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josé joão gonçalves de proença

27 Dezembro, 2012
by

Por razões que se prendem com a minha vida pessoal e profissional, só há poucos dias tive conhecimento do falecimento do Professor José João Gonçalves de Proença, a quem me ligava uma amizade profunda de muitos anos, de duas décadas e meia, para ser mais exacto. Fui seu adjunto em funções académicas e universitárias, por três anos, tendo ele, mais tarde, colaborado comigo em idênticas funções, por quase uma década. Ao longo desse tempo, para além de uma estreita colaboração profissional, desenvolvemos uma relação de amizade pessoal, que assentou sempre no reconhecimento, julgo, recíproco, pelo menos absolutamente inequívoco da minha parte para com ele. Nos últimos anos, em razão da minha vida profissional, afastámo-nos mais do que ambos desejávamos, mantendo, apesar de tudo, contactos regulares, que sempre esperámos voltar a estreitar. A morte levou-o, infelizmente, de modo abrupto e inesperado, quando estava ainda no pleno uso das suas imensas faculdades intelectuais, apanhando-nos de surpresa a todos, e deixando-me, a mim, a mágoa de não o ter visto mais vezes nestes últimos anos.

.

Gonçalves de Proença foi um académico brilhante, um político sério, competente, cosmopolita e muito à frente do seu tempo, um advogado superiormente qualificado e um notável administrador e gestor. Mas, para além do seu curriculum de vida e do seu notável percurso profissional, o que fez dele um homem de excepção foi, na minha opinião, o seu profundo humanismo, e a forma com que sempre lidou, de igual para igual, com todos quantos se relacionou ao longo da vida. Ministro de Salazar, não teve, naturalmente, direito aos obituários do regime, o que também ajudou a que a sua morte me passasse despercebida. Corrijo, hoje, aqui, esse lapso, prestando-lhe a minha pública homenagem, e esperando que, um dia, nos possamos voltar a encontrar.

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31 comentários leave one →
  1. balde-de-cal permalink
    27 Dezembro, 2012 23:55

    nunca fui dessas bandas, mas sempre lhe reconheci valor.
    tão diferente dos sociais-fascistas da esquerda festiva
    e dos ps das 3 falências dos contribuintes.
    que descanse em paz

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  2. Duarte permalink
    28 Dezembro, 2012 00:14

    Não gostaria de comentar este post. Independentemente das opções políticas e ideológicas de cada um , a amizade é um valor nobre e superior que muito estimo e pratico e só enobrece quem o pratica.
    No entanto, e porque foram igualmente feitas considerações políticas sobre este acontecimento , não posso deixar de referir o seguinte e sobre as seguintes palavras “que fez dele um homem de excepção foi, na minha opinião, o seu profundo humanismo, e a forma com que sempre lidou, de igual para igual, com todos quantos se relacionou ao longo da vida”:

    Jose João Gonçalves de Proença foi

    Secretário da 1.a Secção no III Congresso da União Nacional, em Coimbra (1951);
     Director do Centro Universitário da Mocidade Portuguesa em Coimbra;
     Relator nacional para os problemas universitários no II Congresso da Mocidade Portuguesa (1956);
     Director do Instituto de Formação Social e Corporativa (1959);
     Membro da Comissão da Reforma Fiscal;
     Membro do Gabinete de Estudos e Documentação da Direcção-Geral das Contribuições e Impostos;
     Director do Centro de Estudos Sociais e Corporativos;
     Vogal do Centro de Estudos Fiscais do Conselho Superior de Previdência e de Habitação Económica do
    Ministério as Corporações e Previdência Social.
     Ministro das Corporações e Previdência Social (1961-1970).

    Tudo isto num regime fascista que , prendeu, mandou perseguir, torturou , matou,e exilou portugueses que ousavam discordar do regime.

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  3. Ricardo permalink
    28 Dezembro, 2012 07:40

    Duarte,
    Eu percebo o raciocinio que faz – mas o facto de uma pessoa estar disponivel para ajudar Portugal sem ser atraves do combate ao regime nao faz dele obrigatoriamente um fascista. Muita gente viveu a sua vida com normalidade durante o Estado Novo – na verdade, foi o que a maioria da populacao fez – prosseguir a sua vida.
    E nao se esqueca que mesmo dentro da Uniao Nacional havia muita gente a procurar mudar o regime por dentro – lutando por mais democracia – e a esses tambem deveria ser dado o devido valor.

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  4. JDGF permalink
    28 Dezembro, 2012 08:32

    Duarte,
    Concordo com o seu reparo.
    Muitos de nós – pelo menos aqueles mais idosos – tivemos relações pessoais, profissionais, e até afectivas, com membros (mais ou menos importantes) do aparelho de Estado do regime salazarista ou do seu temporário sucedâneo período marcelista. Faz parte da convivialidade natural de um povo que – em todos os momentos da sua história – necessita de estabelecer relações sociais. Não podemos, nem devemos, esconder isso.
    Essa é componente humana das sociedades que não pode – em qualquer circunstância – ser mistificada, alterada ou destruída. É também a vertente cultural, entendida como tudo o que está presente nas relações entre as pessoas e que os regimes políticos – quaisquer que sejam – não conseguem anular.

    Para além, destas componentes humanas, sociais e culturais existem as condições políticas onde historicamente se encaixam todo o tipo de relações. E as relações políticas dizem respeito aos regimes.
    Gonçalves Pereira, foi um homem político (como todos somos) cujo compromisso com a ditadura salazarista é inultrapassável. Tendo sido um activista da União Nacional que, na altura, congregava os apoiantes e as elites que sustentavam e ‘organizavam’ o regime, no seguimento da sua carreira política, veio a integrar o Governo de Oliveira Salazar, portanto, tornou-se um alto responsável executivo do modelo ‘corportativo’ que enfeitava a doutrina do Estado Novo. O seu percurso e o seu compromisso político não pode ser – tão ligeiramente – ‘branqueado’. Quando se escreve “Ministro de Salazar, não teve, naturalmente, direito aos obituários do regime,…” parece transparecer uma volúvel intenção de confundir ‘regimes’. De facto, os regimes não são perenes e, de Direito, não ficam isentos de julgamento futuros, nem da análise retrospectiva dos cidadãos. O regime pelo qual Gonçaves Pereira se empenhou e participou activamente acabou em 1974 e, hoje, existe num novo regime que não é a simples evolução do anterior resultando, antes, do seu derrube.
    Existiu, portanto, uma ruptura que tem profundas consequências políticas e humanas. As pessoas passam a ser julgadas pelo que efectivamente são mas, também, pelo que fizeram…Ninguém pode ‘apagar’ o passado.

    E – repetindo – se todas as pessoas têm direito ao respeito humano e à sua dignidade o mesmo não se aplica em relação às suas opções políticas. Que não sendo neutras, nem assépticas estão sujeitas ao julgamento dos povos e, logo, da História. Por vezes, elogios laudatórios de personalidades políticas do passado – e o caso do Prof. Gonçalves Pereira não é o único – estão eivados de um inadequado e perigoso ‘negacionismo histórico’. O que não é abonatório para quem o pratica.

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  5. André permalink
    28 Dezembro, 2012 09:14

    Confesso que não conhecia as funções de Gonçalves de Proença, no entanto, apesar de tudo o que possa ter defendido durante o período do Estado Novo, devemos reconhecer que o que aqui se trta é a morte de um ser humano, como tal, só nos resta dar as condolências a todos os seus familiares e amigos, entre os quais o autor deste post.

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  6. JDGF permalink
    28 Dezembro, 2012 09:49

    Errata: Onde se escreveu Gonçalves Pereira devia estar Gonçalves Proença.

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  7. JOSÉ DIAS permalink
    28 Dezembro, 2012 10:27

    AFINAL AINDA HÁ PESSOAS NESTE DESGTAÇADO PAÌS COM
    ESPIRITO DE GRATIDÃO E NOBREZA DE CARACTER. BEM HAJA.

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  8. piscoiso permalink
    28 Dezembro, 2012 12:09

    Assino por baixo do comentário de JDGF, depois da devida correção.
    Diria mesmo que o corporativismo é um dos pilares da corrupção.
    Que descanse em paz.

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  9. salino permalink
    28 Dezembro, 2012 12:34

    “O buraco total deixado pelo BPN pode chegar aos sete mil milhões de euros.
    Uma dívida de três mil milhões, dois terços do que o governo quer cortar em educação, saúde e reformas. Sete mil milhões de buraco, quase o dobro.
    Bem sei que o primeiro-ministro disse que ninguém ficará de fora dos sacrifícios. Mas num País que se leve a sério ninguém pode descansar enquanto todos os responsáveis por estes negócios não estiverem atrás das grades.”
    http://arrastao.org/2717242.html

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  10. Fincapé permalink
    28 Dezembro, 2012 12:42

    Há gente boa em todos os regimes. Eu conheci um Homem Bom ligado à ANP. Para a época foi um inovador na condução de uma escola secundária quanto aos costumes e ao convívio entre alunos e alunas.
    Hoje tem o seu nome numa rua frente a uma escola, atribuído por uma Câmara socialista muito maioritária.
    Muitos dos que ajudaram a erguer alguns partidos, designadamente e talvez mais o PSD, foram homens desses. Faziam o que podiam dadas as condições em que se vivia.
    Cada caso é um caso. A democracia em geral e os partidos mais à direita ou mais à esquerda têm muita gente em quem eu nunca votaria. Provavelmente até votaria contra, independentemente do adversário.
    Mais: por vezes são esses homens que seguram os regimes dentro de limites comportáveis para os cidadãos e que fazem que os países evoluam apesar do regime. Por isso me lembro sempre da figura do Veiga Simão que dizia, com razão, que quando estava no governo de Marcelo era considerado democrata e avançado demais e logo a seguir ao 25 de Abril era considerado “fascista”.
    Não há ninguém que não cometa erros. Na memória das pessoas que partiram, o que mais me emociona é o seu humanismo e a sua bondade. Compreendo o Rui Albuquerque. E como isto me fez lembrar pessoas boas que já cá não estão, e me fez também lembrar que a vida é suficientemente curta para merecer mais consideração de todos, também me emocionei.

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  11. tric permalink
    28 Dezembro, 2012 13:57

    da minha parte, só tenho que me curvar perante a sua existencia…fez parte da geração de ouro que acompanhou Salazar na sua ardua tarefa de Liderar Portugal em tempos muito conturbados…começando pelo facto de terem sido de uma geração que apanharam o país em ruina económica…terem poupado Portugal aos ventos da Guerra Civil Espanhola e da II-Grande Guerra…e no final terem nos legado uma ecónomia sustentavel…com agricultura…pescas…comercio…industria…que os trólarós do 25 de Abril e da Europa, lentamente se encarregaram de o destruir…o modelo económico que nos foi legado pelo Estado Novo, é uma de genialidade!!! OBRIGADO !! Agora este regime está entregue à geração judaica…

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  12. A. R permalink
    28 Dezembro, 2012 14:25

    Um senhor comparado com a pobreza intelectual, moral e funcional que vegeta nos corredores do poder na forma de criaturas engravatadas e verbo ABS.

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  13. PSC permalink
    28 Dezembro, 2012 15:45

    Muito obrigado Rui A. por fazer justiça ao Prof. Gonçalves Proença que é bem merecida e cujo trabalho e saber não pode ser esquecido. Quanto aos restantes comentários que se aproveitaram mais uma vez para atacarem o inatacável são, na verdade, uma tristeza de gente indigente, inculta, ressabiada e invejosa. “Os cães ladram e a caravana passa”!
    Vão para o raio que vos parta e sejam intelectualmente honestos. Pelo menos uma vez nas V/ tristes e enfadonhas diatribes que já não convencem ninguém. Os Srs. já passaram o prazo de validade e deviam era calarem-se de vergonha pelo que fizeram a Portugal em trinta anos de “regabofe”!

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  14. Esmeralda permalink
    28 Dezembro, 2012 16:22

    Fiquei sensibilizada com o que escreveu. Também desconhecia. Não ando muito pelos noticiários, mas nem em jornais vi algo sobre o assunto. Esta conotação que se faz das pessoas com o antigo regime de uma maneira absurda e medieval, é imprópria até para a democracia. Com Hermano Saraiva, só Ramalho Eanes não teve medo e agiu com a correcção e seriedade que lhe conhecemos.
    E como dizia há dias Jaime Nogueira Pinto, a propósito do seu novo livro: “As pessoas de direita são naturalmente iguais às pessoas de esquerda. Sobretudo os jovens. Só que têm convicções políticas diferentes. Mas há uma cortina de preconceitos, uma mentalidade antifascista obcecada com perturbações da ordem democrática que acha que tem o monopólio das memórias”. E Camilo Lourenço também disse que tem muito respeito pelos primeiros 20 anos de governação de Salazar que salvaram o país e não tem respeito nenhum pelos segundos 20 anos e pelas opções políticas que tomou.

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  15. Expatriado permalink
    28 Dezembro, 2012 16:24

    Deixou obra
    .
    http://www.lis.ulusiada.pt/inicio/eventos/ultimaaulaprofdoutorgolcalvesproenca/documentos/livros.aspx
    .
    Quantos comunas podem dizer o mesmo?
    .
    A cegueira ideologica e’ mesmo ma’ companheira…….

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  16. Carlos Dias permalink
    28 Dezembro, 2012 17:37

    Lembro-me do Prof. Gonçalves Proença no velho ISCEF e embora não “concordasse” com ele nesses tempos, sempre o admirei como político de princípios sólidos. Já naquela altura (74,etc) os novos políticos começavam a demonstrar a sua falta de princípios.
    Que diremos agora.

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  17. Portela Menos 1 permalink
    28 Dezembro, 2012 17:49

    Nao sao muito habituais elogios funebros no blasfemias, mas enfim, RIP.

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  18. javitudo permalink
    28 Dezembro, 2012 17:52

    Apesar de ter sido perseguido pelo estado novo lamento informar que a situação em que o anterior governo deixou o país se aproximou dos piores tempos da ditadura, mesmo em termos de liberdades escritas na excelsa constituição ficamos muito áquem dos mínimos.
    Veremos o que 2013 nos trás.

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  19. javitudo permalink
    28 Dezembro, 2012 18:13

    ver 32 da Armada SEXTA-FEIRA, 28 DE DEZEMBRO DE 2012
    o inimigo público em versão realidade
    Artur Baptista da Silva…adivinhem lá onde…e quando…

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  20. Zé Paulo permalink
    28 Dezembro, 2012 21:33

    O José, do Portadaloja, é que vos topou bem…
    http://portadaloja.blogspot.pt/2012/12/o-estalinismo-nunca-dorme-como-ferrugem.html

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  21. salino permalink
    28 Dezembro, 2012 21:44

    “a minha pública homenagem, e esperando que, um dia, nos possamos voltar a encontrar.” do postante
    E acontece a todos, não só aos melhores. Mas de possibilidade de encontros, nada, mio caro, que nunca mais nada se torna a encontrar. Pois é o que de mais fabuloso tem a vida, que uma vez vivida, já foi, sem jamais p+ossibilidade de o ser no que determinantemente uma vez foi .

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  22. JJ Pereira permalink
    28 Dezembro, 2012 23:29

    E nenhum comentário do Manuel Tiago a (des)propósito do “fássismo” … O pavlovianismo já não é o que era !
    Que falta de “vigilância revolucionária”…

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  23. javitudo permalink
    28 Dezembro, 2012 23:50

    Até o lenine querem enterrar de vez!… Já cheira mal.

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  24. Anonimo permalink
    29 Dezembro, 2012 00:49

    QUE GENTE!
    Gaspar publica portaria com base em lei que não existe

    Para o saque vale tudo, ver diário económico.

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  25. 29 Dezembro, 2012 05:29

    De um modo geral, os ministros de salazar e caetano possuíam uma formação humanista muito, mas muito superior aos gajos que ficaram a mandar no pós 25 abril
    alguém pode chamar humanista ao:
    OTELO dos mandados de captura em branco?
    CUNHAL, VASCO, COUTINHO, CRESPO defensores fanáticos e paranóicos dos campos de concentração URSS na sibéria dos 60º negativos?
    ALEGRE, chibo das posições militares portuguesas em áfrica?
    SOARES da corrupção intrínseca via faxes e semelhantes?

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  26. 29 Dezembro, 2012 05:33

    A esquerdalhada política e mediática vive de impingir embustes e mentiras
    o HOLLANDE é o + recente caso paradigmático
    a corja esquerdóide que controla os media e a política meteu á força nas mentes mais ocas q bastava o hollande dizer
    CRESCIMENTO..não á austeridade
    eo PIB cresci de imediato, por magia
    ora então vejamos mais uma prova inatacável desses embustes e mentiras:
    http://www.jornaldenegocios.pt/economia/conjuntura/detalhe/economia_francesa_recupera_menos_que_o_esperado.html

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  27. 29 Dezembro, 2012 06:29

    Como as redações dos media em portugal ( e muitos no Ocidente.) são dominadas pela corrupção…barbárie ..e tirania
    censuram—escondem–abafam—
    as notícias que revelam a VERDADE sobre as maiores tiranias e selvajarias do mundo atual:
    COMUNISMO
    ISLAMISMO
    Invadido há mais de 50 anos
    repete-se
    CINQUENTA ANOS
    O TIBETE é vítima de um mortandade e genocídio de
    MILHÃO E MEIO DE SERES HUMANOS INOCENTES
    mas quantas vezes se fala na repressão, nos assassinatos que os comunas chinocas levam a cabo no TIBETE?
    QUASE NUNCA!!!
    Há que defender a tirania………a barbárie…….o genocídio.os crimes contra a humanidade dos comunistas chineses…esse é o objetivo esquerdóide dos media…dos políticos..da kultura
    http://www.asianews.it/news-en/Beijing-seizes-monasteries'-TVs-to-stop-self-immolations-in-Tibet-26725.html
    Só se diz mal do W.Bush e USA. e dos judeus de israel
    povos q sofrem muito, mas muito mais do k os palestinianos há bastantes
    mas a raiva neo nazi anti Israel faz esquecer e esconder E CENSURAR esses povos:
    DARFUR
    TIBETE
    CIPRIOTAS GREGOS SOB DOMINIO TURCO
    KURDOS (excepto no IRAK……….por imposição ocidental)
    BALOCHISTAÕ
    NÚBIOS
    ASSÍRIOS
    FAIXA DE GAZA SOB DOMINIO DO HAMAS
    e de um modo geral
    CRISTÃOS NOS PAÍSES ISLÂMICOS E COMUNISTAS

    VER diariamente (como prova da selvajaria…)
    http://www.persecution.org/

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  28. 29 Dezembro, 2012 08:02

    TRIC:

    aconselho vivamente

    antes de escrever comentários anti semitas.
    LEIA
    TODOS OS DIAS:
    http://www.persecution.org/

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  29. Expatriado permalink
    29 Dezembro, 2012 16:09

    @Satiro.
    .
    Esse TRIC e’ nada mais nada menos que o Euroliberal que andava com propaganda anti-semita por tudo quanto era caixa de comentarios ha’ uns tempos atras.
    .
    Esse residente do Martim Moniz mudou de tactica e agora apresenta-se como “defensor” da cristandade……

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  30. Maria João Mimoso permalink
    25 Agosto, 2017 02:43

    Subscrevo integralmente. Fui assistente do professor, além de sua aluna. Devo-lhe o rumo da minha carreira académica.
    Homem notável. Humanista no sentido mais íntegro do termo.
    Saudades Professor!
    Até sempre.
    Maria João Mimoso

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  1. José João Gonçalves de Proença « O Insurgente

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