Apelo ao Passos Coelho
Caro amigo
Sei que és sério, trabalhador e honrado. Gostas de honrar os compromissos e os direitos considerados adquiridos.
No que se refere às reformas e pensões dos magnatas da Democracia Portuguesa, talvez não seja linear fazer um corte, mas na situação delicada em que o país se encontra e quando a pouca vergonha nacional se manifesta de maneira tão descarada na pessoa desses tubarões cheios de regalias, que foram os causadores do mal que temos, tens que tomar uma atitude forte porque a situação assim o exige.
Reduz todas as reformas, pensões e alcavalas de todos os Mários Soares e Manuelas Ferreira Leite para um máximo de 2500 euros mensais.
Talvez dessa forma consigas pôr o povo do teu lado, que é o mesmo que pô-lo do lado da razão.
.
É de realçar a excepcional dignidade e civismo das centenas de milhares de Cidadãos que INORGANICAMENTE se manifestaram.
.
As Policias também estão de parabens pelo modo superior como agiram sem precipitações, muito profissionalmente em ambiente por natureza extremamente emotivo provocado pelas circunstancias atuais da Politica.
.
O JM andanos a preparar para o novo sistema participativo eleitoral a la suisse$. Continuamente referenduns sobre as coisas importantes que afectarem na conviviencia nacional. E una forma fazilmente copiavel e exportavel para os suizos, claro,
Só existem 2 minimos inconventes:
– As propostas sao mais elaboradas porque vao afectar os passos seguintes dos eleitores no ambito de cada día ou futuro próximo. Afetalhe directamente. Deve ser uma proposta direita e simple.
-Os que elaboram estas propostos a votar sabem que debem elaborar propostas simples, direitas e razoaveis porque senao no próximo mes deixariam deixar de ser os “elaboradores de propostas para votar” em um abrir e fechar de olhos.
Se o Povo queria entrar no Parlamento, porque é que a PSP se opôs? Devia afastar-se, deixá-los entrar ordeira e civicamente, como os manifestantes garantiam, e depois se veria.
.
A sondagem é estúpida.
Qualquer das soluções não interessa a um trabalhador do sector privado. O que interessavaseria acabar com o socialismo — sempre de mentecaptos… –imposto pela dita constituição (crp, em minúsculas, pois claro!…) e retomar o progresso anterior à abrtilada.
Mas para fazer isso eram precisas várias hortas a produzir tomates… nem que fosse em calda!
Aonde vivo todos os têm no sítio.
.
João Miranda, às vezes fazer com que as contas batam certo não chega; o que está implícito na oneração dos trabalhadores com a TSU é o princípio de que temos de ser pobres para ser competitivos e de que seremos sempre pobres. Isso não é uma estratégia aceitável. Baixamos os salários indefinidamente? E quando voltarem a subir por termos conseguido recuperar economicamente? Baixam-nos outra vez? Vamos de um ciclo de pobreza a outro? Não é essa a solução. Empobrecer para crescer é uma política económica a todos os títulos errada. Profundamente errada. E não é aceitável para um povo com o mínimo de dignidade. E preferível a morte do que viver escravo. Já somos escravos uns dos outros o quanto baste. Como muito bem disse Pacheco Pereira neste fim-de-semana, só a riqueza individual traz liberdade. É isso que se tem de procurar, é esse caminho que temos de procurar. E chamar à Justiça quem nos últimos anos tem feitos negócios ruinosos para o Estado, para todos nós, para que haja exemplos e castigos muito evidentes para acha que pode gerir um País a seu bel-prazer de forma egoísta e irresponsável. Isto é um caso muito sério que andam a tentar atirar para debaixo do tapete. Mas há coisas que não vão ser esquecidas.
João Miranda,
eu sei que isto não lhe interessa para nada, mas este tipo de sondagens são… fraquinhos (uf! Contive-me!).
Felizmente, os trabalhadores portugueses estão a aperceber-se que quando uns perdem os outros perdem logo a seguir.
A função pública era uma referência para o privado. E como a função pública tinha na generalidade emprego mais qualificado (ainda tem e terá), havia alguma competitividade na procura do público.
Esta tentativa de confronto é uma forma de dizer: destruam o público que depois é mais fácil pôr-mos o privado a pão e água.
É por isso que se comparam os vencimentos de juízes, médicos, generais, professores, etc. com os de serventes, ferreiros, calceteiros, etc. E olhe que eu sou a favor de maior equidade e acho vergonhosa a diferença entre os que ganham mais e os que ganham menos, que nos põe quase em último na Europa em desigualdade. Tal como acho igualmente dignas todas as profissões. Mas não são iguais.
Já outra coisa é a necessidade de algum ajustamento geral em termos salariais. Que, aliás, tem havido, como é o caso da FP.
E teimam, cegamente teimam. As sondagens, para esta direita parola, mal formada e mal intencionada, consiste
em colocar uma qualquer questão com duas ou mais respostas que se complementam numa só. Ou eles e o seu mundo limitado e mal cheiroso, ou o apocalipse. Vá-se tratar homem…
.
A ignorância e boçalidade se tivessem lema, ou chamem-lhe emblema se preferirem, seria o da função pública, (dos maus serventes) ,vg Cavaco Silva e juízes desqualificados… )
.
“Tendo por base anteriores propostas, creio que o impacto orçamental é mais ou menos igual.”
Que disparate. Cortar um salário a ambos os sectores tem um impacto orçamental muito acima da outra proposta. Isto porque existem muito mais trabalhadores no privado que na função pública. Se x>>y, então x+y>>2y.
Na verdade o impacto orçamental de ambas as propostas é radicalmente diferente, pelo que objecção do LA-C tem toda a razão de ser.
jvgama,
.
1. Não se pode esquecer dos reformados
2. Não se pode esquecer que no sector privado há mais pessoas isentas de cortes;
3. Não se pode esquecer que a função pública concentra um número maior de licenciados com salário elevado
JMiranda, isso já está fora da agenda:
http://www.esquerda.net/artigo/fotos-das-manifestações-“que-se-lixe-troika”/24642
GostarGostar
Apelo ao Passos Coelho
Caro amigo
Sei que és sério, trabalhador e honrado. Gostas de honrar os compromissos e os direitos considerados adquiridos.
No que se refere às reformas e pensões dos magnatas da Democracia Portuguesa, talvez não seja linear fazer um corte, mas na situação delicada em que o país se encontra e quando a pouca vergonha nacional se manifesta de maneira tão descarada na pessoa desses tubarões cheios de regalias, que foram os causadores do mal que temos, tens que tomar uma atitude forte porque a situação assim o exige.
Reduz todas as reformas, pensões e alcavalas de todos os Mários Soares e Manuelas Ferreira Leite para um máximo de 2500 euros mensais.
Talvez dessa forma consigas pôr o povo do teu lado, que é o mesmo que pô-lo do lado da razão.
GostarGostar
João Miranda, não te parece que para que estes exercícios sejam sérios o impacto orçamental de ambas as hipóteses deve ser igual?
GostarGostar
LA-C,
.
Tendo por base anteriores propostas, creio que o impacto orçamental é mais ou menos igual.
GostarGostar
.
É de realçar a excepcional dignidade e civismo das centenas de milhares de Cidadãos que INORGANICAMENTE se manifestaram.
.
As Policias também estão de parabens pelo modo superior como agiram sem precipitações, muito profissionalmente em ambiente por natureza extremamente emotivo provocado pelas circunstancias atuais da Politica.
.
GostarGostar
Vão ter de repensar tudo outra vez: http://lishbuna.blogspot.pt/2012/09/blog-post_16.html
GostarGostar
Com liberais destes como há de avançar o sobado! O que interessa é o que é mais vantajoso para o accionista.
GostarGostar
Mete a sondagem no cu.
GostarGostar
Mete a sondagem no cu.
…
O JM andanos a preparar para o novo sistema participativo eleitoral a la suisse$. Continuamente referenduns sobre as coisas importantes que afectarem na conviviencia nacional. E una forma fazilmente copiavel e exportavel para os suizos, claro,
Só existem 2 minimos inconventes:
– As propostas sao mais elaboradas porque vao afectar os passos seguintes dos eleitores no ambito de cada día ou futuro próximo. Afetalhe directamente. Deve ser uma proposta direita e simple.
-Os que elaboram estas propostos a votar sabem que debem elaborar propostas simples, direitas e razoaveis porque senao no próximo mes deixariam deixar de ser os “elaboradores de propostas para votar” em um abrir e fechar de olhos.
GostarGostar
Se o Povo queria entrar no Parlamento, porque é que a PSP se opôs? Devia afastar-se, deixá-los entrar ordeira e civicamente, como os manifestantes garantiam, e depois se veria.
GostarGostar
REFORMULE-SE:
Qual destas soluções é mais EQUITATIVA entre os trabalhador?
GostarGostar
.
A sondagem é estúpida.
Qualquer das soluções não interessa a um trabalhador do sector privado. O que interessavaseria acabar com o socialismo — sempre de mentecaptos… –imposto pela dita constituição (crp, em minúsculas, pois claro!…) e retomar o progresso anterior à abrtilada.
Mas para fazer isso eram precisas várias hortas a produzir tomates… nem que fosse em calda!
Aonde vivo todos os têm no sítio.
.
GostarGostar
João Miranda, às vezes fazer com que as contas batam certo não chega; o que está implícito na oneração dos trabalhadores com a TSU é o princípio de que temos de ser pobres para ser competitivos e de que seremos sempre pobres. Isso não é uma estratégia aceitável. Baixamos os salários indefinidamente? E quando voltarem a subir por termos conseguido recuperar economicamente? Baixam-nos outra vez? Vamos de um ciclo de pobreza a outro? Não é essa a solução. Empobrecer para crescer é uma política económica a todos os títulos errada. Profundamente errada. E não é aceitável para um povo com o mínimo de dignidade. E preferível a morte do que viver escravo. Já somos escravos uns dos outros o quanto baste. Como muito bem disse Pacheco Pereira neste fim-de-semana, só a riqueza individual traz liberdade. É isso que se tem de procurar, é esse caminho que temos de procurar. E chamar à Justiça quem nos últimos anos tem feitos negócios ruinosos para o Estado, para todos nós, para que haja exemplos e castigos muito evidentes para acha que pode gerir um País a seu bel-prazer de forma egoísta e irresponsável. Isto é um caso muito sério que andam a tentar atirar para debaixo do tapete. Mas há coisas que não vão ser esquecidas.
GostarGostar
João Miranda,
eu sei que isto não lhe interessa para nada, mas este tipo de sondagens são… fraquinhos (uf! Contive-me!).
Felizmente, os trabalhadores portugueses estão a aperceber-se que quando uns perdem os outros perdem logo a seguir.
A função pública era uma referência para o privado. E como a função pública tinha na generalidade emprego mais qualificado (ainda tem e terá), havia alguma competitividade na procura do público.
Esta tentativa de confronto é uma forma de dizer: destruam o público que depois é mais fácil pôr-mos o privado a pão e água.
É por isso que se comparam os vencimentos de juízes, médicos, generais, professores, etc. com os de serventes, ferreiros, calceteiros, etc. E olhe que eu sou a favor de maior equidade e acho vergonhosa a diferença entre os que ganham mais e os que ganham menos, que nos põe quase em último na Europa em desigualdade. Tal como acho igualmente dignas todas as profissões. Mas não são iguais.
Já outra coisa é a necessidade de algum ajustamento geral em termos salariais. Que, aliás, tem havido, como é o caso da FP.
GostarGostar
E teimam, cegamente teimam. As sondagens, para esta direita parola, mal formada e mal intencionada, consiste
em colocar uma qualquer questão com duas ou mais respostas que se complementam numa só. Ou eles e o seu mundo limitado e mal cheiroso, ou o apocalipse. Vá-se tratar homem…
GostarGostar
.
A ignorância e boçalidade se tivessem lema, ou chamem-lhe emblema se preferirem, seria o da função pública, (dos maus serventes) ,vg Cavaco Silva e juízes desqualificados… )
.
GostarGostar
Falta uma opção na sondagem, não descontar nada.
GostarGostar
“Tendo por base anteriores propostas, creio que o impacto orçamental é mais ou menos igual.”
Que disparate. Cortar um salário a ambos os sectores tem um impacto orçamental muito acima da outra proposta. Isto porque existem muito mais trabalhadores no privado que na função pública. Se x>>y, então x+y>>2y.
Na verdade o impacto orçamental de ambas as propostas é radicalmente diferente, pelo que objecção do LA-C tem toda a razão de ser.
GostarGostar
jvgama,
.
1. Não se pode esquecer dos reformados
2. Não se pode esquecer que no sector privado há mais pessoas isentas de cortes;
3. Não se pode esquecer que a função pública concentra um número maior de licenciados com salário elevado
GostarGostar