermeira. Há uma grande percentagem de homens que têm essa tara porque sim, porque isso lhes é apresentado. As taras por fardas de enfermeira não estão no ADN de cada homem, nem passam por via zigótica. São adquiridas com o tempo, os comentários de amigos, a experiência e a pressão social.
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A homossexualidade também é muitas vezes adquirida por escape para a timidez grave. Por isso mesmo eu digo, estamos a criar os armários para lá meter as crianças e os jovens e os frustrados da vida. As próximas duas décadas vão ser a Idade da Bicha, e a Zazie vai cheirar muito perfume barato em comboios e em passeios.
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zazie
Posted 4 Março, 2012 at 13:17 | Permalink
Vieste cá ajoelhar?
PHODA-SE!
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Isso de pessoas a passarem por fase homo e darem em hetero é treta.
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Pode existir experiência homo na adolescência, por ainda não estar tudo bem formado. E pode haver na prisão.
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Mas noutras circunstâncias não e o que é verdade é que em passando para o lado de lá nenhum volta.
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O homossexualidade é um factor potenciador. Manda mais
eheheh
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Mas não é tara. Tara será acreditar que o sexo é uma coisa cor-de-rosa. O tanas, é um continente negro.
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V. deve é conhecer pouco disto. Há terras, como nas Ilhas e não só, onde é praticamente tudo. Não há família onde não exista homo.
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Em Torres Vedras- por lá perto, conheço esses exemplos. E, o que é estranho é que são homens e mulheres que acabam por se tornarem homo, mesmo em época tardia. Podem é ter sido casados e hetero e assim, até ao dia em que o gene fala mais alto.
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E é coisa familiar que se percebe em meios onde pequenos onde a sedentarização é muito grande e ainda são todos aparentados.
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A elevada percentagem de homossexualidade nesses locais fechados só pode ter explicação genética.
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Porque até tendem a ser meios conservadores. E será por isso que muitos só se tornam mais tarde. Porque vêm de famílias assim.
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Inclusive sei de casos de família onde só se revelaram depois de emigrarem para os EUA.
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E revelou-se o filho e o pai!
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Agora os fetiches de que v. fala não têm nada a ver com o caso.
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V. tem problemas em aceitar a genética porque isso é complicado do ponto de vista religioso.
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Eu não tenho problema algum- bastava ler Aristóteles ou Santo Agostinho para perceber como a questão se pode formular.
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Não tenho, no sentido de aceitar que nem tudo tem de ter explicação. Mesmo que a ciência encontre lá os genes, não está a explicar muito mais.
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Cont 03, 14,35H arriba)
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e a resposta a isto foi agarrarem num incauto aí dum serviço qualquer e pô-lo a cantar ingénuamente ‘só ha´100.000 contas penhoradas nos Bancos duns gajos que não pagaram o telemovel etc e tal, coisas miudas’ ….
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E o resto ? Deviam pedir era ao ‘manda-chuva’ dos Bancos (creio duma associação qualquer de Bancos, confesso não sei bem o nome) QUANTAS CONTAS TÊM OS BANCOS PORTUGUESES PENHORADAS ?
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Que mandato, procuração ou autorização esses depositantes deram ao seu Bnaco conferindo-lhe poderes para PENHORAREM ABUSIVAMENTE as suas contas ? Se forem com oredem dos Tribunais, com condenação previa do depositante, tudo bem. E o resto que os Bancos aceitaram abusivamente penhorar ? SÃO MUITOS MILHARES. E chegamos aos milhões, a todos os depositantes em Bancos Portuguese INDEFESOS perante este abuso bancário. Que não é de quem manda. É de quem aceita fazê-lo ABUSIVAMENTE e sem quaisquer poderes conferidos.
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É a mesma coisa que o Manel dos anzóis pedir ao João dos caracóis: eh pá guarda-me aí 100 € que tenho os bolsos rotos. E quando o Manel dos anzóis passados dias diz ao João dos caracóis: eh pá dá-me cá os meus 100 €. Eh pá não dou ou já não os tenho, o Xico desaparafusado disse-me que tu devias 100 €, mostrou-me uma grande papelada que nem percebi, e eu dei-lhe os tEus 100 €. Até era mentira depois dum Juiz em tribuanl se pronunciar sobre o caso.
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Ora bem é o ESTADO DE DIREITO. Só tenho pena da DEMOCRACIA com tal Estado de Direito. Afinal a continuar por este andar´já não é no horizonte, estão aí as DITADURAS em força surgindo como o sonho dos que dirigem a DEMOCRACIA mas ‘que iriam dentro’ que nem tordos.
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Apenas um tranquilo alerta. “E há mais umas duas ou três que então SÃO DE PARTIR O COCO A RIR em termos de RUMO, FUTURO SUSTENTADO, HONESTIDADE, SERIEDADE e sobretudo GOOOOOVEEEEERNAAAANÇAAAAAAA”. Depois chamem-lhe ‘bota-abaixo’
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Zazie,
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Engana-se sobre mim. Nunca pensei do ponto de vista religioso. Para mim o arbítrio do homem é absoluto. A sociedade conduz o homem e o homem faz a sociedade. Não vejo que a genética tenha uma primazia tão grande quanto deveria ter. Se assim fosse, deveríamos investigar os pais e avós do Sócrates, até à undécima geração, e ver quantos ladrões houve na família. Quem conheceu o pai de Sócrates, cá pela Covilhã, só diz bem dele.
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Quando em sociedades muito fechadas se revelam muitos homossexuais, será que não é por os mais velhos iniciarem os mais novos, seja por experimentação ou mesmo apenas por emulação de comportamentos?
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Pense nisto. A sua explicação é tão válida quanto a minha. E eu já sabia sobre os Açores. Mais uma vez, creio que a sociedade influencia o homem (lá estou eu a esquerdizar-me) filtrado pela vontade própria e despeito do próprio homem às opiniões alheias e a pensar por cabeça própria e a não ir em modismos (nisso sou perito eu).
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No fundo, a capacidade de um homem mandar os fazedores de moda às malvas é mais poderosa que qualquer genética. Infelizmente, creio que A Idade da Bicha está aí a começar, ao som de pífaros e harpas, propalada hertzianamente segundo as agendas dos sabichões do tempo. Acredite-me, muito filho de boas (genuinamente boas, não é sarcasmo) famílias se vai revelar abichanado às modas dos Morangos com Açúcar e dos jograis e baladeiros da moda.
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V. confunde carácter com sexualidade.
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Assim não merece a pena mais nada.
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Lembre-se apenas disto, Zazie: há uma década decidíamos se uma criança (insisto em chamar-lhe assim) de três meses de gestação tinha ou não o direito a viver, para além dos insanos caprichos da mãe. Hoje fala-se morte de recém nascidos pelo mesmo capricho. Qualquer dia nem as crianças de três ou quatro anos se safam. De degrau em degrau, os diabos dos egoístas e aborteiros vão-se revelando.
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Falta-nos falta um outro Cipião Africano agora, que se apiede das crianças e resolva apaziguar os sacrificadores. Se isto continua como continua, teremos a razia de Emiliano junto às nossas portas. E eu, por mim, não a lamentarei.
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Responda apenas a isto: “v . tem dúvidas e gostava de levar no cu?”.
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– É simples- se tem dúvidas, é gay.
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“:O)))))))
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V. tem uma enorme dificuldade em expor um raciocínio simples.
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Confunde tudo, baralha tudo. É estranho, sendo de ciências. Tinha obrigação de ter um pensamento mais claro e lógico.
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Estamos para aqui a perder tempo porque v. mistura instinto sexual com moral e com carácter ou com decadência social e lobbies. Mais nada.
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Eu separei as coisas. Posso estar errada mas, pelo menos, acho que sei formular as questões de forma lógica.
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Qual é a sua formação?
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É físico? é mesmo muito estranho. Uma cabeça matemática não escreve assim- não faz poesia. V. faz poesia e usa demasiadas palavras para as poucas ideias que exprime.
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E nem exprimiu uma única- misturou tudo para acabar a dizer que é com cada um- uma interpretação ao gosto de cada um.
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O tanas- já parece o LR/CL que também não consegue dizer nada mas escreve que se farta
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“:O)))))))
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Não confundo carácter com sexualidade. Levo a teorias às consequências dos naturicistas, que dizem que os genes determinam o egoísmo, a inteligência, a sexualidade e tudo o que se manifeste no carácter de uma pessoa. Terá a bondade de reconhecer que esta opinião é longe de ser consensual no mundo cientóino (obrigado pelo termo).
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Reconhecer que a homossexualidade é genética, ineludível e inescapável é assumir que então é igual em valor à heterossexualidade, por ser perfeitamente natural e não desviante. E logo que as crianças heterossexuais ou potencialmente heterossexuais não serão corrompidas pela adopção por um casal homossexual, porque essa corrupção é geneticamente impossível. Se ao contrário, esta é adquirida (deixei a palavra escolha por ser ambígua), então a adopção de crianças por casais homossexuais não deve ser realizada, pois a corrupção estará lá, sempre, todos os dias.
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Ao contrário do que opina, a agenda dos abichanados gosta de dizer que é tudo genético-natural, ineludível e irreprogramável, e portanto igual em valor à heterossexualidade.
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Quer ver um exemplo:
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Escreveu:
«Para mim o arbítrio do homem é absoluto».
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Muito bem. E isso quer dizer o quê em relação à homossexualidade ou á heterossexualidade?
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Quer dizer que se alguém quiser nem fode?
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Ok- é bem provável e é válido para homo e para hetero.
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Que interessa esse “livre-arbítrio” para a explicação que a homossexualidade pode ser hereditária?.
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Nada.
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Só se for para dizer que é um pecado, uma imoralidade que pode ser evitada por quem a “adquiriu”- outra expressão parvinha que usou.
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Ora isto é que é fazer moral onde ela não tem de entrar. Se acha que tem, então precisa de formular a questão de outra maneira.
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Mas não merece a pena. Bastava ler-se o Banquete de Platão para não se estar aqui a perder tempo, julgando que se está a inventar a roda.
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Estamos conversados. Zazie. Perdi a paciência para ser insultado por si. Perdem os argumentos, radicam-se nos insultos.
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Quanto à minha formação, sou de boas famílias e educado para não insultar.
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Não. O seu problema é que está sempre demasiado preocupado em mostrar que está informado e mais não sei quantos e dá palestra informativa mas nem pensa.
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V. é mesmo físico?
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É muito estranho… parece um “homem de letras”.
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Já sabia. Como não tem argumentos foge e arma-se em flor de estufa.
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V. cá para mim….
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ehehehehe
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V. não se enxerga. Este aí a dizer ao outro que eu sou assim, castiça e não sei quantos e que nem é para levar a sério. E, no caso, até fui brtuitinha com o idiota porque já o conheço e sei que é analfabeto com peneiras.
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Agora, estive para aqui a perder tempo em dezenas de argumentos, sem perder a paciência com a sua incapacidade de argumentar, e vai e dá de chofres, que nem uma amélia, com a treta mentirosa de que me faltavam arguentos.
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V. é que não os tem porque não sabe expor um raciocínio. É todo bordados da ucrânia- só floreados e ideologia e zero de entendimento.
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V. é burro. O seu problema é esse- é dogmático e preconceituoso e leva tudo para a política.
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Pois se eu própria separei o perigo das crianças poderem ser corrompidas e a sua sexualidade alterada, por efeito de adopção por homos, como é que vem agora para aqui negar-me com esse pseudo-argumento, quando até fui eu que o dei?
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E em que é que isso nega a existência de homossexualidade genética?
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Nada. V. quer é reduzir tudo á estaca moralista e mais nada. E assim, com tanta estupidez, só está é a dar argumentos aos que militam nestas tretas.
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Assim até eles têm razão de dizer que há quem discrimine e considere perversão toda a homossexualidade.
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O CL/LR já me bloqueou.
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Outra amelinha, esse aí que censurou um comentário anódino.
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Se nãio censurou que desculpe. Também nem tinha importância.
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Era falar com uma porta.
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Caro Colaço, como é que a sua teoria de recusa da biologia, explica a homossexualidade em primatas superiores.
Ah, relativamente ao estudo apontado, não é um estudo qualquer. É factual, baseia-se em imagens do cérebro, na resposta a estímulos.
Concordando consigo que nós somos tb seres culturais, há coisas que o não são. Beber, comer, f**der, etc, são determinadas bem abaixo do córtex.
Podemos fingir, mas não podemos ser o que não somos.
Um homossexual pode fingir que não é. Um hetero pode fingir que é homo, mas quando chega o momento, há repugnâncias e ardores que não se podem fingir, que são instintivos, que são, no fundo, aquelas forças que nos fizeram uma espécie sobrevivente.
Lembra-se do que aconteceu com aquele modelo que matou o Carlos Castro? Pois é, finge-se até um certo ponto mas só até um certo ponto.
Em linguagem mais vernácula, se você é hetero, seria capaz de levantar o galho, face a uma perspectiva de intercourse com um gajo? Não lhe acontece a coisa encolher-se à sua expressão mais mínima, só de pensar nisso?
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“Reconhecer que a homossexualidade é genética, ineludível e inescapável é assumir que então é igual em valor à heterossexualidade, por ser perfeitamente natural e não desviante.”
1- A homossexualidade é natural.
2-É desviante, porque desviada da norma. Tal como um tipo de 2, 2 metros é natural, mas desviado da norma
3-O “valor” é já uma questão de moralidade. Isso não é para aqui chamado e nada tem a ver com o argumento. Um rebuçado pode ser doce ou não e essa apreciação não tem de ser moralista, apenas factual. Agora se você resolve dizer que o facto de um rebuçado ser doce é uma coisa “boa”, isso é a sua opinião. Ser doce, não é questão de opinião.
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Esse exemplo do que matou o Carlos Castro é complicado.
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Não se sabe. Do ponto de vista teórico, até tenho uma certa curiosidade no relatório médico.
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Porque é um caso que eu li como sendo homossexual, sem o querer.
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A explicação de ser chulo hetero, que fez tudo exclusivamente por arrivismo é difícil de aceitar.
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E altera tudo. Tudo- absolutamente tudo.
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Um gajo que comete aquele crime com aquela raiva toda- falando até nos demónios da homossexualidade- que o estavam a contagiar- é alguém que está a querer matar no outro aqueilo que quer matar em si.
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O que viu que era.
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Jose,
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Assim como a homossexualidade se adquire nos humanos, adquire-se nos primatas superiores, nos primatas inferiores e até nos cães. Dizer que o homem é a única criatura com um cérebro acima do reptiliano é perfeitamente redutor.
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Quando faltam fêmeas, o macho desenrasca-se nos outros machos. As funções fazem os órgãos e o treino molda-os. Não chegou a ler a poesia picaresca do Bocage? Está cheia de referências homossexuais, quando ele estava na prisão. E agora vamos acusar o Bocage de ser um homossexual genético?
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E é claro que o valor é uma questão de moral.
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Quer ver mais outro exemplo de falta de lógica:
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«Assim como a homossexualidade se adquire nos humanos, adquire-se nos primatas superiores, nos primatas inferiores e até nos cães. »
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E a heterossexualidade? Por essa lógica também era adquirida por aprendizagem. Eram iguais- eram meros hábitos.
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Valor é questão moral. Caso tivesse reparado, ninguém falou em valores para explicar a existência ou proveniência de um instinto.
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É assim tão difícil para si compreender coisas básicas?
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E volta a confundir tudo com o exemplo do Bocage.
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Ainda não percebeu que podemm existir práticas homossexuaism do mesmo modo que há quem vá às abóboras ou às American Pie e ovelhas, à falta de outra coisa.
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E isso nega que quem o faz sem ser por falta pode perfeitamente ter nascido assim?.
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Não. Mas o cientista Colaço não atinge a diferença.
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E mesmo no exemplo do Bocage lá teve o lapsus linguae moralista- “podemos acusar o Bocage de ser homossexual”.
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Para ele o problema era a acusação- a imoralidade de poder ser isso- não era a constatação de poder ser ou não ser isso.
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E José veja por exemplo do que estou a dizer: o crime não nasce com o indivíduo. O artolas do Duarte Lima não aprendeu a falsificar procurações no feto, nem a manejar uma pistola, se o fez, e acabar com uma vida humana. Estes conhecimentos aprendeu-os durante a vida, por estudo e experiência, como eu e o Jose aprendemos a ler pelo mesmo modo, e eu aprendi a manejar armas de precisão, armas automáticas e artilharia ligeira na vida muito passada, e se calhar também o Jose, se tiver ido servir nos militares. Com treino e diligência o pior dos manetas pode-se tornar um excelente franco-atirador. A habilidade para tiro franco não nasce connosco. Pode ser influenciada pelos genes, mas é com treino e diligencia que se apura e se refina. O primeiro 400 (todos os tiros na mouche) foi conseguido por um soviético no meio dos anos 80, e desde aí já houve vários. Isto é, demorou-se cem anos de provas para atingir o primeiro 400, mas desde aí foram bastantes. E a evolução das armas de tiro olímpico não é significativa desde os anos 60. (se quer saber, o máximo que consegui foi pouco mais de 330 quando tinha 17 anos, mas depois fui francamente melhor com calibres mais pesados). As prestações têm sido adquiridas com esforço, treino e a passagem de técnicas e de conhecimentos provenientes da experiência passada dos próprios treinadores. Qualquer semelhança entre a aprendizagem do tiro e a da sexualidade não é coincidência.
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O que diferencia o Duarte Lima de si e de mim é que usamos os nossos conhecimentos de maneira profícua para nós, mas inócua para a sociedade, nisso havendo um juízo aceite pela sociedade como um todo e que dispensa morais particulares. Derramar o sangue de um inocente é considerado universalmente mau, mas a mesma arma que mata pode ser usada para proteger a vida humana, por exemplo pelas forças da autoridade durante uma situação de sequestro. E isso não é considerado pela generalidade das pessoas mau. Mais uma vez, uma moral particular, de um indivíduo ou grupelho, é uma nulidade em si mesma.
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Há um julgamento associado a cada um dos nossos actos. O próprio Jose diz que tem preconceitos em relação à homossexualidade. Embora isso seja considerado desviante por si e por mim (quaisquer que sejam os floreados para camuflar a nossa repulsa natural), e pela generalidade da sociedade, existe uma agenda nada oculta de pessoas que querem fazê-la passar por ineludível, natural e neutra, que financiam a nova teoria climática para a sexualidade, a teoria de que a homossexualidade é genética. Por cada estudo que diz que sim, que é, outro igualmente reputado diz que não, que não é. Nestes casos, manda a experiência que conservemos a nossa opinião até que a moda passe, lá para o fim da Idade da Bicha, daqui a duas ou três décadas. Foi assim com o aquecimento global. Será assim com outras modas da Agenda dos Rabetas®. (permita-me o chiste, desta vez é impossível de resistir. Talvez geneticamente impossível ;.-)
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«existe uma agenda nada oculta de pessoas que querem fazê-la passar por ineludível, natural e neutra, que financiam a nova teoria climática para a sexualidade, a teoria de que a homossexualidade é genética.»
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Portanto, há que negar uma teoria pelas consequências imorais que pode trazer.
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Aplique a mesmíssima lógica à sua teoria- tudo é fruto de aprendizagem- de comer a foder- logo, toda a sexualidade é igual- seja homo, seja hetero- alguém precisou de aprender e foi influenciado para ter essa atracção, que podia ser outra.
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Eu gramava saber como é que os caracois aprendem essas coisas. Já para não falar nas abelhinhas e assim- tudo a aprender a foder. Nasceram todos sem essse instinto.
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E nem sei qual o instinto que pode existir- porque a sociedade é que ensina às mais básica necessidades.
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Na volta até respirar é fruto de influência do meio e aprendizagem. E é um valor, por isso mesmo. Na lógica do cientista colaço- o valor é tudo o que se faz para estarmos vivos.
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Está visto que hoje estamos em liturgia de confessionário dominical.
Até o Colaço vem confessar que aprendeu a manejar armas de precisão.
Credo!
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Piscoiso,
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Entenda-se com a Zazie, você. Pelo que parece morrem de amores um pelo outro. 😉
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O Colaço agora deu em casamenteiro.
Arranje-me a sua fotografia para dar à minha tia Floripes que coleciona cromos.
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O Colaço é bom rapaz mas não chega lá. Fala muito e não diz nada.
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Perde-se sempre a pavonear informação.
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Caro Colaço, não generalizemos.
Há coisas que se aprendem. São transmitidas pela cultura. Integrar equações, por exemplo.
E há coisas que nascem connosco, que fazem parte do, digamos, sistema operativo.
Respirar, comer, reproduzir, etc.
O sexo faz parte do sistema operativo. Um jantar romantico como preparativo, é uma aplicação.
Por vezes há bugs. A homossexualidade é um bug, Uma falha do sistema operativo. Não é uma aplicação do género.. ah, agora vou ser homossexual…ah agora vou desinstalar e instalar a aplicação heterossexual.
Acredito que haja pessoas que se declararem homossexuais por moda, porque “está a dar”. Mas uma coisa é dizer-se, outra é ser-se.
Quanto às ovelhas e aos actos homossexuais em determinadas situações de privação, o Ferreira de Castro na “Selva”, relata aquilo que poderá ter sido uma experiência autobiográfioca: montar uma vaca, depois de passar meses na selva, como seringueiro. Não é que seja vacossexual, ele mesmo diz que imaginava uma fêmea humana. O objecto é apenas instrumental, o que conta é aquilo que suscita a líbido.
ACredito que se possa fechar os olhos e imaginar a Jennifer Aniston, ou a Scarlett Johansson.
Quanto aos tiros e quejandos, uma coisa é saber disparar uma arma, outra é efectivamente matar alguém. Vai um mundo entre uma coisa e outra. Na verdade há um estudo interessante de Yale, da década de 60, que mostra que apenas 2 % dos seres humanos são capazes de matar alguém frente a frente, sem uma narrativa que enquadre e “justifique”o acto.
Entre o saber técnico e o acto de o aplicar, está a natureza humana, o tal domínio onde as “escolhas” não se processam apenas no córtex.
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E claro, nesta matéria, estou em clara consonância com a Zazie, palavrões à parte.
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Piscoiso,
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Caramba, foi só a brincar! Aprecie um bocado de humor, pá. Estava a ser sarcástico.
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Então como é que se justifica que o rapaz, sendo hetero, matou o Carlos Castro por ter relações sexuais com ele?.
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V. é que disse que ele fingiu. Eu digo que não se sabe e falta ler o que diz o relatório médico.
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A minha interpretação é que foi a primeira vez que praticou sexo com um tipo. E o modo como o matou parece-me demasiado violento para ser apenas uma reacção contra o que já andava a fazer há um tempo.
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Eu acho que o rapaz reagiu assim precisamente por ter dado conta que se tinha envolvido na homossexualidade e era homossexual. Coisa que não saberia antes e nem queria ser.
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Onde é que está o palavrão- ora copie lá, sff. a ver se o encontra.
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Eu perco a paciência com falta de lógica. Apenas isso. E adoro debates quando dão luta. Agora quando há mariquices e fugas por falta de estaleca, desatino.
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Não gosto de mariquinhas. E ainda menos dos que não o sendo, parecem.
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Jose,
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Quanto aos tiros e quejandos, uma coisa é saber disparar uma arma, outra é efectivamente matar alguém. Vai um mundo entre uma coisa e outra. Na verdade há um estudo interessante de Yale, da década de 60, que mostra que apenas 2 % dos seres humanos são capazes de matar alguém frente a frente, sem uma narrativa que enquadre e “justifique”o acto.
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Óptimo. Chegou lá. Lembre-se que por detrás de um assassínio sem escrúpulos estão normalmente experiências traumatizantes e não genes. A crueza é adquirida socialmente.
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ACredito que se possa fechar os olhos e imaginar a Jennifer Aniston, ou a Scarlett Johansson.
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Não acredito que o Ferreira de Castro pudesse imaginar a Jennifer Aniston, a menos que fosse dotado do poder do oráculo. E seria bom que ignorasse o cheiro. E os muuus do seu objecto. E os eventuais coices. 😉
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Por vezes há bugs. A homossexualidade é um bug, Uma falha do sistema operativo.
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Nem eu cheguei a qualificar assim a homossexualidade! Caramba! Apenas acredito, ao contrário de si, que a homossexualidade não está em memória ROM de fábrica, na memória de programa. Está na memória RAM, e é formada por vivências e experiências, aspirações e desejos nutridos consciente e inconscientemente, mas constantemente. Pensamentos tornam-se, quando nutridos, em desejos e estes em obsessões. E se ter relações sexuais é instintivo, mais perna mal metida, menos mão nas ancas, o objecto de desejo certamente não é. É nutrido, sendo o homem uma soma variável das influências externas e das suas próprias escolhas. O papel dos genes, afora tornar pessoas mais ou menos bonitas, tem um papel bastante limitado na formação da personalidade. Encontrará por toda a parte artigos que defendem isto, também eles escritos por cientistas reputados.
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E claro, nesta matéria, estou em clara consonância com a Zazie, palavrões à parte.
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Não espero senão uma discussão civilizada e sem insultos. Espero que os viturpérios que sobre mim são lançadas pela Zazie não mereçam a sua aprovação. Como não o vejo a entrar no insulto, pesando a nossa divergência de opiniões, mais aprecio a sua indesmentível inteligência.
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Sobre o Renato Seabra, o rapaz de Cantanhede que matou Carlos Castro, li bastante e depreendi que ele não é homossexual.
Há quem julgue que um rapaz com um palminho de cara e um corpo bem feito, ao enveredar por certas profissões, como modelo, bailarino, etc… é homossexual, pelo facto de nessas profissões haver homossexuais.
O que se passou parece mesmo ter sido um acto de repúdio ao acto homossexual, levado ao extremo de um assassínio.
Porque uma coisa é lidar com homossexuais numa determinada profissão onde se ganha bem, outra é sentir-se pressionado a partilhar essas práticas como moeda de troca.
É claro que só o relatório médico terá esmiuçado a situação.
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“Eu acho que o rapaz reagiu assim precisamente por ter dado conta que se tinha envolvido na homossexualidade e era homossexual.”
É uma interpretação.
Mas, a meu ver, rebuscada.
A minha é outra:
O rapaz é hetero. Estava numa relação homo, porque o seu cicerone no mundo que o deslumbrava, lhe cobrava assim. Se calhar o Carlos Castro pensava tb que o rapaz era homo. Para ele era uma festa, ouro sobre azul. Para o rapaz, era um contínuo acumular de repugnâncias, uma constante violação da sua natureza. E um dia a panela de pressão estoirou.
p”or detrás de um assassínio sem escrúpulos estão normalmente experiências traumatizantes e não genes. A crueza é adquirida socialmente.”
Em completo desacordo. Esses 2% são psicopatas e a psicopatia nem é uma escolha, nem resultado de traumas.
A visão rousseauniana do “bom selvagem” que a sociedade corrompe, cai pela base ao ver uma criancinha a esmagar formigas ou a dar um carolo no irmão.
Ser quer ver o que é a natureza sem civilização, sem verniz, coloque 10 pessoas em situações limite de sobrevivência e verá como o velho primata salta cá para fora. Em alguns o verniz é mais forte, noutros mais ténue.
Mas imagine-se numa situação em que só há um pão e você tem de lutar por ele para alimentar os seus filhos.
Venha-me depois falar de crueza socialmente adquirida,
Pelo contrário, meu amigo, é a socialização que nos obriga a envernizar. a não comer com a boca cheia, a não montar as fêmeas em público, a não dar uma mocada no tipo que arrasta a asa aquela que nós queremos.
Acabe com a civilização e as Sabinas voltam a ser raptadas. A natureza està sempre à porta …
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Segundo se conta, a violação foi consensual. O Renato perguntou “Carlos, Castro?”, ao que o Carlos respondeu “Simm!?”
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Depois as cinzas foram deitadas no túnel do metro, e agora a locomotiva só pega de empurrão.
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Finalmente, todos os prisioneiros estavam em suspense pelo novo hóspede, à espera que o Renato se abra.
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(Contava-se por aí, estas e outras piores!)
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Pois. Não se sabe. Aguarde-se pelo relatório médico.
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No caso de ter sido reacção de hetero a frete homo- merece prisão perpétua.
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E aí não entra a explicação da loucura temporária. Para haver loucura temporária ele teve de praticar obliterar algo nele muito mais forte que a liberdade de não continuar a chular daquela forma.
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A sexualidade não é uma coisa cor-de-rosa- veja-se o exemplo do Fritz.
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«O que se passou parece mesmo ter sido um acto de repúdio ao acto homossexual, levado ao extremo de um assassínio.»
Exacto. Mas um repúdio que dura horas e inclui mutilação de olhos e outras cenas kinky é repúdio de algo mais que isso. É matar no outro os tais demónios que achou que tinha- e que não queria ser.
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Porque essa ideia de uma homossexualidade como coisa pacífica ou apenas produto de preconceitos que não a deixam “desabrochar” é outra patranha. Há quem viva atormentado por não querer ser o que é.
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E até pode demorar na indecisão ou na desorientação durante um bom tempo. Precisamente porque é algo estrutural à personalidade que está mal orientado- que está avariado.
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Não é uma sexualidade igual à normal, apenas de forma inversa- é também mental e estrutural. Um gay não é igual a uma mulher nem a um homem. Tem os tiques e exageros emocionais femininos mas não é igual.
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Essa analogia com o sistema operativo é interessante, mas ele é já um conjunto de programas com a função de gerir os recursos do sistema. Nessa analogia não considero a homossexualidade como um bug, ou falha. Pode é estar latente, cuja utilização estará dependente de outros componentes do hardware existente de origem e também do software que for sendo instalado.
Um teclado até pode ser um elemento masturbativo.
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De todo o modo, se o tipo é hetero e for isso que os relatórios médicos digam (coisa que duvido que possam saber), então até se entende que crimes pela tal aversão à homossexualidade sejam penalizados de forma mais forte.
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Porque ninguém precisa de ser criminoso por não ser homo. E ninguém precisa de andar a ir ao cu a velhos para umas merdas de dinheiros que conseguia sem tanto frete com uma gaja rica.
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E eu duvido que o rapaz fosse desse género machão que mata e esfola por pouco.
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Era pacífico. Foi a primeira vez que fez sexo com gajo- andou enrolado livremente- um dia descobriu que até estava a gostar e matou isso no outro.
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Durante horas e horas- esteve ali a matar o quê?
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José,
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Pelo que li, na base dos psicopatas estão normalmente desvios funcionais ou traumas emocionais. Mas tenhamos em conta o seu arrozoado. 2% não são a percentagem de homossexuais, que acredito ser muito maior, bem nos dois dígitos, e estar a crescer (como já admitiu, há quem vá nisso porque é moda). Na minha opinião estamos a fazer armários para as pessoas se tornarem homossexuais.
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Para mim, a homossexualidade é do foro privado. Não deve ser perseguida, não deve ser propalada. Socialmente é tão nocivo andar a prender homossexuais em campos de concentração como andar a permitir paradas gay e adopção de crianças por casais homossexuais. Se você estiver certo, e a homossexualidade for essencialmente genética, então é mal sem cura, é inato à pessoa, quando muito é mascarável, e nada levará a causar novos homossexuais. Adoptem então crianças, que mal não lhes podem fazer e o filho adoptado do Manel e do João não vai atrás do Mário, mas da Maria.
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Se eu estiver certo, a homossexualidade é produto de evoluções comportamentais, da interacção complexa entre a sociedade e o indivíduo, e o filho adoptivo do Manel e do João, emulando os pais, terá mais hipóteses de ir atrás do Mário e nem olha para as pernas e para o rabo jeitoso da Maria. Pois é isso que aprende em casa, e acha normal olhar para o Mário, e desviante olhar para a Maria.
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Não considero a homossexualidade um defeito ou um bug. Mas não considero que se deva ir contra a natureza (repare, nature vs nurture) e deixar adoptar uma criança por um casal homossexual.
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E, neste caso, sim- existe ingrediente suficiente para uma variante de homossexualidade por falta de pai e excesso de mãezinha protectora.
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O rapaz viva entre mulheres a ver novelas. Não é normal. Até para ir conhecer a bichona foi com a mãe. Foi cena foleira de todos. Para aproveitarem arrivismos queimaram-se.
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Só sendo completamente monga se entende que uma mãe alinhe naquilo. Ora, se alinhou, por dizer que nem era preconceituosa, não havia ali formação caseira de raiva a rabetas.
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Eu concordo com o Colaço. A homossexualidade não é genética. Para não mencionar quando é que os homossexuais encontraram que “gostavam” do mesmo sexo? Na sua INFÂNCIA como a tonta Zazie disse? Quando eram bebés? A Hipersexualizacão das crianças é muito lindo não acham. Isto é filosofia de liberais pervertidos.
A solução para toda esta treta é deixar cair a noção do amor liberal romântico mais o sexo recreativo e suportar o sexo reprodutivo mais o amor platónico. A recreação e o foco do prazer são maus. A homossexualidade nunca devia ter-se transformado numa identidade (se não sabiam a heterossexualidade nunca teve uma identidade antes que a homossexualidade tivesse uma!). Deve ser formal para a sociedade: apenas o marido, a esposa e as suas crianças (biológicas), mais a família extendida, contam.
Homosexual? Não.
Heterossexual recreativo? Não.
Reprodução entre homem e mulher? Sim.
Acho este negócio da homossexualidade e do sexo simplesmente recreativo heterossexual um pesadelo. Até atacarmos a noção do amor e sexo liberal, nunca vamos deixar as suas conclusãos abaixo.
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A mãe quer sempre o melhor para o seu filho. Neste caso chular o paneleiro.
Renato é que parece não ter tido estômago para os ingredientes do contrato e estoirou.
A cena macabra não é alheia ao contexto.
Numa pensão de Cantanhede ele nunca faria aquilo.
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Colaço deves fazer um artigo sobre o que o amor e o sexo são (os vários tipos também!), mais as suas funções para a sociedade e para o indivíduo, em luz da lei natural, da religião e outras fontes. A porcaria da filosofia liberal sobre o sexo e o amor têm que terminar. Beijos e adeus.
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Este Colaço é daqueles que devia matar-se se um filho der em paneleiro.
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Pelas imbecilidades das explicações que dá, a culpa só podia ser familiar.
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Mas uma coisa… voltam a discussão do infanticídio por favor!
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Minha cara Zazie,
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Eu tive o cuidado de dizer que estávamos conversados, mas é patente pelo seu ressabiamento que não me quer largar a canela.
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Numa coisa sinto-me diminuído em relação a si: não tenho capacidade de usar o insulto torpe e barato, de chamar meio mundo de mongo e burro e chamar imbecil a torto e a direito, mandar fornicar e outras barbaridades. Esperar isso de si, vejo eu, é algo de axiomático. Uma premissa. Da cloaca que é infelizmente sua boca sai o que nem no mercado da Figueira da Foz espero ouvir.
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Deixe-me ser claro: largue o osso, deixe de se referir a mim, mais a mais nos termos em que o faz, e aprenda que pedir desculpa não diminui ninguém, antes o aumenta. Por enquanto, faça o favor de se comportar. A vida dá voltas e voltas, e se um dia estiver a frente comigo, detestaria vê-la baixar os olhos ou mudar de passeio por não saber comedir-se.
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Só tenho uma pena: a inteligência brilhante que demonstra é eclipsada pela rocha negra do seu temperamento e das suas palavras. Dito isto, e não pense que guardo qualquer ressabio contra si, faremos um favor um ao outro em não nos referirmos.
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Se quiser acrescentar alguma coisa, peço humildemente que o faça em termos educados.
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V. é um imbecil.
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Ponto final. E há-de ser rabeta também.
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V. esteve para aí a dizer que um jovem só pode ser homossexual por copiar os gestos e comportamentos do pai ou da mãe. E eu retirei a ilação óbvia- se um filho seu der em larila foi por o ter copiado.
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E passa aqui os dias atrás de homens. Já agora, também é isso. Derreteu-se logo com o José porque o que quer é que gajos lhe dêem troco em conversa de cabeleireiro.
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depois, temos outras formas de matar não só fetos e crianças, mas adultos com consciência de si e das fracas perspectivas de fututo: “Ouve-se os ministros das finanças dizerem que este é o preço para manter a inflação baixa”. “E se a frase fosse antes “o preço de manter a inflação baixa é matar pessoas”- “isto devia ser o mais importante do debate, não é só olhar para alguns números”. mas, destes assassinatos, não querem os blasfemos ouvir falar!…
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Deixo a nota, que quem começou com teorias idiotas como a desse artigo, foram os nazis. Não guardo o link, mas não deve ser dificil descobrir.
Paulo
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a consciência de algumas pessoas é tão volátil que ás vezes ponho em causa se os humanos têm mesmo consciência ……….
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Eu não sou a favor do aborto, sou a favor do direito de escolha. Se uma pessoa pode fumar, pode fazer uma tatuagem, pode comer no macdonalds, pode pintar o cabelo de verde, então porque não pode decidir se continua com a sua gravidez? quem é o estado para dizer aquilo que uma pessoa deve fazer? Quem são os governos para impôr a sua moral perante os outros? Eu não imponho a minha moral perante ninguém! Então porque é aqui vocês o fazem? já não basta proibir as drogas, proibir coisas não resolve nada, não desparecem milagrosamente só porque as proibimos.
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Badamerda. Quem começou com essas merdas, essas
teorias foram os Nazis
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