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Já agora os carros também vão circular pelos passeios como as bicicletas?

8 Fevereiro, 2013

Carros podem ter de andar à velocidade de bicicletas em zonas residenciais

14 comentários leave one →
  1. piscoiso's avatar
    piscoiso permalink
    8 Fevereiro, 2013 19:06

    Velocidade máxima de 20 km/h até pode ser excessiva em zonas de grande densidade populacional.
    É por isso que essa velocidade é reduzida a 0 km/h em algumas ruas, que são simplesmente vedadas ao trânsito automóvel.

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  2. medinaribeiro's avatar
    8 Fevereiro, 2013 19:18

    A pergunta que se vê no título do ‘post’ está respondida na minha rua (mas não só), onde os carros já não se limitam a ‘estacionar’ nos passeios, mas circulam neles como se fossem faixas de rodagem, e até em contra-mão!
    O mesmo se diz das bicicletas, motos, segways, etc. Os únicos que não podem circular tranquilamente nos passeios são os peões…

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  3. MJRB's avatar
    8 Fevereiro, 2013 19:31

    Consequências de javardices, incumprimentos das leis, etc. !

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  4. RC's avatar
    8 Fevereiro, 2013 19:39

    Helena, as bicicletas não circulam (ou, pelo menos, não deviam) nos passeios.

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  5. Duarte's avatar
    Duarte permalink
    8 Fevereiro, 2013 19:43

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  6. javitudo's avatar
    javitudo permalink
    8 Fevereiro, 2013 19:56

    São medidas de países civilizados, é só.

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  7. Fincapé's avatar
    Fincapé permalink
    8 Fevereiro, 2013 20:10

    As velocidades, apesar de hoje termos estradas excecionais com limitações absurdas onde sentimos que valia mais andar a pé, não são o pior.
    Pior é a grande vitória que os refrigerantes, principalmente os americanos, têm sobre o vinho português. Criam-se mitos, diz-se que um pequeno copo de vinho é um problema gravíssimo na condução, e orientam-se os condutores para a água com caramelo e gás.
    Fosse o vinho americano e a água açucarada portuga, andávamos aqui a ser injetados com a maravilha que o vinho era para a nossa saúde. Uma vergonha.
    Ainda por cima, estes politiqueiros que se deixam subjugar a tipos fanáticos contra o vinho, têm a mania que temos de ser suecos em tudo, menos nas condições de vida. Por um lado, levam-nos à miséria mais profunda, por outro, temos de ser puros, limpos e castos, como não tocar em álccol. Ademais, confundem o excesso de álcool com um tinto à refeição.

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  8. Duarte's avatar
    Duarte permalink
    8 Fevereiro, 2013 20:21

    A velocidade máxima de 20k é uma estupidez. Se se quer acabar com os atropelamentos façam-se sinalizações horizontais como deve ser. Passadeiras visíveis, lombas, pinturas etc. Claro que isto é mais caro do que pedir aos automobilistas para andarem em primeira velocidade.

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  9. fado alexandrino's avatar
    8 Fevereiro, 2013 20:58

    Helena, as bicicletas não circulam (ou, pelo menos, não deviam) nos passeios.
    Faça o favor de ir visitar a Avenida do Colégio Militar e a Rua Ten. Coronel Ribeiro dos Reis, isto é o que eu conheço deve havar réplicas por toda a Lisboa.
    Quantoa aos 20 quilómetros é quase impossível um carro ser conduzido por um ou dois quilómetros nessa velocidade.
    É uma lei absolutamente estúpida, digna de quem a assinar.

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  10. dutilleul's avatar
    dutilleul permalink
    8 Fevereiro, 2013 21:36

    Aqui vai a minha teoria da conspiração:
    Trata-se de um esquema engendrado para devolver trânsito às autoestradas do “lá vai um”. Quem, no seu percurso diário, atravessa 4 ou 5 povoações a 20km/h descobre rapidamente que não tem alternativa senão pagar.
    Duas vezes.

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  11. paranoiasnfm's avatar
    paranoiasnfm permalink
    8 Fevereiro, 2013 22:30

    Acho bem… Apertar o cinto aos que não têm normas na cabeça…

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  12. André's avatar
    André permalink
    9 Fevereiro, 2013 09:13

    Pessoalmente acho que a circulação no centro das cidades deve ser feita a essa velocidade. As baixas de Lisboa e Porto devem ser locais reservados ao comércio e às populações, não devem ser locais com grandes estradas que os carros usem para atravessar a cidade (vulgo, Rua Áurea, Rua da Prata, Rua de St.Catarina). Nas cidades as pessoas devem poder andar de carro nas zonas para carros, e andar a pé e de bicicleta nas zonas supostamente calmas e para diversão.
    Pessoalmente acho que com esta medida devia vir uma reformulação dos transportes públicos nas cidades, que desse a possibilidade às pessoas de se deslocarem até ao centro, mas como isso custa dinheiro e público não pode existir neste país vamos continuar a ter meias medidas e quem sofre é o comércio.
    .
    PS: Tendo em conta que as velocidades médias nos centros de Lisboa e Porto não ultrapassam os 15Km/hora, não vejo qual o problema dessa medida a não ser o realismo no código da estrada. Andar a 20 não seria uma grande alteração nas ruas mais movimentadas, seria apenas fazer o que já se faz, andar em pára arranca ao longo de dois ou três quilómetros.

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  13. medinaribeiro's avatar
    10 Fevereiro, 2013 12:06

    Em relação ao que aqui se refere, sugere-se que se vejam as 3 fotos afixadas [AQUI]:
    Um jipe estacionado no passeio e um senhor em cadeira de rodas, ali ao lado, na faixa de rodagem.
    O mais espantoso é que a condutora condutora paga o selo de residente à EMEL, o que não a impede de meter a carripana ali sempre que quer e lhe apetece – em total impunidade, como muito bem sabe quem por ali passa com frequência.

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  14. Carlos's avatar
    11 Fevereiro, 2013 08:28

    Como já referiram, os passeios sao para peoes e nao para bicicletas. Quanto aos carros, já circulam abusiva e impunemente sobre os passeios.
    As minhas desculpas pela acentuacao deficiente – aqui onde estou nao há til nem “c” cedilhado, mas há limites de 30km/h nos centros urbanos… e nao é que funciona?!
    Portugal é que será, certamente, demasiado evoluído para alinhar em tal retrocesso cinemático.

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