A new challenge for Mr Laffer
Caro Joaquim,
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Não devemos desiludir o Sr Laffer, mas cá entre nós, sabemos que as manifestações de hoje não foram contra os impostos. Foram sim por um aumento equitativo de impostos. O governo não terá dificuldade em responder ao pedido dos manifestante de não aumentar a TSU recorrendo à medida alternativa óbvia, cortar 1 salário a cada português, seja ele trabalhador do público, do privado ou pensionista. Tendo por base 2012, será, obviamente, uma subida de impostos de cerca de 7% dos rendimentos do trabalho do sector privado e um aumento da despesa pública com salários e pensões de 7%. Se esta opção acabar por ser tomada, o Sr Laffer terá um caso interessante para estudar. Apesar deste aumento de impostos o aumento de despesa compensará a queda do consumo. Esperam-nos tempos interessantes.
PS – Please tell Mr Laffer that we in Portugal are all against taxes. We are so radically against taxes that our politicians prefer to spend borrowed money instead of tax money and we usually agree with our politicians on this important matter.
(estou a treinar estrangeiro porque tenho impressão que vou precisar num futuro muito próximo)

Please, please, pretty please with sugar on top!
I’ve had enough of nonsense today!
sabe-se lá o que bai acontecer
só em moscovo e em lisboa é que não houve mortos nas manifes…
adevia treinar alemão
que a inglaterra tá off e as manifes em belfast devem começar a pegar por outros lados em que o desemprego alimenta as facções
na holanda bateram nuns emigrantes e na polónia mataram um putogoês o mês passado
causas passionais todas elas
nisso são como as manifes
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se preocupe não que vão uns 20 prá bancarrota antes dagente
CAIRO – Egypt has lost 13.5 billion pounds egípcias(2.27 billion dollars) in tourism revenues in the three months since an uprising overthrew president
e só tem piorado…
a dívida eram 91 biliões creio…
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Porque razão corta um salário a cada português é uma medida óbvia? O que é que o João Miranda quer dizer com isso?
No meu caso o governo português não me vai cortar nenhum salário. Emigrei. Em tempos de austeridade não me posso dar ao luxo de aguentar ser governado por um bando de parasitas.
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Na minha ignorância, imagino que o volume mundial de débitos deve ser rigorosamente igual ao volume mundial de créditos. Ora não seria uma solução anular uns com os outros, pôr todos os contadores a zero e começar vida nova? Ou será que afinal só há débitos, os créditos são uma ilusão?
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E porquê só nos rendimentos do trabalho? Se os impostos forem cobrados via IRS podem ser progressivos e pode crer que o país fica bem melhor. Além de que nesse caso vamos todos ficar atentos para ver se oo governo cumpre mesmo o défice. Este ano o governo ficou com o dinheiro dos funcionários e mesmo assim teve um défice de 6%? Isto até o Sócrates fazia!
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Hawk:
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Também já tinha pensado nisso- pôr o contador a zeros. Mas não dá, sabe porquê?
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Porque ninguém conta o crédito e débito certos.
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E porque eles não estão em território algum- estão num local chamado “sem Pátria”.
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CA,
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O aumento da TSU terá um efeito progessivo uma vez que será compensado com créditos fiscais.
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Não há outra maneira de baixar o défice sem ficar com o dinheiro dos funcionários públicos (despedindo-os ou cortando-lhes o salário) ou aumentando impostos (mas estes se aumentarem reduzem a capacidade da economia para recuperar). Como é que o país pode ficar melhor se se aumentar impostos ao sector que produz a riqueza que o sector público consome?
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Eu nem estava contra isso se tocassem nos rendeiros- nos eternos intocáveis. Agora assim, não. E aumentar contribuições de quem anda a recibo verde é um insulto.
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Aliás, não posso estar contra formas racionais de se tentar pagar a dívida. Mas devo estar contra formas imorais de o fazer.
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João Miranda, os créditos fiscais são música celestial, para atirar areia para os olhos de papalvos muito ingénuos. Se fosse a sério haveria planos e contas. Nada existe. Além disso, para quem ganha salário mínimo perder 7% do salário hoje com a promessa de o recuperar daqui a 15 ou 20 meses é dramático.
É uma tolice dizer que o sector privado produz e o público consome: diz-me que o médico no privado produz e o médico no público consome? O banco privado produz e o banco público consome? Os bancos falidos e roubados eram todos privados, supervisionados por um tal de Constâncio (felizmente uma tal figura dificilmente volta a arranjar emprego no sector bancário) e agora são só os funcionários e pensionistas a pagar estes buracos?
Quanto ao défice e à dívida, estamos numa emergência e cada um deve pagar à medida dos seus rendimentos, não à medida do seu patrão. Além do mais, como se vê pelas propostas para este ano, o governo só quis dividir entre público e privado para melhor tirar a uns e outros. Com a subtil diferença que o que quer agora tirar aos privados nem sequer serve para reduzir o défice!
O que falta neste momento em Portugal é confiança. Violar a Constituição não traz confiança a ninguém. Um défice de 6% por falha clamorosa nas previsões do governo não traz confiança a ninguém. Medidas brutais em 2013 e não explicar como vai chegar ao défice de 2,5% em 2014 só pode ser promessa de medidas ainda mais brutais em 2014 e depois em 2015, numa espiral imparável para o buraco.
Citando MFL: “Parece que se está a querer ficar igual à Grécia de propósito”.
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CA,
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O salário mínimo não será afectado pela taxa. Crédito será automático e a pessoa receberá o mesmo que recebia este ano ao fim do mês.
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Os propósitos desta medida são óbvios: não sobrecarregar a economia privada e manter o corte de 2012. Isso só se consegue se a contribuição do sector privado for o mais neutra possível.
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O banco público, que eu saiba, não faz parte da função pública. Ou acha que faz?
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João Miranda, faça como eu para aprender inglês não há como arranjar uma namorada inglesa. Boa.
Para aprender chinês, a língua de que vai precisar mais, idem, mesmo que não seja tão boa.
Em tempos de guerra não se limpam armas.
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CA,
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Sim. As medidas têm que ser brutais. O défice e a dívida são brutais.
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De todo o modo, se insistirem em não tocar nos que continuam no saque, tramam-se eles e trama-nos todos, porque voltam os outros.
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As medidas são brutais?
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São mesmo? ou continuam a ser suavíssimas para não importunar muito?
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Violar a Constituição sim, é que tinha sido uma boa ph****
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O que tem a puta da dita assim de tão casto para andarem sempre a apaparicá-la?
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hãããã?
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Zazie, os cortes foram em tudo o que é detido pelo estado. E a sanha contra o estado apanha tudo o que é detido pelo estado. A CGD e meia dúzia de outras empresas escaparam aos cortes, aliás de forma absurda.
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João Miranda, se há necessidade de medidas mais brutais em 2014 o governo deve assumir isso já, e com projecções realistas para a evolução da economia.
O que se passou este ano foi muito mau e por culpa do governo. Devia ter logo cortado o que fosse preciso, a todos, de modo a acertar no défice. Um défice de 6% mostra que não evoluímos nada com a saída de Sócrates: contas aldrabadas e défices altos. O governo que apresente contas credíveis e um plano credível de sairmos do buraco. Se não há uma maneira credível de sairmos do buraco, faça-se o que provavelmente deveríamos ter feito o ano passado: default e saída do euro. Porque não sair do euro hoje para ficar na situação dos gregos e acabarmos por ter todos que sair do país não me parece solução. E quanto mais tarde sairmos mais complicado será.
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Epá, essa do privado produzir a riqueza que o público consome é do mais demagógico que há.
Só uma pequenina questão:
que riqueza é que o seu empregador produz?
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Bem, como deduzo que não vá responder, respondo eu:
Pela sua bitola, NENHUMA RIQUEZA!! Apenas consome.
Porquê? Porque está num dos serviços onde o estado “consome” a riqueza, a educação.
Ou vai-me dizer que quando o estado gasta dinheiro em educação apenas está a consumir riqueza, mas a quando é a Lusófona já está a produzir?
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São estes diferentes pesos e medidas que lhe inquinam o pensamento.
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E tirar mais salário aos func. públicos também não tem implicações no consumo? Será que eles vivem do ar?
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Insisto: é a falta de receita que destrói as finanças do país. A fuga aos impostos, a economia paralela. Não houvesse tanta e não estaríamos como estamos.
Mas o João defende-a. Vá-se lá saber porquê…
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“O que tem a puta da dita assim de tão casto para andarem sempre a apaparicá-la?”
É o contrato básico da sociedade e o que garante que podemos ir todos para a rua dizer o que pensamos ou estarmos aqui a discutir. Sem o respeito da Constituição ficamos sujeitos a tudo o que quem tem o poder quiser. Os povos levaram muito tempo para conseguirem ter constituições. A Constituição é a base da Confiança. E se quer violá-la então tenho um bom caminho: nacionalização imediata sem indemnização de todos os bancos e obras das PPPs.
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Sim, de acordo que continuam a proteger a banca. Eu disse isso quando referi “os rendeiros”.
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Penso que o grande problema é este e não se traduz apenas em euros. Tem uma tradução mais funda do espírito de quem vai para o Poder.
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É um mal estrutural que tem defensores, como aqui o JM (ainda que disfarce)
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Errado! esta Constituição é obra dos que destruiram Portugal e tem cláusulas que impedem que Portugal possa ter uma democracia capitalista como existe nos restantes países.
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A Constituição é mesmo a imbecilidade que ainda protege coisas inúteis como o TC (onde tudo serve para uma coisa e o seu contrário).
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V. quer nacionalização para quê? Quer PREC? não sabe de onde vem o mal e o motivo pelo qual já é a 3ª vez que estendemos a mão a estes empréstimos?
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Se não sabe e quer saber, largue o Blasfémias e leia o Portadaloja.blogspot.com
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JC: o JM trabalha na função pública. Por aí não vai lá.
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Todos os nossos neotontos são funcionários públicos (ou praticamente todos)
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Se esta Constituição deixa ir todos para a rua não julgue que o deve àqueles que se agarram a ela para evitar revisão.
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Está mesmo muito enganado. Esse papão do “facismo” ainda rende. É com isso que vos fazem a cabeça.
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Esta Constituição tem um modelo ideológico que é o socialismo. Se é isso que querem, assumam-no. Mas não disfarcem com tretas ao lado, de proibições. Porque se alguma coisa está proibida é mesmo mais pluralismo e liberdade de escolha.
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Zazie, quem fez a Constituição não é desculpa. Se não serve, muda-se. Tem sido mudada. Agora ter uma lei e não a respeitar é que é um problema grave. Se o governo não é obrigado a respeitar a Constituição, desaparece o equilíbrio de poderes mas também a legitimidade do próprio governo. Acho isto um jogo muito perigoso.
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Qual lei?
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Para se mudar precisa de 3/4. A escardalhada não deixa.
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Imagina porquê
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est@ ao fim de uma dezena de comentários lá conseguiu dizer ao que vem: o preâmbulo da constituição é uma merda e os únicos salvadores da pátria, que acabarão de todo com o prec, estão na porta da loja!
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Se estás a falar do TC, bem podes limpar as mãos à parede. Aí é onde se pode manobrar tudo e o seu oposto e botar pareceres contrários de forma impune.
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O TC é uma casta político-partidária e a Justiça vivia melhor sem ela.
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Olha, aqui o fóssil do Portela é um bom exemplo de tudo isso. Ainda vive agarrado às “liberdades comunistas”.
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Umas liberdades do caraças.
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JM, as a foreign global language the english one is an obvious option.
But I think you are in the right way to be pleased to reach China deep economic subtilities… For that particular goal and economics nirvana experience I’d go for mandarin language…
À propos,
Bon voyage!…
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jm joga a bola para as pitas. tocar nos rendimentos do capital, não. tocar nos rendimentos do trabalho, sim mas só se for dos funcionários públicos. a sua teoria económica é perfeita em teoria mas na prática a sua defesa de um sistema que está corrompido e será sempre corrompido por um poder económico e político desmesurado, pelas sanguessugas dos mesmos agentes por detrás das ppp, da especulação bolsita, financeira ou comercial, dos monopólios e oligopólios, coloca-o do lado errado da barricada, mesmo que seja na defesa do liberalismo. parece que se vivem dias que auguram um recuo do liberalismo.
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como se a constituição tivesse proibido vender o país a chineses e angolanos, criar monopólios, pagar 7,5% de impostos a quem enganou o estado com fuga de capitais, arrasar concorrência com dumping, levar o país aos níveis de desemprego que tem e, ainda, participar num governo estando contra a tsu …
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Não há outra maneira de baixar o défice sem ficar com o dinheiro dos funcionários públicos e dos pensionistas
e dos desempregados sem subsídio e dos RSI cancelados
e se deitarmos abaixo o orçamento dos institutos e fundações a 100% e observatórios de risco (despedindo-os ou cortando-lhes o salário) temos de os indemnizari ou zara e são só uns centos de milhões
como as autarquias as RTP’s e restantes
é mais fácil dar cabo dos pequerruchos
porque na CP tem de trazer o pessoal prás manifes nos intervalos das greves
logo é depedir cortar ou aumentar impostos
Como é que o país pode ficar melhor se se aumentar impostos ao sector que produz a riqueza que o sector público consome?
E os institutos e afundações produzem bué de riqueza…assim como a REFER e RTP’s logo se não fossem elas
agente pecebe
agente somos mexilhões
não podiam cortar 100% das afundações
e dar-nos 10% do 13º de volta
agente agradecia …ou 15% com meia-Rtp
ou mesmo 20% com metade dos instiputos
seus Garotos o povo tá unido..não tá é muito
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Os liberais de pacotilha, há uns dias atrás, pediam manifes. Agora queixam-se delas. eheehhehehehe
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Dá-se! E eu a vê-los a passar…
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Depois da defesa categórica e reiterada feita por Passos Coelho da transferência directa do TSU, a pagar pelos trabalhadores (+7%), para o bolso dos patrões, se houver qualquer recuo, por mínimo que seja, a PPC só resta apresentar o pedido de demissão, a menos que , para ele, a dignidade valha tanto como o bem-estar dos portugueses.
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O mal do governo é que se pôs a disparar mas, em vez de apontar para cima, tem estado sempre com a pontaria baixa. A tal ponto que já está a atirar para os pés. Qualquer dia ainda aparece um imposto para lhes pagarmos os sapatos…
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Não sei se notam que a maior parte da malta manifesta-se contra os partidos em bloco. Só falta vir quem os souber arrebanhar. Podem ter surpresas. Uma coisa é certa, os grandes poderes não vão deixar o protectorado deixar de ser “protegido”. Disso podem estar certos. A constituição como está, podem limpar os graffitis com ela.
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Afinal ninguem sabe fazer contas e ninguem tem um projecto sustentável para Portugal.
Tudo em cima do joelho.
A desorientação que vai por todo o lado…
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Se
TRABALHASSE numa REPARTIÇÃO de Finanças, num TRIBUNAL, numa SEGURANÇA SOCIAL, num ESTABELECIMENTO PRISIONAL perceberia que a altura de granadas, bofetada, e pedrada está mais próxima do que pensa.
A POPULAÇÃO maximiza o sofrimento. ANTES já sofriam, mas … toleravam!
E AINDA havia MAIS ESPAÇO de tolerância…;
Só que cagar no trabalho das pessoas…abrindo excepções aos SACRIFICIOS, MANTER autarquias, MANTER o REGABOFE, pôr o TRABALHO a pagar ao CAPITAL, pôr TRABALHADORES CONTRA PATRÕES (muitos destes sem culpa)…
Seja no Estado seja no privado.
MUITA gente que trabalha no ESTADO garante-vos a VIDA, a SAÚDE, a PROPRIEDADE;
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NESTE país Há muita PRETENSA ELITE ignorante…
Veja o número que Paulo Portas fez…
Veja o número do Senhor Primeiro Ministro…
Não há UM BANCO que RECEBA ESTA GENTALHA tóxica (um bad bank); O MERCADO não dava EMPREGO ao MOTA SOARES, ao ALMEIDA, ou ao DUARTE jotinha que NADA fizeram antes…
…ELES nem SE APERCEBERAM do que fizeram, tamanha incompetência.
…(É mito pensar que Portugal é de brandos costumes…não há um facto que prove, o que se prova é a SENSATEZ na COESÃO que acabou)
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“O polvo é mesmo transversal mas o Governo poderia, se o quisesse e tal lhe foi sugerido por muita gente, sindicar as contas antigas em algumas negociatas do Estado, mormente as PPP e outros contratos.
Não o quiseram fazer. Agora pagam as favas.” (blog Porta da Loja)
Mesmo sem fazer, para já, muitas contas, o caminho teria que ser este. Outro a reconversão da administração pública, já insustentável como está.
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O PSD não pode denunciar PPP alguma: está metido lá com o PS até ao pescoço! Vão ver de onde vieram os presidentes e executivos que exploram as PPP.
Até o CDS tem por lá os seus «hombres de metal», como Lobo Xavier na Mota-Engil enquanto braço-direito de Jorge Coelho…
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Pois isso é verdade. E pergunto a mim mesma, onde é que o Hayek ou coisa assim, disse que se deve tapar esses rabos de palha.
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Porque aqui no Blasfémias, o JM e JCD protegem essa gente e nunca defenderam sindicância às PPPs
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Os neotontos querem fazer crer que são a única alternativa aos xuxas e é mentira. São mais outro espantalho que só empata.
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Em que planeta foi escrito o seu texto? É assim tão difícil de perceber que a TSU foi a gota de água por significar mais uma perda de rendimentos num momento em que a maioria da população já não o suporta? Passado o choque inicial, lá veio a justa indignação pela falta de equidade, mas primeiro veio a recusa da destruição de um país, do acesso a uma vida digna de quem o vai merecendo pelo seu trabalho. Este revisionismo apressado do que ontem aconteceu tem sido tão descarado por parte dos comentadores de direita que seria apenas abjecto se não fosse ao mesmo tempo patético.
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