O manifestante ferido, em estado considerável (segundo as televisões) foi transportado para o Hospital São José, enquanto os 1o polícias tiveram FERIMENTOS LIGEIROS.
Tão bem apetrechados que os polícias estão (capacetes, caneleiras, escudos, coletes, ombreiras, etc) que dá para começar a desconfiar do número apresentando, tendo em conta que eram muito menos manifestantes do que em vezes anteriores onde os mesmos objetos foram arremessados (pedras e garrafas).
Será que os polícias se cortaram enquanto apanhavam os cartões vermelhos arremessados???
O Zé pode ser distraído, mas não é burro… É por estas e por outras que diários como o Público têm cada vez menos leitores e estão à beira da falência!
Que no caso em questão até já vem tarde…
E o que é que isto difere dos donos dos carros danificados junto de estádios de futebol em dia de jogo?? É exatamente o mesmo e ambos são criticáveis.
Quere-me mas é parecer que o número de feridos foi empolado para fazer dos manifestantes uns malandros.
P.S- nas últimas manifestações farto-me de ver (nas imagens) manifestantes feridos que têm que receber tratamentos, e estão a sangrar (não não é molho de tomate), mas polícias nem vê-los. No entanto desta vez foi uma dezena, mas imagens …. nicles.
Será mesmo assim ??????
A honestidade intelectual ou boa fé teria a ver com a forma correcta de escrever, coisa que parece nem isso sabem fazer ou ler como é o caso de quem descortina a tal honestidade intelectual.
Intelectual seria escrito assim……garrafas de vidro , (virgula) e cartões vermelhos …….
Intelectualidade de lusófona, digo eu…..
E se Helena e amigos se preocupassem com o OE13 e explicassem qual a ideologia subjacente ao facto de os cortes de prestacoes sociais (612M) serem quase iguais a soma da poupanÇa com consumos intermedios mais poupanças em PPP (625) …
A Assembleia da República tem sido o alvo favorito de múltiplas manifestações. Esse facto não´deve ser encarado com ligeireza. Na realidade, trata-se de manifestações ditas ‘inorgânicas’, convocadas através das redes sociais, e o facto de ser a Casa de Democracia o objectivo simbólico, torna-se perigoso no actual contexto. A essas manifestações via quem quer, quem tem disponibilidade, quem se acha com motivos para protestar e ninguém conhece quais as motivações profundas.
O mesmo não diria se as manifestações fossem dirigidas a S. Bento, enquanto sede do Governo. e residência oficial do 1º. ministro. Portanto, sendo destinos muito próximos existe um diferença considerável e decisiva. Em periodos de crise como o que atravessamos o apetite por ‘soluções de força’, musculadas e/ou anti-demcráticas (grosso modo) é grande pelo que o legítimo direito de manifestação deve ser exercido de modo transparente sem dar azo aequivocos ou a interpretações erradas.
Quanto às garrafas é o folcore habitual deste tipo de contestação. Mais ‘quentes’ seriam os coktails…como vemos em Atenas.
“A honestidade intelectual ou boa fé teria a ver com a forma correcta de escrever, coisa que parece nem isso sabem fazer ou ler como é o caso de quem descortina a tal honestidade intelectual.
Intelectual seria escrito assim……garrafas de vidro , (virgula) e cartões vermelhos …….
Intelectualidade de lusófona, digo eu…..”
Caro dentista
Então vamos criticar o facto de o jornalista ficar aquèm do que é requerido pela sua profissão em termos de escrita.
Não vamos criticar nem subverter o que quis dizer. Isso é manifesta má fé. É manifesta desonestidade intelectual, muito corrente em gente pequenina.
alguém dá uma ajuda?
.
Portela Menos 1
Posted 16 Outubro, 2012 at 15:19 | Permalink
A proposito, em que pagina da ediçao de papel está essa “noticia” do Publico?
Caro odontologista/vidente da Lusófona.
Continuo sem perceber como mesquinhamente consegue descortinar a intenção do jornalista se não tem além do que está escrito mais nenhum processo para descobrir tal.
Será que falou com o dito cujo?
E quem é vc para julgar das intenções do escriba? Vai que o rapaz quis mesmo dizer o que escreveu?
Já agora repare que no meu primeiro comentário não fiz nenhum processo de intenção, apenas um reparo à forma incorrecta caso se queira interpretar de outra forma.
Nesse caso quem está a ser mesquinho e pôr intenção nas palavras escritas dos outros incorrectamente?
Será que tal como o escriba, também não sabe ler sem mesquinhamente pôr processos de intenção nos outros?
Deixe de se ver ao espelho e julgar os outros só porque tem algumas deficiência de interpretação do texto.
O manifestante ferido, em estado considerável (segundo as televisões) foi transportado para o Hospital São José, enquanto os 1o polícias tiveram FERIMENTOS LIGEIROS.
Tão bem apetrechados que os polícias estão (capacetes, caneleiras, escudos, coletes, ombreiras, etc) que dá para começar a desconfiar do número apresentando, tendo em conta que eram muito menos manifestantes do que em vezes anteriores onde os mesmos objetos foram arremessados (pedras e garrafas).
Será que os polícias se cortaram enquanto apanhavam os cartões vermelhos arremessados???
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O Zé pode ser distraído, mas não é burro… É por estas e por outras que diários como o Público têm cada vez menos leitores e estão à beira da falência!
Que no caso em questão até já vem tarde…
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oS donos dos CARROS danificados é que também devem ter uma perspectiva muito interessante sobre os actos de vontade
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E que tal um bocadinho de honestidade intelectual e boa fé?
Percebe-se muito bem que o simbolismo está nos cartões e não nas garrafas.
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E o que é que isto difere dos donos dos carros danificados junto de estádios de futebol em dia de jogo?? É exatamente o mesmo e ambos são criticáveis.
Quere-me mas é parecer que o número de feridos foi empolado para fazer dos manifestantes uns malandros.
P.S- nas últimas manifestações farto-me de ver (nas imagens) manifestantes feridos que têm que receber tratamentos, e estão a sangrar (não não é molho de tomate), mas polícias nem vê-los. No entanto desta vez foi uma dezena, mas imagens …. nicles.
Será mesmo assim ??????
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A honestidade intelectual ou boa fé teria a ver com a forma correcta de escrever, coisa que parece nem isso sabem fazer ou ler como é o caso de quem descortina a tal honestidade intelectual.
Intelectual seria escrito assim……garrafas de vidro , (virgula) e cartões vermelhos …….
Intelectualidade de lusófona, digo eu…..
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É espantoso como essa folha de couve, o Público, ainda existe.
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Nao sei o que mais admirar em HFM, se a noticia de 10-1 da TVI se a raivinha continuada sobre os mensageiros do Publico!
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A proposito, em que pagina da ediçao de papel está essa “noticia” do Publico?
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E se Helena e amigos se preocupassem com o OE13 e explicassem qual a ideologia subjacente ao facto de os cortes de prestacoes sociais (612M) serem quase iguais a soma da poupanÇa com consumos intermedios mais poupanças em PPP (625) …
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A Assembleia da República tem sido o alvo favorito de múltiplas manifestações. Esse facto não´deve ser encarado com ligeireza. Na realidade, trata-se de manifestações ditas ‘inorgânicas’, convocadas através das redes sociais, e o facto de ser a Casa de Democracia o objectivo simbólico, torna-se perigoso no actual contexto. A essas manifestações via quem quer, quem tem disponibilidade, quem se acha com motivos para protestar e ninguém conhece quais as motivações profundas.
O mesmo não diria se as manifestações fossem dirigidas a S. Bento, enquanto sede do Governo. e residência oficial do 1º. ministro. Portanto, sendo destinos muito próximos existe um diferença considerável e decisiva. Em periodos de crise como o que atravessamos o apetite por ‘soluções de força’, musculadas e/ou anti-demcráticas (grosso modo) é grande pelo que o legítimo direito de manifestação deve ser exercido de modo transparente sem dar azo aequivocos ou a interpretações erradas.
Quanto às garrafas é o folcore habitual deste tipo de contestação. Mais ‘quentes’ seriam os coktails…como vemos em Atenas.
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Helena não manípule. Obviamente que os sinais são os cartões vermelhos
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“A honestidade intelectual ou boa fé teria a ver com a forma correcta de escrever, coisa que parece nem isso sabem fazer ou ler como é o caso de quem descortina a tal honestidade intelectual.
Intelectual seria escrito assim……garrafas de vidro , (virgula) e cartões vermelhos …….
Intelectualidade de lusófona, digo eu…..”
Caro dentista
Então vamos criticar o facto de o jornalista ficar aquèm do que é requerido pela sua profissão em termos de escrita.
Não vamos criticar nem subverter o que quis dizer. Isso é manifesta má fé. É manifesta desonestidade intelectual, muito corrente em gente pequenina.
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alguém dá uma ajuda?
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Portela Menos 1
Posted 16 Outubro, 2012 at 15:19 | Permalink
A proposito, em que pagina da ediçao de papel está essa “noticia” do Publico?
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É o fruto do apelo à viol~encia de armenio “se não vai a bem vai a mal” e do cacarejar belicista do PCP e do BE
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Third Request à sra Helena F Matos:
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Posted 16 Outubro, 2012 at 15:19
A propósito, em que página da edição de papel está essa “notícia” do Público?
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Caro odontologista/vidente da Lusófona.
Continuo sem perceber como mesquinhamente consegue descortinar a intenção do jornalista se não tem além do que está escrito mais nenhum processo para descobrir tal.
Será que falou com o dito cujo?
E quem é vc para julgar das intenções do escriba? Vai que o rapaz quis mesmo dizer o que escreveu?
Já agora repare que no meu primeiro comentário não fiz nenhum processo de intenção, apenas um reparo à forma incorrecta caso se queira interpretar de outra forma.
Nesse caso quem está a ser mesquinho e pôr intenção nas palavras escritas dos outros incorrectamente?
Será que tal como o escriba, também não sabe ler sem mesquinhamente pôr processos de intenção nos outros?
Deixe de se ver ao espelho e julgar os outros só porque tem algumas deficiência de interpretação do texto.
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