Velocidade máxima de 20 km/h até pode ser excessiva em zonas de grande densidade populacional.
É por isso que essa velocidade é reduzida a 0 km/h em algumas ruas, que são simplesmente vedadas ao trânsito automóvel.
A pergunta que se vê no título do ‘post’ está respondida na minha rua (mas não só), onde os carros já não se limitam a ‘estacionar’ nos passeios, mas circulam neles como se fossem faixas de rodagem, e até em contra-mão!
O mesmo se diz das bicicletas, motos, segways, etc. Os únicos que não podem circular tranquilamente nos passeios são os peões…
As velocidades, apesar de hoje termos estradas excecionais com limitações absurdas onde sentimos que valia mais andar a pé, não são o pior.
Pior é a grande vitória que os refrigerantes, principalmente os americanos, têm sobre o vinho português. Criam-se mitos, diz-se que um pequeno copo de vinho é um problema gravíssimo na condução, e orientam-se os condutores para a água com caramelo e gás.
Fosse o vinho americano e a água açucarada portuga, andávamos aqui a ser injetados com a maravilha que o vinho era para a nossa saúde. Uma vergonha.
Ainda por cima, estes politiqueiros que se deixam subjugar a tipos fanáticos contra o vinho, têm a mania que temos de ser suecos em tudo, menos nas condições de vida. Por um lado, levam-nos à miséria mais profunda, por outro, temos de ser puros, limpos e castos, como não tocar em álccol. Ademais, confundem o excesso de álcool com um tinto à refeição.
A velocidade máxima de 20k é uma estupidez. Se se quer acabar com os atropelamentos façam-se sinalizações horizontais como deve ser. Passadeiras visíveis, lombas, pinturas etc. Claro que isto é mais caro do que pedir aos automobilistas para andarem em primeira velocidade.
Helena, as bicicletas não circulam (ou, pelo menos, não deviam) nos passeios.
Faça o favor de ir visitar a Avenida do Colégio Militar e a Rua Ten. Coronel Ribeiro dos Reis, isto é o que eu conheço deve havar réplicas por toda a Lisboa.
Quantoa aos 20 quilómetros é quase impossível um carro ser conduzido por um ou dois quilómetros nessa velocidade.
É uma lei absolutamente estúpida, digna de quem a assinar.
Aqui vai a minha teoria da conspiração:
Trata-se de um esquema engendrado para devolver trânsito às autoestradas do “lá vai um”. Quem, no seu percurso diário, atravessa 4 ou 5 povoações a 20km/h descobre rapidamente que não tem alternativa senão pagar.
Duas vezes.
Pessoalmente acho que a circulação no centro das cidades deve ser feita a essa velocidade. As baixas de Lisboa e Porto devem ser locais reservados ao comércio e às populações, não devem ser locais com grandes estradas que os carros usem para atravessar a cidade (vulgo, Rua Áurea, Rua da Prata, Rua de St.Catarina). Nas cidades as pessoas devem poder andar de carro nas zonas para carros, e andar a pé e de bicicleta nas zonas supostamente calmas e para diversão.
Pessoalmente acho que com esta medida devia vir uma reformulação dos transportes públicos nas cidades, que desse a possibilidade às pessoas de se deslocarem até ao centro, mas como isso custa dinheiro e público não pode existir neste país vamos continuar a ter meias medidas e quem sofre é o comércio.
.
PS: Tendo em conta que as velocidades médias nos centros de Lisboa e Porto não ultrapassam os 15Km/hora, não vejo qual o problema dessa medida a não ser o realismo no código da estrada. Andar a 20 não seria uma grande alteração nas ruas mais movimentadas, seria apenas fazer o que já se faz, andar em pára arranca ao longo de dois ou três quilómetros.
Em relação ao que aqui se refere, sugere-se que se vejam as 3 fotos afixadas [AQUI]:
Um jipe estacionado no passeio e um senhor em cadeira de rodas, ali ao lado, na faixa de rodagem.
O mais espantoso é que a condutora condutora paga o selo de residente à EMEL, o que não a impede de meter a carripana ali sempre que quer e lhe apetece – em total impunidade, como muito bem sabe quem por ali passa com frequência.
Como já referiram, os passeios sao para peoes e nao para bicicletas. Quanto aos carros, já circulam abusiva e impunemente sobre os passeios.
As minhas desculpas pela acentuacao deficiente – aqui onde estou nao há til nem “c” cedilhado, mas há limites de 30km/h nos centros urbanos… e nao é que funciona?!
Portugal é que será, certamente, demasiado evoluído para alinhar em tal retrocesso cinemático.
Velocidade máxima de 20 km/h até pode ser excessiva em zonas de grande densidade populacional.
É por isso que essa velocidade é reduzida a 0 km/h em algumas ruas, que são simplesmente vedadas ao trânsito automóvel.
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A pergunta que se vê no título do ‘post’ está respondida na minha rua (mas não só), onde os carros já não se limitam a ‘estacionar’ nos passeios, mas circulam neles como se fossem faixas de rodagem, e até em contra-mão!
O mesmo se diz das bicicletas, motos, segways, etc. Os únicos que não podem circular tranquilamente nos passeios são os peões…
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Consequências de javardices, incumprimentos das leis, etc. !
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Helena, as bicicletas não circulam (ou, pelo menos, não deviam) nos passeios.
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São medidas de países civilizados, é só.
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As velocidades, apesar de hoje termos estradas excecionais com limitações absurdas onde sentimos que valia mais andar a pé, não são o pior.
Pior é a grande vitória que os refrigerantes, principalmente os americanos, têm sobre o vinho português. Criam-se mitos, diz-se que um pequeno copo de vinho é um problema gravíssimo na condução, e orientam-se os condutores para a água com caramelo e gás.
Fosse o vinho americano e a água açucarada portuga, andávamos aqui a ser injetados com a maravilha que o vinho era para a nossa saúde. Uma vergonha.
Ainda por cima, estes politiqueiros que se deixam subjugar a tipos fanáticos contra o vinho, têm a mania que temos de ser suecos em tudo, menos nas condições de vida. Por um lado, levam-nos à miséria mais profunda, por outro, temos de ser puros, limpos e castos, como não tocar em álccol. Ademais, confundem o excesso de álcool com um tinto à refeição.
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A velocidade máxima de 20k é uma estupidez. Se se quer acabar com os atropelamentos façam-se sinalizações horizontais como deve ser. Passadeiras visíveis, lombas, pinturas etc. Claro que isto é mais caro do que pedir aos automobilistas para andarem em primeira velocidade.
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Helena, as bicicletas não circulam (ou, pelo menos, não deviam) nos passeios.
Faça o favor de ir visitar a Avenida do Colégio Militar e a Rua Ten. Coronel Ribeiro dos Reis, isto é o que eu conheço deve havar réplicas por toda a Lisboa.
Quantoa aos 20 quilómetros é quase impossível um carro ser conduzido por um ou dois quilómetros nessa velocidade.
É uma lei absolutamente estúpida, digna de quem a assinar.
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Aqui vai a minha teoria da conspiração:
Trata-se de um esquema engendrado para devolver trânsito às autoestradas do “lá vai um”. Quem, no seu percurso diário, atravessa 4 ou 5 povoações a 20km/h descobre rapidamente que não tem alternativa senão pagar.
Duas vezes.
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Acho bem… Apertar o cinto aos que não têm normas na cabeça…
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Pessoalmente acho que a circulação no centro das cidades deve ser feita a essa velocidade. As baixas de Lisboa e Porto devem ser locais reservados ao comércio e às populações, não devem ser locais com grandes estradas que os carros usem para atravessar a cidade (vulgo, Rua Áurea, Rua da Prata, Rua de St.Catarina). Nas cidades as pessoas devem poder andar de carro nas zonas para carros, e andar a pé e de bicicleta nas zonas supostamente calmas e para diversão.
Pessoalmente acho que com esta medida devia vir uma reformulação dos transportes públicos nas cidades, que desse a possibilidade às pessoas de se deslocarem até ao centro, mas como isso custa dinheiro e público não pode existir neste país vamos continuar a ter meias medidas e quem sofre é o comércio.
.
PS: Tendo em conta que as velocidades médias nos centros de Lisboa e Porto não ultrapassam os 15Km/hora, não vejo qual o problema dessa medida a não ser o realismo no código da estrada. Andar a 20 não seria uma grande alteração nas ruas mais movimentadas, seria apenas fazer o que já se faz, andar em pára arranca ao longo de dois ou três quilómetros.
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Em relação ao que aqui se refere, sugere-se que se vejam as 3 fotos afixadas [AQUI]:
Um jipe estacionado no passeio e um senhor em cadeira de rodas, ali ao lado, na faixa de rodagem.
O mais espantoso é que a condutora condutora paga o selo de residente à EMEL, o que não a impede de meter a carripana ali sempre que quer e lhe apetece – em total impunidade, como muito bem sabe quem por ali passa com frequência.
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Como já referiram, os passeios sao para peoes e nao para bicicletas. Quanto aos carros, já circulam abusiva e impunemente sobre os passeios.
As minhas desculpas pela acentuacao deficiente – aqui onde estou nao há til nem “c” cedilhado, mas há limites de 30km/h nos centros urbanos… e nao é que funciona?!
Portugal é que será, certamente, demasiado evoluído para alinhar em tal retrocesso cinemático.
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