tudo normal
O que incomoda no comportamento de Rui Machete na «questão angolana» não é qualquer eventual trapalhada diplomática que as suas declarações sobre a investigação criminal portuguesa de altos dirigentes angolanos possam ter criado, com eventual prejuízo dos interesses portugueses naquele país. Pelo contrário, o «pedido de desculpas» do MNE português às autoridades angolanas foi, por estas, visto com muito bons olhos, e até mereceu rasgados elogios do órgão oficial do regime – o Jornal de Angola – coisa que não se deseja ao pior inimigo político. O que foi manifestamente desagradável na atitude de Machete foi o modo prestimoso com que um representante do governo de Portugal se dispôs a rebaixar-se, a si e ao país que representa, a poderes cuja legitimidade e idoneidade são mais do que duvidosas, pedindo desculpas como um mendigo, perante quem está longe de as merecer. Certamente que Machete sentiu o peso da importância dos interesses portugueses em Angola e deste país no nosso. Só isso justifica o que fez e a precipitação com que o fez. Ainda assim, nada de particularmente anormal nem no estado em que o nosso país se encontra, de mão estendida ao estrangeiro a pedir o sustento do dia-a-dia, menos ainda no histórico de relações de subserviência dos poderes públicos portugueses perante o estado angolano. Tudo normal, portanto, e o achaque recente de Zedu há-de acabar por lhe passar.

Apesar de a subserviência não ser só em relação ao Estado angolano, este post está muito bom.
Penso há muito que o rui a., além de ser dos “liberais” mais lúcidos, é também o mais “recuperável”. 😉
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“Liberais”, com aspas, disse muito bem!
Essa do “recuperável” é que não entendi.
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“Recuperável” para o centro-esquerda. É uma brincadeira… concretizável. 🙂
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Caro Fincapé, mas vc. é que anda enganado com a social-democracia. De resto, muito obrigado. Abç.,
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Caro rui a., como sabe nunca há só um teimoso. 🙂
Abrç.
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E este achaque do Rui A também há-de acabar por lhe passar.
De resto, a defesa dos interesses portugueses em Angola foi feita em 1974/1975 com a “exemplar” descolonização… Depois disso tudo pode acontecer.
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Já a colonização, foi um louvar a Deus….Balha-me Nossa Senhora de Roma !
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Que é que percebes disso. ó patego?
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Insulto = a resposta das alimárias .
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Vocelências, esteve muito bem, faltou-lhe dizer – “Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução.”
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O sr P.R. não aprendeu a lição.Andou com o governo do sr Sócrates ao colo nº 1º mandato(cooperação estratégica) e no 2º mandato levou uma borrada .Agora anda com o governo do sr Passos ao colo e leva borradas todas as semanas.Vá sr Presidente mude-lhe a faldra!Eu previa um ultimato dos credores mas, a coisa vai ser mais grave ,vão ser humilhações todas as semanas.
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O que incomoda no rui machete, que uns dizem mahéte e outros, machête, é já a mesma cara, como de tipo mau, cigano, feio, dado ao torto, que onde quer que esteja e vá, mais certo é ir-te à carteira e lixar-te, e só de olhares para ele, lá faça terjeitos, a cara, or diga, não é de um aborto ?!
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Sr. rui muitos parabéns pela sua retratação, em relação ao post anterior.
Mas não chega, não deixa de se ver que é empregado dos cleptocratas.
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Por que é que o PPortas-o-patriota não lança novo e virulento grito de guerra “para Angola em Força !” ?
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e bastava um submarino na costa a nOrte, outro ao meIo e terceiro ao suL .
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Machete apaziguou, quem diz o contrário mente. Isto por cá está cheio de galitos que falam, falam e não dizem nada. Ou melhor, envenenaram as relações com Angola. Foi cá que se manifestaram passados 2 meses. Agora Machete é que é o responsável pelo excesso de linguagem dos galitos independentes *à custa do dinheir alheio.
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…e Maria Ferreira já sabia, aquando das declarações de RMachete, que “as coisas não estavam bem”, ou seja, Angola VS Portugal…
Mais : RMachete “apaziguou” sobretudo os angolanos por causa de “má fé” da polícia de investigação sobre dinheiros angolanos colocados em Portugal. Logo, as flores de estufa a começar na Isabelinha e a acabar no Chicote (mas há mais), não podem ser tocadas…
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Pelos vistos, o Machete rebaixar-se não foi suficiente.
Provavelmente um acto hipócrita de subserviência, que não impede Eduardo dos Santos de afirmar: “…com Portugal, as coisas não estão bem.”
Haverá algo mais profundo, muito provavelmente com resquícios de paternalismo colonialista, do lado luso.
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O ministro manchete pôs o pé na argola, não tem condição para
continuar na função aliás, nunca devia ter aceite ir para o des-go-
verno, experiência corporativa vale zero na Diplomacia!
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Vocelência acertou na muge…quanto mais se põe de cocoras mais se mostra as calças rotas, digo eu
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Também há outra hipótese : JESantos-o-vingador avisa o PM tuga PPortas-o-patriota : “As coisas vão estar pior se tocarem no chicote e na Isabelinha ! Vou invadir Portugal !”
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Isto aqui só fica são
Quando esta canalhada
(Que não haja tlusão)
Fôr toda denunciada.
Fóra com os Piscoisecos ______ contra FACTOS
De anónimos travestidos
Mas no fundo badamecos
Parasitas dos Partidos
Vamos varrê-los de vez
Para respirar ar puro
Fartos de tal malvadez
Vamos lixar o Seguro.
Nas urnas está bem de ver
Que é o lugar devido
Casos a fazer doer
Não nos é consentido.
A Guerra nunca haverá
D´umas hárpias malgrado
Pois o PREC fresco está
Nas memórias plasmado.
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Alguém pode colocar no Blas o hino colonialista-salazarento “Angola ! Angola!” para os neoliberais começarem a entoá-lo sob a batuta do PM PPortas-o-patriota ?
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Já que pedes, toma lá:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=thHk3RnNA9M
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Piscoiso HIPERLIGAÇÃO PERMANENTE
15 Outubro, 2013 16:45
Pelos vistos, o Machete rebaixar-se não foi suficiente.
Provavelmente um acto hipócrita de subserviência, que não impede Eduardo dos Santos de afirmar: “…com Portugal, as coisas não estão bem.”
Haverá algo mais profundo, muito provavelmente com resquícios de paternalismo colonialista, do lado luso.
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Paternalismo ??? _______________
Ora a desgraça: o Edu estar zangado porque um dos
do sua privação é arguido . . .
O que temos de ensiná-lo é de que a lei está muito acima
qualquer dos sobados . . . Não acontece lá? Não temos nada com isso . . .
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