Quanto custa?
24 Fevereiro, 2014
O fim da austeridade, como assinalado pelo Rui, merece ser guardado para memória futura; mas, para já, merece duas questões:
- É o fim da austeridade ou é promessa de não intensificar a austeridade existente? Colocando a questão de outra forma é “não queremos mais austeridade” ou “não mais queremos austeridade”?
- Quanto custa, em termos de austeridade futura, o fim da austeridade?
A primeira questão permite aferir a confiança do PS na estupidez do seu eleitorado; a segunda permite aferir se conhecem o significado da palavra.
51 comentários
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O Ser e o Não Ser: o PS faz parte do grupo de partidos que se vinculou ao memorando de entendimento mas é o único deles sem o ónus da governação. Tem-se permitido a pândega de prometer desfazer isto e aquilo ao mesmo tempo que sugere tribunais especiais, plataformas logísticas e emissão de Eurobonds ( mutualização da nossa dívida pela zona euro). Afirma que os cortes deixaram de ser temporários e agora são definitivos e que o problema do déficit estrutural não está resolvido.
Face a pelo menos isto que referi acima e a realidade concreta que qualquer governo enfrentará em 2015, concluo que o PS fará e não fará reformas estruturais e estruturantes, cortará e não cortará na despesa pública, aliviará e talvez não a carga fiscal mas, acima de tudo, vai obrigar o Renzi, o Hollande e a Merkel a mutualizar os desvarios desta tropa sem tino.
Vergonha!
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Falta uma pequena eternidade para as legislativas. Se o PS as vencer, a sua repulsa pela austeridade terminará no momento em que estiver à procura de quem aceite fazer parte do seu governo, pois não quererão governar em minoria.
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Se austeridade significar um orçamento realista: espero que dure para sempre.
Até porque a teta externa não se deixa mungir mais, como até aqui.
Diz que a vaca, agora, é boi…
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A confiança do PSD na estupidez do seu eleitorado, levou-nos onde estamos…
austeros, tesos e malcriados.
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Tem razão, considerando o excelente estado em que o país estava, não se compreende como é que o povo elegeu alguém que prometia dificuldades…
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Não cola.
Se reparar no que está escrito, não chamei o eleitorado de estúpido.
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Boa técnica de comentário, Vítor. 😉
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Pois, foram os totós do PSD e o seu eleitorado que nos trouxeram onde estamos. O PS não tem nada a ver com a situação actual. E muito menos o Sócrates.
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Leia o que está escrito, homem e só depois se ponha a destilar palavras ignorantes.
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É desta que concordo com o Piscoiso…tesos e malcriados já éramos ( e continuamos a ser)….só ficamos um pouco mais austeros……….
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Se o ps alcançar a governança, vai “descobrir”, outra vez, que as contas estavam aldrabadas, que isto está muito mal e que há que tomar medidas…
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De qualquer forma, é interessante ver uma pessoa austera fazer aquele discurso.
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Fiquei surpreendido com o repúdio da austeridade. Pois que até aqui bastava que a austeridade fosse praticada com o coração, com sensibilidade social, colocando as pessoas primeiro e com vida para lá do deficit para já ser praticável. Por quem sabe, obviamente..
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1- Não mais queremos austeridade
2- O fim da austeridade custa a falência da Agência de Empregos do “arco da governação”
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Conhece alguém que, no seu perfeito juízo, goste de austeridade? Tem noção que uma política despesista (dita de investimento público) permite camuflar muito melhor favorecimentos e “tachos”? Sabe o que é o código de contratações? E da UTAO já ouviu falar?
Leio-o e pergunto-me se pensa melhor do que escreve ou só escreve sem pensar. Não sou adepto deste governo mas não percebo como chalaças de café podem travestir-se de opinião formada sobre qualquer assunto. Lamento o tom mas no seu caso abro excepção.
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JG, como o sr vitor está com muito trabalho a moderar os (meus) comentários, tenho que utilizar os métodos da imprensa oposicionista (antes de 25Abril74) para fazer passar alguma coisa!
ps: sim, sei o que é o código de contratações e a UTAO.
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Descanse, apenas estou a interagir e não tenho nada que ver com VC ou critérios de moderação, embora saiba (ou tente) estar na casa dos outros e logo respeitar, ou então não visitar.
E quanto à substância, tem alguma para inserir nos comentários ou quer continuar com ditos anódinos?
A sua analogia com censores é de mau gosto e infundada, digo.
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JG, se a minha analogia é infundada ou não, só eu e vitor cunha podemos dizer ! Sobre a substância tenho pouco a acrescentar a não ser que tenho um filho e nora desempregados (com formação superior) e que a minha reforma tem ido pelo cano. Mas, depois de ver a festa do fim de semana no Coliseu, não vamos fazer do Blasfémias um local para calimeros 🙂
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Lamento, sinceramente, a sua situação pessoal.
Discordamos quanto à analogia porque mesmo que o VC se propusesse igualar os idos de antes do 25 de Abril nunca o conseguiria ( e pelo que tenho visto não o faria). São situações desproporcionais e diferentes (sei que o sabe) daí achar de mau gosto, sem rancores.
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A austeridade veio para ficar e, por muitos e longos anos. E o verdadeiro culpado por ela não é o Passos Coelho e sim os governantes anteriores O fim da austeridade não se atinge por decreto.O estancamento da dívida também não se decreta. Não foi o Passos Coelho que levou o País à situação em que se encontra, ele é simplesmente uma vítima dos desmandos dos irresponsáveis anteriores O resto é conversa para embalar bebés…
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O drama do PS é exactamente não saber o que fazer com uma muito duvidosa futura vitória nas legislativas de 2015. A clique que está à frente do PS ainda não percebeu onde é que meteram o país com a a governação suicida que fizeram entre 2005 e 2011.
Se o PS para mal dos nossos pecados ganhasse em 2015, e fizesse o que anda a dizer, ou seja, repor a despesa do estado como estava, quando se acabasse o dinheiro, logo ao fim de poucos meses, colocava o país exactamente onde ele estava nos primeiros meses de 2011; depois faria mais quatro pecs sem adesão nenhuma à realidade, e no fim, volta troika que estás perdoada. É assim tão dificil perceber isto?
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Ó Silveira tira a “futura” porque 2015 não é presente nem passado. Daí só pode….
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O peiésse mete nojo…
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A questão metafísica levantada à volta da austeridade ( princípio, meio e fim) pode ser entendida como um veículo de escárnio e é com certeza terrivelmente ofensiva para os que estão a sentir feroz e dolorosamente o seu ferrete (e não são poucos!).
Acho, todavia, que esta seria uma questão que poderia ir a referendo (só a primeira pergunta porque o emaranhado delas não passaria no TC…).
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As familias e as empresas privadas e os seus trabalhadores, suportaram a parte de leão da austeridade; já o estado em 2013 aumentou a despesa global em 3,8%, a despesa corrente aumentou 5,9%, a despesa corrente primária em 7,1%, e a despesa com pessoal em 10,4%, performance que ficamos a dever às decisões do TC, por sugestão do PS.
Enquanto não se cortarem aqui mais cinco ou seis mil milhões, escusam de falar em acabar com a austeridade.
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A despesa com pessoal aumentou 10,4%?
Então porque é que eu recebo menos 25% do que recebia?
.
Discutir é interessante, mas temos de começar por não ofender a inteligência dos outros com argumentos deformados.
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Se recebe menos 25% e elenca isso junto com a despesa com pessoal, os seus recebimentos estão incluídos no OE, certo?
Para não ofender a sua inteligência, se recebe menos 25% decorre que a despesa com pessoal diminui 25%, é esse o seu raciocínio?
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Churchill, são dados da execucação orçamental de 2013, da DGO, portanto não há aqui agressões à inteligência de ninguém. Se ganha menos 25%, sugiro-lhe que corte nos charutos…
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Jorge
Sem tirar nem por.
O meu patrão é o Estado que tem receitas de impostos, os seus e os meus, e despesas, minhas e suas, paga-me menos 25% agora do que fazia em 2010.
As contas são simples, a não ser que me demonstre que houve colegas meus aumentados. Isto para não falar no facto de nestes 3 anos a redução do número de funcionários ser superior a 10%.
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Silveira
Suponha que o seu patrão o chama e lhe diz que precisa de comprar o novo modelo da Ferrari e lhe vai reduzir o salário em 30%.
O Silveira explica-lhe que também gostava de comprar o novo Audi e ele decide cortar-lhe “só” 20%.
Quando chegar a casa você diz aos seus filhos que teve um aumento de 10%?
Posso cortar nos charutos, mas perdia carisma e o Estado ficava sem os impostos associados, que não são despiciendos.
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A questão colocada é que o facto de receber menos 25% do que antes (2010 como afirma) não implica manifestamente a existência de redução de 25% na despesa do estado com remunerações. Vem que o seu entendimento, de que citar desvios (de execução orçamental no caso) é insulto à inteligência, não fazer sentido.
Em termos de projecções de impacto sobre a rubrica de despesa com remunerações, consulte as frequências por nível remuneratório e tem que uma redução nos escalões superiores à média pesa relativamente menos (julgo que basta a mediana ser inferior a média).
E qual foi o corte efectivo no seu vencimento base? Porque falta ainda escalpelizar as componentes dessa redução de 25% (deve referir-se ao salário líquido): um aumento de retenção na fonte ou taxas adicionais sobre rendimento do trabalho, embora diminuam o rendimento disponível, não reduzem as remunerações e encargos do lado do pagador, certo?!
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Jorge
Eu tb não disse que o Estado reduzia 25% as despesas por ser essa a minha redução de rendimentos. Todos sabemos que os cortes foram progressivos.
Sim, estou a falar da componente liquida, que ajusta o “meu” corte de 12%, mais os subsidios que foram e nao regressaram, mais o nosso corte pela via do IRS, mais o corte de 20% nas ajudas de custo que recebo por deslocacoes obrigatorias em trabalho por meios proprios (pois não há outros), mais o meu corte de 2% pela ADSE.
Para este ultimo percebi entretanto que o aumento de 130% na comparticipação era para sustentar o sistema de saúde, mas depois vou ao Decreto de alteração do OE2014 e no artigo 14º descubro que 50% das receitas são para transferir para os cofres do Estado, ou seja um imposto selectivo para funcionários publicos (esta nem preciso do TC para dizer que é inconstitucional).
Pois podemos debater a contabilidade da coisa, mas no final o que me interessa mesmo é o que me sobra para ir ao supermercado e pagar o resto de taxas e impostos que o Estado nos cobra a todos, especialmente os que pagam e não usam esquemas artísticos.
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Como pode ver conseguimos concordar (e muito) no meio das nossa divergências. Apenas não acho que exista ofensa à inteligência ao expressar esses pontos de vista.
Quanto aos seu cortes: não me regozijo com eles mas entendo-os fundamentais. Acho que, todas as medidas somadas, o efeito obtido é menor do que seria com um corte de remunerações base permanente e que, a prazo, far-lhe-ia justiça. Entendo que temos um Estado e administrações ineficientes (até mesmo ineficazes) que rouba espaço à iniciativa privada (digo de cidadãos e não necessariamente grandes grupos económicos) e se ocupa de ocupar milhares de desqualificados, não pela formação e competências mas pela forma como lhes é permitido diariamente não as colocar ao serviço de quem lhes paga o ordenado. Se estes tempos permitirem ter de futuro um estado e administrações mais eficientes será um dos beneficiados porque haverá lugar ao prémio de desempenho e reconhecimento do mérito, onde actualmente o número de anos de serviço (seja de que qualidade fôr) habilita a progressão salarial.
Já vou longo mas deixo-lhe pérolas que observei nestes últimos meses:
– Ao deslocar-me a um grande hospital público deparei-me com um sistema de bilhética (senhas) num dado serviço e, ao dirigir-me à máquina de senhas tinha uma senhora sentada numa secretária que tirou a senha por mim e fez atendimento prévio ao atendimento. Nesse mesmo hospital um médico informou-me que para serviços diferentes existem programas informáticos diferentes que, não só não se encontram integrados como não são integráveis?!
– Em um outro hospital (na província) e enquanto esperava longamente por aquilo que seria das experiências mais absurdas que vivi (não tem lugar a relato aqui), tive perto de mim duas trabalhadoras (prestadoras de serviços) que discorriam longamente sobre os governantes e os “cortes” enquanto (pelo menos 45 minutos) não estavam a fazer aquilo para que eram contratadas. Deve ser um caso em que estavam a ajustar a carga horária aos supostos cortes que, quase juraria, de facto não sofrem.
– Durante uma greve de cantoneiros de limpeza observei um perto de minha porta de casa que se detia numa alongada explicação do seu direito à indignação enquanto se amparava nos seus instrumentos de trabalho. Entrei e saí de casa três vezes e ali estava ele. Quando reparei que já tinha seguido viagem o pavimento estava imaculadamente com a mesma sujidade que antes!!!
Certamente que não se revê nestes exemplos de profissionalismo :))
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Devemos estar a atingir o limite das regras do blog.
Eu não me revejo em nenhum mau comportamento de trabalhadores, de serviços publicos ou privados.
Não me revejo em promoções e progressões apenas por antiguidade.
Não compreendo que se queira diminuir a despesa do Estado através de cortes cegos e brutos aos funcionários, e querer em simultâneo melhor prestação de serviços. Diga lá ao Paulo Azevedo para manter o salário das caixas do Continente e reduzir 25% do vencimento dos gestores, para ver que resultados obtém! O magnifico Gaspar foi isso que fez, do alto de toda a ciencia económica que nos dedica no livro da Avilez, depois de regressar ao exílio dourado do BdP onde se permite dar entrevistas de muitas horas no horário de trabalho.
O que eu queria era ver a prometida reestruturação do Estado, saber o que fica e o que fecha, objetivos e metas.
Esta treta de deixar apodrecer as pessoas e os serviços vai minando a moral, deixando instalar a revolta, não serve a ninguem e no final estará tudo pior.
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Pelo contrário, estão a exemplificar na perfeição o motivo pelo qual há caixa de comentários.
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Vou ficar, palavra de honra, na expectativa de como
as tais regras de boa conduta em Blasfemias estão,
e vão ser compreendidas/executadas pelos bloggers . . .
Reservo-me o direito de shut the mouth and see what is going on.
Até quando? Não sei.
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Se formos austeros nas palavras ficamos mudos, austeros com a comida deve ser uma dieta do caraças, austeros nos actos, meu deus, quando comeriamos????
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Vitor: já viu como a Rosinha veio aqui roubar a informação e depois vende-a no jornal?
http://www.ionline.pt/artigos/portugal/espectaculos-fernando-tordo-contratado-ong-liderada-pela-sua-mulher-0/pag/2
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O Blasfémias é lido pela imprensa, por muito que a maioria não o queira admitir (o que – em abono da verdade – aqui não foi caso).
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Mas, desta vez, não vem lá escrito que foram vs. que toparam, pois não?
É que uma coisa é ler, outra plagiar e vender como sendo próprio.
Foi aqui em directo. A mim cheirou-me estranho o nome dessa associação de género a contratar o Tordo. Nem tive tempo para pesquisa. Depois, quando voltei a casa, reparei que o João Miranda já a tinha caçado e v. fez o post.
Ora eles cheiraram e venderam no jornal a “descoberta”.
De todo o modo, é bem-feita porque o tuguinha tanto chora, como mama. Normalmente, quanto mais chora, mais mama.
Já quanto à associação até me passo com aquelas merdas. Andam a espatifar o povo e a igreja nem corre com eles.
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É tal e qual como diz, zazie.
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Já viu o que é comício de género no Sabugal?
Bem que gostava de ir para lá. Uma aldeia, das raras que ainda existem. Já corromperam aquela treta com jacobinice de género.
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Já assisti a uma treta do tipo anunciada numa aldeola não muito longe, no município de Penamacor. Devem andar em digressão, como banda rock.
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Verdade? Eu nunca assisti a uma coisa dessas e acho que partia aquela merda toda
ahahahaha
Nem no PREC consegui ver os do MFA. Estes são imitação à “amaricana rica”.
E deve ser uma anedota porque aquelas terras só têm velhos.
Já pensei em inventar uma ONG marada a ver se também saco carcanhol do Estado, já que todos pagamos isto
ehehehe
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Mas tinha de ser uma ONG pythoniana, ainda que as Lorettas já sejam status quo.
Tipo “Direitos de saída”- aborte-se primeiro, eutanise-se depois.
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Eheheheheheheh!
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Não assisti, vi o anúncio na porta da capela. Mas gostava de ter visto. E, de preferência, ter gravado.
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Realmente. O mundo está perigoso.
Mas olhe que a minha nora contou-me uma muito gira. Até na Goldman Sachs fazem sessões assim e quem vai lá são os tarados do LGBT.
Uma russa, sem papas na língua, disse-lhes das boas.
Estiveram mais de uma hora a palrar acerca da “discriminação de género” para malta da banca.
Pagos por quem os financia (diga-se)
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E com anúncio na porta da capela.
Esta gente tem cá uma lata. Eu acho que foi à conta de coisas do género que o Bento XVI mandou recadinho para os nossos curas de passeata.
Mas eles deturparam tudo.
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Queria dizer Sabugueiro em vez de Sabugal.
Uma sessão de género no Sabugueiro só se fosse pelo Partido Animal- para evitar que os pastores fossem muito às ovelhas
ehehehehe
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ONDE É QUE EU JÁ OUVI ISTO? (a propósito de austeridade…)
Por Agência Lusa
publicado em 25 Fev 2014 – 15:03
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Portugal
Seguro acusa governo de empurrar dívida para o futuro executivo
Os encargos com a dívida rondam os 12 mil milhões de euros
O secretário-geral do PS afirmou hoje que o Governo está a recorrer ao truque de “empurrar com a barriga” a dívida, sustentando que já passou encargos de 12 mil milhões de euros para a próxima legislatura.
“Ficámos hoje a conhecer outro truque do Governo, que é o de empurrar com a barriga os problemas em vez de os resolver. Ficámos a conhecer que o Governo já passou 12 mil milhões de euros de encargos com dívida para a próxima legislatura, para o próximo Governo”, declarou António José Seguro.
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