EXPRESSO: Um milhar e meio de cientistas contra cortes de bolsas Vindos de todo o país, milhar e meio de jovens investigadores encontram-se reunidos junto à Fundação para a Ciência e Tecnologia.
TSF:Mais de 200 bolseiros e cientistas concentraram-se hoje, pela segunda vez, em frente à sede da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), em Lisboa, onde exigem a demissão do presidente da instituição, Miguel Seabra
PÚBLICO: Manifestação debaixo de chuva contra cortes nas bolsas de investigação científicA (O VIDEO É DA TVI e o jornalista falar de “muitas centenas, vários milhares”)
SIC: Mais de 200 bolseiros de investigação científica concentraram-se hoje perto da residência oficial do primeiro-ministro, em Lisboa, para exigir a demissão do Governo.
LUSA: Mais de 200 bolseiros tiveram concentrados à porta da residência de S. Bento, onde representantes da Associação de Bolseiros de Investigação Científica (ABIC), que organizou o protesto, entregou uma moção a pedir emprego científico dignificante, disse à Lusa o vice-presidente João Pedro Ferreira.
….
* e já agora a diferença entre os verbos ter e estar na agência LUSA
Mais um post-pirolito de HMatos
para tentar rasurar as razões e o impacto das reivindicações dos estudantes, dos cientistas.
Bom, mesmo bom será um país de imbecis, incultos, javardos, recos, e milhares de bovinizados…
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BOM e as razões de vários milhares de candidatos a bolseiros são que já há 40 mil professores universitários em exercício ou em sabática a necessitar de um hand job extra ou diz-se an extra blow job?
num sey o termo científico mas cunheci muita gente que investigou isso a fundo
já deixar as cousas a outro compadrio diferente da fundação acho mal
ao menos sejam coerentes com os tachos que destacaram pra servir-se da fundação
dêem uma bolsa a quem conseguir exterminar as muitas fundações da universidade de lisboa
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“moção a pedir emprego científico dignificante”
Quem escreveu ou assinou tal petição demonstra uma tamanha estúpidez que devia ser proíbido de se aproximar sequer de qualquer instituição de ensino superior.
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Os cientistas e os investigadores estão preocupados com os números. Mas não propriamente essas contabilidades acima veiculadas.
Estes manifestantes oriundos de um segmento restrito de cidadãos (…quando ouvimos o presidente da FCT ficamos com a impressão de ser um ‘volume residual’) não se envolvem em processos de intenções numéricos, ao sabor de ‘oportunidades’ e critérios (pseudo)jornalísticos.
Na verdade, na fase actual da vida e considerando o grupo etário que integram o melhor seria militarem numa J (SD, p. exº). Mas não foram por aí …
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Tiveram? Mais outro analfabruto com o verbo “tar”.
Há muito que havia cortes nas bolsas. A JNICT/FCT foi a maior patrocinadora de fuga de cérebros.
Como isto por cá só funciona por cunha e endogamia, os melhores nem voltavam.
Foram bons 25 anos de ajuda à imigração. Ainda bem para os que se piraram.
De resto, se até o Bragança de Miranda conseguia bolsa da FCT para pós-doc, nem merece a pena explicar o motivo do protesto.
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Bolsa a acumular com aulas, como é óbvio porque sempre foi assim.
Quando era assado, quem mandava era a cunha maior. E há histórias muito engraçadas com a dona Teresa Lago, mais as suas chantagens de capelinha.
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não muitas bolsas até eram na estranja onde dificilmente conseguiriam dar aulas devido âs dificuldades da lengua apesar d’isso nunca ser impedimento pró marocas quinté deu aulas em francês crónico ou era agudo?
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Um que tinha ideias ainda mais tristes era o Viegas. Esse defendia que se dessem bolsas a futuros escritores.
Para ver se conseguiam escrever. Só pode.
A ideia de património chegou ao ponto de ser pessoal- cada pessoa mais VIP ou com mais VIP como orientador- cada bolsa.
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Tu não tomas nada e o problema é esse. Devias, pelo menos, tomar os remédios.
E assim escusavas de tentar desculpar uma merda acerca da qual nada sabes porque nem bolsa para blogar conseguias.
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Não. Não se trata apenas de cunhas. Trata-se da endogamia em que funcionam as faculdades e de outra coisa- de chantagem declarada sobre melhores alunos.
Tipo- ou bem que vens trabalhar comigo ou tramo-te e não recebes bolsa se tentares trabalhar com o “Gali”.
Porque o marido fazia parte da JNICT e bastava ela dizer para dar ou tirar por estes motivos sabujos.
Agora já o posso contar e até me apetecia contá-lo publicamente. Mas o chatageado pirou-se daqui para fora precisamente por isto.
A xuxa da Teresa Lago, a tontinha divulgadora de powerpoints, fez isto.
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A tontinha VIP que esteve à frente do “Porto 2001- capital da cultura europeia”.
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Explica pouco- cheguei a assistir a despique de capricho de quem nem precisava a apostar que bastava preencher a folha e colocar o nome VIP da orientadora para ganhar a bolsa.
Bolsa para modas & bordados. Jornalismo a fazer-se passar por investigação.
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Queres mesmo saber o que fez a Teresa Lago?
Se quiseres eu conto. Porque agora já posso e é absoluta verdade.
Devia dar direito a ser saneada e com processo por tentativa de corrupção.
Neste caso fez com o meu pimpolho.
Sei o que fez e tive de calar enquanto ele precisou lá fora. Agora não precisa e há coisas que se devem saber.
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E não foi a Teresa Lago na qualidade de prof universitária.
Foi na qualidade de mulher de prof que fazia parte do júri de atribuição das bolsas da JNICT.
Dava a quem queria e tirava por chantagem a quem se atrevesse a fazer tese com o colega rival da outra metade mais teórica do departamento.
Foi aí que se viu que esta merda só para férias. E pirou-se daqui para fora.
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Primeiro, em relação à contagem dos manifestantes. Repare-se que três das cinco fontes apresentadas relatam um valor idêntico, pelo que as discrepâncias presentes, sendo menos de metade das fontes apresentadas, não é por demais relevante (exceto para quem queira apenas descredibilizar a notícia em vez de dar crédito ao seu conteúdo, mas isso é outra história).
Segundo, como a Helena escreveu, este país não é para jovens. Nós (leia-se, o estado) não podemos custear investigação científica feita, curiosamente, pelos próprios jovens. Não, o estado não pode pagar as obras, as políticas e os direitos de hoje (que, repare-se, não se destinam apenas aos idosos, aos reformados, mas aos jovens, os mesmos que a direita dos abutres diz defender). O estado não pode pagar investigação científica, mesmo que tal implique perder cabeças e projetos que, curiosamente, no resto do mundo rendem dinheiro. Hoje percebi que nós, jovens, temos de fugir do país não por causa dos idosos, mas do próprio estado que controlado pela direita dos abutres não salvaguarda os interesses da nação. Espere, a Helena hoje de manhã não queria dizer que o país era mau para jovens por causa dos reformados, pois não? Eu quase tenho vontade de ir à apresentação do livro para colocar perguntas incómodas, mas tenho demasiado respeito pelo Álvaro Santos Pereira para o fazer, já pelos autores do livro, o respeito é nenhum.
Terceiro, o erro no texto é realmente grave, muito grave. Infelizmente já li textos bem piores noutras notícias. Para mim, a coroa de glória é uma notícia do SOL que guardo religiosamente em casa, que por cada parágrafo tinha um ou dois erros ortográficos (e não me estou a referir à aplicação ou não aplicação do acordo ortográfico). Isso sim foi um mau texto. Agora aquilo, apesar de grave, espero que não tenha passado de uma mera distração.
PS: Peço desculpa por me ter aproveitado de um outro post para criticar a falta de coerência das posições da Helena.
PPS: Caso alguém não tenha percebido, com a direita dos abutres referia-me à direita fascistóide e fascizante que domina os partidos da direita portuguesa, não aos poucos utópicos, como Álvaro Santos Pereira, que têm competência e ideais (e por isso foram rapidamente remodelados). Aliás, o próprio termo dos abutres é um termo do tempo da ditadura, não é meu, mas se quiserem podem substituir por vampiros, mais conhecido, que o efeito é o mesmo.
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Concessão , com carácter de urgência, ao ferreira,ou ao amanuense da “lusa”,para investigacão e desenvolvimento da conjugação do verbo “tar”…
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Juromenha
O Futuro simples é:
Eu tarei
mais:
Tu taraste
Ele tarou . . .
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“Mais de 200 bolseiros tiveram concentrados”
Eles (Lusa) tiveram aulas de português mas não estiveram presentes nelas.
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Convinha que alguém dissesse que uma grande parte (a maioria?) dos “cientistas” de que mais berraria se ouve, fazem “investigação” meia esotérica naquilo a que chamam de “ciências sociais e humanidades”, em áreas como a economia, a sociologia, a antropologia, a politologia, em institutos do género daquele onde anda há muito tempo a mamar, nas tetas do Estado, o inefável professor Boaventura, em Coimbra.
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Engana-se, áreas como a biologia estão a perder imenso financiamento (sei do que falo, infelizmente tive um caso na família que já fugiu de Portugal, agora a Novartis paga-lhe a investigação). Áreas como a biologia seriam interessantes num país que quer apostar na agricultura e atividades com ela relacionada (pastorícia, por exemplo), mas que continuará a importar todos os avanços técnicos de países estrangeiros precisamente porque não se quer fazer investimento.
Quanto à economia e à politologia, essas são áreas onde sempre se soube de que forma se encontrava financiamento (tendo-se o cartão do partido do poder). Tenho vários colegas de faculdade que ingressaram na JSD por causa disso, não é algo assim tão estranho.
Quanto às outras ciências sociais, as tais ciências esotéricas, nunca houve um financiamento por aí além e não é de esperar que o governo queira grandes avanços nessas áreas. Qualquer dia as pessoas ainda começavam a pensar e lá se ai o trabalho todo que se fez na educação desde os anos 80…
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“Tava” lá a varela, ou teve medo de molhar as “perlas”?…
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lá vai apertar a selecção para o “turismo cientifico”…
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O Centro de Estudos Sociais (CES), proclamado “Laboratório associado da Universidade de Coimbra”, onde peroram o professor Boaventura e o ex-deputado Pureza, tem nada mais nada menos que 126 investigadores. Quanto a contas, para se saber de onde vêm as receitas, quais são as despesas que faz, e quanto ganham os “investigadores” e os dirigentes do CES, NADA consta do seu site. Tem por lá uns relatórios de actividades “científicas”, mas de continhas, nada…
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INVESTIR NA CIÊNCIA CONDUZ A UMA CIDADE ” MAIS OBSCURANTISTA”
Terá sido um louco incompetente que disse isto? nãooooooo! foi pasme-se… Rui Ramos, o historiador que o ministro Crato colocou no acesso ao pote, a par da sua própria mulher e de João Carlos Espada, no Conselho Científico de Ciências Sociais e Humanidades da Fundação para a Ciência e Tecnologia!
” Rui Ramos, em entrevista ao Canal Q, afirma que o investimento feito na Ciência foi uma “política golpista”, da qual resultou não “uma sociedade mais esclarecida”, mas “uma sociedade mais obscurantista”. Mas o melhor é ouvir o que tem a dizer este intelectualoide ao serviço do poder, que agora é parceiro do invertebrado Zé Manel Fernandes num projecto de intoxicação da opinião pública”!
O que se está a passar com a brutal redução de bolsas de doutoramento e de pós-doutoramento, é a continuação da estratégia deliberada, de empobrecimento a todos os níveis do País,veja-se os jotas choninhas da treta centristas que queriam passar de 12 para 9 anos o ensino obrigatório… jovens? jovens isto? ou uma espécie de Australopithecus?
Nos entretantos o Eurostat determina que os gastos com I&D passam a ser considerados investimento e não “gorduras do Estado”.
Não há já pachorra para tanta incompetência !!!
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INVESTIR NA CIÊNCIA CONDUZ A UMA SOCIEDADE ” MAIS OBSCURANTISTA”
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Talvez o RCAS possa dizer qual a evolução extraordinária da educação em Portugal que permitiu 3 bancarrotas em 40 anos.
Já sobre as ciências já há ciências duras que estão na fase Pós Moderna,
Um exemplo de uma ciência “dura”: Física.
Nem vou falar das “moles”…
“veja-se os jotas choninhas da treta centristas que queriam passar de 12 para 9 anos o ensino obrigatório… jovens?”
Seriam excelentes notícias, ninguém precisa de estar metido na escola 12 anos para só depois poder entrar na Universidade?
É a infantilização programada.
Opressão da Escola “Publica” de pensamento único.
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Lembre-se lucklucky, que quem nos governou e nos conduziu à bancarrota, quem dirigiu as nossas empresas, foram nada mais, nada menos que aqueles que se formaram em faculdades de economia pertencentes a instituições como a Universidade Nova de Lisboa ou a Universidade Católica de Lisboa (alguns, como o Cavaco, até lá deram aulas). São essas, segundo o Financial Times (o mesmo jornal que dizia que o banco não falia, era sólido, e depois faliu) estão entre as melhores escolas de economia do mundo. Perdoe-me a ironia e a falta de confiança nas classificações do Financial Times, juntamente com a falta de confiança nas grandes escolas de economia que os arautos do neoliberalismo apregoam como boas, mas o que é que quer, três bancarrotas falam por si.
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só por curiosidade, onde é que o senhor anda a estudar?
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Ontem, na TV, ouvi um bolseiro de investigação dizer que era bolseiro há 13 anos e a queixar-se da precariedade da sua situação. Vamos lá ver: ele está há 13 anos a investigar ou está há 13 anos a trabalhar para o Estado sem contrato? Qual a percentagem de bolseiros que efectivamente faz investigação cinetífica, e qual a que satisfaz necessidades normais de serviço de entidades públicas? Não seria útil começar por clarificar esta questão, antes de se dizer que, ao cortar-se nas bolsas, se está a “cortar na investigação”? (noto que isto não é uma crítica aos bolseiros que estão nesta situação, que é injusta e errada, senão na medida em que não podem querer sol na eira e chuva no nabal)
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