Síndrome de Estocolmo
O Presidente Sarkozy, certamente vítima de stress causado pelos eventos relacionados com o ataque terrorista e o cerco ao seu autor, em Toulose, desenvolveu um aparente estado psicológico que se encaixa bem no clássico Sindrome de Estocolmo. Neste, as vítimas, desenvolvem empatia pelos agressores.
Só por se encontrar dessa forma alineado poderá justificar que o chefe de estado francês, minutos após a morte do terrorista, venha defender a aplicação de medidas que se enquadram no plano ideológico defendido pelo terrorista: criminalização do acesso a certos conteúdos, o que necessáriamente implicará uma definição política do que seja permitido/proibido, para além da criação de um corpo de vigilância e/ou de instrumentos/técnicas instrusivas sobre a vida do cidadão.
Ceder ao terrorismo pela aplicação de medidas defendidas pelos fanáticos, restringindo as liberdades individuais, é contribuir activamente para que se alcancem os objectivos de quem assumidamente quer destruir as sociedadas livres, abertas e pluralistas.

GostarGostar
GostarGostar
APLAUSO

GostarGostar
.
Coneço a ficar enevado demais!…
.
GostarGostar
.
Já agora, corrigindo, começo a ficar enervado demais!
.
GostarGostar
Antes lobo livre e esfaimado que cão satisfeito, mas preso.
.
A este andar, qualquer dia até teremos de fazer passar pelas autoridades a nossa lista de supermercado.
GostarGostar
neste momento, a única coisa em que o Sarkozy está interessado, é ser reeleito… il n’est plus à une contradiction près!…
GostarGostar
não, o sindroma manifestou-se na prof que queria um minuto de silêncio em memória do terrorista.
GostarGostar
a questão da consulta dos sites terroristas é mais complexa. Deviam ser monitorizados os frequentadores desses sites pois se forem criminalizados hão-de arranjar outra forma. O problema é mais complexo e assenta na incapacidade de algumas pessoas gerirem a frustração, pessoas essas que encontram forma de a libertarem na agressão dos outros sob um pretexto “grandioso”, quando acto se reduz ao que de mais mesquinho existe na natureza humana: a incapacidade de ultrapassar a frustração. Tá por aí um texto ainda que o principal não seja essa análise: http://psicanalises.blogspot.pt/
GostarGostar
creio também que o que se passou na cabeça do rapaz foi a incapacidade de gerir e ultrapassar a frustração… agora, o Sarkozy tenta usar politicamente o que se passou para canalizar alguns votos, que de outra forma serão capitalizados por Marine le Pen. se Sarkozy for eleito, a este acontecimento o deverá!…
GostarGostar
toda a razão…o presidente francês devia anunciar promoções em viagens pagas pelo estado francês ao afeganistão e paquistão, livre acesso de muçulmanos a campos de treino da alqaeda e ainda trazer a frança imãs para dar treinos de interpretação corânica nas escolas francesas, aos jovens e adultos que ainda não tenham percebido que o islão é uma religião de paz. Ao mesmo tempo devia ser legalizado a burka integral e proibido o topless nas praias francesas, assim como o vinho a a carne de porco. Fechar as sinagogas e escolas judaicas tb seria um bom passo para pacificar os islamitas.
GostarGostar
pois… a frustração… esquecendo-se que na França tem um carro que nunca teria na Argélia, que pode viajar até para sítios exóticos (…) quando se vivesse na terra dos seus pais viveria e apodreceria lá. Quis alistar-se na legião estrangeira e não foi aceite. Coitadinhú… Mas deve receber uns subsídios do Estado Francês para poder pagar a gasoza que lhe dá para andar a fazer peões c o carro. Provavelmente é um fruto do sistema de ensino das “pedagogias” – onde os meninos partem tudo se não lhes fazem a vontade – mais que um jihadista convicto. Que eu saiba os jihadistas não andam a fazer peões com os carros para pôr no youtube…
GostarGostar
segundo o que foi divulgado pelos médias franceses, antes da legião estrangeira, o rapaz tentou entrar no exército francês que o recusou, daí, talvez, ter abatido os três soldados, antes das vítimas da escola judaica de Toulouse… grande confusão naquela cabeça… não creiam que possa ser gratificante, seja para quem for, receber um rendimento mínimo, sem qualquer perspectiva de futuro… em França, como aqui, e, enquanto aqui esse tal rendimento mínimo não chega aos 190 euros, em França, ele é superior ao nosso ordenado mínimo.
GostarGostar
o sarko está bem entalado.
http://www.youtube.com/watch?v=vOQC2rSs0Bk&feature=player_embedded
GostarGostar
Tem toda a razão Gabriel Silva. Veja-se o caso dos EUA desde o 9/11 e das leis fascistas iniciadas pelo Bush e agravadas pelo Obama. A liberdade ameaçada e a economia em bancarrota com o warfare.
Já lá dizia o outro que quem vende a liberdade para comprar segurança acaba sem as duas.
GostarGostar
.
Decididamente, esta malta está ou é vesga…
.
GostarGostar
e também há malta que está tacitamente vesga… e mesmo tacitamente cega!…
GostarGostar
Infelizmente, os atentados de 2004 em Madrid, de 2005 em Londres e os homícidios de Toulose (com algumas dezenas de atentados abortados pelo meio) serão episódios cada vez mais frequentes. Há muito poucos países com uma população muçulmana significativa (digamos, 25%) que não vivenciem violência islâmica regular. Poderemos desafiar as probabilidades, mas elas estão contra nós.
Além da fastidiosa recolha de pedaços de corpos, teremos também de ceder alguns direitos fundamentais em troca de segurança, pelo que esta notícia não me surpreende (já tinha sido, aliás, aprovada legislação anti-terrorista, que permite prender durante 4 dias pessoas sem acusação).
Não me surpreendendo, não deixa de ser particularmente draconiana esta proposta. Eu só me posso informar sobre o islamo-fascismo pela voz dos outros e não dos próprios? Devo ter um pluralismo demasiado estranho, pois consulto sites jihadistas, anti-jihadistas, comunistas, anti-comunistas, nazis, anti-nazis, fascistas e anti-fascistas. Acho que o futuro polícia a ter a minha ficha vai ficar confuso.
E, por último, além de draconiana é uma proposta hipócrita, porque não levanta a hipótese de se questionar o próprio Islão e o próprio Corão. Um livro que advoga o ódio aos judeus, aos ateus e aos homossexuais não é sequer passível de discussão?
GostarGostar
“porque não levanta a hipótese de se questionar o próprio Islão e o próprio Corão. ”
Esta é que é a verdadeira questão.
Se o terrorista não é muçulmano, seguem-se infindáveis e incontidas condenações, exaustivas análises ao perigo da extrema-direita, a execração de ideologias que contestem o multiculturalismo, distribuição de adjectivos, etc. O assunto é analisado sobre todos os ângulos possíveis e imaginários e ainda bem,
Se o terrorista é muçulmano, o que acontece em 99% dos casos, e utiliza abundantemente as interpretações dominantes do Corão, ninguém se permite abordar essas ideias.
Assim sendo, resta apresentar o terrorista islâmico como um individuo confuso, vítima de discriminação social, enraivecido pelo modo como a sociedade o trata, louco, radical, etc. Tudo menos como um militante assumido de uma causa assente em ideias perigosas.
Tudo normal, portanto.
Está tudo bem, não há necessidade de analisar a intolerância expressa no Corão e prevalecente na cultura da esmagadora maioria da comunidade muçulmana. Basta a cartilha marxista com muitas palavras sobre o “social” e a “injustiça social”.
Para quem só tem um martelo, todos os problemas lhe parecem pregos.
GostarGostar