Cegueira ideológica
Há muitos anos que o 1º de Maio é uma celebração corporativa afecta ao PCP e a que o PS quando está na oposição dá importância. É um direito que lhes assiste mas que se pudessem transformavam num dever para todos. Todos os anos é a mesma ladaínha: foi pouca gente porque fazia chuva. Foi pouca gente porque fazia sol. Os jornais, rádiso e televisões enchem-se com os discursos dos dirigentes sindicais e de umas pessoas com ar de reformadas e pronto cumpre-se o ritual com os desfiles cada vez mais rarefeitos e as bandeiras a tapar as clareiras. Ao contrário da Igreja que averigua, estuda e não esconde que está a perder fiéis, a perda de influência dos sindicatos é um tabu: não se pode dizer que não representam quase ninguém e que o 1º de Maio é apenas um dia em que não se trabalha.
Com a crise enfiou-se na cabeça destas almas que as massas desfilariam atrás das suas bandeiras. Há meses que aparecem uns profetas do apocalipse anunciando barricadas, tumultos e montras partidas. E claro um 1º de Maio de luta. Pois aí tiveram a luta por que andavam a reclamar: as massas acorreram ao Pingo Doce. Não para o escavacar mas sim para aproveitar uma promoção que só pode ser menosprezada por aqueles que têm emprego garantido para toda a vida ou grandes contas bancárias.
Os sindicalistas com promoções automáticas na função pública e os jornalistas que pagam o triplo do preço pelos produtos nas lojas ditas tradicionais estão para o mundo do trabalho como as senhoras da Obra das Mães estavam para as famílias numerosas: defendem um modelo de sociedade que só existe na cabeça deles. As senhoras da Obra das Mães após as incursões pelos bairros operários a exaltar a virtuda das famílias numerosas regressavam às suas casas onde as esperavam as suas pequenas famílias que isso de ter muitos filhos não se lhes aplicava. Já esta espécie de frente de esquerda que hoje se escandaliza por as massas terem acorrido a fazer compras ao Pingo Doce estaria exultante se uma montra tivesse sido partida numa manifestação dita contra a crise. Um extremistas de direita e de esquerda que atiraram pedras uns aos outros foram tratados com mais respeito pela comunicação social do que as pessoas que encheram carrinhos com as compras a metade do preço. Para a nossa comunicação social atirar pedras é ideologicamente coerente. Comprar o mais barato possível é coisa de bimbos.
Enfim, por cegueira ideológica os jornalistas-filhos de Boaventura Sousa Santos ficam desconcertados com a realidade e os sindicatos estão a perder influência. Defender os trabalhadores e os mais pobres passava por ontem ter defendido esta iniciativa do Pingo Doce e ter perguntado porque não fazem os outros supermercado o mesmo. Eo resto é conversa.

A frase final diz tudo.
Quanto aos psitacídeos dos caneiros televisivos e aos amanuenses-lacaios das folhas-de-couve para-confessionais,
já ninguém os leva a sério.
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helena,hoje já é dia dois de maio!
não posta uma sobre a assombração do PR? ai que este inquérito o põe logo a tremer com comunicados no site e tudo.
vai ser giro ver o PR a fritar em lume brando enquanto a comissão parlamentar estiver em procissão!
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e a helena ainda não parou para pensar, como é que o JM pode descer para metade os preços sendo que nessa metade ainda cabem os 23% do IVA??????????
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Aremandus
Faça um blog e poste o que quiser.
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eh, foi pouca gente porque, foi pouca gente porque …
ou seja, a helena e os seus desejos…
mas foi muita gente, ó helena, muita gente, como quando na festa há mais gente, helena…
a provar que gente é o não falta para tudo, a votar ou ir à missa, como ao 1º de Maio e aos pingos …
ai, valha-me deus, que tanto mal-estar e que despeito !
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as pessoas dão para tudo
e sempre há-de haver gente para tudo, felizmente .
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Estou a ver.
A Obra das Mães era contra o uso do preservativo.
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Será que o picoiso disfarçado foi visto a comprar meio kilo de bacalhau mal abriu a loja!
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O feriado do trabalhador corre por isso o risco de ser um feriado histórico, idealizando um mundo laboral que deixou de existir. Pedro Lomba, Público de 1.5.12.
Vejam se conseguem entender.
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Olha, ó coisa pisca: contra o preservativo era o louça e mais os trotskistas todos. Chegaram a fazer editoriais a dizerem que era uma cabala da Cia para controlar o sexo livre.
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Fartava-me de rir se um desses institutos publicos que por aí abundam, ou uma “autoridade” qualquer como a Autoridade para a Concorrência, viessem punir o Pingo Doce por estar a fazer dumping de preços no 1º de maio. Devem estar a sofrer pressões incríveis dos defensores dos trabalhadores, (partidos e afins). Fartava-me de rir mesmo.
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Helena Matos, O que nunca se discute é o abuso, por esta e outras cadeias de super/hipermercados, dos bancos de horas, dos contratos temporários, do recurso ao outsourcing e outras práticas totalmente desreguladas (ou ignoradas pela fiscalização), que faz com que os ‘colaboradores’ sejam tratados como mercadorias…
Esta acção do PD foi uma provocação, bem conseguida admito, à esquerda… Por mim acho que cada um faz o que a consciência lhe dita. Por mim até podiam abrir 24 sobre 24h, como há noutros países, desde que cumpram as leis e não venham com subterfúgios…ou pedir subsídios ao governo!
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Tá bem, Drª Helena.
Eu cá aviei-me com 3 bacalhaus e um saco de ração para o meu Rotweiller.
Obrigadinho, ó amigo Alex e já agro os meus parabéns à Fundação por esta brilhante e inédita ideia!
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Continuo a achar que é um erro a desvalorização dos sindicatos. Apesar de tudo ainda vão servindo como válvula de escape. Sem eles cada manifestação é um potencial Chiado – 22 de Março.
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Antonio guterres respirou de alivio na Onu. O video que supostamente deveria mostrar o sucesso da distribuicao de arroz no Daarfour foi substituido por um outro que se passava na loja do pingo doce de Alverca. A plateia nao se apercebeu da troca e bateu palmas à organizacao.
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A igreja portuguesa insurgiu se contra a nova campanha da modelo distribuicao marcada para o dia de natal. O nascimento do Senhor nao deve ser objecto de comercio e, ameacam mesmo, em expulsar os vendilhoes de todos os templos do país.
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Belmiro e Santos marcaram finalmente combate de boxe. Os bilhetes encontram se à venda nos respectivos supermercados, mas depois junta-se o ticket e dá pontos no Continente. Tambem se pode transformar em milhas no cartão Vitoria Miles.
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Ultima hora: Pingodoce paga no dia de natal a quem passar num raio de 100 metros das suas lojas… e puser a mao no ar. Modelo garante reembolsar as compras que os portugueses efectuaram no pingo doce. Só se tem que apresentar o talao das caixas.
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Especula-se que o Modelo vá mais além do Pingo e dê 80% de desconto brevemente… diz-se mesmo que esse desconto vai ser enfiado no próprio dia de Natal, à meia-noite, independentemente do local aonde esteja o Pai. Os sindicatos reclamam que o Trabalhador pai natal pode precisar de ajuda a desentalar-se da chaminé.
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O Pingo Doce diz que, afinal, não quer iniciar uma guerra de preços com o Continente, que foi só para meter nojo aos sindicatos.
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O governo entre na campanha de descontos e baixa os impostos para metade. Mas não teve a adesão esperada.
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Ao contrário das promoções (black friday) nos eua e na inglaterra, que são, diga-se, descontos previsiveis, com datas anunciadas para o efeito, em portugal faz-se a coisa de uma forma tipicamente ao jeito latino-africano.
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Rb
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Cara Helena Matos,
Cegueira ideológica é ignorar o facto de uma trabalhadora do Pingo Doce, grávida, ter abortado em pleno local de trabalho, por ser obrigada a transportar grandes pesos e ter medo de se recusar e assim perder o emprego.
Cegueira ideológica é ignorar o facto de centenas de milhar de trabalhadores e trabalhadoras viverem sobre a ameaça do despedimento se se sindicalizarem e/ou participarem em greves.
Cegueira ideológica é haver professoras, sindicalizadas, que, com receio de não serem colocadas, escondem a sua gravidez.
É tudo isto e muito mais. Quando quiser a minha casa está à sua disposição, e da sua família, para fazer uma visita guiada por territórios que, pelos vistos, desconhece.
Saudações comunistas
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Este Castendo não perde uma oportunidade de dar largas à alma estalinista.
Da-se, como diria o outro.
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para a ceguinha helenafmatos:
http://arrastao.org/2520112.html#comentarios
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renato teixeira/5dias:
“Há que treinar com 50% de desconto para um dia destes levar tudo à borla!”
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já estou a ver helenafmatos indignadíssima com com os descontos de 100% !!!
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Não haverá por aí um stand de automóveis que adira a essa ideia peregrina dos 50%?
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@castendo
“Cegueira ideológica é ignorar o facto de uma trabalhadora do Pingo Doce, grávida, ter abortado em pleno local de trabalho, por ser obrigada a transportar grandes pesos e ter medo de se recusar e assim perder o emprego.
Cegueira ideológica é ignorar o facto de centenas de milhar de trabalhadores e trabalhadoras viverem sobre a ameaça do despedimento se se sindicalizarem e/ou participarem em greves.
Cegueira ideológica é haver professoras, sindicalizadas, que, com receio de não serem colocadas, escondem a sua gravidez.”
[citation needed]
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bem glosado Ricardo Monteiro!
cega é a postadora que não quer ver!
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e isto, sim, que é dizê-lo às claras, de maneira inteligente, sem a indigência de uns tantosLRs e Helenas, coitados e serviçais …
http://www.jn.pt/Opiniao/default.aspx?content_id=2451135&opiniao=Manuel%20Ant%F3nio%20Pina
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Caro Castendo,
Cuba e aqui ao lado.
Boa viagem
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e que o 1º de Maio é apenas um dia em que não se trabalha.
Há aqui uma grande injustiça para milhares e são mesmo milhares que trabalham neste e noutros feriados. Eu já fui um deles.
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Simil
Não sei se reparou no delicioso pormenor de ” processo de atirar consumidores contra trabalhadores”.
Veja como para o Pina de repente uns trabalhadores deixam de o ser. Está-lhe no sangue é uma liberdade poética.
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‘primum vivere’
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Por fim encontro um post que não obedece ao ‘politicamente correcto’ ou seja ‘irracionalmente de esquerda’.
E logo encontro os comentários do mau perder típico da pretensa inteligência de esquerda!
O que a esquerda disse ontem, entre bandeiras e de cima de palanques, apagou-se pelo eco de um gesto largo de um homem e uma família, que reclama o reconhecimento da sua obra, e que quer bem aos portugueses!
Se foi o troco aos maus tratos injustos e oportunistas dessa esquerda, foi-o em justa medida.
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Pingo Doce prepara uma promoção de 100% de desconto, já no próximo sábado.
Não digam nada a ninguém.
É para dar uma bofetada aos mamões que foram fazer compras só com 50% de desconto.
Vê lá o que perdeste oh Helena.
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alexandrino,
mas é verdade, Alexandrino,
que a seu tempo todos somos uns e outros,
se não que os dois ao mesmo tempo, acontecendo
que lá arranjamos sem-caráter, a máscara que for preciso
a não sentirmos vergonha das cenas a que cedemos, como ora
aí LRs e Helenas, que nem levam da festa mais que eu …
(ai, gostei desta, em verso, por desfastio, já viu ?)
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Errado, Helena! Errado mais uma vez!
Pense comigo um bocadinho. Acha que alguém se chatearia se o Pingo Doce fizesse esta e outras promoções desde que dentro da legalidade (e quanto a isso, a ver vamos – e espero que não esteja a defender ilegalidades) sem parecer que estava a criar um conflito com uma grande parte da sociedade?
Acha que se antes do Natal o Pingo Doce fizesse descontos de 99% (se fossem feitos dentro da legalidade, claro!) alguém se chatearia?
E porque é que acha que, se há patronato capaz de fazer coisas como ontem, borrifando-se naquele que é internacionalmente considerado o Dia do Trabalhador, não pode haver sindicatos que representem esses mesmo trabalhadores?
Eu, que não sou muito a favor de fervores revolucionários, nem um grande amigo dos sindicatos, acho que é bom que eles existam para poderem moderar o caminho para a escravatura. E não só para mim. Para si também, pois não gostaria de a ver a cozinhar para o patrão branco (ou doutra cor) a a escovar-lhe a roupa a troco da comidita na copa.
Não acha que é bom haver esse equilíbrio na sociadade e todos terem as suas organizações representativas? O que tem o ultraliberalismo contra isso?
Ai, é verdade, tem! O ultraliberalismo só consegue vingar destruindo a capacidade organizativa dos outros todos. Coisas que tenta esconder e para isso vive!
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“que nem levam da festa mais que eu … ”
ou levam, se é subjetivo, já sei, se a Helena e LRs gostam, têm todo o direito do mundo de ser serviçais, já lá diz o Fernão Lopes, um jeito de ‘fame’, de ter fame e querer agradar ao príncipe estrábico e gordo, aos seus …
que me faz rir, ter pena, oh, balha-me deus …
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Oh Helena, isto foi:
– uma acção de marketing
– uma filtragem de submissos
Falar em “Defender os trabalhadores e os mais pobres” é hipocrisia ou cegueira ideológica, o Pingo Doce não tem nada a ver com isso
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Mas eu até acho que isto tudo tem a sua lógica. O primeiro de Maio não podia ser feriado religioso por não haver santinho. Assim acabou como dia de massas na única catedral que os jacobinos respeitam- o supermecado.
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“:OP
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a Administração do PD também é fã do Blasfémias? (Posted 2 Maio, 2012 at 18:29)
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Este papagaio do Portela anda cada vez mais tatuado.
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Qualquer dia ainda aparece aí como Portela-amor-de mãe- Guiné 68/Avante 76
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🙂 🙂 🙂 És o máximo! 🙂 🙂 🙂
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“Há muitos anos que o 1º de Maio é uma celebração corporativa afecta ao PCP e a que o PS quando está na oposição dá importância…”
Que bela entrada! Este tipo de ‘narrativa histórica’ quer pela densa ‘fusão’ de conceitos, quer pela exibição de pre-conceitos, quer ainda pelo violento entorse dos factos é de uma ‘clareza’ [!] ideológica extrordinária.
De facto, o ‘desrespeito‘ pelo percurso histórico das comemorações que se celebram neste dia, em toda a Europa, é verdadeiramente notável. Recentemente – e de modo obtuso – o XIX Governo Constitucional tentou derrogar a centralidade da motivação gestacionária do 1º. de Maio, de 1886, em Chicago, i. e., a reivindicação de uma jornada de 8 horas de trabalho.
Em 2012, um Executivo, na periferia da Europa, sob o pretexto de que em tempos de crise ‘vale tudo’ (traduzido para economês: ‘por questões de produtividade e competitividade’), pretendeu revogar este facto (histórico). Publicamente apareceu a propôr o ‘acrescento’ meia hora diária de trabalho suplementar .
Mas, sobre isto, o que – corporativamente – se pretende é passar ao lado da substância e da essência (das coisas) e (ter ‘liberdade’ para) festejar a ‘concertação social’…se, possível, numa ‘catedral do consumo’.
Um dos males deste País é uma prolixa inundação de ‘bitates’ debitados por economistas, gestores e comentadores ‘orgânicos’ e uma terrível ausência de memória (histórica).
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zazie
Papagaio é o teu primo 🙂 … com um sorriso, que é para não te mandar bardamerda.
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Outra coisa chata, além de haver um dia internacional dos trabalhadores, é haver televisão pública. Hoje morreu o realizador Fernando Lopes. E não é que o diabo da RTP2 se pôs logo a dar o “Belarmino”?
E não é (também) que a RTP1 iniciou hoje uma série sobre a comédia no cinema português (Os anos 30 – Anatomia do Humor)?
Esta coisa de querer injetar cultura na carola do povo é uma chatice, quando se poderiam estar a ver novelas brasileiras na SIC e na TVI!
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Veja lá se borra as tatuagens com essa língua suja. Estão tão lindas e o coração com a flecha fica-lhe a matar quando faz músculo com o dedão do pé.
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RTP? pois,
sobre o facto de ter sido ontem a primeira estação a fazer publicidade à promoção do PD não temos nada a dizer !
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Não sabia. Não tenho tv.
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Quer-se dizer, tenho tv mas sem ligação. Deixei-me disso.
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zazie, querida
escusas de mandar postais para teres interlocutor – uma vez que ninguém te dá troco por aqui – que não tenho paciência para as tuas parvoíces.
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Lá está el@ tod@ retorcid@ com o complexo da audiêcia.
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A RTP comete erros graves. Mesmo com a informação. Muitas vezes é tão pindérica como as outras. No entanto, vai mostrando algum respeito pela nossa memória coletiva. Para quem acha que existe memória coletiva.
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O Fernando Lopes é património nosso. Excelente.
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Estar num rebanho durante horas para comprar bens alimentares perecíveis (podem não ser consumidos antes de se estragarem) por atacado e poupar 100 € é de uma tristeza de espírito que não lembra ao Pai Natal.
Claro que o pessoal da cu-municação preferia uns tumultos a sério, mas o que houb«ve já deu conteúdos.
A Jerónimo é que deve estar em alta… Publicidade bem barata, mesmo que tenha que pagar as multas do dumping…
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ai, vejo agora, eles sabiam,
do PSD à Helena, ao LR, quando
em circo cantaram os gambuzinos,
eles comem tudo, eles comem tudo,
os eunucos… sabiam qual era o feriado …
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“O Fernando Lopes é património nosso. Excelente.” E não morre. Ninguém deixa .
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“com promoções automáticas na função pública”
Sim? Em que país? Há quanto tempo?
Cegueira ideológica? Mentira descarada? Ignorância?
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helenafmatos,
defender os trabalhadores e os mais pobres passava por ontem por ter perguntado ao PDoce por que não utilizam todos os dias aquela tabela de preços.
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Ó lena minha desavergonhada, então vens para aqui chamar velhos aos homens dizendo que têm ar de reformados? Partiste os espelhos lá em casa? Tsq, tsq e gosto de te ver desancar na profissão de jornalista, gosto, gosto mesmo.
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a Helena deve rir-se montões destes comentários! não gostam de ver o povo feliz e a sobreviver ,sim que a vida está complicada . Independentemente de tudo venham mais promoções e uma podia vir da autoridade tributária e aduaneira ,do género quem pagar dividas em atraso é perdoado em 50%! Elas estão todas perdidas,ou quase.
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Aremandus,
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e a helena ainda não parou para pensar, como é que o JM pode descer para metade os preços sendo que nessa metade ainda cabem os 23% do IVA??????????
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O Aremandus não faz a mínima ideia de como se calcula o IVA, pois não?
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É um imposto sobre o valor acrescentado.
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Helena Matos anda aterrorizada com próximas pedradas e tumultos! Não tenha medo. Haverá muitos Pingos Amargos a defender as suas canelas. A seu lado, sentiria grande gozo em mandá-la lamber sabão!
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