Eh eh
14 Dezembro, 2012
E os direitos “adquiridos” são uma identidade da “melhoria” colectiva das sociedades, fruto da justiça social e dadores de dignidade e de liberdade.
18 comentários
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E os direitos “adquiridos” são uma identidade da “melhoria” colectiva das sociedades, fruto da justiça social e dadores de dignidade e de liberdade.
A solidariedade é algo mais frio que incumbe ao Estado e que não tem que ver com amor, mas sim com direito adquiridos. (…) Sou mais adepta da caridade do que da solidariedade social… – Isabel Jonet
Comenta o Pacheco no Abrupto:
«Na verdade, a “caridade” não é “quente” devido ao “amor”, face ao “frio” da solidariedade do estado, porque não são a mesma coisa, a não ser que a caridade cometa o pecado de se vangloriar de si mesma, ou seja, assumir uma vaidade mundana, e violar o preceito bíblico de que “não saiba a tua mão esquerda, o que faz a direita”. Então a caridade deixa de ser “amor” para ser uma proposta política de organização da sociedade.»
.
Cada qual tira de Pereira a pera que quiser.
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Os direitos nao sao adquiridos sao conquistados.
Um dia os “direitos adquiridos” com a propriedade privada dos meios de produção também deixarão de ser adquiridos.. EH! ÊH! ÊH!
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Desejo que mais psd/ppd com neurónios se levantem e travem esta derrapagem para o abismo ,ou será,que vou o filme sócrates 2 (bancarrota passos).
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Pacheco Pereira revela pensar em profundidade e complexidade sobre o que aborda pelo seu discurso (será pela sua formação em Filosofia?!…), e marcou essa afirmação como uma aguçada e incamuflável flecha civiizacional.
Já outros preferem rir-se (riso amarelo?!…) quando lhe falta a compreensão para aceder ao que lêem e/ou ouvem.
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Shame on me! Eu que já creditei tanto neste homem…
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Na semântica dos “direitos adquiridos” cabe aquilo que é bem feito (erradicação da pobreza , promoção social dos mais desfavorecidos, promoção mínima de igualdade de oportunidades ) , mas também cabe o parasitismo e a descriminação positiva por via do trafico de influências .
Nessa semântica cabe o bom e o mau e convém aos instalados não fazer essa distinção pois são os beneficiários da confusão . Eles são pagos pelos contribuintes que trabalham e produzem riqueza através de impostos de natureza e intensidade exagerados e de maneira violenta e compulsória.
Convinha assim o Sr Pereira fazer a justa distinção e lembrar também que á caridade ninguém é obrigado de maneira activa ou passiva
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Isabel Jonet tem uma obra meritória. A sua declaração de ontem revela não só uma fuga para a frente face à polémica declaração anterior, mas também, afinal, um desconhecimento (será desconhecimento ?) da realidade e dos deveres do Estado para com os cidadãos carecidos. Ou, para relevar ainda mais o Banco Alimentar — só que neste caso não precisa dizer disparates.
Muito mais mal estariam os cidadãos desprotegidos se sobrevivessem só pela caridade…
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Este João Miranda, será certamente um avençado deste governos de idiotas…
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Quanto ao posicionamento de JPPereira: está correcto. Por vezes, incomoda mais o governo e seus defensores, do que um comício ou declaração de líderes da oposição…
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Eu também gosto mais da caridade. Como na estória de António Lobo Antunes, também quero ter o meu pobrezinho.
Uma sociedade sem pobres é uma miséria de sociedade. (Juro que quase dizia isto sem me rir, mas depois… 😉
Para ser mais correto dever-se-ia definir uma percentagem de pobres e trabalhar para a ter. Uma boa ideia seria pensar no exemplo do Bangladesh. Como já só temos a Estónia e a Eslováquia atrás na zona euro, estamos no bom caminho.
Depois haverá lugar para outros que tenham o espírito caridoso de Isabel Jonet. E ficam com o futuro caritativo garantido.
PS: Dei por duas vezes na recente campanha do Banco Alimentar e continuarei a dar. Separo as palavras e o suposto pensamento de Jonet da sua obra e dos seus resultados.
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MJRB, concordo.
Numa sociedade de massas, pós-industrial, deixar o auxílio aos mais desprotegidos como derivação aleatória da boa-vontade do dia, sem que o Estado (enquanto colectivo abstracto, regulador e primeiro garante de equilíbrios) assuma os mínimos de participação e efectividade nesse auxílio necessário, é brincar com o fogo e exibir uma imperdoável e inadmissível indiferença (possível ao indíviduo num estado livre e de direito) pornográfica enquanto estrutura colectiva que cristaliza o sentido e significado de comunidade, de nação, de civilização.
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Wall Street,
Alguns liberais ou neoliberais surgem em público com extravaganzas… É o caso de JMiranda.
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Já a minha tia Leopoldina é muito caridosa
e tem uma agenda para as esmolas.
Diz que vai para o Céu quando morrer.
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O Pacheco Pereira é mesmo um valentíssimo fdp, exemplo do corrupto intelectual.
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Isabel Jonet chegou até aqui – e bem! – com o ‘seu’ Banco Alimentar. Alguém deve aconselhá-la a parar de filosofar porque, por essa via, vai acabar por destruir a obra…
Afinal, seria um acto de modéstia (ou de misericórdia) uma economista (e activista social) ter a noçõ0 que não é uma perita em filosofia política…
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Concordo plenamente com JDGF. E se ela não parece ser nada boa nessa área o problema se torna monstruoso quando a grande maioria da população portuguesa sofre de ileteracia.. Sendo uma mulher culta pedir semântica análise de texto a uma pobre população que foi “eduquesada” em clubite política é demais para a camionete delas.
Basta ler meia dúzia de textos de crítica para perceber isso.
O melhor mesmo seria estar caladinha. Esta gente põe processo de intenção em todas as palavras (tal como elas fazem no seu dia a dia) e tiram o seu significado ou aquele que quem as profere lhe quer dar.
Aposto que se de chofre perguntassem o significado de cada uma delas à maioria, teríamos uma bela cena de apanhados.
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O grande Zenão do Ponto Euxino aconselhava um profundo silêncio a quem não dominasse convenientemente os sentidos dircursivos.
Provavelmente Jonet não leu Zenão…
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Parece que o JMiranda voltou de férias.
Foi uma pena…
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