De graça é muito caro
Ouvi, na TSF, que grávidas faltam a consultas por falta de dinheiro. Isto levanta algumas questões, por exemplo, como se determina o motivo pelo qual faltaram à consulta se não estiveram na dita para explicar a sua ausência? Ou ainda, por exemplo, de que adianta isentar de taxas moderadoras todas as grávidas – ricas ou pobres, remediadas ou miseráveis – se as que podem efectivamente beneficiar continuam a faltar por “dificuldades económicas”? Ou ainda, por exemplo, quando a criança nascer, como assegurarão o seguimento médico desta? Ou ainda, quando a criança crescer e aparecer invariavelmente numa turma da escola pública, como assegurar que os filhos dos outros, com acesso a livros e experiências culturais não hiper-subsidiadas, não acabam nivelados pelas “dificuldades económicas” crónicas da gratuitidade do sistema, a tal gratuitidade que mesmo assim “não se aguenta”, a tal que é sempre insuficiente?

Olhe, eu tenho um bilhete gratuito para um jogo do mundial de futebol e não irei por falta de dinheiro.
Atravessar o Atlântico não faz parte do bilhete.
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As grávidas precisam de uma TAP de proximidade. Um aeroporto em cada cidade, para poderem ir ao centro de saúde.
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Podem ir de bicicleta se forem a favor do aborto.
Se for em Lisboa até têm a reparação à borla.
Da bicicleta.
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És mesmo azarado!
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Não têm dinheiro para pagar o transporte até à consulta grátis!
E estão a pensar criar a criança como?
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Fico sem saber se o Churchill está a defender o aborto, a defender o “não” ao sexo, a defender a previsibilidade absoluta de uma relação sexual mesmo protegida ou outra coisa qualquer. Mas que a sociedade está muito doente e não tem médicos disponíveis, lá isso está.
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Fincapé, não sabe nem precisa de saber.
O que está aqui em questão não são os meus filhos que esses eu sustento, mas os que não fiz e não faço nenhuma questão de ser obrigado a sustentar.
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A sociedade organizada não tem de lhe perguntar, a si especificamente, se concorda ou não com as medidas pontualmente aprovadas por órgãos representativos.
Se a sociedade que defende for a que eu penso, não sei se poderia ou não tomar devidamente conta dos seus filhos. É também com a ajuda dos impostos dos outros, e dos meus, que os seus filhos, e você, têm segurança e proteção social.
Não sei, nem quero saber se se acha imortal, à prova de doença, ou já com fortuna suficiente. Mas posso pensar que os filhos que não são meus necessitam todos, por igual, de proteção.
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Finca
Se a sociedade representativa serve para isso porque razão temos todos os dias meia dúzia de comunistas a “exigir” este mundo e o outro.
Agora na tal sociedade que pensa que eu defendo, haverá impostos para pagar serviços públicos, mas não há parasitas.
A parte da imortalidade não percebi, mas é seguramente um problema meu!
Para os filhos cujos progenitores são inimputaveis (e foi daí que começou o post!), devemos procurar a proteção para estes (que deve ser longe dos inconscientes que os conceberam) para que tenham forma de fugir ao futuro trágico habitual.
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Eu não disse que não deveria haver oposição. O que disse é que os políticos não têm de perguntar a cada português como é que quer viver. Esta questão envolve o conceito de sociedade que muitos liberais não entendem lá muito bem.
Mas concordo consigo. Também não aprecio o parasitismo. Por isso, estou sempre contra o parasitismo capitalista que execra o Estado se ele atenuar as diferenças que a sorte e o azar trazem a cada um, mas socorrem-se do Estado à grande e à francesa quando se veem aflitos. Tenho mesmo saudades do capitalismo empreendedor que metia as mãos ao trabalho.
A parte da imortalidade, não tem só a ver com imortalidade. Foi uma figura de retórica para lembrar que, não só pela morte, mas por outro qualquer azar, qualquer cidadão pode ficar, de um momento para o outro, incapaz de criar ou apoiar os filhos. Eu conheço casos. E conheço quem apoia filhos desses. E realmente quem tem de pagar é a sociedade. A não ser que o meu caro tenha uma proposta melhor.
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Estas supostas grávidas eram daquelas consultas falsas marcadas no centro de saúde da reportagem TVI, para alegar que o SNS estava cheio, e depois encaminhá-las para a clínica privada em frente, onde as dificuldades económicas já não são problema.
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Claro que o vitorcunha sabe as respostas às perguntas que faz, mas entremos na “brincadeira”:
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Talvez faltem, porque, entre outros motivos, têm medo de pedir dispensa no trabalho. Situação que está na linha daquelas pessoas que dispensam o tempo que a lei lhes permite ter de dispensa por maternidade, ou daquela instituição bancária que optava por funcionários machos porque… não engravidavam.
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Por sua vez, já todos sabemos que não basta haver apoios do estado (o que é muito diferente de haver Estado Social), para que as dificuldades dos cidadãos deixem de se fazer sentir. MAS, a solução não é agravar essas dificuldades com o modelo que o vitorcunha defende.
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O “trinta e três” continua a ser um tipo com imaginação, o tipo que vê para “além de”.
Devem ser infelizes estas pessoas, que vêem mais do que as outras, daquelas que não são da sua cor, nem da sua família. Digo eu.
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Ver mais do que as outras? Nada disso. É verdade que não preciso de óculos para ler…
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Ó picoiso, não sei o que ia fazer ao Mundial, você gosta é de tomar o cházinho da tia Arroteia frente ao computador para escrever umas larachas. Já teve mais graça.
Agora a gratuitidade é que é bom.
Essas grávidas provavelmente beneficiaram das leis avançadas do aborto e já não precisam de ir ao Centro de Saúde. Que se lixe a demografia, não é coisa que se coma.
Felicitem-se pelos avanços civilizacionais proporcionados pelos berloques.
Eles não param sempre presentes na tv enquanto não ficarem sózinhos. A tia Arroteia até diz para o picoiso: “Ó filho, quem são aqueles emplastros?”. “Eles não têm mais que fazer?”.
Com uma tia assim aprende-se muita coisa, se se estiver atento.
Vá lá que a catarina está mais anafadinha e o semedo está mais gordito. Ao menos isso.
Agora a sério, eu gosto muito da gratuitidade, quem me fizer umas borlas recebe sempre o meu voto. Limpinho, limpinho.
Só tenho pena que ELE tenha ido para Paris, com ELE a malta vivia benzinho, agora é uma desgraça. Até me tiraram o subsídio.
Faz-me diferença?
Pois claro agora vou ao café mas não tomo bagaço nem café por esta ordem. Tá mau.
Peço um palito e um copo de água, a menina Kátia pergunta solicita:
“Sr. Javitudo, vai qualquer coisinha?”.
Eu respondo, “Não menina, já foi”!
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E por isso a solução seria repercutir o custo da Saúde no utilizador, a 50€ a consulta é que era. Isso e reduzir ainda mais o SMN, a protecção legal na maternidade, bem como prestações sociais não contributivas…
E depois ainda podiamos sortear consultas por quem pede facturas…
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Marreca, não se enganou na proposta? Falou em “pagar”, quando, com toda a certeza, queria dizer “receber”, assim: por cada consulta médica gratuita, as mulheres grávidas deveriam receber 50 € de subsídio, uma prestação social não contributivo, daquelas que o Marreca tanto gosta.
Sendo assim, corrija o seu comentário, pf..
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Não, não! Estava em modo cínico-liberal que o tiro ao alvo tanto aprecia!
50€ por consulta, quem puder paga, quem não puder amanhe-se! Arrumava-se de vez com as filosóficas interrogações do vitor cunha!
Assim a modos que, como no tempo radioso da outra senhora! Isso sim eram belos tempos, sem estado, nem problemas económicos para consultas gratuitas. Alguns, os abençoados por Deus, ainda tinham as clinicas da CUF, os infantários da Cuf e mais o raio que os parta. Os outros tinham o que tinham, mas eram honrados, pobres e miseraveis, como se quer… se se aplicassem muito ainda poderiam almejar a arranjar um trabalho na maravilhosa “empresa” e acederiam a um novo mundo…
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Ó Zeca, essas senhoras não têm guita, não podem pagar 50 Euros de modo algum.
As que têm esse dinheiro vão há muito ao privado, nem passam pelos centros de saúde. Julga que elas são parvas?
Só para marcar consulta demoravam tanto que até lá já tinha nascido o bebé!
O zeca, ao longo dos 35 anos do reinado do mesquita ficou desorientado.
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O pobre do homem poderia ter escolhido um hospital privado e aí é que está o mal :http://bandalargablogue.blogs.sapo.pt/682323.html
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Resta-nos o consolo de saber que essas infelizes que faltam às consultas gratuitas do obstétra ou do ginecologista nos centros de saude, porque não têm dinheiro para o transporte, não são funcionárias publicas.
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Não, as funcionárias públicas são riquíssimas e a ADSE paga tudo a 100% caro Alexandre, aliás, mais valia não terem filhos não fossem transformar-se em funcionários públicos, esses canalhas…
Nota: É tão triste perceber que há pessoas tão desinformadas e fundamentalistas…mas vendo bem, normalmente é daí que vem o fundamentalismo, será o caso.
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Qual desinformação? saber que os funcionários publicos mantêm as suas prebendas intactas, enquanto os da privada vão para o desemprego, e vêm os seus rendimentos drásticamente reduzidos?
Sou desinformado e fundamentalista, diz o sr Fil. Então informe-me lá, para me desfundamentalizar.
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O Silveira não quer ser informado. Se quisesse, já tinha lido comentários anteriores, em debates anteriores, em que lhe disseram que esse mundo côr-de-rosa que desenha para os funcionários públicos não é verdadeiro.
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Se pensa que eu penso que o mundo dos funcionários públicos é cor-de-rosa, então o desinformado é o sr trinta e três. Tudo é relativo meu caro, e como se costuma dizer, em terra de cegos quem tem um olho é rei.
A minha desinformação é o facto de eu não conseguir descobrir a constitucional ecuidade e igualdade entre os funcionários públicos que têm em média melhores salários e emprego para a vida, e os outros que têm o possivel desemprego por horizonte, apesar de em média serem mais mal pagos.
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“… equidade…”, Alexandre.
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Silveira:
Experimente esta: qual é a empresa (privada) que pode deixar de cumprir o contratado com os seus colaboradores? Tente agora o patrão-Estado. Aliás, parece-me deveras curioso que, aqueles que por aqui se armam em liberais, calem esta diferença de direitos e deveres. Sobre as tabelas salariais, o que diz só é verdade se comparar coisas diferentes. Posso, até, dizer-lhe que, em sectores em que as habilitações científicas do colaborador são fundamentais, os problemas das empresas não resultam do que o Estado paga, mas antes do que empresas estrangeiras pagam. É outro mundo…
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Trinta e três você está a querer atirar areia para os olhos de quem? escusa de estar com elucubrações e tentativas de ilusionismo, porque todos sabemos que os funcionários publicos têm emprego e carreira asseguradas para a vida, e os da privada não. Além disso em média os funcionários publicos têm melhores salários e melhores reformas.
Dos 800 mil desempregados em Portugal quantos vieram do funcionalismo público?
É outro mundo? pois é: é o mundo dos que estão no bem-bom, e o mundo dos que vivem com o desconhecido como horizonte.
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“Além disso em média os funcionários publicos têm melhores salários e melhores reformas.”
Silveira, engenheiro com 15 anos de carreira é mais bem pago no público que no privado? Um médico? Mesmo um varredor em comparação com outros empregos similares?
“Dos 800 mil desempregados em Portugal quantos vieram do funcionalismo público?”
Professores não contam? Tipos que foram contrataos para bibliotecas, secretarias, universidades a recibo verde não contam?
Se não contarem, tudo bem… se contarem serão mais de 100 mil…
Tem que começar a refazer os argumentos para enquadrar a realidade, e não refazer a realidade para encaixar nos argumentos…
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Tendo em consideração as regras do mercado liberal de emprego a a liberdade individual, em que os melhores conseguem os melhores empregos, o que terá acontecido para que o Alexandre não tenha conseguido o melhor emprego?
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Oh Silveira
Quando for à net para comentar nos blogs aproveite e leia as notícias, pode ser que aprenda qualquer coisa.
Os funcionários públicos mantêm o quê?
Você é parvo ou tem estado na Lua?
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Fincapé 16:35 O emprego que tive toda a vida, foi arranjado por mim, e pago por mim. E também me entretive a arranjar e a pagar empregos para muita gente. Foi um emprego com altos e baixos, a trabalhar 14 e mais horas por dia, muitas vezes sem fins-de-semana, e pelo menos 15 anos sem férias no verão. Como vê, há lá emprego melhor do que o que eu tive durante quase 40 anos.
Churchill 16:46 Você que lê as noticias, pelos vistos tem aprendido muito. Pelo menos a ser malcriado.
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Alexandre, acho que entendeu mal. Não lhe estou a retirar qualquer mérito. Penso, aliás, que terá os mesmos méritos daqueles que fizeram a opção de ir trabalhar para a função pública, concorreram e entraram.
A minha questão era outra. Sendo o Alexandre uma pessoa com mérito comprovado, como me explicou agora, e eu acredito sem qualquer pejo, porque não escolheu o que diz ser melhor, ou seja, ser funcionário público?Acho um pouco estranho dizer que é muito bom e não ter tido essa opção. Claro que não tenho nada a ver com a sua vida. Mas como reflete muito sobre a dos funcionários públicos lembrei-me de lhe colocar a questão.
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Fincapé, ser funcionário público nunca esteve nos meus horizontes, por várias razões. Mas sempre lhe digo que uma actividade tipo 9às5 nunca me interessou. Eu falo dos funcionários publicos porque vivo numa cidade de provincia, onde determinados factos, são, digamos, mais evidentes.
Tenho amigos e conhecidos que trabalham ou trabalharam no estado, e sei muito bem como é que determinadas coisas se passavam e continuam a passar. Mas não tenho nada contar as “pessoas funcionários públicos”, porque cada um procura o melhor para si. Sou é contra o sistema que permitiu que as coisas se tenham passado deste modo. E se quer que lhe diga, os principais culpados são os partidos politicos, onde não há inocentes, que trataram e tratam o estado como se fosse uma quinta deles.
Quanto ao resto, é um gosto comentar qualquer questão que tenha a amabilidade de me colocar.
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Ok. Dito assim, até eu posso concordar. Embora seja o setor privado a perturbar e a prejudicar mais a minha vida. Muito mais. E todos os dias, em dinheiro e quebra de compromissos.
Quanto à amabilidade, faz parte da minha natureza, embora às vezes possa não parecer.
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Silveira
Trabalhou 15 horas por dia, sem fins de semana nem férias, durante 15 anos?
Pois seguramente que o seu entendimento para trabalhar é diferente do meu, de muitos funcionários públicos e de muitos privados.
Nem na escravatura.
Mas foi pena não ter vivido, podia ter aprendido mais.
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Vivido o quê, Churchill? depende do que você entende por viver; pela parte que me toca, antes de ir prá tropa já tinha estado em mais de vinte países em três continentes. Embora eu acredite que se aprende até morrer, pessoas como o sr Churchill não têm nada para me ensinar.
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A crise criada pela esquerda, em tempo de governo de uma esquerda mais à direita, serve para tudo:
– Mais pessoas a pé mais atropelamentos –> Crise má (andar a pé não faz bem em tempo de crise)
– Menos carros –> Menos imposto—> Crise má (o ambiente é esquecido)
– Menos dinheiro para ir ao restaurante –> Marmita –>Marmita má –> Crise má (comida caseira má)
– Não se vai ao restaurante –> Crise má —> Menos impostos (devia-se ir ao restaurante)
– Vai-se ao restaurante –> Comida má –> Devia-se comer o que se cozinha em casa (comida caseira é que é boa)
– Supermercados não vendem produtos processados–> Péssimo –> Crise má (menos impostos é péssimo e a saúde que se lixe)
… e muitas mais. Cada dia é mais um disparate
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Há quem faça comparações entre a crise e o holocausto. Mesmo para quem gosta da hipérbole, parece ser o jogar do ás de trunfo logo na primeira cartada.
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Gaita, já nem as grávidas escapam!? Passa pela cabeça de alguém que as irmãs das tias da linha faltem a consultas de gravidez e não façam uma ecografia dia sim dia não?
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As irmãs mais novas das tias ganharam juízo. Viram como elas ficaram sem tempo para fazer nada, gordas, algumas disformes, que horror! “Ai que diferente que está a tia Luisinha!”. Isto não tem nada que ver com as tias do picoiso que são senhoras sérias, dotadas de infinita paciência.
Nada de filhotes, o que está a dar é o sniff, pelo menos ao fim de semana, quando os maridos viajam e os amantes estão mais livres.
Ora vamos lá ver, o Cais do Sodré é o inicio da linha se não me engano, há muito que não vou à capital do império da porcalhota, para onde vão os nossos magros cobres.
“O estudo realizado por uma equipa da Faculdade de Farmácia de Lisboa e coordenado pelo especialista em toxicologia forense Álvaro Lopes, foi feito com base em colheitas à entrada na Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Alcântara, em Lisboa, durante quatro semanas, entre Outubro e Novembro.
A análise fina aos dejectos detectou 252 gramas de cocaína pura, em 24 horas, num local onde terão passado 280 mil pessoas. Segundo o estudo, terão sido consumidas 7.490 doses de 100 miligramas de cocaína impura, o que dará, em média, 0,1 gramas por 50 pessoas. Para Álvaro Lopes os resultados são significativos, mas deve ter-se atenção às características da amostra que foi realizada na zona de maior diversão nocturna da capital, sendo que a ETAR recebe os resíduos expelidos pelos bares do Bairro Alto, Santos, Cais de Sodré e Docas.
O investigador alerta também para o facto de o valor poder pecar por defeito, uma vez que a recolha foi feita às terças e quintas-feiras. “Ao fim-de-semana estas quantidades disparariam”, diz ao Jornal de Notícias.
Com este estudo, Portugal estreia-se no ranking de consumo drogas da União Europeia, situando-se a meio da tabela. “Milão, Santiago de Compostela, Paris e Bruxelas apresentam níveis superiores. Abaixo estão Helsínquia, Oslo e Estocolmo”, acrescenta o coordenador do estudo”.
Também não podemos ser os melhores em tudo!
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Para as consultas pre-aborto ja’ ha’ dinheiro?
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Não sei. Diga-me vocemercê!
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Fora do link: estive agora a ler no DE online as patéticas (de pateta) declarações de Manuel Alegre sobre a conferência em defesa da Constituição que a “brigada do reumático” socialista e apêndices vão hoje realizar na Aula Magna. Diz ele que a dita conferência serve para PRESSIONAR o Presidente da Républica para enviar o OGE para o Palácio do Ratton para a competente fiscalização preventiva. Quer dizer, para a esquerda, em Portugal todos os orgãos de soberania podem ser pressionados, menos o Tribunal Constitucional, que a esquerda anda há dois anos a pressionar. E depois querem ser levados a sério.
Eu também concordo que Cavaco devia fazer isso, mas por razões diferentes. Devia fazê-lo por uma questão de se saber tão rápido quanto possivel, com o que vamos contar no futuro: ou não temos orçamento e em Janeiro pedimos um 2º resgate, ou no próximo verão conseguimos ir aos mercados apenas por nossa conta e risco. Porque é disso que se trata, e o resto é apenas a conversa fiada do costume.
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Alexandre, se favor, lembre o Vítor para acrescentar aos nomes das vítimas de insultos na internet o Manuel Alegre, o Mário Soares, o AJ Seguro, o Jerónimo de Sousa, o Francisco Louçã… Como não se pode fazer tudo de uma vez, pode começar pelo Manuel Alegre. 😉
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Não é preciso começar com insultos a esse rol de escumalha que refere pois eles próprios já tomaram a iniciativa de insultar tudo e todos, acrescentando até ameaças de morte…….por muito menos morreu D. Carlos.ahahahah
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Apreciei o riso final. Quanto ao resto, eu referia-me a incluí-los numa lista das vítimas da internet, Tiradentes. Agradeço ter confirmado que eles são vítimas da internet ao tratá-los por escumalha.
Eu cá apenas achei a entrevista de JCN aloucada. A entrevista, Tiradentes. 😉
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Só falta a pergunta final: quem nos garante que as grávidas estão mesmo grávidas? Alguém viu os testes? Alguém viu o acto? Será que elas não são virgens? Voces estavam lá a ver, quando ela ficou grávida ? E as outras, todas com a mesma história… esquesito.
Isto é muito sério, pois se calhar algumas querem um médico de familia, mas como não tem, sabe-se lá o que fizeram com os médicos.. Já as consultas privadas algumas a homens, faz perguntar porquê, se não podem engravidar. E a inicitiava da CML, das bibicletas? É para dar transporte a estas mulheres que dizem que estão grávidas ? Esta coincidencia é xtranha. A CML não sabe se elas estão grávidas, e devia ter mais cuidado.
Deviam lhes apalpar as barrigas, antes de lhes darem as trotinetes. Três casos muii xtranhos.
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