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Análise empírica do preço dos activos

14 Outubro, 2013
by

Nobel da Economia 2013 (Yale e Chicago).

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14 comentários leave one →
  1. 14 Outubro, 2013 14:10

    Dificilmente poderiam ter feito uma melhor escolha se quisessem justificar a luta da família Nobel contra a atribuição de um prémio com o seu nome à economia. Pseudo-ciẽncia da mais grotesca.

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    • ora permalink
      14 Outubro, 2013 20:28

      ó filha olha que a física é muito mais virtual que a incucomia….

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  2. johnas permalink
    14 Outubro, 2013 15:03

    E daí? Explique-nos o PMF, se souber, se não chame cá os homens que não souberam ainda explicar aos seus cidadãos da américa e arredores a pólvora que suecos acham que eles por explodiram e arrebentaram, fazendo faísca que mais ninguém, nem Constâncio, nem Gaspar, nem o mesmo Borroso ou o inteligente passolas, nenhum deles notou .

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  3. 14 Outubro, 2013 19:13

    Nao existe nenhum Premio Nobel da Economia, este episodio anual e´ rasca e uma pulhice.

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  4. PiErre permalink
    14 Outubro, 2013 19:31

    Os economistas são os curandeiros da política.

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  5. trill permalink
    14 Outubro, 2013 19:48

    O problema sério nas escolas é a indisciplina. E o problema seríssimo é a pequena indisciplina. http://www.ionline.pt/artigos/portugal/mitha-ribeiro-estou-fisicamente-preparado-actuar-se-aluno-desobedecer

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    • ora permalink
      14 Outubro, 2013 20:23

      fisicamente preparado actuar ou para actuar?

      ou seja vai dar porrada nos putos e enrabar a restante populaça escolar? bom mas disso já não há um que ia ser director escolar e outro na biblioteca?

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      • trill permalink
        14 Outubro, 2013 20:30

        essa frase ( fisicamente preparado) parece-me bastabte infeliz, porque um prof não tem de estar “fisicamente preparado”, se o sistema funcionar. O que importa é o resto e basta comparar os resultados dos tugas com 15 anos com os outros todos da OCDE. Ao nível de mexicanos e turcos, ainda que os turcos tendam a melhorar e os tugas a piorar.

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  6. trill permalink
    14 Outubro, 2013 19:53

    “O silêncio é o aspecto que mais casa com a construção do conhecimento, mas foi banido das escolas. O ruído foi naturalizado nas aulas e incentivado pelos pedagogos que defendem a participação, a permanente actividade dos alunos.”

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    • ora permalink
      14 Outubro, 2013 20:27

      Logo O Barulho é o aspecto que mais desquita? com a construção do conhecimento, mas foi banido das escolas.
      O ruído foi naturalizado nas aulas e incentivado pelos pedagogos que defendem a participação, a permanente actividade dos alunos……é filha sse os ALUNOS PARTICIPASSEM TÁVAMOS FINOS

      ESPILICA LÁ Ó PUTA PEDAGÓGICA E O QUE É ISTO COMO COMENTÁRIO AO TEXTO

      TENDE VERGONHA IDE LÁ PORE UMA MÁSCARA DA MARIA DE LURDES RODRIGUES E IDE EM PEREGRINAÇÃO A CHAMAR NOMES À GAJA OU AO CRATO

      ESTE PESSOAL QUE ACHA QUE O SILÊNCIO É DE OIRO….OU É DE aRGENTUM? bem uma merdaleja metálica se calhar Natrium……

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      • trill permalink
        14 Outubro, 2013 20:34

        só agora percebi quem vc é, por isso me dei ao trabalho de responder em cima, se o tivesse lido n teria comentado o seu 1ro comentário um tipo que escreve assim é incorrigível, está-lhe no adn, nãoi tem cura. São tipos como vc que conduziram o lugar ao estado de imbecilidade, incompetência e corrupção em que se encontra.

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  7. trill permalink
    14 Outubro, 2013 19:54

    ” A estrutura universitária trata dos problemas do ensino sem saber o que é o ensino.”

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  8. trill permalink
    14 Outubro, 2013 20:03

    “A empatia na sala de aula não é entre aluno e professor. Não quero que os alunos gostem de mim. Quero que gostem da História que ensino. Não preciso de gostar deles. Basta ter paixão por aquilo que ensino.”

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    • ora permalink
      14 Outubro, 2013 20:21

      ou seja um professor que quer que adoptem as suas paixões ou o seu métier à forza italia ou ao estylo da pé da gougia do état nouveau

      empatia? eu tenho a faca e o queijo na mão quero lá saber se gostam de mim ou me detestam

      é a apologia salazarista …..não precisam de gostar do ditador

      só acreditar no que ele dita

      és dois génios pá…..

      e ambos dentro da lâmpada….num te trates nã….

      Quoi qu’il en soit, trill le monument que l’Angleterre doit à Shakespeare, goste ou não dele Shakespeare ne l’a point.

      La France, disons-le, n’est pas, dans des cas pareils, beaucoup plus rapide. Une autre gloire, bien différente de Shakespeare, mais non moins grande, Jeanne d’Arc ou seja comparar uma maluca que ouve vozes com um maluco que escreve coisas….uma homicida com um actor , attend, elle aussi, et depuis plus longtemps encore, un monument national, un monument digne d’elle.

      Cette terre qui a été la Gaule, et où ont régné les Vellédas, a, catholiquement et historiquement, pour patronnes deux figures augustes, Marie et Jeanne. L’une, sainte, est la Vierge ; l’autre, héroïque, est la Pucelle. Louis XIII a donné la France à l’une ; l’autre a donné la France à la France. Le monument de la seconde ne doit pas être moins haut que le monument de la première. Il faut à Jeanne d’Arc un trophée grand comme Notre-Dame. Quand l’aura-t-elle ?

      L’Angleterre a fait faillite à Shakespeare, mais la France a fait banqueroute à Jeanne d’Arc.

      Ces ingratitudes veulent être sévèrement dénoncées. Sans doute les aristocraties dirigeantes, qui mettent la nuit sur les yeux des masses, sont les premières coupables, mais, en somme, la conscience existe pour un peuple comme pour un individu, l’ignorance n’est qu’une circonstance atténuante, et quand ces dénis de justice durent des siècles, ils restent la faute des gouvernements, mais deviennent la faute des nations. Sachons, dans l’occasion, dire leur fait aux peuples. France et Angleterre, vous avez tort.

      Flatter les peuples serait pire que flatter les rois. L’un est bas, l’autre serait lâche.

      Allons plus loin, et puisque cette pensée s’est présentée à nous, généralisons-la utilement, dussions-nous sortir un moment de notre sujet. Non, les peuples n’ont pas le droit de rejeter indéfiniment la faute sur les gouvernements. L’acceptation de l’oppression par l’opprimé finit par être complicité ; la couardise est un consentement toutes les fois que la durée d’une chose mauvaise qui pèse sur un peuple et que ce peuple empêcherait s’il voulait dépasse la quantité possible de patience d’un honnête homme ; il y a solidarité appréciable et honte partagée entre le gouvernement qui fait le mal et le peuple qui le laisse faire. Souffrir est vénérable, subir est méprisable. Passons.

      Coïncidence à noter, le négateur de Shakespeare, Voltaire, est aussi l’insulteur de Jeanne d’Arc. Mais qu’est-ce donc que Voltaire ? Voltaire, disons-le avec joie et avec tristesse, c’est l’esprit français. Entendons-nous, c’est l’esprit français jusqu’à la Révolution exclusivement. A partir de la Révolution, la France grandissant, l’esprit français grandit, et tend à devenir l’esprit européen. Il est moins local et plus fraternel, moins gaulois et plus humain. Il représente de plus en plus Paris, la ville cœur du monde. Quant à Voltaire, il demeure ce qu’il est, l’homme de l’avenir, mais l’homme du passé ; il est une de ces gloires qui font dire au penseur oui et non ; il a contre lui ses deux sarcasmes, Jeanne d’Arc et Shakespeare. Il est puni par où il a raillé.

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