Teoria da escolha irracional
25 Março, 2013
As democracias são particularmente más a escolher entre duas más alternativas. A reacção inicial a uma má alternativa é uma rejeição emocional com base no facto de essa alternativa ser má. O resultado é, frequentemente, a escolha posterior, por exclusão de partes, de uma alternativa que é pior.
39 comentários
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Até parece que está a pensar na substituição do sócrates pelo coelho. Calhando…
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Da Andaluzia
Quem manda em Espanha?
Juan Torrez López julgava que eram os espanhóis. Enganou-se.
Merkel castiga [os países do Sul da Europa] para proteger as grandes empresas e bancos alemães e também para ocultar do seu eleitorado a vergonha de um modelo que faz com que o nível de pobreza no seu país seja o mais alto das duas últimas décadas; em que 25% dos seus trabalhadores ganhem menos de 9,15 euros à hora; em que à metade dapopulação esteja reservada apenas 1% de toda a riqueza produzida num ano.
Juan Torres López
António Ferrão, in : http://educar.wordpress.com/2013/03/25/bom-dia-1353/
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É verdade. Veja-se o que se fez nas eleições legislativas de 2011.
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Ainda bem que existem ditadores a impôr boas alternativas.
Mais uma vez se demonstra que a democracia é uma merda.
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Oficialmente: eleições legislativas.
Realmente: referendo condicionado pela comunicação social reinante.
Momento: fim da legislatura (1)
Legitimidade: a conferida pela lei (2)
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(1) quando o governo tiver maioria absoluta e for de esquerda.
(2) se o governo for de esquerda
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Ainda vai a tempo de se matricular no curso “A Beginner’s Guide to Irrational Behavior” (https://www.coursera.org/course/behavioralecon)
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Histórias maravilhosas do mundo animal: http://lishbuna.blogspot.pt/search?q=Marmota
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Encaixa perfeitamente na dualidade entre este governo e o anterior…
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Eu acho que João Miranda se rendeu definitivamente a uma realidade: Passos Coelho conseguiu transformar Sócrates num governante menos mau.
Quem havia de dizer… que isso ia acontecer? Não. Que João Miranda o iria reconhecer. 😉
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Por muito mau que este Governo seja (e é, em vários aspectos), é preciso ter uma memória particularmente “selectiva” (ou ser particularmente imbecil) para acreditar que este Governo é pior que o anterior.
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Se a alternativa que nos governa satisfaz a maioria dos eleitores, certamente que será reeleita.
Este Governo, já sabemos o que fez.
O próximo, ainda não sabemos.
O astrólogo Miranda prevê que será pior.
Pois, a minha tia Astralina também deita cartas, mas está constipada.
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Qualquer comparação é pura coincidência.
O anterior não era governo era um bando de demagogos que pediam emprestado. (estes não podem pedir)
Comparativamente só pode haver uma coisa em comum mas com as suas diferenças.
Neste há um ministro-adjunto falso licenciado. No outro havia um primeiro-ministro falso licenciado.
O resto é ela por ela.
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Este governo claro que é melhor que o anterior ,mas não chega . Ainda não assumiu que os cortes têm de começar nele e nos “especialistas ” e depois no desperdício do estado mastondonte que continua a aumentar a despesa,sim aumentar ,enquanto a carga fiscal chega para algumas pessoas, perto dos 70% . Nada crescerá neste país derretido e salgado por esta voracidade de impostos e vejo chegar os membros do governo em carros de alta gama ,e negociar rescisões com assistentes operacionais ,assim não vamos lá. O dinheiro do QREN já devia estar na economia ,claro que o investimento tem de ser vigiado ,nem pensar em rotundas e mais estádios,etc. Dr joão Miranda: o sr contacta com a economia real? Ninguém lhe deve dinheiro?Não vê que o movimento nas estradas e nas lojas caíu aí uns 30 %. Claro que teremos fazer ajustamento, mas ,ao mesmo tempo, é conveniente que estejamos vivos ,quando lá chegármos! Reitero que 1º ministro ,mais o seu fiel escudeiro Dr relvas ,devem ser remodelados pelo P.R. e nomear um primeiro ministro que entenda a nossa terra e a sua idiossincracia.
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Não é bem ela por ela…
O governo anterior fez questão em retirar da alçada do orçamento um volume de despesa incrivel para poder dar a empresas “amigas” milhares de milhões de euros em contratos. Foi uma decisão consciente e que obviamente favorece toda uma série de negociatas entre as quais brilha a grande altura o financiamento partidário e a oferta de lugares pós governo.
Este governo não está em posição de fazer isso por duas grandes razões:
A troyka obrigou a incluir toda esta despesa escondida no orçamento de estado
Não há dinheiro para fazer estas tropelias
Daí que o sector da construção e obras públicas esteja absolutamente parado. Com uma contribuição para o desemprego do país que é enormemente significativa.
Até ver, o que este governo desperdiça em “coisa nenhuma” não tem qualquer comparação com o que fez Sócrates e a sua pandilha cleptomana.
Portanto as diferenças não estão só na importância do ministro com habilitações falsas. Estão em algo muito mais profundo que vão desde um ministro da economia que era forçado a fazer o que um falso engenheiro queria até a um despudorado endividamento do país para satisfazer as necessidades intermináveis duma teia de corrupção.
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Por muito mau que este Governo seja (e é, em vários aspectos), é preciso ter uma memória particularmente “selectiva” (ou ser particularmente imbecil) para acreditar que este Governo é pior que o anterior”
Nem por isso Joaquim.Qualquer aumento de impostos maior do que noutra legislatura faz do executante, um governante pior do que o anterior.Sem falar num cancro chamado relvas.Para mim, tenho muito claro que se não for pior, é a mesma porcaria que o anterior governo.
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JAL,
tem tiazinhas, não tem? 😉
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São critérios “oncológicos”.
Um tumor enorme na cabeça (de um governo) pode sempre ser minorado em comparação com um tumor numa perna.
Para se tratar ambos obrigaria à “amputação” do local onde os tumores estavam mas, devido à localização do primeiro as “lembranças” só são dos tumores actuais.
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Não estou em condições, não tenho elementos e nem habilitações para julgar este ou qualquer Governo.
Tenho é percepção do que se passa à minha volta, no dia-a-dia e verifico uma deterioração acentuada das condições de vida, que não se verificava em governos anteriores.
Elementar é deitar as culpas para cima dos outros, não é?
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E sobre cleptocracia (subst. fem. com. ) ?
http://www.google.pt/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=web&cd=1&cad=rja&sqi=2&ved=0CC4QFjAA&url=http%3A%2F%2Fpt.wikipedia.org%2Fwiki%2FCleptocracia&ei=00JQUe31EqOy7Ab2nYH4BA&usg=AFQjCNFyJH7YjSJP4zkHH82teCDM9nshNw&sig2=SLoQjaLliDBa07NjR2Krzw
Ou quem hoje arranja emprego, se não for um boy da seita PSD – CDS, por hoje, como amanhã e já ontem PS, ou quem se safa em democracia, se não na razão de ser sem carácter, cinzento e centrão?
E nem vamos à meça de países, entre quem manda e quem tem de amouxar. Sim, que se os endinheirados alemães houvessem de pagar pelo que lhes sobra à maneira dos depositantes de mais de 100 mil euros do banco do Chipre, dar-se-ia que quem pagava juros, a 20 ou 25% eram eles, ricos, e não os mais pobres. Abuso autêntico, se em contrapartida do esforço da gente ainda obtêm crédito a 0%.
By other side, pegando uma do profe Martelo, que acha que os Portugueses ainda não se esqueceram ainda da governação de Sócrates, pois não, para concluírem que em comparação ele era menos mentiroso que o Passos, que bem nos logrou, mais humano do que ele, apesar de tudo, e mais inteligente, a esta hora já teria percebido que um país dado à ruína faz lembrar um pomar, um jardim que se abandona e aos poucos definha em lugar de produzir.
O que nós pagamos, levados da trama de um que terá dito ao Pedro, pá, é agora ou nunca, faz crer que és bom, que és honesto e vais ver que te elegem. Depois, sê mau à vontade, vaidoso, autista, o que bem entenderes. Tudo o que hoje ofusca os excessos da governação socrática na evidência de uma tirania, de um gosto de ir além da tróica, para além do necessário. Que deu essa desgraça de um país às arrecuas, a sangrar de desemprego, empresas falidas, emigração, perda de receitas, desespero e suicídio .
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Joaquim Amado Lopes, o Distraído…
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Como em muitas circunstâncias, certo o ditado, “depois de mim virá quem de mim bom fará,
se o poderá dizer também Sócrates. Ou quem aí hoje haverá de negar que ele não seria mais capaz,
inteligente, circunspeto e humilde a entender a realidade económica do País, junto à exigência de bem ler o projeto de ajuda financeira, sem perder de vista a concertação social ?
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Miranda
Pode ser verdade, mas o facto é que pessoas a viver pior do que aquilo que previam não podem ser clientes satisfeitos do governo.
Essa coisa estranha do culto da zona de desconforto para atingir melhores resultados é uma patranha de todo o tamanho, que os católicos vendem com os pecados, os comunistas com os amanhãs que cantam, e agora até os capitalistas compraram a ideia!
Passa pela cabeça de alguém dizer a um reformado com 80 anos que tem de fazer sacrifícios e austeridade para que o futuro seja melhor?
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Desculpem lá o desabafo, mas eu gosto mesmo é do conforto.
Passar por algum desconforto para atingir um conforto mais à frente ainda é como o outro, mas quando o objetivo passa por divergir da media europeia só pode estar errado, ou quando a meta está fora do alcance da vida útil (e aqui percebo que cada geração tenha uma agenda diferente!) não vejo como é possível motivar alguém. Só se forem franciscanos com voto de pobreza, mas mesmo o padre Melicias anda de BMW e veste pólos Lacoste no camarote VIP do Sporting!
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Sao so’ “desgraças” marcianas…..
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“Apesar do corte nos subsídios, os portugueses não desistem das férias. Nem cá dentro nem lá fora.
Nesta Páscoa, as taxas de ocupação dos hotéis em todo o país deverão ser semelhantes às do ano passado. E nas viagens ao estrangeiro as quebras, a existirem, não serão significativas.
A crise reflete-se na duração da estada e na escolha de destinos mais próximos e mais baratos. Cabo verde e capitais europeias, como Londres ou Paris, são alguns dos mais procurados.”
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Ler mais: http://expresso.sapo.pt/crise-nao-trava-ferias-la-fora=f795598#ixzz2OVif8sI6
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Fantástico, o João Miranda viu a luz e vai votar na mãozinha…, esquerda claro, pois trata-se de um voto violento…
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Passos, Gaspar & Cia realizaram uma «missão impossível»: conseguiram ser e parecer piores que Sócrates, Teixeira dos Santos & Cia.
Uma calamidade… pública com sérias consequências privadas.
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kerry vai ao Iraque atacar o Governo por não apoiar o terrorismo na Syria…o Chipre e o Libano a explodirem…Russia Cristã vs Judeus-Turcos- Sauditas…
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Soares de Pinho: «Reforma do Estado pode acabar como a TSU» (SOL)
O professor da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa acredita que só com um apoio do Estado a economia poderá voltar a crescer. «Não há dúvidas de que o país está em espiral recessiva», diz Paulo Soares de Pinho.
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Vivam as Forças Armadas Cristãs de Portugal !!! Que nos protejam dos ventos ciclónicos que se aproximam…porque da classe politica portuguesa, já não se espera nada…
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Dos proxenetas das FA portuguesas pouco há a esperar a não ser mais mamanço.
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As democracias são sempre particularmente más.
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Dona Anastácia ( solteira e só com sobrinhos) simples mulher numa aldeia começou a notar que os vizinhos lhe punham o lixo ao longo do muro da sua casa. Nos primeiros dias não se importou na vã esperança que os serviços camarários viessem recolher o lixo, até porque eles passavam diariamente apesar de não haver quantidade que justificasse e ainda por cima vinham e iam numa auto-estrada novinha em folha.
A situação foi-se prolongando até que houve eleições lá na Câmara e a tia Anastàcia que já tinha o lixo da altura dos muros da sua casa e em risco de submergir nele começou a reclamar dizendo que a culpa era da Câmara (a agora eleita).
É bom de dizer que ela tinha uma percepção muito apurada do que se passava à sua volta e naturalmente o cheiro da putrefacção reclamado pelas visitas não era sentido anteriormente pelo que ela concluiu que só podia ser da responsabilidade dos actuais dirigentes camarários.
Os sobrinhos sempre apoiaram e incentivaram a argúcia da sua tia.
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vamos a ver
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Há já 35 anos que esta Teoria está aplicada a Portugal … mas os alunos imitam burros …
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estará a falar do PEC4
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http://portadaloja.blogspot.pt/2013/03/socrates-para-quem-ja-esqueceu.html
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Anonimo,
“Qualquer aumento de impostos maior do que noutra legislatura faz do executante, um governante pior do que o anterior.”
Pois, mas eu gosto de complicar as coisas e considerar coisas irrelevantes. P.e., a progressão da dívida pública, os “estudos” martelados para justificar “projectos de interesse nacional”, as tentativas de controlo da comunicação social, a distribuição de favores pelos “amigos”, as mentiras descaradas, a corrupção evidente, a compra de votos com aumentos para a função pública, (um Governo minoritário) negociar com a UE acordos que exigirão amplo apoio parlamentar sem sequer informar o Presidente da República, etc., etc., etc. Fait-divers.
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Fincapé,
Quantas irmãs o meu pai e a minha mãe tiveram é importante para esta discussão ou está apenas a reforçar que o seu problema não é ter uma memória particularmente “selectiva”? (ver o meu comentário anterior)
É que, a ser a segunda, não é necessário porque ninguém tem quaisquer dúvidas sobre essa matéria.
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