se sabe, mostre
18 Abril, 2013
A propósito do chumbo das contas da SRU (Sociedade de Reabilitação Urbana) da Câmara do Porto, disse Rui Rio: “Serei dos últimos na política portuguesa a quem vêm ensinar o que é contenção de custos. Sei o que é. Mas também sei o equilíbrio entre contenção, investimento, crescimento, luta contra o desemprego e atender ao drama social que as pessoas estão a viver. Ou a economia arranca ou ainda vai haver mais outras a sofrer.”
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Se sabe tudo isto, por que não o demonstra provocando um congresso extraordinário do PSD e avançando para a liderança do partido e para uma candidatura à chefia do governo? Que não seja avaro a partilhar com o país toda a sua imensa sabedoria.
25 comentários
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«…por que não o demonstra provocando um congresso extraordinário do PSD…» clap clap clap
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não precisa de demonstrar, e quanto a avançar… agradecemos a consequência do CExt
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cai de podre… como a Thatcher
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daqui a 20 anos podem fazer-lhe um funeral de Estado, que é para haver umas festas de morte!
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Ai, sim, se soubesse, se o Rio fosse tipo inteligente, ilustrado de estudos e de saber bastante, à parte ainda ter de deixar aquele cobardolas que sabemos, ai, certo o faria. Mas Rio lá irá à média do PSD, esse partido charneira do arco do poder, que sói dizer-se, para abarcar a maior seita de aventais à sombra da boyada e roubalheira. Que se Rio fosse para exemplo a inteligência sobranceira à criadagem da mama, se ele fosse a exemplo de Louçã alguém que deveras pensa, estuda e sabe, como se vê aqui, a quilómetros da subserviência traidora de gaspars e coelhos incompetentes, autistas, deus me livre… mas ele não sabe, não estudou que baste e jamais lá chegaria a meias, estilo:
http://www.publico.pt/economia/noticia/governo-paga-subsidio-de-ferias-em-novembro-1591691
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ui, jamais lá chegaria :
http://www.rtp.pt/programa/tv/p29820/e13
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A ala cavaquista deseja chegar ao poder por indigitação do seu patrono, sem se sujeitar ao escrutínio popular
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Caro Rui A.,
Conhecedor como é do funcionamento das máquinas partidárias e das suas dinâmicas, creio que o repto que dirige a Rui Rio é inconsequente.
Cumprimentos,
ab
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Está visto que essas palavras de Rui Rio têm um objectivo muito claro. Apresentar-se como a alternativa no PSD, ou então pôr-se a jeito para um eventual governo técnico de iniciativa presidencial.
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E porém em Portugal ainda resta quem livre e inteligente pensa, como o demonstra Francisco Louçã, a quilómetros de cobardolas banais, vendidos à estranja e à finança :
http://www.rtp.pt/programa/tv/p29820/e13
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ops! Rui A quando ouve/lê coisas como “crescimento & investimento” saca logo da pistola!
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Li algures que o “nosso” Gaspar, quer dizer, o Gaspar da tróica, tem umas apresentações em Powerpoint que projeta em conferências, referindo o modelo teórico dos génios de Harvard, R and R, que afinal estava errado.
Não sei se ele já terá a informação de que o logro foi desmontado por um estudante de doutoramento (curioso, não é?).
http://www.ionline.pt/dinheiro/austeridade-academicos-encontram-erros-nos-calculos-excel
O problema é que há sempre um logro que se atravessa nas nossas vidas.
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Foi o Presidente que se recusou a tomar café com Papa vulgo Pinto da Costa.
Recusou receber dois honorários ao mesmo tempo recentemente.
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O resto, os cães ladram mas a caravana passa…
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Estranhamente o comentário abaixo não entrou ontem no post da HelenaMatos intitulado:” A seguir com atenção”
Desculpas a RuiA por estar fora de contexto:
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Os EUA tentaram depor Chaves antes.
Agora novo Presidente, velhas tacticas.
“Pax americana” – 189 bases pelo Mundo, chega-lhe Dª. Helena?
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Dizer o que disse Rio
também o senhor Ribeiro da mercearia é capaz de dizer.
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Pensar que um homem pode mudar o que está mal de há décadas é brincadeira.
Um pato desprevenido que cai numa pocilga pode arrastar mais uns tantos, mas todos se afogam.
Rui pato não é , deixa o seguro ir à frente. Vai ser bom de ver.
1. O protetorado é um caso de polícia. Não há pulseiras electrónicas que cheguem. O método terá que ser outro.
2. Não existe força anímica como dizia o outro, isto pega-se, para sair duma situação à beira do abismo
3. Há soluções muito giras que lançarão os tugas mesmo no abismo. Venham elas.
4. Há excesso de azeiteiros, parolos , chungas, pimbas, mitras, gigolôs, pimbas, putanheiros, alcoviteiros e rufiões
5. A chulice é de natureza epidémica. A vacina pode vir a caminho, mais vai ter reacções adversas.
6. Na tugolândia onde impera a filosofia, e não é preciso pôr as patas na Sciences Po, consiste no chulo assertivo:
” A culpa é a tua, Maria, não me dás a massa suficiente para eu poder ter uma vida digna!”
7. O coro com os chulos é audível, só vai parar quando se começarem a deitar da ponte abaixo.
Não peçam a um homem para resistir a tanta injustiça!
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Por um lado o António Borlido tem razão, por outro RR não é António Costa nem Durão Barroso.
Cumpriu o cargo para o qual foi eleito até ao fim e sem andar a ver se valia a pena saltar para outro.
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Este país visto de fora parece “um filme italiano feito em Vendas Novas”. Há vários anos que os portugueses andam a comprar embuste atrás de embuste. O último é o do “crescimento económico e politicas activas contra o desemprego”.
Não aprendemos nada com o passado: entre 2005 e 2011, o estado as empresas e as familias, mais que duplicaram a divida do país; a economia cresceu? o desemprego parou de aumentar? não, ao contrário a economia não cresceu e nesse periodo perderam-se quase 400 mil empregos.
Num país onde o estado leva mais de 50% do que os privados produzem, quem é que quer investir? Só os que se penduram nas tetas do OGE, ou os do “toca e foge”, os que vêm cá sacar algum dos fundos europeus, e quando vão à procura deles, só encontram o sitio.
Como PME, passei por três crises e meia: finais dos anos 70, 83-85, 91-92, e esta. Confesso que nunca vi nada assim, e apesar de ter com mais ou menos dificuldades ultrapassado as outras crises, desta vez acho que estamos mesmo metidos numa “camisa de onze varas”.
O Sócrates ganhou uma maioria absoluta prometendo 150 mil empregos, o Seguro quer ser eleito a prometer crescimento económico e empregos com fartura; parece que não está só nesse designio, e se tivermos a pouca sorte dele, ou os que dizem o mesmo que ele, virem um dia a ser eleitos, podemos imaginar como é que a história vai acabar.
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Deixem o Rui Rio libertar-se da câmara municipal do Porto e o PSD vai ver o que é um terramoto partidário.
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Espero bem que sim, pois precisamos de um PSD livre das amarras do Memorando, das políticas troikanas e do seguidismo fundamentalista de Gaspar. E, com Passos Coelho, já vimos que não vamos lá. O ideal era ele sair pelos próprios pés abrindo espaço a um governo de iniciativa presidencial sem eleições. Até porque o PS não vai querer tomar conta do País antes de que outros acabem de tomar as medidas complicadas do Memorando que Seguro jurou querer cumprir. Se Passos Coelho perdesse a confiança do partido ou do grupo parlamentar (por exemplo com uma candidatura alternativa à liderança do partido) talvez saísse sem necessidade de dissolver a AR…
http://notaslivres.blogspot.pt/2013/04/responsaveis-e-inefiientes.html
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Faça-se uma cabidela: sem sangue não vamos lá…
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Rui Rio é dos poucos (único???) político competente e honesto da nossa praça.
Quando um autarca com estas qualidades não se pode recandidatar, devido à Lei de limitação de mandatos, algo vai mal na República!
Não sei pormenores das contas da SRU do Porto, só sei que têm feito um trabalho impar na recuperação da baixa Portuense. Os resultados falam por si…
Sem Rui Rio, a Cidade Invicta voltará a ser uma coutada privada do Sr Pinto da Costa e seus capangas.
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Penso que Rui Rio vai cumprir o mandato como prometeu. Depois fará o que entender . Não sei se vamos a eleições mas este governo está acabado e tirando algumas cócegas na estrutura e na nomenclatura continuou a rota do sr sócrates ,foi mais do mesmo e agora falou nas ppp,porque já não pode esconder mais. Se tivesse “força anímica” fazia uma demonstração de autoridade moral e assumia que as coisas não andam bem e dava exemplos de austeridade como: cortava todos os vencimentos superiores ao do P.R. no estado e SEE, cortava nos vencimentos dos “especialistas” e nas despesas de representação do estado (são milhões),cortava na frota de carros e colocava os motoristas nos ministérios carentes,cortava nas rendas excessivas (gás,luz,etc);privatizava o SEE ,ou dava a concessão assumindo os passivos(vai ser assim de qualquer modo) ,cortava todos os observatórios( algum útil integrava no respectivo ministério),extinguia todas as empresas municipais,reduzia o número de deputados ao mínimo constitucinal,cortava mais nas fundações e impedia que as que recebem fundos tivessem vencimentos superiores ao P.M.,cortava os subsídios às associações(são milhares delas ,tipo pais,amigos disto e daquilo ,só para sacar dinheiro aos estado/contribuintes) ,fundia PSP/GNR (existe um sindicato que apoia) ,pois, a culpa para uns ,é do T.C. e para outros é da merkel ! Claro que as medidas do governo são cortar no subsídio de doença ,desemprego e despedir assistentes ! Venha outro governo e seja o que Deus quiser ,neste momento ,até o PCP governava melhor que este governo, que os ignorantes e iletrados jornalistas chamam neo-liberal. Devemos estar preparados para o pior ,pois eu não acreditando em louçãs e quejandos ,reitero que temos de ter um perdão de dívida pública de mais de 50% e isso pode implicar a saída do euro ,com uma desvalorização de 40% do euro português e uma inflacção, no ano zero, na ordem dos 30% .
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«OS ENORMES ESTRAGOS FEITOS AO PSD (1)
Como Sócrates fez ao PS, mas agora numa dimensão muito mais vasta, o governo Passos Coelho, construído por Relvas, e comandado por Gaspar, está a destruir o PSD para muitos e bons anos. O recente voto de louvor aprovado quase por unanimidade a Miguel Relvas é um exemplo do divórcio dos dirigentes do partido com o país, um verdadeiro acto de seita fechada para os “seus”, sem nenhuma consideração com o que o pensam os portugueses e muitos e muitos milhares de militantes e simpatizantes do PSD.
O sinal é que quando se está “dentro” e se vem de “dentro”, pode-se fazer o que se quiser sem qualquer sanção, bem pelo contrário, com louvor. Dias Loureiro, Duarte Lima, Arlindo de Carvalho, nunca foram, nem serão sancionados por dentro, onde todos puderam manter carreiras políticas mesmo depois de haver uma severa condenação pública aos seus actos, antes ou depois de haver consequências legais. As excepções como Isaltino de Morais, ou Valentim Loureiro, não os divorciaram da sua base partidária, que levaram consigo no plano autárquico, mantendo cumplicidades e apoios. No PSD não há sanção política para as malfeitorias de quem está ou vem de “dentro”, em contraste com leis da rolha, e hostilidade à livre opinião.
Faça-se a justiça de dizer que as raízes dessa destruição já vem de antes. Cavaco, Barroso, Santana Lopes e Menezes ajudaram muito a um processo simultâneo de aparelhizaçao e descaraterização política do partido, que de um modo geral actuam em conjunto. Perda de identidade política-ideológica, de modo a abrir caminho a todas as manobras de sobrevivência do aparelho e às suas carreiras, é um processo que caminha a par e par. A tentação que Loureiro passou a Cavaco de um discurso de back to basics, de “Deus, Pátria e Família”, o culto de personalidade pessoal do “menino guerreiro”, a displicência de Barroso e Lopes com um PSD classificado como de “direita”, são percursores do processo de revisão constitucional de Teixeira Pinto / Passos Coelho, e do abandono flagrante de toda a tradição social-democrata no PSD de Passos.
Tudo se abandonou: desde a noção meta-política da “dignidade humana”, ao valor ético do trabalho, substituídos por um discurso economês e uma prática de voltar costas à classe média, esteio do partido, e ao seu core de self made man, entregues ao desemprego estrutural, à destruição do tecido das pequenas e médias empresas, e a todos os mecanismos que deveriam garantir, na tradição social-democrat, a mobilidade social para cima e não o empobrecimento para baixo. Se se tratasse apenas de identificar um processo tido como inevitável, ou uma impotência de momento, não se admitiria, mas compreenderia. Mas não, este “ajustamento” é visto como uma simultânea punição da classe média e um instrumento de “libertação” da sociedade que nada mais é do que uma co-gestão governativa com a troika e a banca, cuja única racionalidade é a interiorização dos interesses dos credores. Do programa genético do PSD, ou da sua tradição com origem a Sá Carneiro, já quase que não há nada no topo do partido. Estamos no período do “programa da troika é o programa do PSD”, como disse Passos. Mas não é.» (in Abrupto)
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Na mouche, Caro Rui
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