Facturas da sorte
Isto de a Direcção Geral de Impostos ou Autoridade Tributária ou lá o que é, entrar no negócio do jogo através de uma parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa é bastante curioso. É certo que levanta algumas dúvidas. Por exemplo, fala-se de sorteios de carros.
Mas que carros? Elétricos? Carros apreendidos aos meliantes? Adquiridos por concurso? BMW’s? Sobras dos serviços do estado? Convinha esclarecer isso bem.
E quem apresenta o sorteio na TV da factura da sorte? A Marisa? O Futre? A ministra?
Fala-se de muitos milhões para distribuir em sorteios de forma a incentivar o pessoal a pedir a facturinha da praxe (ui, praxe agora não se pode dizer, sorry…). E que tal sortear uns quadros do Miró? Em vez de um museu, 82 museus espalhados pelo país. Era uma ideia.
Mas ideia, boa mesmo, é a dos chineses. Sim, eles andam nisto de sacar dinheiro há muito mais tempo que nós.
Factura com raspadinha. Ora nem mais. Qual sorteio qual carapuça, prémio instantâneo: facheavor, queria 10 pães, mas individuais, com factura de cada um.…
(via
No grande casino liberal a vida é uma lotaria.
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ño lotary is probabilistic
Galactic Pot-Healer is a science fiction novel by Philip K. Dick, first published in 1969. The novel deals with a number of philosophical and political issues such as repressive societies, fatalism, and the search for meaning in life.
Dick also wrote a children’s book set in the same universe, Nick and the Glimmung, in 1966. It was published posthumously in 1988.
Plot introduction[edit]
The story concerns a man who thanklessly fixes pots in a totalitarian future Earth, only to be summoned by a godlike alien known as Glimmung, who has recruited him as part of a multispecies specialist team sent to “Plowman’s Planet” (or Sirius Five) for a mystical quest, which is to raise the sunken cathedral of Heldscalla from a surreal alien ocean.
Plot summary[edit]
The novel takes place in a dismal future America, the “Communal North American Citizen’s Republic.” The United States government has become extremely intrusive and repressive, monitoring the actions, speech and even thoughts of its citizens.
The protagonist, Joe Fernwright, is a pot-healer, one who can perfectly restore pottery to brand new condition. Joe finds himself constantly depressed and idle at the opening of the novel. He is unemployed and on a war veteran’s social security benefit, given that ceramic pottery has been replaced by plastics, and his profession is not in great demand. He longs for purpose and meaning in life. His one entertainment is to call various friends on the worldwide telephone network and swap puzzles. These puzzles are based on imperfect translations of sayings and book titles obtained by using language translation computers available to anyone. The object of the game is to guess the original from the translation.
Joe finds meaning when he is summoned to “Plowman’s Planet”/Sirius Five by a mysterious highly evolved alien, Glimmung, with seemingly godlike powers. Along with other similarly talented but depressed and alienated people and creatures from all over the galaxy they are employed by Glimmung, in a grand endeavor to raise an ancient sunken cathedral from the ocean floor.
Glimmung is also in a struggle with the Kalends, a species gifted with precognition who are constantly writing a book that supposedly foretells the future, one which inevitably is proven right. Glimmung is determined to continue with his struggle, even when the book predicts certain failure.
At the conclusion of the book, Fernwright and his companions are offered the opportunity to join a gestalt or hive mind that also encompasses Glimmung. Fernwright and an unnamed octopoid companion alone refuse the offer. Fernwright is then given various options, such as going back to earth, going with the octopoid to its planet, going to Mali’s planet ( a young humanoid female he had become romantically involved with and who chose to become a part of the collective conscious ) or stay back on Sirius Five. The octopoid also suggests to him that he should start creating pots with the tools Glimmung has given him instead of just healing them. The story ends by saying the first pot he created was ‘awful.’
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ESta decisão governamental revela de modo cristalino um país (afinal) terceiro-mundista, corrompido, corruptível e corruptor.
E, talvez esteja subjacente a tradicional trafulhice tuga insttitucionalizada (mais uma vez) pelo Estado via governo…
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Tanta coisa para cumprir com a Troika, imagem de honestos, tem de se cumprir tudo … tudo certinho etc e tal para a imagem mundial de Portugal, isso nos mercados; entendido para a Governança ter força moral negocial,
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e saiem-se com esta de gato escondido com rabo de fora, o Miró, que a imprensa mundial está já a registar como um nunca visto seja nas opiniões publicas da rua seja na grande imprensa mundial …. “Portugal vende os tesouros”, a ‘melhor’ imagem da solidez dum devedor, “Estado Português põe à venda na Sothby´s quadros de Miro com legalidade duvidosa’ etc etc,
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afinal como é ? Então essa coisa da imagem internacional para os mercados é só para esfolar os pagantes de impostos, os pensionistas, para falir empresas, para não haver emprego para os jovens, para os desempregados de meia idade irem gamar para a estrada ?
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Se estou errado é porque não percebo (sem quaisquer matrizes religiosas ou de fés, para bom entendedor se houver meia palavvra basta): esta rapaziada está fora da grande peregrinação histórica dos peregrinos. Sugere, só bolas fora. E esta é da categoria 9 na escala de ritcher, tsunami.
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Se assim não for ou fosse, be happy.
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Corrupção, da verdadeira, não se vê aqui diabolizar (e faz pena).
MRJB não perde pitada quanto a envolver o governo actual em
corrupções . . . É mesmo muito pouco honesto, uma *gracinha*
(possivelmente de mau gosto) de Lotaria, quiçá ineficaz NÃO É NADA
comparado com um projecto (gorado pelo próprio PS) de atacar o mal
como deve ser.(Cravinho).
Se usasse mais a *dialectica* e menos *adjectivação* estaria a
estimular argumntação em vez de *peixeiradas* para entreter. OKAY?
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O tiro vai sair-lhes pela culatra:
As associações de lojistas e restauração, vão lançar o contra-sorteio-finanças… com o prémio dum cruzeiro à volta do mundo e arredores! Com uma raspinha na hora!
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O TIRO? BOLAS ASSASSINO ASSANHADO NÃ TIRAS FÉRIAS?
O PROBLEMA DO TRADUTOR TRADITOR IN THE BROKEN SWORD PREFACE BY POUL ANDERSONFUN EDUCATIONAL SEE THE THIRD TURD OF PORTUCALE UNDER THE GAMA GAMA ALPHA VON ALPHARD…
CÓLON NUS ES CU PIA PIA
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___________argumentação__________
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Mas se o povo aderir…o povo é quem mais ordena,
Ainda que haja estro “terceiro-mundista”…Povo estúpido que se deixa “iludir”…
O portugal dos pequenitos é conforme: ora tomba pra “direita” (e pisca-pisca) ora tomba pra esquerda (e pisca-pisca)
A não ser que o povo só “preste” quando marra para onde quer a social-fascistada e afins… 🙂
E obnubila-nos cada vez mais “isso” do BE ser favorável à social-democracia (???)
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Gabriel, deixe lá dar um carrito a quem ainda consegue beber uma bica de vez em quando. O governo não pode dar tudo a estes:
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/portugueses-dizem-que-corrupcao-aumentou-e-governo-esta-nas-maos-de-grupos-economicos-1599689
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tá tudo nas mãos dos gamas que nos gamam
nã há volta a dar …eles gamam tudo há 500 ânus
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Os nossos empresários andam atarantados com isto da fatura…
Olha se começam a ter mesmo de passar faturas, pagar irc, iva…
Que chatice.
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A história do velho, da criança e do burro aplica-se todos os dias a toda a hora na Tugulândia, essencialmente por ser habitada por tugas.
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Entretanto o governo e o grupo do Bilhim (o tal que diz que todos os cargos deviam ser por concurso exceto o dele) estão a recrutar um novo diretor geral para os impostos, e oferecem 3800€ + 700€ de representação, ou seja uns 2300€ líquidos.
Aguardam-se hordas de desempregados, pois ninguem com um emprego decente se deve sujeitar a esta anedota.
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Desconheço quais as condições do “concurso” no que respeita aos mínimos da factura. Se não houver, ah, ah, já tenho esquema em vista: tudo em separado.
Barba e cabelo, pois então: factura separada. Bica com pastel-de-nata, idem. Meia-dúzia de castanhas assadas, pois então, quero factura por unidade. No supermercado também. Na farmácia, na tabacaria (só é pena não venderem os cigarros à unidade). O abastecimento de gasolina, será aos pingos. Uma factura por cada. Serei responsável por infindáveis bichas – actualmente, filas, pois são uns atrás dos outros mas sem empurrar -, mas estou-me lixando
Estou a pensar mandar gravar o número de identificação fiscal na testa.
Passarei a viciado no jogo… e quando ganhar o carro, bazo de vez que o futuro está na emigração
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Eu farto-me de telefonar mas nunca me sai nada, mas gosto muito de ver o sr. Goucha e acho que devia de ser ele a fazer os sorteios derivado a ser um excelente apresentador.
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Se a moda das facturas pega, hoje sorteia-se um carro, amanhã uma cirugia de anca ou um transplante, ou uma vaga no ensino superior, qualquer dia um um emprego, no fim um prato de sopa…
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escreve-se ou deve escrever-se cirurgia…..cirus gia tem a ver com os persas
dio Bernardo Pina Pinto…..albu quer que ou vasco da gama já era mau
mas máfia cultural que pina pinto é bestialismo puro e duro
O ANOCAS ROSINHA…ENTUPIU TUDO….POR AQUI……..pois
qualquer dia leiloa-se o senso in comum
ganhaste uma lobotomia antes do concurso nã foi
foi por ajuste di rectum?
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Uma cenoura com rifas!
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“Factura com raspadinha. Ora nem mais. Qual sorteio qual carapuça, prémio instantâneo: facheavor, queria 10 pães, mas individuais, com factura de cada um.…”
É uma boa ideia. E para se evitar pedir facturas por cada pão comprado bastava indexar o valor do prémio ao valor da factura.
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Quem vai *facturar* é o Marxismo-Leninismo :
1ª página de Avante: * Eleições imediatas para mudança de política*
(uns verdadeiros optimistas/mitómanos estes . . .
SERÁ QUE OS LEITORES VÃO ACREDITAR?)
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