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Ora aí está a próxima e urgentíssima questão

22 Janeiro, 2014

É uma coisa horrível: a barra foi substituída pelos parêntesis!!!! Resoluções, directivas e declarações internacionais caem sobre as nossas cabeças. O PÚBLICO uma espécie de paladino das causas de género anuncia:  «No Plano Nacional para a Igualdade, o género feminino aparece entre parênteses. Inicialmente, na proposta de Plano Nacional, que começou por ser posta à discussão pública e que foi para consulta de vários especialistas na matéria, utilizavam-se expressões como “conselheiro/a…” — o que é um exemplo de “linguagem inclusiva”. Já a versão final, publicada em DR, contém expressões como “conselheiro(a)”. Qual a diferença? A barra deu origem a um parênteses. (…)  O Guia dá vários exemplos do que está correcto: “pai e mãe” em vez de “pais”; “trabalhadores e trabalhadoras estrangeiras”, em vez de apenas “trabalhadores estrangeiros”. O emprego de barras também é uma possibilidade, para economizar espaço: “o/a doente”, “o/a requerente”, “A/O Presidente”, “Os/As Estudantes”, “a/o funcionária/o”, “o/a aposentado/a”.»

Vamos deixar-nos de parvoíces: esta doideira tem de acabar. E uma vez alguém vai ter de explicar o óbvio: isto não interessa nada e é um rematado disparate. Logo a começar pelo próprio Guia para uma Linguagem Promotora da Igualdade entre Mulheres e Homens na Administração Pública que não só propõe disparates como “trabalhadores e trabalhadoras estrangeiras” que se pode interpretar como referindo trabalhadoras estrangeiras e trabalhadores não estrangeiros como uma vez adoptadas estas recomendações para que as frenéticas almas das questões de género e demais causa urgentes se apaziguem logo outros problemas surgirão como bem se anuncia aqui: depois de andarmos feitos parvinhos a indicar os géneros teremos de erradicar qualquer referência de género. Tanta maluqueira já cansa!

83 comentários leave one →
  1. vitorcunha permalink*
    22 Janeiro, 2014 09:24

    É um problema internacional de gravidade extrema; ou, como diz a wikipédia em castelhano, “este artículo o sección tiene un estilo difícil de entender para los lectores interesados en el tema”.

    género gramatical espanhol e feminismo

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  2. vortex permalink
    22 Janeiro, 2014 10:03

    como se escreve alegada e transversalmente
    o masculino de ‘3,14 linha’ ou ‘pi linha’ ?

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  3. 22 Janeiro, 2014 10:27

    O Helena Matos volta sempre ao mesma.

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  4. 22 Janeiro, 2014 10:48

    O truque não é novo, para controlar a argumentação e o discurso, primeiro tem de se controlar a gramatica e a semantica.

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  5. Eduardo permalink
    22 Janeiro, 2014 10:56

    Helena, o problema é que esta doideira ainda agora começou… Cumprimentos.

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  6. 22 Janeiro, 2014 11:00

    Donde é que isto vem? Acaso acha que é invenção de malucos portugueses?

    Isto é importado. Mais interessante seria contar a história toda e dizer quem são estes lobbies e quem os patrocina.

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  7. 22 Janeiro, 2014 11:04

    Estão na ONU, na Amnistia Internacional, em todas as organizações mundiais.

    Informem-se em vez de copiarem notícias de jornal

    Click to access que-hay-detras-de-una-palabra.pdf

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    • FGCosta permalink
      22 Janeiro, 2014 21:10

      As recomendações dessas duas organizações oscilam normalmente entre o desatroso, o ridículo, o inútil ou o indigente. Esta distingue-se por acumular.
      Claro que há sempre gente que acha que essas coisas são para levar a sério, como será o seu caso…Bom proveito

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  8. 22 Janeiro, 2014 11:05

    RECOMENDACIONES
    Amnistía Internacional recomienda que, con motivo del cincuentenario de la
    Declaración Universal de Derechos Humanos, todos los gobiernos, las Naciones Unidas
    y otras organizaciones intergubernamentales adopten y defiendan un lenguaje de
    derechos humanos atento a la cuestión del género y totalmente integrador.
    Los gobiernos que todavía no lo hayan hecho deben:
    t adoptar medidas relativas a un lenguaje de derechos humanos atento a la cuestión
    del género, entre ellas emplear palabras y expresiones que no oculten las experiencias de
    las mujeres.
    t elaborar y difundir ampliamente directrices sobre lenguaje no sexista.
    t garantizar que estas directrices se incorporan y reflejan en el trabajo de todos los
    organismos pertinentes así como en todas las publicaciones gubernamentales.
    t procurar una rápida difusión de un lenguaje que tenga en cuenta la cuestión del
    género. Por ejemplo, los representantes de los gobiernos y los dirigentes de los partidos
    políticos deben utilizar un lenguaje respetuoso con la cuestión del género en su trabajo
    con los medios de comunicación, durante sus discursos oficiales, al dirigirse a su
    electorado, etc.
    Los gobiernos de los países de habla francesa que todavía no lo hayan hecho deben:
    t adoptar medidas en favor de un lenguaje de derechos humanos atento a la cuestión
    del género, entre ellas:
    – sustituir la expresión «droits de l’homme» por una expresión
    integradora desde el punto de vista de género, como: droits humains; droits de la
    personne humaine y droits de l’être humain.
    – adoptar palabras que no oculten las experiencias de las mujeres.
    t elaborar y difundir ampliamente directrices sobre lenguajes no sexistas.
    t garantizar que estas directrices se incorporan y reflejan en la labor de todos los
    organismos oficiales pertinentes así como en todas las publicaciones de los gobiernos.

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  9. 22 Janeiro, 2014 11:07

    Las organizaciones no gubernamentales (ONG), los medios de comunicación y otros
    grupos e individuos deben:

    t sustituir en todas sus publicaciones la expresión «droits de l’homme» por una
    expresión integradora desde el punto de vista de género, como: droits humains; droits de
    la personne humaine y droits de l’être humain.

    t adoptar oficialmente palabras que no oculten a ninguno de los dos sexos, como
    utilizar en todas sus publicaciones el masculino para referirse a cargos que ocupan
    mujeres.
    …………………………

    Quem é que tem poder para mundialmente ir impondo isto?

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  10. JgMenos permalink
    22 Janeiro, 2014 11:15

    Anda muito burocrata a inventar o que fazer e muito idiota para quem ser original é desafiar todo o senso comum.
    É temos em complemento este novo culto da inovação que para os incapazes se traduz em experimentar o contrário do já comprovado.
    Junte-se ao pacote o artigo 13º da abrilesca Constituição que, para declarar a igualdade perante a lei, achou necessário dizer o que igual significa – num arrazoado que funda a estúpida crença de que tudo é igual e a mesma coisa.
    Nem a gramática escapa, e não tarda que surga a ‘parturienta’ …

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    • 22 Janeiro, 2014 11:27

      Isto é mais complicado.

      é lobby mundial e entra muito dinheiro na história.

      Mas a HM não quer ver. Era chato se pesquisasse em vez de copiar notícias de jornal.

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  11. 22 Janeiro, 2014 11:25

    É ler aqui e depois tenham cuidado e não cuspam muito na sopa:

    Click to access antidiscrimination_training_hungary_en.pdf

    NGO’s
    Many NGOs are in contact with similar organizations from neighbouring countries (“Life for the years” Nationwide Alliance, Nationwide Representation of Pensioners, B’nai B’rith Jewish Documentary Centre, Labrisz Lesbian Association), but Roma organizations have the strongest relations (Roma Press Centre, Association of Roma Women in Public Life).
    Trade unions
    All the responding trade unions cooperate with trade unions in the neighbouring countries.
    b. Other new EU Member States?

    NGO’s
    Most NGOs are part of European networks. Both elderly/pensioner lobbies interviewed are part of the PERPA-EURAG network. NGOs dealing with discrimination based on sexual orientation are members of ILGA.
    Trade unions

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  12. 22 Janeiro, 2014 11:27

    27.
    Is it possible for NGOs/trade unions to engage on behalf or in support of victims of discrimination in judicial or administrative procedures?
    NGO’s
    Before the coming into force of the ETA in January 2004, Hungarian law did not fully guarantee the right of associations, organizations or other legal entities with a legitimate interest to engage, either on behalf or in support of victims of discrimination in judicial or administrative procedures. Therefore, NGOs with legal aid services concluded permanent contracts with lawyers who were willing to deal with cases of discrimination. Formally, not the NGO but the lawyer provided legal representation (based on a retainer given by the victim of discrimination), in fact however, the lawyer was paid by the NGO, so his/her services were free for the client.
    The ETA has brought some important changes: any social and interest representation organisation may engage on behalf of the victim in proceedings initiated due to the infringement of the requirement of equal treatment. Furthermore, social and interest representation organisations are entitled to the rights of the concerned party in administrative proceedings.

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  13. YHWH permalink
    22 Janeiro, 2014 11:28

    Apesar da já vetusta idade da Helena, parece-lhe escapar o conhecimento da simbologia dos parentesis curvos no contexto sexual aqui ímplicito…

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  14. 22 Janeiro, 2014 11:31

    Between 2001 and 2006, the Community Action Programme to combat discrimination provided funding for a number of European umbrella NGO networks representing and defending the rights of people exposed to discrimination:

    AGE (The European Older People’s Platform); ILGA Europe (International Lesbian and Gay Association – Europe); ENAR (European Network Against Racism); and EDF (European Disability Forum) have been granted a total of 3 000 000 € per year towards their running costs up to the end of April 2007. A number of smaller organisations – the European Blind Union, The European Union of the Deaf, Inclusion Europe, Autisme-Europe – also received support under the Action Programme.

    Until the end of 2006, the European Women’s Lobby received running cost support through the Gender Equality Programme with an annual amount of around 800.000 €.
    A number of NGOs working to tackle social exclusion (European Anti-Poverty Network, European Federation of National Organisations Working with the Homeless, European Transregional Network for Social Inclusion, Eurochild, European Social Network, Caritas-Europe) received funding from the Community Programme to Combat Social Exclusion with a total of 3.600.000 € between 2005 and 2007

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  15. lucklucky permalink
    22 Janeiro, 2014 11:31

    Ainda só agora começou. Leia o que se passa nos EUA e Inglaterra.
    É a destruição da patriarquia , um dos objectivos Soci@listas para a destruição da Civilização Ocidental.
    Isto é a continuação natural do soci@lismo. Todos serão iguais para não haver cultura, sexo, cor, e no fim o objectivo final do Soci@lismo: não existirem pessoas.

    Depois como julga que se (auto)justificam os empregos de políticos, burocratas, professores universitários, centros de estudo e jornalistas?

    E com a mesma lata em que o Publico escreve sobre parêntesis de género na pagina seguinte poderá chorar sobre a pobreza sem achar nenhuma contradição que centenas ou milhares de burocratas, professores, alunos, políticos, jornalistas gastem milhões a dedicarem-se a isto.

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    • 22 Janeiro, 2014 11:37

      Pois é. Mas conta lá como começou e quem patrocina todos estes lobbies do politicamente correcto.

      Não contas nem queres ver porque era uma chatice descobrir que esse “soci@ismo, como escreves, sempre teve penca comprida.

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      • 22 Janeiro, 2014 11:39

        É a Coreia do Norte, ou Cuba quem larga milhões para patrocinar toda esta merda mundialmente?

        Será?

        Ora vá, lê, vê as ligações, o poder e o dinheiro em jogo e enfia uma saca de batatas pela cabeça abaixo que isso de cuspir na sopa fica mal.

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      • lucklucky permalink
        22 Janeiro, 2014 12:21

        Os Judeus -que segundo a Zazie pensam o mesmo -são os culpados da Esquerda Neo Marxista ter muito poder.

        A mesma Esquerda que quer destruir Israel por ser um símbolo do Ocidente.

        O que é que os jornais como o Publico, Visão, o The Guardian, The Independent, NYT, BBC têm em comum – entre outros -? o ataque a Israel.

        Onde é que estão as forças para fazerem boicote a Israel?
        Na Academia.

        Mas para Zazie são os Judeus, que mandam na Esquerda que está nos Publicos, BBC, Guardian, e nas Universidades.

        Tal ligação neuronal denota uma grande capacidade de fabulação.

        Claro que para quem a conhece a Zazie ela tem fases.

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  16. 22 Janeiro, 2014 11:44

    OSCE e INACH também são organizações mundiais patrocinadas pelo socialismo cubano e coreano?

    Se calhar… Porque isto está tudo ligado, sim. E com poder mundial gigantesco. Com financiamentos de que ninguém fala muito.

    E porquê? Por que é que só se fala disto como se fosse folclore de uns pascácios cá da terrinha?

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    • 22 Janeiro, 2014 13:09

      Conta aqui- achas que é com a falácia do homem de palha que tens argumentos para explicar quem financia essas organizações?

      Insistes que são os países “socialistas” ou apenas tens grupos protegidos e intocáveis por seres preconceituoso?

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  17. lucklucky permalink
    22 Janeiro, 2014 12:02

    São coisas como esta que estão na vanguarda da esquerda nos Países Anglo-Saxões

    A Guy’s Guide to The Gender-Minimized 1st Date

    “It’s not possible to have a completely gender neutral date. Gender, our cultural and personal notions of how people should act based on their biological sex, influences too many aspects of our behavior to be completely neutralized. In the dating context, gender roles provide an outline of how things “should” work. But in a day and age where equality is the expectation, why stick to a rigid outline based on your genitalia?…”

    http://goodmenproject.com/featured-content/andrew-smiler-a-guys-guide-to-the-gender-minimized-1st-date/

    Um gajo combina sair com uma rapariga e para a Esquerda Fracturante o objectivo supremo é o encontro ser assexuado.

    O barbecue é sexista:
    http://www.theguardian.com/commentisfree/2013/jul/19/barbecue-normal-men-sexist

    Género,Sexo, Raça e Classe são os temas de Estudo para a Esquerda a destruír as Universidades.

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    • 22 Janeiro, 2014 13:11

      E quem é que sempre finaciou- com dinheiro, com lobbie, essa vanguarda esquerda?

      Força.

      o que é a OSCE, o que é o INACH?

      Quando foram criados? quem esteve na sua origem- quem consegue proteger todos esses lobbies mundiais?

      Repito a pergunta- se são socialistas, então é Cuba ou a Coreia do Norte quem financia, não é?

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      • sem norte permalink
        22 Janeiro, 2014 19:23

        Menina Zazie,

        Como os capitalistas ganham mais dinheiro e com menos risco.

        Imagine que é dona de um supermercado na sua rua.
        Se as políticas forem liberais (poucos impostos, pouca burocracia para criação de supermercados), terá que “lutar” sempre para dar um melhor serviço ao cliente, por que senão ele irá para a concorrência.
        Se as políticas forem socialistas (impostos altos, muita burocracia na criação), menos concorrência terá. Então se “conhecer” alguém que possa impôr exclusividade na sua rua ainda melhor.

        Veja o exemplo dos telemóveis.
        Quem desenvolveu e tornou-se líder mundial foi a motorola. Apareceu a erikson com telemóveis mais ao encontro dos gostos das pessoas, e assim tornou-se líder de mercado. Depois nós clientes elegemos a nokia.
        Hoje com as escolhas individuais decidimos que seja a apple a líder.
        Isto é o liberalismo, somos nós que escolhemos.

        Agora coloque-se na posição dos capitalistas donos da motorola, da erikson e da nokia.

        Imagine que os capitalistas donos da motorola conseguem “influenciar” através de políticas o que os consumidores escolhiam, seja sob a forma de subsídios, entraves, impostos, etc. etc. etc., se calhar ainda hoje comprava telemóveis motorola.

        Há muitas décadas que as grandes fortunas do mundo chegaram à conclusão que em vez de concorrem entre si, o melhor é arranjar forma de perpétuar os ganhos sem riscos e de forma legal.
        Quem melhor consegue isso é o socialismo, por isso a banca, seguros, telecomunicações, empresas comunicação social, energia etc.

        Percebe quem financia agora? deixe lá isso dos judeus, um dos povos mais trabalhadores.

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    • 22 Janeiro, 2014 13:16

      Ora explica lá porque é que Israel financia todas as cenas LGBT, incluindo até os imbecis dos festivais de cinema.

      Até por cá conseguem ter patrocínio da Embaixa de israel.

      A que título? a que título socialista anda Israel a patrocinar cenas LGBT?

      Força,argumenta, em vez de atirares com merdas de acusação e suspeição como fazem os comunas.

      Tens aí os textos- explica o que está escrito. Explica de onde vêm essas ligações que eles próprios contam.

      Que tem o B’nai inglês a ver com a ILGA?

      Se nada tem, porque é que têm ligações?

      Como conseguem sacar todos esses financiamentos à ONU, à UE e como conseguem dominar a Amnistia Internacional?

      Como conseguem até ter um grupo de juízes, em Inglaterra, que nasceu dos iluminatti e que, ainda hoje, é quem protege toda essa trampa de “minorias”. Através da lei.

      Queres nomes? queres mais organizações? se quiseres dou-te até tirares a venda.

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      • lucklucky permalink
        22 Janeiro, 2014 17:55

        E então? há naturalmente organizações Israelitas a favor da homossexualidade porque encontras em Israel e no mundo Judeus de todo o tipo.
        Até anti-judeus e anti-israelitas.

        Israel dominar a Amnistia Internacional só podes estar com os copos.

        A OSCE?! Organização para a Segurança e Cooperação Europeia, uma organização nascida para travar o Comunismo? De que Portugal faz parte desde 1960? E agora um poiso de desempregados da política local?
        É que nem sequer tens um pouco de história.

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      • 22 Janeiro, 2014 20:52

        ò palerma- a Embaixada de Israel patrocina o cinema LGBT.

        Ponto. Irael patrocina toda a trampa LGBT.

        Isto são factos e tu és burro porque não os negas dizendo qeu lá existe de tudo.
        Não é lá- são patrocínios direccionados para esta treta. Não tens embaixada da Suiça ou de França ou de mais lado nenhum a fazer isto.

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      • 22 Janeiro, 2014 20:53

        E conta lá- os judeus têm de ser de Direita, é isso?
        É proibido haver e ter havido sempre lobby judaico que era socialista.

        Nesse caso é ignorante e desconheces em absoluto todo o movimento modernista, todas as revistas criadas nos EUA. como a Partisan e outras mais que eram judaico-trostkistas

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      • und permalink
        22 Janeiro, 2014 21:00

        E A MÁFIA JUDAICA QUE NEM É DE ESQUERDA NEM DE DIREITA

        E INTÉ HOUVE ANARQUISTAS….

        E BANQUEIROS ANARQUISTAS COMO O MADOFF

        TODO UM MOVIMENTO PÓS-MODERNISTA

        OU PÓS DE HETEROXILON ?

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  18. Lápis Azul permalink
    22 Janeiro, 2014 12:30

    É patético quando o Tózero, Passos e C.ª se nos dirigem como ” portuguesas e portugueses” … claro que chumbariam na 4ª. classe antiga !

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    • Tózezito permalink
      22 Janeiro, 2014 19:02

      Deveriam dizer : “portuguesas e portuguesos”….

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  19. 22 Janeiro, 2014 12:38

    Em rigor, quando se fala do “homem”, refere-se o género masculino.
    Já a utilização da palavra “humano” abrange os dois géneros.
    Hábitos antigos onde o papel da mulher era secundário ou inexistente, excepto parir.
    Se esta acção tem origem nos judeus, nos comunistas ou nas drag queen, é irrelevante.

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    • licas permalink
      22 Janeiro, 2014 13:03

      Diz muito bem : IRRELEVANTE.
      TAL COMO os posts do Piscoiso, pois se se quiser o original
      em vez do *canídeo* oiçam (na TV) o José Sócrates . . .

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    • 22 Janeiro, 2014 15:06

      Não palhaço- drag queens não são lobbye nem têm embaixada em nenhum país

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      • 22 Janeiro, 2014 15:57

        Ó palhaçuda, o que é que as embaixadas têm a ver com a gramática?

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      • 22 Janeiro, 2014 20:50

        ò mentecapto- ainda não percebeste que não é gramática mas coisa de tara feminista igualitária e que isso é lobby como eu deixei aí, em documentos?

        Retardado até dizer chega. É ele o pascácio do Luck que é só complexos.

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  20. A. R permalink
    22 Janeiro, 2014 13:08

    E o Hollande? A jornalista? A actriz? A moto? A ética e a moral socialista e republicana? Que irá acontecer!

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  21. 22 Janeiro, 2014 13:17

    Bloqueio? será

    ehehehe era giro que fosse.

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  22. Ana Vasconcelos permalink
    22 Janeiro, 2014 13:59

    Há quem se entretenha a discutir o sexo dos anjos. Estamos na altura de ter discussões dessas

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  23. Fincapé permalink
    22 Janeiro, 2014 14:18

    Quer dizer que, quando digo para algumas amigas minhas que elas são “um docinho”, que são “o meu sol”, ou que são “o alimento” da minha alma, estou a prevaricar? E eu tenho uma alma ou um almo?
    E quando digo para os meus amigos que eles são “umas víboras”, ou que parecem umas “galinhas tontas”, ou que são “uma seita” da social-democracia, estou agredir a língua portuguesa?
    O melhor seria cada um escolher o artigo adequado a si próprio e não se falava mais nisso. Por exemplo: “A Paulo”, “A Pedro”, “A Rui” ou “O Amélia”, “O Engrácia”, “O Ana”.
    ————-
    Alguém consegui ler o texto da última hiperligação? Eu bem tentei. 😉

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    • Portela Menos 1 permalink
      22 Janeiro, 2014 18:58

      FINCA, esse tipo de comentário não era suposto aparecer por aqui; esta malta acorda todos os dias a pensar na teoria da conspiração do “politicamente correcta(o) 🙂

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      • Fincapé permalink
        22 Janeiro, 2014 19:47

        Foi a minha consciência. Ou o meu inconsciência, já nem sei. 🙂

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      • 22 Janeiro, 2014 21:05

        AGORA DESTE EM RESPONDER A TI PRÓPRIO?

        AH É VERDADE JÁ O FAZES HÁ ANOS

        A TUA GAJA É IMAGINÁRIA OU ÉS TU PRÓPRIO COM TIMEBELT

        THE MAN WHO FOLDED HIMSELF …..SOCRATES….DA GAMA

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      • Fincapé permalink
        22 Janeiro, 2014 21:10

        Andas completamente maluca, Mario. Então. não vês que respondi ao Portela menos 1?

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      • und permalink
        22 Janeiro, 2014 21:30

        sim claro tu nã és ….pois pois percebe-se és uno e duma aldeola né

        curiosa mente partilhas dos trejeitos lisboetas do portelismo

        e do estylo de link kommentar enviar cookies etc

        se calhar divergiste temporalmente dele

        é como o ande à ré uma versão mais nova do teu alter-egotismo yah…

        ou yeah

        tante fá

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      • und permalink
        22 Janeiro, 2014 21:31

        salvem o cinema londres dos gamas…

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      • Fincapé permalink
        22 Janeiro, 2014 22:15

        Piraste de vez, und. Só o Egas Moniz te poderia salvar. 😉

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  24. @!@ permalink
    22 Janeiro, 2014 15:39

    A questão é saber se é branco ou preto. Se deixar o espaço em branco vai ser pintado a preto, vermelho, verde, azul, etc, se for espaço em preto deixa de ser questão por já estar preenchido.

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  25. @!@ permalink
    22 Janeiro, 2014 15:40

    Mas porque tem de ser preto? poderia ser vermelho, azul, verde, etc…, poderia pois, mas não era a mesma coisa.

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  26. @!@ permalink
    22 Janeiro, 2014 15:42

    E o coisa? Caramba, inventem uma linguagem hermafrodita.

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  27. Eleutério Viegas permalink
    22 Janeiro, 2014 15:58

    Enquanto este pessoal mesmo estúpido não levar nas ventas, não há melhorias. Vamos continuar a discutir assuntos de treta.

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  28. JCA permalink
    22 Janeiro, 2014 17:11

    .
    enquanto parados divetidos nestes polichinelos, entretanto o mundo gira à nossa volta e depois aqui del rey fomos apanhados de surpresa, ninguém esperava o habitual etc e tal mais coisa menos coisa a plhómetro em cima do joelho que sugere embasbacadas elites ou especados catedráticos ou talvez chico espertos de governanças de vão de escada … não sei ou não quero pôr o emblema por desnecessário e demagogico para não confundir a arvore com a floresta
    .

    ‘China Default’ at end of January could rock world markets
    http://21stcenturywire.com/2014/01/21/china-default-at-end-of-january-could-rock-world-markets/
    ..
    The Big Reset: Why China Bought JPMorgan’s Gold Vault
    http://www.silverdoctors.com/the-big-reset-why-china-bought-jpmorgans-gold-vault/
    .
    Obama wins German transparency award
    http://dailycaller.com/2014/01/17/obama-wins-german-transparency-award/
    .
    Mas tá bem.
    .

    .

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  29. JCA permalink
    22 Janeiro, 2014 17:23

    .
    Ou
    (para imprimir e depois refletir sobre o ‘olho do furacao’ que sugerem o resto serem tretas de intelectualidades elites pechibeque ou politiqueiros de vão de escada armados em lideres ou governantes, ou quiçá uma coisa qualquer a que se chamam de ‘jornalismo’):
    .
    “Communism and Islam
    .
    Both of these doctrines or political and religious philosophies, and sets of precepts for international relations and economic organization, originated inside The World Island. Both proclaim the unity of Mankind and the elimination of all national, ethnic, racial or class differences. Enemies of these doctrines declare that both Communism and the Islamic faith are conquest-based and -oriented.
    .
    While Marxism is often called a “shadow form” of Christianity and Judaism, and cannot be called a racist doctrine, radical forms of Islam including Hanbalism, Salafism and Wahabism can easily be called race-based and pro-Arab, and certainly in the case of 18th century Wahabism, an Arabist reaction to Turkish Ottoman conquest and rule. Both doctrines however converge in being radically-opposed to classic and conventional Western liberal and humanist values. As two examples, the competitive market economy and democracy have no place in either doctrine.
    .
    The Nazi Geopolitik of Haushofer, like Communism and Islam defined culture itself as the main tool for wielding control over large, continent-sized areas far surpassing the role and potential of commercial or military power, which he defined as only able to provide short-term conquest and control. In other words, Official Culture and Religion, using brainwashing would become obligatory. Other linkages between these three doctrines ¬ Nazi geopolitics, Communism and Islamism ¬ are found in precepts such as the critical need for high and constant birthrates but conversely not the growth of very large cities ¬ due to the Lebensraum goal of wide area coverage and control. “
    .
    “Nobody Controls the Heartland, Today
    .
    Great powers abhor power vacuums, proven many times in human history. Taking the case of “outlyer island” Britain and its huge but short-lived Empire or Pan Region, this was a classic example of overreach. Continuous expansion absorbing “non-performing” lands, resources and peoples was often purely to exclude rivals, but the costs of expansion cut short the life expectation of the Empire. Russia’s outreach in the Caucuses can be seen as possibly comparable, the costs always outweighing the gains, but as with Nazi Germany this geopolitical imperative has always been strong for Russian ideologists, from long before the 1917 Revolution.
    .
    This geopolitical urge to expand, ignoring economic realities, drives Saudi Arabia’s Wahabite ideologists of today, dreaming of a new Islamic Empire or Grand Caliphate.
    .
    In the key region for this “imperial dreaming” since the collapse of the Ottoman Empire in 1917, the Middle East North African (MENA) region has been up for grabs for a near-century. It draws in rivals on a continuing basis, but the role of oil and gas has obscured the other geopolitical drivers. One thing is sure ¬ nobody wields complete unshared power in this region.
    .
    On a superficial basis it is all too easy to place Saudi Arabia as the new would-be Ottoman power, and the US, plus or minus its European allies as the Kaiser Germany surrogate, the two allying to seal the southern gateway to the northern pivot area of the world island, still controlled and owned by Russia.
    .
    Russia is therefore the enemy but this quick readout is light years away from the real picture, however. Asia’s two giant supereconomies and supernations, China and India, have become countervailing powers outside the World Island. The US has become more isolationist. South American geopolitical reach, and ambitions are non-existent. Both Russia and Europe are engaged in demographic and economic downsizing. Apart from atavistic “calls for colonial glory” such as France’s small wars in Africa, future expansion by Russia or Europe is unlikely ¬ and will always be opposed on the ground.
    .
    This resets the playing field to historical precedents such as the world before the Mongol expansion, the British empire, Marxist communism and the recent recrudescence of Islamic empire-dreaming. The pre-imperial “multi-polarity” process and system of world power is likely to dominate”
    .

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  30. Churchill permalink
    22 Janeiro, 2014 18:55

    E ainda querem expulsar a troika!
    Tragam mas é os homens que por cá está tudo doido!

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  31. BELIAL permalink
    22 Janeiro, 2014 19:53

    Estas coisinhas de gênero devem dar epifanias orgâsmicas à tia belém do roseiral liliput.
    É que a mudança de mentalidades começa com a mudança de linguagem – segundo ouvi ao Pai natal…

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  32. Juromenha permalink
    22 Janeiro, 2014 21:47

    Não deixa de ser interessante olhar para um mapa e ver onde ( em que sociedades) estas questôes, inapelavelmente artificiais , são promovidas.
    O eurocentrismo pertence ao passado – como ao passado ~já pertence a sua “helenística” , conhecida por E”U”A…

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  33. 22 Janeiro, 2014 22:26

    Têm dúvidas que isto está tudo ligado?

    Têm mesmo ou o problema é cuspir na sopa.

    Então vejam lá o que liga os Matrix Chambers a isto:

    http://www.matrixlaw.co.uk/Information/Areas%20of%20Practice/Immigration%20Asylum%20and%20Free%20Movement.aspx

    http://eutopialaw.com/tag/equality/

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  34. 22 Janeiro, 2014 22:28

    Dr. Iyiola Solanke

    The evolution of anti-discrimination law (ADL) has been an incremental affair: Britain was the first European country to introduce non-contractual legal protection against discrimination after WWII – in 1965 it passed its first Race Relations Act which provided a limited remedy for protection against racial discrimination in public places. This Act was amended four times – in 1968, 1976, 2000 and 2003 (Solanke, 2009). In 1975, protection against sex discrimination was introduced. Since then, legal remedies in Britain have expanded to cover age, disability, gender reassignment, marriage and civil partnership, pregnancy, sexual orientation, religion and belief. These are now brought together in a single statute – the Equality Act 2010 (EqA 2010). The EU began its foray into ADL in 1957: the Treaty of Rome prohibited discrimination on the grounds of nationality – this was the logic underpinning the ‘four freedoms’ (free movement of persons, goods, services and capital) – and on the grounds of sex. In 1997, after years of lobbying by civil society organizations across the member states, it introduced a legal amendment to prohibit discrimination on the grounds of age, disability, race and ethnic origin, religion and belief and sexual orientation (Art 19 TFEU). Subsequent Directives, most notably Race Directive 2000/43 and the Employment Equality Directive 2000/78, have obliged the member states to introduce legal prohibition of discrimination on these grounds into their legal systems. These systems of protection did not develop entirely independently – for example, the amendments to the British Race Relations Act in 2003 were made in response to the EU Race Directive 2000/43.

    In this ambitious book, Engineering Equality, Alexander Somek attempts a root and branch analysis of the evolving anti-discrimination law of the European Union, interrogating both its philosophical premises and its current practices. Somek has much to say, but little that is positive, about ADL and its advocates. The mechanical image evoked by the title should prepare the reader for his impatience with the theme. He wastes no time dismissing ADL as the ‘darling subject of ‘progressive’ legal scholars and steadfast libertarians alike’ (fn 2). He asserts that these groups are undermining their own goals, for the more successful ADL, the weaker social policy in the EU becomes: its ‘ascendancy is concomitant to a displacement of that full blown social policy which would be required for its own realization’ (18). Further into the text, he describes ADL as ‘a field of law whose mode of realization is also the cause of self-obfuscation’ (93) and ADL norms as ‘having the same deadening effect on the perception of social reality as moralistic attributions of evil schemes’ (105). His stance should not deter the reader: the book warrants a close read of its carefully crafted argument. My own conclusion after doing so is that it has a number of strengths and weaknesses. I will discuss three strengths (the EU-level of analysis; the clear analytical framework and the challenge to neoliberalism) and three weaknesses (the lack of historical perspective, conflation and universalism).

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    • licas permalink
      23 Janeiro, 2014 20:05

      Apelo para a sua inteligência . . .
      “Criticism of particular Israeli actions or policies in and of itself does not constitute anti-Semitism. Certainly the sovereign State of Israel can be legitimately criticized just like any other country in the world. However, it is undeniable that there are those whose criticism of Israel or of “Zionism” is used to mask anti-Semitism.”[7]

      Não aceita ISTO?
      Ou eu agora tornei-me de repente um *porco Sionista* como é tão vulgar
      ouvir-se dos *Aladinos*?

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      • 23 Janeiro, 2014 21:06

        Estou-me nas tintas para Israel e tudo o resto que é mera política. Falei aqui de organizações que foram criadas depois da 2ª Guerra e que estão na origem destas ligas e ONGs dos Direitos Humanos e das minorias.

        Se v.s desconhecem e nem querem ver porque andam em tribalismos actuais, azar o v.

        Acaso conhece o espólio do Elias Ashmole? Sabe quem ele foi? alguma vez teve acesso aos reservados?

        Eu tive. Percebe a diferença?

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      • 23 Janeiro, 2014 21:09

        Não tinha lido bem.
        Sim, é isso. Aqueles que nem se podem nomear.

        A HM sabe disso e foi avençada ou perto disso. Até o António Araújo o disse a propósito do sionismo da revista Atlântico.

        Porque está fartinha de largar estes textos preguiçosos como se fosse ceguinha e estas merdas fossem inventadas pelo Público ou pelos bloquistas portugueses.

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  35. 22 Janeiro, 2014 22:46

    Para quem não saiba o que é a ADL- está aqui.
    http://en.wikipedia.org/wiki/Anti-Defamation_League

    Não chateiem mais a fingirem que nem sabem de onde vem todo este politicamente correcto passado a Lei.

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  36. hajapachorra permalink
    22 Janeiro, 2014 23:59

    Não preciso de linques, nem de teorias da conspiração, para saber que a ideologia de género leva no pacote aborto, gaymónio, adopção por gaymónios, controlo demográfico, IPPF (cá sob o nome APF do sociólogo vilar), violência, intimidação, criminalização da ‘homofobia’, de quem não aceita a cartilha, eutanásia, subtração das crianças e da juventude à autoridade familiar, estudos feministas, com mestrados, obturamentos e ocupação do espaço académico, maçonaria, negócios, negócios de milhões de milhões, biliões para laboratórios, centrais de abortos, liquidação de vozes discordantes nos media e mais uma infinidade de iniquidades, como a pedofilia que já tem quem a defenda abertamente, nos países baixos, bosta de ideologia liberal, da direita amoral e da esquerda das partes baixas.

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    • 23 Janeiro, 2014 01:30

      Teoria da conspiração é um chavão que serve para muita coisa.

      O que eu deixei são factos, não são nem teorias nem opiniões.

      Azar se chateia. Porque “maçonaria” é que é uma palavra vaga onde cabe tudo e não cabe nada.

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      • 23 Janeiro, 2014 02:15

        olha que não nem tudo cabe na maçopçãonaria

        lá por soares caber nã quer dizer nada

        não é mason quem quer lá diz Arnaut

        e é verdade tinhamos aqui um dos Lyons e doutras boas obras como a Fnat

        e nem conseguiu ingressar na inatel nem na grande orienta-te lusitano

        já o irmão dele conseguiu passar dum regime a outro

        tirava tanta radiografia que até o Slat aqui do sítio nã conseguiu acompanhar o ritmo em microradiografias e teve de….pedir-lhe assessoria começou em 1976 e em 1998 timha já 70 competidores

        ganhou um jaguar e dois alphas romeus e uma julieta tudo à conta do sns

        agora coitado com a crise teve de ir fazer la retraite pró brasile

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      • 23 Janeiro, 2014 10:48

        A ADL não é nenhuma teoria da conspiração. Existe, pode-se verificar o que faz, a influência que tem e o dinheiro que está em jogo. Bem como saber quando e como foi criada.

        Já atirar-se com a palavra maçonaria é que até pode ser.

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    • 23 Janeiro, 2014 21:11

      A lógica do Hajpachorra é que é muito engraçada. Se é teoria da Conspiração dizer os nomes das organizações mundiais que tornam estas coisas lei em toda a parte, o que é dizer-se que é mentira porque quem o faz é a maçonaria?

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      • 23 Janeiro, 2014 21:12

        Dizer-se que é a maçonaria não é teoria da conspiração.

        Só é teoria da conspiração quando há factos, organizações, dinheiro e tem penca comprida.

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      • 23 Janeiro, 2014 21:13

        Indo mais longe, até historicamente, faltava explicar como é que a maçonaria nada tem ou teve a ver, desdo o início, com o judaísmo.

        O Evola estudou isso mas esse é um “porco facista” não se pode nomear.

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  37. Portela Menos 1 permalink
    23 Janeiro, 2014 00:59

    Critérios à medida para administração pública
    por Miguel MarujoHoje3 comentários

    Na avalanche de concursos abertos para a administração pública, nas últimas semanas – que estão sob avaliação da Comissão de Recrutamento e Seleção da Administração Pública (CRESAP) – há critérios apontados e preferências definidas que apontam para cargos à medida. Dá-se preferência, por exemplo, a quem tenha desempenhado “cargos de dependência direta de membro do governo” e noutro “a prestação de apoio técnico especializado aos membros dos gabinetes do Ministério das Finanças”.

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    • und permalink
      23 Janeiro, 2014 01:14

      POIS DÁ-SE PREFERÊNCIA A DESEMPREGADOS DE LONGA DATA

      SE NÃ FOSSE ISSE O SOARES E A FAMÍLIA VIVIAM DO RSI….

      CONSULTADORIAS PRECISAM-SE

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  38. tamal permalink
    23 Janeiro, 2014 21:02

    E deixem estar o que está bem, se assim formou na língua com o tempo .
    Como ontem dizia alguém, também você, por certo, não reclama, por ser homem, que é um jornalisto, aquele que é artisto, entre mais exemplos, a respeito de presidentes …

    Como ninguém lembrou que lá por haver muitos papas, papas a dar co pau, na história, uma mulher papa, que o fosse a sério, não tinha que buscar diminutivo na fórmula papisa, se os mesmos gajos também não se dobram a intitular meros papos, masculinos .
    E que seria das monjas, mesmo mulheres casadas, se dessem a padres? Haviam de achar razão para ser padras, como se o termo padre (a terminar no e mudo, como presidente) não desse bem a ambos. E porém vergo-me, neste ponto, coisa rara em mim como no Vítor Cunha, se fossem a ministras do altar, da religio que nos (re)liga a deus, certo elas bem ficavam a madres, com certeza .

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  39. hajapachorra permalink
    24 Janeiro, 2014 03:24

    A maçonaria é real e muito mais poderosa do que os judeus. Estes são apenas alguns, uma ínfima parte, dos milhares de veneráveis controladores das organizações internacionais. Têm nome, encontram-se em sítios conhecidos cá dentro e lá fora, não têm raça, nem sexo (têm género), nem credo (cruzes, canhoto) e elegem o obama de serviço. Para isso não é mister invocar um porco fascista que, coitado, nem isso era, apenas tolo. Evola, maldito? É o protótipo do esquerdóide, politicamente correcto, anticristão. Sim, Evola era um reaccionário muito revolucionário, um futurista de trazer por casa, palerma até à quinta casa, que se sentiria perfeitamente à vontade no meio dos grunhos de agora, também eles fascinados por misticismos e merdas várias e avariadas, desde que anticatólicas. Citar Evola, do que se havia de lembrar zazie, até o labaredas é mais interessante, porra.

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    • 24 Janeiro, 2014 14:52

      Hajapachorra- eu citei organizações mundiais criadas no pós guerra por causa do Holocausto.

      Essas organizações mundiais, como a ADL têm ligações a outras especificamente judaicas como o B’Nai.

      Acrescentei exemplos de apoios e patrocínios da embaixada de Israel e ciclos de cinema LGBT em todo o mundo.

      V. chama a isto teorias da conspiração e diz que é mentira porque tudo é obra da maçonaria.

      Va-se catar, sim? Porque v. é que atirou com uma organização secreta acerca da qual não existem as provas e a realidade que existe para todas essas ONGS que têm orçamento da UE e da ONU.

      Entendeu? se não entendeu não chateie. Se v. tem problemas de complexo com pencudos, o azar é seu. Se quer falar da maçonaria, então vai ter de encontrar conspiradores para tal porque eu não tenho pachorra para isso.

      A maçonaria existe, sim. Mas não é a Maçonaria quem directamente impõe pela lei em todo o mundo, este politicamente correcto.

      São as organizações que eu disse e deixei link caso nem as conheça.

      Se quer provar que essas organizações como a ADL e OSCR são da maçonaria, então força.

      Vai ver que à mistura esbarra com o que não quer…

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    • 24 Janeiro, 2014 14:56

      V. tem uns tiques intelectualoides de sabichão que chateiam.

      Porque larga sempre tretas com desdém mas nunca, por nunca, consegue sequer ler o que os outros dizem e, por isso, nem precisa de argumentos.

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      • 24 Janeiro, 2014 14:57

        Pronto, está dito.

        Acredito que seja extremamente culto. Sempre gostei de ler os seus comentários e sempre o considerei como merece.

        Mas não tenho de aturar a forma como treslê tudo e, muito menos, o ar pimpão como acha que arruma tudo sem precisar de argumentar.

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  40. 24 Janeiro, 2014 15:01

    O que eu disse limitou-se a esta lógica.

    1- A HM passa a vida a copiar tretas dos jornais e a arrumar todo o politicamente correcto como sendo uma invenção de uns cretinos escardalhos portugueses.

    2- Eu disse que mais valia que ela investigasse e entendesse de onde tudo isso vem porque vem de organizações mundiais muito sérias, absolutamente legalizadas, de tal modo importantes que têm lugar na ONU e na UE e gigantescos fundos para tornarem estas taras obrigatórias por lei.

    Foi isto que eu fiz.

    Deixei os links para essas organizações e adiantei quem as criou, como foram criadas e quem por lá têm dentro.

    Se quer argumentar comigo, de forma não disparatada, tem de pegar nisto e em mais nada.

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