Agora que deixou de ser possível iludir uma profunda crise (política e social) resultante do divórcio entre o Governo e os portugueses, vamos fazer contabilidades, estudos comparativos, estudar, quiçá, encomendar um relatório a assessores externos, etc.
Ou ir para casa e esperar pelos escritos de Rui Ramos (sobre este sobressalto)?
LOL!!!…
Helena, vá lá, pense na simbologia da manifestação em termos de significantes e significados, e poderá aceder à real dimensão do dia de hoje.
Hoje haverá «spin doctors» que não vão dormir tranquilamente… Outros, mais acostumados a receber as ideias de tais «spin doctors» para colmatar as ausências próprias, para além de dormir pouco podem mesmo ter sérias insónias ou pesadelos sobre o que os espera no horizonte político próximo…
não foram as maiores mas foram concentradas
e foi muita gente
garante-se a bancarrota em 5 ou 8 anos depende da emigração associada
com este governo ou com o próximo
as afundações são ternas e eternas…
Que se lixe se foi a maior manif ou não desde o 25/74.
.
Uma coisa é certa. Sexta-feira Portugalinho tinha a maior divida desde o 25/74 e segunda-feira Portugalão vai bater Portugalinho.
Que se Lixe a Troika! Queremos a Nossa Vida de Volta
Pois queremos. Ou melhor, queríamos …
Mas, tal não é possível.
Pois já não nos emprestam dinheiro para isso.
1.Indignação, sim. Ninguém tem que gostar daquilo que nos impõem. Quando isso é duro e difícil. Mesmo quando não há alternativa melhor. Mas gostar? Apanhar e calar? Não. Gaspar foi longe de mais. No que anunciou insensivelmente. Mas muito mais, naquilo que disse sobre a submissão e aceitação dos portugueses.
Não. Até poderemos aceitar. E poderemos até entender – se for melhor explicado. Mas, decididamente, não gostamos.
2.Mas, voltemos à realidade.
Se há toda a legitimidade para manifestar a incomodidade, não há nenhuma legitimidade para dizer que não queremos, sem apontarmos uma qualquer alternativa válida.
Pior ainda, quando alguns dos que se colam à dinâmica destas manifestações são os mesmos que nos conduziram a isto.
Pelo que eu aproveito e também mosto a minha indignação às “cigarras” que nos dirigiram nos últimos anos e que, irresponsavelmente, viveram e nos fizeram viver na ilusão de que éramos ricos. E que fizeram isso, pedindo emprestado. Aquilo que agora teremos que pagar, em sofrimento. Afinal não somos ricos. Somos… assim assim (pois há muito pior, nesse Mundo).
Chegou a altura de nos ajustarmos à realidade. E isso não é empobrecer. Mas será, certamente, viver pior e com menos. E se alguém prometer o contrário, mente.
A situação para onde somos levados não é fácil e ninguém gosta dela. Mas quem a decide tem de explicar mais e inibir-se de falar em submissão, aceitação e resignação. Deve ser humilde e pedir desculpa às pessoas a quem dirige as provações. Em cada momento e para cada esforço que implemente. Mesmo que o faça em nome dos outros que lá estiveram antes. Nem que seja para os por (a esses) no seu lugar.
3.Novamente, voltemos à realidade:
A troika (o grupo de que somos credores) associado às “formigas extremistas” quer fazer tudo isto a “100 à hora”. Ao mesmo tempo que pagamos a dívida sendo este o erro de Gaspar e das “formigas extremistas” que lá estão. Ora, isso não só é duro e desesperante. É capaz de ser suicida.
Sem prejuízo desses credores, temos que lhes dizer para terem um pouco mais de calma:
1)A sua dívida deve ficar segura. Afinal, quem dos dirigia gastou e pediu empestado. E foi com isso que vivemos (sem o ser) como ricos. Devemos garantir que vamos cumprir.
2)Mas a sua amortização deve ficar congelada, a vencer juros não extorsionistas. Esqueçam a agiotagem.
3)Da nossa parte um só objectivo: eliminar o défice pois não deverá vir nem mais um cêntimo do exterior.
A troika teria que aceitar isto. E alterar o seu posicionamento. Existe para proteger os credores e não para nos “salvar”.
Para financiar o défice, no período necessário à sua eliminação, que não pode ser “brutal” e imediata, seria necessário criar um instrumento que retivesse os recursos nacionais (evitando que acabem nos bancos alemães ou debaixo do colchão) que reanime a economia “boa” (não é necessário mais dinheiro, mas sim aquele que é necessário para que a economia se agilize e que fique oleada) e que se inicie um processo de redistribuição do trabalho (é necessário colocar todos no lado da produção, minimizando os que ficam no lado da subsidiação).
4.Neste processo, temos de entender bem que, face ao que temos e ao que podemos, não estamos a empobrecer. Estamos a cair na realidade. Mas que essa queda será mais difícil e mais longa pois para além do ajuste, temos que pagar a nossa boa vida (e não saíamos) acrescida dos anos da ilusão… dos anos socialistas.
Pois tudo isto não retira responsabilidade a esses, que lá estiveram e que criaram (e no mínimo acentuaram definitivamente a queda na bancarrota) esta situação. A sede de poder do Partido Socialista é tão irresponsável que é dramática. Pois, não ficamos minimamente seguros tendo apenas e unicamente como alternativa à “formiga extremista” uma … nova “cigarra”. Ou então, é tudo mais uma vez um embuste e uma enorme mentira. Vem esses outros e farão o mesmo…
Estudar História sim …para se perceber que todos os grandes acontecimentos e factos que mudaram a História, começaram por parecer irrelevantes e desvalorizados pelos senhores dos sistemas caducos, e surdamente propalados como os melhores!… à espera da ruptura dialéctica.
Espera-se um comentário profundo à queda repentina do nível de “conforto” do PM.
Aproveite e comente a luta entre o politico amador e o profissional…
VIVA PORTUGAL
E estudando a História, a helena iria entender que é perigoso brincar com o fogo e ofender sistematica e soezmente os que que estão a ser oprimidos, particularmente quando é a grande maioria da população
Deste 25 de abril de 2012 , confirma-se!
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Agora que deixou de ser possível iludir uma profunda crise (política e social) resultante do divórcio entre o Governo e os portugueses, vamos fazer contabilidades, estudos comparativos, estudar, quiçá, encomendar um relatório a assessores externos, etc.
Ou ir para casa e esperar pelos escritos de Rui Ramos (sobre este sobressalto)?
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coelho mete a tsu no cu
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Ó Helena Matos, não se esforce. Vai ver que o governo quer mesmo ser demitido. Ou, pelo menos, que permitam que se demita.
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A pouca credibilidade de Helena f Matos está a ir pelo cano…
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LOL!!!…
Helena, vá lá, pense na simbologia da manifestação em termos de significantes e significados, e poderá aceder à real dimensão do dia de hoje.
Hoje haverá «spin doctors» que não vão dormir tranquilamente… Outros, mais acostumados a receber as ideias de tais «spin doctors» para colmatar as ausências próprias, para além de dormir pouco podem mesmo ter sérias insónias ou pesadelos sobre o que os espera no horizonte político próximo…
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Pois:
é “desde 25 de abril” não “desde o 25 de Abril”…
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Alguém tem que comprar uma coluna vertebral nova, a original emigrou!
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Oh, Helena, desculpe lá não estou a atingir …
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não foram as maiores mas foram concentradas
e foi muita gente
garante-se a bancarrota em 5 ou 8 anos depende da emigração associada
com este governo ou com o próximo
as afundações são ternas e eternas…
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Que se lixe se foi a maior manif ou não desde o 25/74.
.
Uma coisa é certa. Sexta-feira Portugalinho tinha a maior divida desde o 25/74 e segunda-feira Portugalão vai bater Portugalinho.
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Os fascistas continuam nervosos…
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Que se Lixe a Troika! Queremos a Nossa Vida de Volta
Pois queremos. Ou melhor, queríamos …
Mas, tal não é possível.
Pois já não nos emprestam dinheiro para isso.
1.Indignação, sim. Ninguém tem que gostar daquilo que nos impõem. Quando isso é duro e difícil. Mesmo quando não há alternativa melhor. Mas gostar? Apanhar e calar? Não. Gaspar foi longe de mais. No que anunciou insensivelmente. Mas muito mais, naquilo que disse sobre a submissão e aceitação dos portugueses.
Não. Até poderemos aceitar. E poderemos até entender – se for melhor explicado. Mas, decididamente, não gostamos.
2.Mas, voltemos à realidade.
Se há toda a legitimidade para manifestar a incomodidade, não há nenhuma legitimidade para dizer que não queremos, sem apontarmos uma qualquer alternativa válida.
Pior ainda, quando alguns dos que se colam à dinâmica destas manifestações são os mesmos que nos conduziram a isto.
Pelo que eu aproveito e também mosto a minha indignação às “cigarras” que nos dirigiram nos últimos anos e que, irresponsavelmente, viveram e nos fizeram viver na ilusão de que éramos ricos. E que fizeram isso, pedindo emprestado. Aquilo que agora teremos que pagar, em sofrimento. Afinal não somos ricos. Somos… assim assim (pois há muito pior, nesse Mundo).
Chegou a altura de nos ajustarmos à realidade. E isso não é empobrecer. Mas será, certamente, viver pior e com menos. E se alguém prometer o contrário, mente.
A situação para onde somos levados não é fácil e ninguém gosta dela. Mas quem a decide tem de explicar mais e inibir-se de falar em submissão, aceitação e resignação. Deve ser humilde e pedir desculpa às pessoas a quem dirige as provações. Em cada momento e para cada esforço que implemente. Mesmo que o faça em nome dos outros que lá estiveram antes. Nem que seja para os por (a esses) no seu lugar.
3.Novamente, voltemos à realidade:
A troika (o grupo de que somos credores) associado às “formigas extremistas” quer fazer tudo isto a “100 à hora”. Ao mesmo tempo que pagamos a dívida sendo este o erro de Gaspar e das “formigas extremistas” que lá estão. Ora, isso não só é duro e desesperante. É capaz de ser suicida.
Sem prejuízo desses credores, temos que lhes dizer para terem um pouco mais de calma:
1)A sua dívida deve ficar segura. Afinal, quem dos dirigia gastou e pediu empestado. E foi com isso que vivemos (sem o ser) como ricos. Devemos garantir que vamos cumprir.
2)Mas a sua amortização deve ficar congelada, a vencer juros não extorsionistas. Esqueçam a agiotagem.
3)Da nossa parte um só objectivo: eliminar o défice pois não deverá vir nem mais um cêntimo do exterior.
A troika teria que aceitar isto. E alterar o seu posicionamento. Existe para proteger os credores e não para nos “salvar”.
Para financiar o défice, no período necessário à sua eliminação, que não pode ser “brutal” e imediata, seria necessário criar um instrumento que retivesse os recursos nacionais (evitando que acabem nos bancos alemães ou debaixo do colchão) que reanime a economia “boa” (não é necessário mais dinheiro, mas sim aquele que é necessário para que a economia se agilize e que fique oleada) e que se inicie um processo de redistribuição do trabalho (é necessário colocar todos no lado da produção, minimizando os que ficam no lado da subsidiação).
4.Neste processo, temos de entender bem que, face ao que temos e ao que podemos, não estamos a empobrecer. Estamos a cair na realidade. Mas que essa queda será mais difícil e mais longa pois para além do ajuste, temos que pagar a nossa boa vida (e não saíamos) acrescida dos anos da ilusão… dos anos socialistas.
Pois tudo isto não retira responsabilidade a esses, que lá estiveram e que criaram (e no mínimo acentuaram definitivamente a queda na bancarrota) esta situação. A sede de poder do Partido Socialista é tão irresponsável que é dramática. Pois, não ficamos minimamente seguros tendo apenas e unicamente como alternativa à “formiga extremista” uma … nova “cigarra”. Ou então, é tudo mais uma vez um embuste e uma enorme mentira. Vem esses outros e farão o mesmo…
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a sra Helena já escolheu, hoje, a primeira página de jornal para nos fazer um post sobre o jornalismo de causas?
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Sim, falta esse post post imbecil do costume..
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Estudar História sim …para se perceber que todos os grandes acontecimentos e factos que mudaram a História, começaram por parecer irrelevantes e desvalorizados pelos senhores dos sistemas caducos, e surdamente propalados como os melhores!… à espera da ruptura dialéctica.
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À velocidade com que se faz história terá que ser um estudo permanente e bem remunerado…
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Espera-se um comentário profundo à queda repentina do nível de “conforto” do PM.
Aproveite e comente a luta entre o politico amador e o profissional…
VIVA PORTUGAL
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E estudando a História, a helena iria entender que é perigoso brincar com o fogo e ofender sistematica e soezmente os que que estão a ser oprimidos, particularmente quando é a grande maioria da população
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