O roubo legal e protegido (ou: oxalá não haja vento este ano)
Nas justificações da ERSE para o aumento do preço da energia, nenhuma delas diz respeito a qualquer racionalidade económica. Todas são o resultado de decisões políticas de protecção de interesses de produtores de energia e em prejuízo para os consumidores. O papel da ERSE é a de um organismo público que vela exclusivamente pelo interesse cooperativo em detrimento da verdade de mercado.
Um dos pontos invocados para o aumento do preço é mesmo totalmente falso: «A descida observada na procura global da eletricidade....». Na verdade, «o consumo da eletricidade aumentou 0,2% em 2013, após dois anos consecutivos em queda»…..
Mas o mais caricato e ridículo é o seguinte ponto «justificativo» para o aumento do preço da eletricidade:
«Custos da Produção em Regime Especial (PRE)
A PRE, ao abrigo da legislação específica, inclui para além da produção de energia elétrica a partir de fontes renováveis e resíduos, a produção em processos de cogeração de energias elétrica e térmica e microprodução. A PRE tem beneficiado de um conjunto de incentivos económicos. O peso deste tipo de produção tem vindo a aumentar ao longo do tempo no preço de energia elétrica devido por um lado, ao facto das entregas desta energia elétrica à rede terem aumentado nos últimos anos e, por outro, pelo facto de, em termos médios, o custo de produção da PRE ser superior ao das tecnologias convencionais. Importa referir, pelo seu caráter excecional, o crescimento da produção em regime especial que se observou no primeiro semestre de 2013, particularmente de origem eólica e hídrica, devido a condições meteorológicas favoráveis para estas fontes de energia, o que teve reflexo no sobrecusto da PRE a repercutir no presente cálculo tarifário.»
Traduzindo: 1) a produção de energia de fontes renováveis/residuos/cogeração/microdução «em termos médios» é superior ao das tecnologias convencionais. 2) Apesar disso, esse tipo de produção tem vindo a aumentar nos últimos anos fruto de «incentivos económicos» pagos pelos contribuintes e consumidores. 3) a produção de origem eólica e hídrica no primeiro semestre de 2013 foi excepcional devido às condições meterológicas, pelo que sendo altamente subsidadas, quanto mais se produziu mais aumentaram os custos dos subsídios a pagar pelos consumidores.
Ou seja, verifica-se o escandaloso caso em que se utilizam tecnologias de produção economicamente ineficientes que apenas existem por serem subsidiadas pelos contribuintes, a que se acrescenta que quanto mais produzem, mais caro fica ao consumidor, o que evidencia bem toda a irracionalidade e imoralidade do esquema vigente.
O esquema é legal, existe em beneficio de uma pequena casta de parasitas que dispõem de um organismo estatal que assegura as suas rendas. À custa dos consumidores/contribuintes. Como sempre.

chamar parasitas a quem alimenta as campanhas eleitorais de todos os partidos inclusive os dos animais….parece mal
além disso arriscas-te a nã arranjar um lugarzinho nas concelhias…
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O tal organismo estatal também não se trata mal a si próprio – alberga-se numa vivenda do Restelo à vista do rio, tem uns popós de serviço e uns vencimentos catitas, está fora destas coisas de austeridades, etc, etc.
Estou certo de que merecem bem, e todos os cidadãos lhes devem estar obrigados pelo belíssimo serviço que nos prestam.
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Só tenho três questões sobre este tema:
1.º Se as tecnologias de produção são economicamente ineficientes, por que razão é que produziram mais com o mesmo investimento? Supostamente produziriam sempre pouco.
2.º Se as tecnologias de produção são economicamente ineficientes, por que razão é que as empresas querem atuar em Portugal? Sim, há os subsídios… Não teria sido mais fácil não se privatizar o setor da energia e o Estado ter apenas de suportar os custos da tecnologia (em vez de subsidiar também os lucros das empresas).
3.º Se há mais energia produzida com os mesmos custos, o custo médio não tem obrigatoriamente de baixar? Sempre pensei que havia uma relação inversamente proporcional (ou quando se trata de aumentar os lucros das empresas privadas que asseguram fundos partidários a matemática já não interessa?).
Não estado relacionado com o tema do post, há umas incorreções ortográficas que saltam à vista: economicamente é um advérbio de modo terminado em -mente, pelo que não leva qualquer acento; não é dispoêm, mas dispõem. Há outros erros, mas menos importantes.
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1º«por que razão é que produziram mais com o mesmo investimento? »
Houve muito vento e chuva no 1º trimestre….
2º«por que razão é que as empresas querem atuar em Portugal? Sim, há os subsídios…»
Exacto.
3º«o custo médio não tem obrigatoriamente de baixar?»
Obviamente, Mas é o ponto do meu artigo: com os subsídios, custos medios sobem exponencialmente, irracionalmente: mais produção logo mais subsidios, logo mais prejuizo para consumidor.
Oxalá em 2104 não haja muito vento, não chova muito e esteja nublado…
(correcções ortográficas feitas, thanks)
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ispilica lá quanto é que custa o pessoal das 3 direcções gerais mas regionais da deseducação
em 2012 os gastos com pessoal orçavam 23 milhões e em 2002 só custavam 16…..
um deles era um tipo que é agora consultor do grupo GPs a quem mim escreveu umas reclamações nos tempos em que o pobre homem ganhava 4500 euros brutus só por ser um bruto,,,,,,
esse era do PSD
os do PS e do PCP também faziam a mesma merda….
750 trabalhadores dos quais 250 são cargos de chefia……..
é que reestruturação fixeram ….com x nã confundire coom fizerão
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resumindo: roubos legais e ilegais há muitos
lá porque há uns a ganhar uns troikos com a cu-geração e as mini-hídricas
e os painéis solares que vendem energia à rede que nã a con some….
reciclem o lixo que têm biomassa bué enterrada para queimar
só em jornaes belhos temos 600 kilotones nos aterros do deserto
em revistas da hola e da olá deve avere o dobero
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André, fazes bem em andar por aqui a chamar a atenção dos erros de ortografia que a malta dá. A meu ver, é uma tarefa muito útil – não absolutamente necessária, mas útil.
Por outro lado, nunca devias comentar assuntos de economia, matéria que não dominas minimamente – sem acento, como muito bem escreveste.
O que poderias fazer, quando acabares de te preparares em letras (que não em “letras de câmbio”), era tirar um curso onde essas matérias são ensinadas – gestão, economia, matemática ou outro qualquer curso desta natureza. E, então sim, se fizeres como te digo, podes meter a tua colherada nestas discussões, sem corres o risco de dizer grandes asneiras.
E nunca te esqueças, como diz o povo, de que quem te avisa, teu amigo é…
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O único ponto em que escrevi sobre economia é precisamente aquele que o autor do post também apresenta (o ponto três, sobre a irracionalidade do aumento dos preços). Tenha cuidado porque nesse caso a sua crítica estende-se obrigatoriamente ao autor do post (que admitidamente percebe mais de economia do que eu e muito provavelmente que o Tiro ao Alvo).
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A zanga de Gabriel Silva com o preço da eletricidade até faz sentido, mas a sua zanga com os 57% de energia produzida por fontes alternativas é a modos que… esquisita.
“…verifica-se o escandaloso caso em que se utilizam tecnologias de produção economicamente ineficientes que apenas existem por serem subsidiadas pelos contribuintes…”
Então, importamos menos combustíveis fósseis, importamos menos energia elétrica ao estrangeiro, produzimos essa energia limpa, mas isso é mau porque o Estado negociou mal com as produtoras?
Não haja dúvida que o lóbi fóssil tem muita força. E até consegue ser também subsidiado sem que ninguém se importe com isso, muito menos o nosso liberalismo. 😉
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ao que tudo indica a chamada “energia limpa” tem uma relação com os aumentos do preço das energias.A questão é essa.
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« importamos menos combustíveis fósseis, importamos menos energia elétrica ao estrangeiro, produzimos essa energia limpa»: tudo isso é feito apenas e só à custa de muitos milhares de milhões de euros pagos pelos consumidores/contribuintes.
Tais finalidades politicas pagam-se muito caro, são mesmo um luxo que não julgo conveniente nem justificavel.
Subsidios ás energias fosseis? Ouço falar disso, mas em Portugal não conheço nenhum.
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Segundo o esclarecimento recebido pelos consumidores, e estou a consultar o meu, o preço a pagar tem três componentes: Energia (custo de produção e de comercialização ao preço de mercado), 43%; Redes, 26%; CIEG (Custos de Interesse Económico Geral), 31%.
É nesta última que estão integrados os sobrecustos que se dividem entre: rendas aos municípios (21%); sobrecusto da produção em regime especial (SPRE) (energias renováveis), 9%; SPRE (energias não renováveis), 11%; sobrecusto da produção em regime ordinário, 40%; rendas aos municípios, 21%; sobrecusto das regiões autónomas, 13%.
Não fui pesquisar se está incluído o custo do CO2 nas não-renováveis.
Penso que os subsídios às não-renováveis têm por base a chamada “garantia de potência”, mas não sei se é só isso. Ou seja, como as renováveis dependem das condições atmosféricas, ou outras, podem não garantir a potência adequada ao consumo. Assim, mesmo paradas beneficiam de subsídios. Não veria mal nisso, se o negócio fosse devidamente feito. As renováveis terão tendência para descer bastante o custo, depois de pagos os investimentos e, no fundo, alguns custos são os normais do progresso.
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HÁ 7 MIL MILHÕES E PICOS DE SERES HUMANOS OU UH MENOS
POUCOS COMEM CARNE CRUA E POUCOS A TÊM AO PÉ DONDE VIVEM
GERALMENTE VIVEM EM INFERNOS URBANOS
ONDE O MILAGRE DE COMER OU FICAR COM FOME
É ENERGETICAMENTE DEPENDENTE
THE SACRED AND THE PROFANE PRO FANUM – THE PURPLE CLOUD AND A PLAGUE OF DEMONS THE RITUALIZATION OF APOCALYPTIC LAST MAN STAND’S CUSTER STYLE BY M.P.SHIEL 1901 AND KEITH LAUMER1971
TIME X – THE BUG-EYED MONSTERS IN THIS VOLUME ARE PURELY IMAGINARY AND ARE NOT TO BE CONFUSED WITH ANY MONSTERS LIVING OR DEAD …..UM MUNDO ONDE POUCOS DEIXAM OS BLOCOS ONDE NASCERAM E SÓ ALGUNS PODEM CONDUZIR CARROS….
KEITH LAUMER – A PLAGUE OF DEMONS 1971
RED INDIA A BLACK MARKET FOR HUMAN ORGANS
FREE ALGERIANS AGAINST OR VERSUS IMPERIAL MOROCCANS
OS E.T’S USAM A TERRA PARA RETIRAR CÉREBROS
LIKE U.S OF A TODAY…
INFILTRAM-SE EM TODOS OS CARGOS POLÍTICOS OU NÃO
CONTROLAM AS U.N E USAM OS HUMANOS COMO GADO
É UMA VISÃO LÚCIDA OU TRANSLÚCIDA DO SÉCULO XXI
MESMO EM TERMOS DE INFLACÇÃO
YMCA – 50 DOLLARS TO SHOWER….
10 CEE ARE 1000 DOLLARS
resumindo deixem de gastar energia e fica tudo fino
mim bai começá jájá….
e as empresas que a poupem
ou a produzam
eficiência energética tá….
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em vez de cremar ou enterrar os seabras
é deixá-los reciclar pelos cães ao estylo norte-coreano
só o que se poupa em importações…
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Realmente, a parte correspondente à garantia de potência (subsídios às centrais com recursos não-renováveis) está incluído na parcela “Sobrecusto da Produção em Regime Ordinário” (centrais térmicas e hídricas) (40% do CIEG – Custos de Interesse Económico Geral).
O “Sobrecusto da Produção em Regime Especial” (essencialmente energias não-renováveis), abrange as centrais de cogeração, normalmente instaladas em empresas.
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. As renováveis terão tendência para descer bastante o custo, depois de pagos os investimentos e, no fundo, alguns custos são os normais do progresso.”
Tem-se visto isto Fincapé…..
Mas entretanto agora, os custos não são para ser pagos pelos consumidores
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Pouco a pouco vamos sentindo na pele as consequências do endeusamento do ambientalismo e da economia verde. Os verdadeiros beneficiados por esta religião andam a fazer passeatas pela Antártida. Mais uma vez bateram de frente com a realidade, que continuarão a negar, pois é preciso que o contribuinte continue a acreditar que está a pagar para salvar o mundo do apocalipse. Até quanto e até quando é que estamos dispostos a pagar por esta farsa?
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snifas muitos gases de escape né?
vais seguir o se abra no IPO quando?
o apocalipse pá? tás marado dos cornos?
mais 5ºC nem mataram os dinossauros pá….
de resto há ossos de sirenídeos nas praias da linha pá
isto já teve mais quente
e mais alagado né….
e tu debaixo de água ou o jorge sampaio são melhorias à espécie pá….
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És PARVO!
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Gabriel,
Mais que roubo, autenticamente pilhagem, como diria Bastiat…
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Negócios do Bando Central da corrupção:
Os promotores da EDP chinesa, Passos & Mexia, fizeram o acordo que fizeram.
a) No acordo, surge a referência a uma empresa a constituir em Portugal, produção equipamentos para o mercado das eólicas, para algumas centenas de trabalhadores.
‘Inteligentemente’ sem especificar valores ou datas…
b) Quando alguém levantou a questão, surgiu a resposta conveniente: a criar quando o mercado blá bla´ blá…
c) Há uma semana DN: EDP Renováveis encomenda 225 geradores: em Espanha, Gamesa.
A bem do mercado (em Portugal).
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Se ler o comentário do luckluchy a seguir percebe porque esses equipamentos são comprados em Espanha; são fabricados com uma forte componente portuguesa: a energia das eólicas que nós exportamos para lá de borla, e que é paga por nós mensalmente no que chamamos a “conta da luz”. Não somos tão inteligentes?
Além disso, pagamos a electricidade mais cara pela mesma razão que pagamos os combustiveis mais caros, e uma série de coisas mais caras do que a generalidade dos paises da Europa: porque estamos aqui no cú da Europa, e não temos acesso a um mercado verdadeiramente concorrencial. Estão todos feitos uns com os outros, vivemos nas mãos de cartéis da energia, das comunicações, e dos bancos.
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Obrigado, pela achega.
Confirmando assim, a ‘inteligência’ dos nossos devoristas.
Talvez a próxima reincarnação do regime, melhore a raça.
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Uma verdadeira política dos monopólios privados… Sim senhor, vamos ao PREC? Estou no gozo, é só que quarenta anos depois do 25 de abril, depois de se ter derrubado a ditadura que suportava grandes companhias monopolistas privadas, como a CUF, agora as cabecinhas de direita apercebem-se que o país (graças às políticas que sempre defenderam, de privatizações das companhias de interesse público, que não podem funcionar de um modo que não seja monopolista) está, a nível empresarial, igual ao que estava no fim da ditadura. Realmente, as voltas que o mundo dá…
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Monti, os geradores foram encomendados à Gamesa espanhola mas vão ser construídos na sua fábrica nos EUA. As ventoinhas são para instalar nos states e lá, as renováveis, também são subsidiadas, logo subsidia-se a Gamesa americana.
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Para quem quiser entender como um Regime Soci@lista acaba a obviamente a fazer soci@lismo para as empresas protegidas pelos media soci@listas.
Energia paga pelos consumidores portugueses exportada a zero euros para Espanha.
http://www.meteopt.com/forum/ciencia-geral-tecnologia-energia/energias-renovaveis-abastecem-o-pais-ha-seis-dias-7071.html
“O mercado é disfuncional, pois parte dos intervenientes do mesmo vendem energia a determinado preço, mas contratualmente recebem outro garantido.
O que se tem passado ultimamente é que como as PRE’s tem prioridade no sistema, andamos a exportar imensa energia mas quase de borla (por vezes excepcionalmente mesmo de borla) e os consumidores portugueses é que tem que suportar o sobrecusto da mesma. Houve muitos dias em que a maior parte da energia podia ser produzida por hídricas, mais barata, mas a prioridade ia para outras como eólicas, muito caras devido às tarifas garantidas.”
http://www.centrodeinformacao.ren.pt/PT/InformacaoExploracao/Paginas/EstatisticaDiariaDiagrama.aspx
http://www.omel.es/files/flash/ResultadosMercado.swf
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É fácil de compreender. O grande amigo do mentiroso, presidente executivo da EDP, António Mexia, recebeu 1,2 milhões de euros em 2012, a que se soma o prémio plurianual relativo ao mandato dos três anos anteriores, num total de 3,1 milhões de euros, segundo a EDP.
No relatório e contas anual da EDP enviado à Comissão do Mercado dos Valores Mobiliários (CMVM), citado pela Lusa, a elétrica dá conta de que a remuneração fixa de António Mexia foi de 714.572 euros em 2012: 99.571 euros até 20 de fevereiro, ocasião em que mudou o conselho de administração, e cerca de 615 mil euros a partir dessa data.
O presidente executivo da empresa recebeu ainda 480 mil euros no ano passado em remuneração variável anual, relativa a prémios em função do desempenho da empresa.
A estes valores somam-se mais 1,9 milhões de euros que Mexia recebeu em 2012, não em remunerações relativas ao ano passado, mas resultantes da atribuição de um prémio plurianual inerente ao mandato de 2009-2011.
De qualquer modo temos que compreender a insatisfação do espertalhão ter apenas o terceiro ordenado a nível europeu. A EDP do Marquês, quase chinesa, não dá para mais.
Eles pensaram, ena que ganda nóia ali no potugalo, els deixam-se roubar à farta sem ganir!
Tudo somado,para os bolsinhos do mexia vaõ 3,1 milhões de euros e vocês queriam o preço da electricidade a baixar! Valha-vos Deus!
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Volta novamente a escrever sobre um tema que desconhece em absoluto…. Parece o imbecil do Pacheco Pereira a falar da RTP …
Gabriel,
O custo de produção da PRE é superior por causa do CaPex necessário ao investimento inicial. Se não houver subsidio (atenção que estamos a falar de medidas políticas da Europa e dos EUA e não do governo português como erradamente escreve), o privado nunca teria avançado com a sua construção. É preciso perceber a origem para entender o problema, que na verdade não é um problema porque só alguém que coma gelados com a testa é que acha que podiamos produzir energia derivada de combustiveis fosseis para a eternidade …. é um custo/mal necessário até que a tecnologia esteja avançada o suficiente para ser competitiva (eólica já está .. EUA agora avançaram com subsidios às solares) …
Não escreva sobre aquilo que desconhece em absoluto. Torna este bom espaço em algo parecido com o Arrastao ou o 5Dias …
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CLAP
CLAP
CLAP
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tendes clamídia no couso?
deixa lá todas as minhocas moles doentes ou não e
todas as larvas são maçonaria em potência
e se a memória não me falha se abriu uma vaga nas hostes de pedreiros livres
se abriu certamente nas concelhias do ps
talvez ou quiçá se abra um empregozinho pra ocê né….
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«Se não houver subsidio (…), o privado nunca teria avançado com a sua construção»
Exacto, comprova-se ineficiencia económica.
«é um custo/mal necessário até que a tecnologia esteja avançada o suficiente para ser competitiva»
Tal custo é absolutamente ineficiente, pois decisão sobre tecnologias não deriva do mercado, mas de decisão politica. Ou seja, impede-se que as melhores tecnologias se desenvolvam.
Mas questão central é porque os consumidores e contribuintes devem ser obrigados a passar o seu rendimento para esses parasitas acabando por terem energia mais cara?
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CLAP CLAP CLAP
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Desculpe lá Gabriel, mas as decisões tecnológicas são políticas e de mercado.
Até porque a política é um mercado!
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E quando diz que se impede que as melhores tecnologias se desenvolvam, precisa definir o que são as melhores tecnologias e o que se pretende com elas. Ao fazê-lo, estará a assumir uma decisão política.
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O problema é estar ‘autorizado’ um aumento anual entre 1,5 e 2% (descontada a inflação) para prevenir aquilo que o Governo chama um “aumento repentino e acentuado”…
Resta fazer as contas quanto nos vai custar a eliminação do ‘défice tarifário’ (em 2020), considerando que a inflação na zona euro deverá permanecer ‘controlada’.
Fazer as contas ou até mesmo um gráfico seria didáctico a fim de não sermos surpreendidos ou para não ficarmos com os olhos em bico (…à chinesa).
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no teu caso deve ser à mongolóide né…..
ou mesmo um erro tipo gráfico…….
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Boa Gabriel . É necessário alguém que pense e escreva fora do pensamento único onde “não existem planos B”. Somos o 22º mais pobre e temos a 12ª energia mais cara da UE.(dados de 2011) Como é possível sairmos da recessão crónica? Para ajudar, a taxa de juros das empresas portuguesas é uns 6% mais elevada que as das empresas alemãs , nada disto faz sentido.
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Os governos socialistas tem sempre o terrível vício de roubar aos pobres para dar aos ricos.
Já no abate dos carros, que custou milhões, financiou quem podia comprar carro. No incentivo aos carros eléctricos, que são mais caros que os outros, quem ajudava? Os ricos que os podem comprar.
Chega de explorar os mais pobres!
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Força, A.R, estou consigo! 😉
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“(eólica já está .. EUA “. Foi uma festa nos EUA quando os patos bravos da EDP compraram um enorme parque eólico. Decididamente os americanos estão avessos aos lucros obscenos ou circula por aí muito parvo. http://economico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/nacional/empresas/pt/desarrollo/775976.html
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À Goldman Sachs, A.R, o banco que governa o mundo?
Não se preocupe com os prejuízos da EDP, o banco é dos seus. 😉
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O “banco” é dos teus Fincapé é o um dos que facilita a venda de dívida para o teu querido estado social.
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E facilita para quê? Eu quse que apostaria que para poder controlar mais facilmente os Estados, ao mesmo tempo que ganha milhares de milhões de euros. Desculpe ser politicamente incorreto, mas é esse o sonho da direita, submeter a política à economia (no caso, aos mercados), submetendo assim a democracia e as pessoas eleitas pelos eleitores (passe a redundância) às vontades de instituições supranacionais não eleitas.
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“À Goldman Sachs, A.R, o banco que governa o mundo?” Pois … não sei. Desconfio que este parque de eólicas devem ser despojos de mais um investimento inteligente em energias renováveis como o que o Tesouro Americano fez na Solyndra às mãos sábias do primeiro presidente negro: qualquer coisa como 100 milhões.
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Embirro com “apunculturas” ou “solários” na paisagem portuguesa e questiono mesmo a utilidade dos ultimos atendendo à área ocupada/rendimento. Quanto à energia nuclear como opção dever-se-á contabilizar os custos da descontaminação da área, que são astronómicos.
Independentemente da natureza da energia utilizada ela é sempre subsidiada.
http://www.apren.pt/noticias/index.php?tipo=1&idSec=8
http://economico.sapo.pt/noticias/subsidios-as-centrais-da-edp-geram-divisao-dentro-do-governo_136112.html
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acupuncturas?
a cu puncturas est?
quod voluntas tua….
quid squid?
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lucklucky HIPERLIGAÇÃO PERMANENTE
3 Janeiro, 2014 18:23
Claro como água.
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“O grande amigo do mentiroso, presidente executivo da EDP, António Mexia, recebeu 1,2 milhões de euros em 2012, a que se soma o prémio plurianual relativo ao mandato dos três anos anteriores, num total de 3,1 milhões de euros, segundo a EDP.” Ora pois. E a este pato bravo soma-se o Rui Pedro Soares que numa visita à PT carregou outro tanto em ano e meio e era recém engenheiro. Uns artistas!
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Caro Gabriel, parece-me que está a tentar escrever a preto e branco sobre um assunto onde há muitos cinzentos:
1) O primeiro problema é o défice tarifário e isso tem pouca relação com as renováveis, resulta essencialmente dos diferentes governos terem tomado a decisão política de não reflectir integralmente o custo da energia no seu preço;
2) Parte do problema resulta também das teorias erradas sobre o custo excessivo da energia e seu impacto na competitividade (um must destas discussões com pouca base empírica, bastando olhar para o preço da energia na Dinamarca e na Líbia para perceber que a competitividade não é directamente relacionável com o preço da energia), que isentou os clientes industriais do sobre-custo com as renováveis;
3) Estranho que não reconheça os pagamentos por disponibilidade como incentivos às energias fósseis, nem o seu peso no problema;
4) Estranho que também não reconheça que o preço da cogeração (entretanto corrigido) como um incentivo às energias fósseis e um subsídio a alguma indústria;
5) O custo das eólicas não é todo igual e tenho as minhas dúvidas de que muito dele não seja competitivo (se for comprar energia ao mercado livre não a paga pelo preço médio mas pelo preço marginal mais alto, pelo que a comparação do custo de deixar de produzir eólicas não pode ser feito a partir do preço médio das eólicas e preço médio do mercado livre, mas sim comparando o preço das eólicas com o preço marginal mais alto). Uma coisa são as primeiras eólicas, que têm de facto tarifas muito altas, outra coisa são as últimas eólicas que têm tarifas bem mais competitivas. A boa notícia é que as tais primeiras eólicas têm o preço garantido por quinze anos (a segurança no preço é um activo económico relevante que muitas vezes se esquece nestas discussões) mas no fim desses quinze anos, que para algumas delas estão quase a acontecer, estarão no mercado a preço inteiramente livre, sem nenhuma garantia. Portanto o preço médio para o consumidor no fim do ciclo de vida do investimento pode ser muito mais baixo no futuro (se não for é porque o preço da energia está alto, e nesse caso não se justifica falar de sobre-custo das eólicas);
6) Nenhum país do mundo é inteiramente liberal na política energética por uma razão simples: embora a produção não seja um monopólio natural, a distribuição tende a ser (actualmente cada vez mais matizado, mas ainda assim…). Ao mesmo tempo, os investimentos de hoje têm impactos ao longo de muitos anos. E por último, não sendo a electricidade armazenável (a electricidade é um fluxo) e sendo necessário garantir que a produção excede sempre a procura para não provocar apagões, nenhum governo aceita correr o risco de ficar dependente de eventuais falhas de mercado. Portanto o mercado da energia é sempre, em qualquer país do mundo, um mercado imperfeito com forte intervenção do Estado;
7) Podemos discutir as diferentes opções e respectivos custos, acho muito bem que se faça essa discussão, mas a maneira como põe o problema parece demasiado simplista. Basta ver que diz que isto tudo não passa da defesa de rendas, quando se o negócio fosse assim tão lucrativo (sobretudo nas renováveis) era sinal de que os preços poderiam baixar muito. Ora na verdade nos sectores onde havia mais desvios as coisas foram corrigidas (bendita troica) em especial na cogeração e no fotovoltaico, mas nos outros a verdade é que nem sempre as rendas são evidentes, a não ser nas tais centrais fósseis que são pagas por disponibilidade;
8) Se puser números sérios à frente do que diz, verá rapidamente que as coisas não são preto e branco neste sector e que as renováveis custam muito menos do que poderá parecer.
henrique pereira dos santos
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Piscoiso HIPERLIGAÇÃO PERMANENTE
3 Janeiro, 2014 18:43
CLAP
CLAP
CLAP
____________________________
As *ventoinhas* do Sócrates , um dos muitos êxitos do cleptómano
que joga a massa com os *negócios da *mamã, tinham de ser
CLAPADAS vivamente pelo Piscoiso.
É O *DONO* que exige e o *telecomandado* obedece . . .
Leiam o CM de hoje e ficam a saber que:
________Maria Adelaide Carvalho Monteiro andou com dívida ao Fisco,
________775 mil por venda de prédios urbanos
________Negócios com as Ilhas Virgens (G.B.)
________________________…..a neta põe em Juízo a avó por roubo.
E depois admiram-se com
Cova da Beira
Freeport
Sucateiro Manuel Godinho (Face Oculta)
Saiu à mãe, não tem culpa, é inimputável .
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A propósito da “falsidade” da queda do consumo, conforme o Gabriel acusa, vou dar uma pequena lição de Matematica elementar, coisa que parece ser muito necessária.
Olhando para a notícia linkada pelo gabriel como demonstrativa da falsidade da queda.
” ano tivesse registado uma variação positiva de 0,2% no consumo de eletricidade” e até ignorando a parte seguinte “a qual é nula se corrigida dos efeitos da temperatura e do número de dias úteis.”
Fazendo contas com o que aqui é dito:
“Em 2012, o consumo de energia elétrica caiu 3,6%, pelo segundo ano consecutivo de redução dos consumos acumulando uma quebra de 6% face ao máximo ocorrido em 2010 e situando-se, nesse ano, ao nível de 2006.”
Suponhamos que em 2010 o consumo foi 100
Uma queda acumulada de 6% significa que em 2012 o consumo foi 96.
Se em 2013 subiu (ignorando a tal parte de na realidade ser nula a subida) 0,2% , então o consumo foi:
96 X 1.002= 96.192
Ou seja
2010 – 100
2013- 96,192
Se isto contraria «A descida observada na procura global da eletricidade….» alguém precisa de ir para as Novas Oportunidades.
Relembro :
“fez com que o ano tivesse registado uma variação positiva de 0,2% no consumo de eletricidade, a qual é nula se corrigida dos efeitos da temperatura e do número de dias úteis.”
Repetindo “nula”.
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E há terroristas espalhados por todo o globo . . .
Felizmente que ainda existem pessoas decididas a por-lhes cobro.
Não é só na Síria de Bashar al-Assad, eles até estão em Cuba (dos Castros).
Diz Raul:
Cuba está a ser confrontada com uma subversão ideológica e política
destinada a derrubar o sistema socialista . . .
____
Daqui se infere que: qualquer que sejam os métodos, os mais brutais,
que a República use para preservar o regime os nossos conterrâneos
socialistas aplaudirão desde Gerónimo (o Chefe Pele-Vermelha) ao
neo-Revolucionário Mário Soares, na defesa da manutenção
da *Monarquia Cubana*.
(Entretanto o Piscoiso está em ligação telefónica permanente com o
*Filõsofo-Vendedor de sangue* a fim de se posicionar *IN ACCORDANCE*)
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Pois é?
A grande aposta nas eólicas deixaram muitas comissões 378 milhões de acordo com as transferencias feitas em of shore por certa família.
O grande problema que existe na energia é que a demagogia sobrepôs-se ao bom senso.
E com políticos que não passam de comissionistas sem vergonha e desonestos o resultado não poderia ser outro.
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Curiosamente, os custos da energia não são problema para grande parte dos frequentadores do blasfémias. Afinal há uma matéria em que não se importam que se explore o consumidor. Que razão haverá?
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Porque algo me diz que nehum dels tem que pagar ordenados no fim do mês.
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Como diz Medina Carreira, a EDP devia ser nacionalizada. Quem privatiza monopólios, devia ser corrido a pontapé.
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“e puser números sérios à frente do que diz, verá rapidamente que as coisas não são preto e branco neste sector e que as renováveis custam muito menos do que poderá parecer.” Cortem então os subsídios às renováveis. E se forem bons negócios decerto aparecerá quem quer investir. Há alternativas às renováveis .. o Estado já investiu nelas como motor de arranque: agora não tem que investir de novo.
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Diz muito acertadamente:
SE AS RENOVÁVEIS DÃO LUCRO, CORTEM-SE-LHES OS SUBSÍDIOS . . .
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Wal-Mart Recalls Donkey Meat Containing Fox in China
Tests reveal DNA of other animals in meat samples
http://www.theepochtimes.com/n3/430403-wal-mart-recalls-donkey-meat-containing-fox-in-china/#ixzz2pPbYzJhv
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pois, prafraseando o outro ‘quem se mete com o dollar leva’, tão certo como o destino (receio é que o campo de batalha venha a ser o territorio europeu que se está a pôr mais uma vez tão bem a jeito; é que enquanto o pau vai e vem para cima dos outros folgam-se as costas … e toda gente já viu aquela tal de Uniao Europeia hoje já é outra Europa …. a sina ´esempre uma aliança com O oriente, foi assim na II)
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-Is World War Three about to start… by accident? Max Hastings asks whether rising tensions between China and Japan could boil over
• Chinese diplomat argued that Japan risks ‘serious threat to global peace’
• He even compared Japan today to Lord Voldemort, from Harry Potter
• It comes just weeks after China declared its own Air Defence Zone
• Japan’s prime minister has threatened to shoot down any Chinese drones
Read more: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2532932/Is-World-War-Three-start-accident-Max-Hastings-asks-rising-tensions-China-Japan-boil-over.html#ixzz2pPUk0l3u
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China’s military presence is growing. Does a superpower collision loom?
Who holds the key to the future of East Asia? As US influence recedes, arch-enemies China and Japan are flexing their muscles
http://www.theguardian.com/world/2014/jan/01/china-military-presence-superpower-collision-japan
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US-China military conflict will lead to ‘nuclear war’
http://www.presstv.ir/detail/2014/01/01/343209/uschina-clash-will-lead-to-nuclear-war/
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Para sossego das alinhas, esperemos que seja outra teoria da conspiração
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deve ler-se “Para sossego das alminhas, esperemos que seja outra teoria da conspiração”
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não das alinhas…está cu reto tu até alinhas né…non longe non licet non liquet
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23 % de iva paga a luz . ora , não é o estado que precisa muito de dinheiro ? pois está claro que a luz , mesmo que esteja mais barata , se faça pagar mais caro 🙂 uma prostituta fina.
deviamos aderir às velas ., mas era.
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é ora ou é era?
FOR all your days prepare,
And meet them ever alike:
When you are the anvil, bear
When you are the hammer, Strike
a luz é sempre cara pois é trabalho de deus
deus cobra o corpo e a alma
o diabo só cobra metade mas não sabe dar à lux
fiat lux
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The laws are the secret avengers,
And they rule above all lands;
They come on wool-soft sandals,
But they strike with iron hands.
🙂
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já tinha posto essa pá
The laws are the secret avengers, And they rule above all lands; They come on wool-soft sandals, But they strike with iron hands…..DA FRACA CONSTITUIÇÃO DAS PALAVRAS FEITAS LEI…..
Publicat per correu electrònic QUOD EST VERBI DEI MINISTER UT DICTUM UT SUPRA…..
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O caso da ERSE é o caso típico do regulador que é mandado pelo regulado. Alguma novidade nisso? Não se passa o mesmo com todos os ditos reguladores, sejam eles o Banco de Portugal, a ANACOM, ou quaisquer outros? Não acontece isso em todo o mundo não sendo Portugal nenhuma excepção? O que é verdadeiramente de admirar é que haja ainda imbecis que: 1. Querem ainda mais regulação: um novo regulador para regular o regulador, e assim ad eternum, e 2. acham que se as empresas forem do Estado nada disto se passa, pois por milagre das rosas passam todos a ser meninos bonzinhos, cheios de escrúpulos. Faz-me recordar as antigas canções infantis do PREC, o processo de estupidificação em curso.
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Tenho alguma dificuldade em perceber como Vem sendo construído e acumulado o ‘défice energético’ por considerar que, pelo menos no último decénio, não auferimos de tarifas ao desbarato (em relação com Países europeus).
Também ainda não percebi se é a EDP, ou alguma entidade ‘independente’, quem tem apurado e estabelecido os reais custos de produção (donde deriva o défice).
O compromisso com a troika de eliminar o défice tarifário numa área em que se há muito tempo se estabeleceram ‘preços políticos’ e em que os custos de produção continuam (descontroladamente) a progredir parece uma situação primeiro a auditar e depois a regular, já que a ‘construção’ dos preços, em Portugal, não aparece como muito transparente. Trata-se de um cálculo tão complexo e enviesado que o vulgar cidadão dificilmente entra no problema.
Segundo julgo o Kwh em Portugal (2013) anda – no consumo doméstico – pelos 16,94 cêntimos (c/ IVA incluído) o que não será barato em relação aos dados que a Pordata ‘mostra’… http://www.pordata.pt/Europa/Precos+da+electricidade+para+utilizadores+industriais+e+domesticos+(Euro+ECU)-1477
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