Paroles
23 Abril, 2012
Jean-Luc Mélenchon é esquerdista. Marine le Pen é de extrema direita.
Jean-Luc Mélenchon é socialista dissidente que renovou a esperança. Marine le Pen é populista e xenófoba.
… Devia fazer-se um dicionário de sinónimos que nos levasse a entender este idiolecto da nossa imprensa.
15 comentários
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ao lado de HM marine le pen é direita suave…
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Jean-Luc Mélenchon nesceu em Tanger em 1951 razao pelea qual nao podia deijar de ser outra coisa que internacionalista. Enquanto a Marina é a filha do seu pai e com isso ja fica tudo dito. Jaja tudo o mundo comprende…
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Marine Le Pen é escolhida por inúmeros portugueses, que votam na Frente Nacional. Um dos bastões da FN é parte da comunidade portuguesa. Isso diz muito acerca ou da comunidade portuguesa ou da Marine Le Pen.
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«A receita do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) poderá quintuplicar e levar “à ruína” os donos das casas, segundo as contas da Associação Nacional de Proprietários (ANP) divulgadas hoje. »
helena matos, isto não é comunismo???
(eu aprovo)
como aprovo um corte de 20% dos salários tugas como preconiza p Krugman.
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Já agora, por uma questão de interpretação, gostaria que a HM definisse a ‘extrema-direita’ e ‘extrema-esquerda’. Assim, ficaria mais esclarecido. Atenciosamente.
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Um renova a esperança; o outro nem a consegue dar…
.
“:OP
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como diz on 31 d’armada «Um Hollande e um filho de húngaro disputam 30% de eleitorado magrebino»
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ó zé parvinho eu explico assim a modos muito simples : a extrema esquerda é aquela que defende revoluções violentas, vem para rua incendiar carros e partir montras e atacar a policia ( é conhecida por jovens indignados ) ; o que não se encaixar aqui e não tiver por idolos Fidel Castro, Che assassino guevara e outros ditadores de esquerda é extrema direita.
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E o que mais adiante se irá escrever?!
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@jorge estou esclarecidíssimo. Agora, sobre um outro assunto, o que entende por “extrema-esquerda” e “extrema-direita” ?
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“Le bloc de gauche très en avance sur celui de droite”
http://lci.tf1.fr/politique/elections-presidentielles/bloc-de-gauche-bloc-de-droite-quel-rapport-de-force-7182740.html
Discutir as palavras é fugir com o rabo à seringa.
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“…renovou a esperança”.
A esperança de quê? E a esperança de quem?
Delírios pontuais ( mas sempre na direcção “correcta”) dos aplicados amanuenses que preenchem as folhas-de-couve pátrias…
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A doença de que padece a França tem um nome: estatismo. Dum extremo político ao outro extremo, passando pelo centro, com algumas nuances, todos querem que o estado controle mais a vida dos cidadãos. Mais estado portanto para 90% dos eleitores.
E quando é assim o resultado tanto faz. O futuro – mediocre – já está assegurado. A França já não é o que os franceses aindam pensam que é, e daqui a dois ou três anos os próprios franceses vão acordar para a nova realidade.
O grande problema é o que fazer com uma Alemanha cada vez mais só. Estamos a assistir a uma réplica dos acontecimentos da Europa no final dos anos 20. Leiam o que escreveu Churchill dez anos antes da guerra, porque está lá tudo.
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Há um “pipeline” que une (metafòricamente, mas não só…) Moscovo e Berlim.
E, já que as”paroles” estão sobre a mesa, o termo “Mitteleuropa” , ao contrário do que se crê no Marrocos de Cima , e áreas limítrofes, não é um conceito de museu…
Junte-se a tudo isso a anunciada retirada da “brigada americana”, estacionada na “europa” , em 2013 e estamos perante um interessante, e perigoso, totoloto.
Um pormenor : a retirada americana da “europa” era omissa quanto ao Reino Unido.
Preciosismos geográficos?…
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para alguns, incluindo jmf e helenafmatos, os jornais e jornalistas só são “nossos amigos” quando as suas causas são as nossas (deles) !
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