Senhor bastonário, pense antes de falar
13 Dezembro, 2013
A ideia da criação de uma taxa para queixas efectuadas sobre médicos é mirabolante. O reeleito bastonário, ao fazer semelhante proposta, equipara a ordem a um sindicato, agindo como se o papel desta fosse o de mediação entre contratante e prestador. A minha sugestão é que pense bem antes de fazer propostas sob risco de alguém começar a questionar a utilidade das ordens profissionais.
13 comentários
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Olhe eu, por acaso, julgava que as Ordens eram apenas um sindicato um bocadinho mais sofisticado ou seja sem bandeiras, sem gritos, com sedes luxuosas e obrigatória filiação.
Estamos sempre a aprender.
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Ainda vamos ter de pagar para ter acesso a um livro de reclamações.
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Os médicos à medida que estão a ser mais “pressionados” e deixaram de usufruir das férias laboratoriais ( genérico não dá) , estão a perder a “tola”.
Daí o absurdo de serem contra as taxas moderadoras e a favor da taxa de queixa!
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compreende-se o bastonário
os medicos são das classes mais protegidas e intocáveis.
por isso, toca a impôr taxas aos queixosos de erros medicos…
para eles continuarem intocáveis
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Ó imberbe criatura, mas és tu capaz de me explicar para que servem as ordens aos profissionais?
São uma espécie de organizações MAFIOSAS em que para se trabalhar tem que se pagar à mafia da ordem.
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Exatamente! Exatamente! (Peço desculpa pela redundância de ideias, mas não é preciso dizer muito mais).
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Entende-se por que foi eleito. É um delegado sindical para os médicos.
E o sonho de qualquer cidadão é ter um Arménio Carlos a lutar pelos seus “direitos”.
Nem que seja à custa dos direitos dos outros.
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Eu não quero arménio nenhum, nem azeri, nem do Nagorno Karabach… Eu trato dos meus interesses. E se fosse médico tinha vergonha deste parolito, sempre em bicos de pás.
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O bom e velho corporativismo dos médicos.
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Do Professor Bambo ninguém se queixa e ele cura todos os males sem precisar de estar na Ordem.
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Sempre achei muito discutíveis e suspeitas as ordens profissionais: não tanto pelo seu princípio (embora a auto-regulação não me pareça ideal, longe disso), mas já que a sua implementação dá origem às mais variadas disfunções (nomeadamente o corporativismo) que se sobrepõe largamente aos ideiais. E duvido que seja o único a pensar assim.
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E vai mais um: ao certo para que servem as ordens profissionais? E já agora as “autótóridades”? e as entidades -sinistro..- reguladoras? e institutos? ainda são os mesmos? e comichões instaladoras e desisntaladoras? coçem-se…
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Que tipo tão pindérico. Os médicos estão com cada vez menos classe… Como todos…
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