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Quanto custa?

24 Fevereiro, 2014

O fim da austeridade, como assinalado pelo Rui, merece ser guardado para memória futura; mas, para já, merece duas questões:

  1. É o fim da austeridade ou é promessa de não intensificar a austeridade existente? Colocando a questão de outra forma é “não queremos mais austeridade” ou “não mais queremos austeridade”?
  2. Quanto custa, em termos de austeridade futura, o fim da austeridade?

A primeira questão permite aferir a confiança do PS na estupidez do seu eleitorado; a segunda permite aferir se conhecem o significado da palavra.

51 comentários leave one →
  1. JorgeGabinete's avatar
    JorgeGabinete permalink
    24 Fevereiro, 2014 21:13

    O Ser e o Não Ser: o PS faz parte do grupo de partidos que se vinculou ao memorando de entendimento mas é o único deles sem o ónus da governação. Tem-se permitido a pândega de prometer desfazer isto e aquilo ao mesmo tempo que sugere tribunais especiais, plataformas logísticas e emissão de Eurobonds ( mutualização da nossa dívida pela zona euro). Afirma que os cortes deixaram de ser temporários e agora são definitivos e que o problema do déficit estrutural não está resolvido.
    Face a pelo menos isto que referi acima e a realidade concreta que qualquer governo enfrentará em 2015, concluo que o PS fará e não fará reformas estruturais e estruturantes, cortará e não cortará na despesa pública, aliviará e talvez não a carga fiscal mas, acima de tudo, vai obrigar o Renzi, o Hollande e a Merkel a mutualizar os desvarios desta tropa sem tino.
    Vergonha!

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  2. Aladdin Sane's avatar
    24 Fevereiro, 2014 21:13

    Falta uma pequena eternidade para as legislativas. Se o PS as vencer, a sua repulsa pela austeridade terminará no momento em que estiver à procura de quem aceite fazer parte do seu governo, pois não quererão governar em minoria.

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  3. BELIAL's avatar
    24 Fevereiro, 2014 21:17

    Se austeridade significar um orçamento realista: espero que dure para sempre.
    Até porque a teta externa não se deixa mungir mais, como até aqui.

    Diz que a vaca, agora, é boi…

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  4. Piscoiso's avatar
    24 Fevereiro, 2014 21:23

    A confiança do PSD na estupidez do seu eleitorado, levou-nos onde estamos…
    austeros, tesos e malcriados.

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    • JorgeGabinete's avatar
      JorgeGabinete permalink
      24 Fevereiro, 2014 21:27

      Tem razão, considerando o excelente estado em que o país estava, não se compreende como é que o povo elegeu alguém que prometia dificuldades…

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    • vitorcunha's avatar
      vitorcunha permalink*
      24 Fevereiro, 2014 21:28

      Não cola.
      Se reparar no que está escrito, não chamei o eleitorado de estúpido.

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      • Fincapé's avatar
        Fincapé permalink
        24 Fevereiro, 2014 21:30

        Boa técnica de comentário, Vítor. 😉

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    • JMS's avatar
      JMS permalink
      25 Fevereiro, 2014 00:52

      Pois, foram os totós do PSD e o seu eleitorado que nos trouxeram onde estamos. O PS não tem nada a ver com a situação actual. E muito menos o Sócrates.

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    • Fernando's avatar
      Fernando permalink
      25 Fevereiro, 2014 08:48

      Leia o que está escrito, homem e só depois se ponha a destilar palavras ignorantes.

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    • Tiradentes's avatar
      Tiradentes permalink
      25 Fevereiro, 2014 09:30

      É desta que concordo com o Piscoiso…tesos e malcriados já éramos ( e continuamos a ser)….só ficamos um pouco mais austeros……….

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  5. BELIAL's avatar
    24 Fevereiro, 2014 21:29

    Se o ps alcançar a governança, vai “descobrir”, outra vez, que as contas estavam aldrabadas, que isto está muito mal e que há que tomar medidas…

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  6. Fincapé's avatar
    Fincapé permalink
    24 Fevereiro, 2014 21:36

    De qualquer forma, é interessante ver uma pessoa austera fazer aquele discurso.

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  7. anónimo's avatar
    anónimo permalink
    24 Fevereiro, 2014 22:57

    Fiquei surpreendido com o repúdio da austeridade. Pois que até aqui bastava que a austeridade fosse praticada com o coração, com sensibilidade social, colocando as pessoas primeiro e com vida para lá do deficit para já ser praticável. Por quem sabe, obviamente..

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  8. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    24 Fevereiro, 2014 23:29

    1- Não mais queremos austeridade
    2- O fim da austeridade custa a falência da Agência de Empregos do “arco da governação”

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    • JorgeGabinete's avatar
      JorgeGabinete permalink
      24 Fevereiro, 2014 23:38

      Conhece alguém que, no seu perfeito juízo, goste de austeridade? Tem noção que uma política despesista (dita de investimento público) permite camuflar muito melhor favorecimentos e “tachos”? Sabe o que é o código de contratações? E da UTAO já ouviu falar?
      Leio-o e pergunto-me se pensa melhor do que escreve ou só escreve sem pensar. Não sou adepto deste governo mas não percebo como chalaças de café podem travestir-se de opinião formada sobre qualquer assunto. Lamento o tom mas no seu caso abro excepção.

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      • Portela Menos 1's avatar
        Portela Menos 1 permalink
        24 Fevereiro, 2014 23:50

        JG, como o sr vitor está com muito trabalho a moderar os (meus) comentários, tenho que utilizar os métodos da imprensa oposicionista (antes de 25Abril74) para fazer passar alguma coisa!
        ps: sim, sei o que é o código de contratações e a UTAO.

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      • JorgeGabinete's avatar
        JorgeGabinete permalink
        24 Fevereiro, 2014 23:57

        Descanse, apenas estou a interagir e não tenho nada que ver com VC ou critérios de moderação, embora saiba (ou tente) estar na casa dos outros e logo respeitar, ou então não visitar.
        E quanto à substância, tem alguma para inserir nos comentários ou quer continuar com ditos anódinos?
        A sua analogia com censores é de mau gosto e infundada, digo.

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      • Portela Menos 1's avatar
        Portela Menos 1 permalink
        25 Fevereiro, 2014 00:22

        JG, se a minha analogia é infundada ou não, só eu e vitor cunha podemos dizer ! Sobre a substância tenho pouco a acrescentar a não ser que tenho um filho e nora desempregados (com formação superior) e que a minha reforma tem ido pelo cano. Mas, depois de ver a festa do fim de semana no Coliseu, não vamos fazer do Blasfémias um local para calimeros 🙂

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      • JorgeGabinete's avatar
        JorgeGabinete permalink
        25 Fevereiro, 2014 00:35

        Lamento, sinceramente, a sua situação pessoal.
        Discordamos quanto à analogia porque mesmo que o VC se propusesse igualar os idos de antes do 25 de Abril nunca o conseguiria ( e pelo que tenho visto não o faria). São situações desproporcionais e diferentes (sei que o sabe) daí achar de mau gosto, sem rancores.

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  9. basto_eu's avatar
    basto_eu permalink
    24 Fevereiro, 2014 23:51

    A austeridade veio para ficar e, por muitos e longos anos. E o verdadeiro culpado por ela não é o Passos Coelho e sim os governantes anteriores O fim da austeridade não se atinge por decreto.O estancamento da dívida também não se decreta. Não foi o Passos Coelho que levou o País à situação em que se encontra, ele é simplesmente uma vítima dos desmandos dos irresponsáveis anteriores O resto é conversa para embalar bebés…

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  10. Alexandre Carvalho da Silveira's avatar
    Alexandre Carvalho da Silveira permalink
    25 Fevereiro, 2014 00:03

    O drama do PS é exactamente não saber o que fazer com uma muito duvidosa futura vitória nas legislativas de 2015. A clique que está à frente do PS ainda não percebeu onde é que meteram o país com a a governação suicida que fizeram entre 2005 e 2011.
    Se o PS para mal dos nossos pecados ganhasse em 2015, e fizesse o que anda a dizer, ou seja, repor a despesa do estado como estava, quando se acabasse o dinheiro, logo ao fim de poucos meses, colocava o país exactamente onde ele estava nos primeiros meses de 2011; depois faria mais quatro pecs sem adesão nenhuma à realidade, e no fim, volta troika que estás perdoada. É assim tão dificil perceber isto?

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  11. Eleutério Viegas's avatar
    Eleutério Viegas permalink
    25 Fevereiro, 2014 00:10

    O peiésse mete nojo…

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  12. JDGF's avatar
    JDGF permalink
    25 Fevereiro, 2014 00:20

    A questão metafísica levantada à volta da austeridade ( princípio, meio e fim) pode ser entendida como um veículo de escárnio e é com certeza terrivelmente ofensiva para os que estão a sentir feroz e dolorosamente o seu ferrete (e não são poucos!).
    Acho, todavia, que esta seria uma questão que poderia ir a referendo (só a primeira pergunta porque o emaranhado delas não passaria no TC…).

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  13. Alexandre Carvalho da Silveira's avatar
    Alexandre Carvalho da Silveira permalink
    25 Fevereiro, 2014 00:40

    As familias e as empresas privadas e os seus trabalhadores, suportaram a parte de leão da austeridade; já o estado em 2013 aumentou a despesa global em 3,8%, a despesa corrente aumentou 5,9%, a despesa corrente primária em 7,1%, e a despesa com pessoal em 10,4%, performance que ficamos a dever às decisões do TC, por sugestão do PS.
    Enquanto não se cortarem aqui mais cinco ou seis mil milhões, escusam de falar em acabar com a austeridade.

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    • Churchill's avatar
      Churchill permalink
      25 Fevereiro, 2014 08:26

      A despesa com pessoal aumentou 10,4%?
      Então porque é que eu recebo menos 25% do que recebia?
      .
      Discutir é interessante, mas temos de começar por não ofender a inteligência dos outros com argumentos deformados.

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      • JorgeGabinete's avatar
        JorgeGabinete permalink
        25 Fevereiro, 2014 08:57

        Se recebe menos 25% e elenca isso junto com a despesa com pessoal, os seus recebimentos estão incluídos no OE, certo?
        Para não ofender a sua inteligência, se recebe menos 25% decorre que a despesa com pessoal diminui 25%, é esse o seu raciocínio?

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      • Alexandre Carvalho da Silveira's avatar
        Alexandre Carvalho da Silveira permalink
        25 Fevereiro, 2014 09:13

        Churchill, são dados da execucação orçamental de 2013, da DGO, portanto não há aqui agressões à inteligência de ninguém. Se ganha menos 25%, sugiro-lhe que corte nos charutos…

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      • Churchill's avatar
        Churchill permalink
        25 Fevereiro, 2014 10:25

        Jorge
        Sem tirar nem por.
        O meu patrão é o Estado que tem receitas de impostos, os seus e os meus, e despesas, minhas e suas, paga-me menos 25% agora do que fazia em 2010.
        As contas são simples, a não ser que me demonstre que houve colegas meus aumentados. Isto para não falar no facto de nestes 3 anos a redução do número de funcionários ser superior a 10%.

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      • Churchill's avatar
        Churchill permalink
        25 Fevereiro, 2014 10:29

        Silveira
        Suponha que o seu patrão o chama e lhe diz que precisa de comprar o novo modelo da Ferrari e lhe vai reduzir o salário em 30%.
        O Silveira explica-lhe que também gostava de comprar o novo Audi e ele decide cortar-lhe “só” 20%.
        Quando chegar a casa você diz aos seus filhos que teve um aumento de 10%?

        Posso cortar nos charutos, mas perdia carisma e o Estado ficava sem os impostos associados, que não são despiciendos.

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      • JorgeGabinete's avatar
        JorgeGabinete permalink
        25 Fevereiro, 2014 11:00

        A questão colocada é que o facto de receber menos 25% do que antes (2010 como afirma) não implica manifestamente a existência de redução de 25% na despesa do estado com remunerações. Vem que o seu entendimento, de que citar desvios (de execução orçamental no caso) é insulto à inteligência, não fazer sentido.
        Em termos de projecções de impacto sobre a rubrica de despesa com remunerações, consulte as frequências por nível remuneratório e tem que uma redução nos escalões superiores à média pesa relativamente menos (julgo que basta a mediana ser inferior a média).
        E qual foi o corte efectivo no seu vencimento base? Porque falta ainda escalpelizar as componentes dessa redução de 25% (deve referir-se ao salário líquido): um aumento de retenção na fonte ou taxas adicionais sobre rendimento do trabalho, embora diminuam o rendimento disponível, não reduzem as remunerações e encargos do lado do pagador, certo?!

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      • Churchill's avatar
        Churchill permalink
        25 Fevereiro, 2014 11:17

        Jorge
        Eu tb não disse que o Estado reduzia 25% as despesas por ser essa a minha redução de rendimentos. Todos sabemos que os cortes foram progressivos.

        Sim, estou a falar da componente liquida, que ajusta o “meu” corte de 12%, mais os subsidios que foram e nao regressaram, mais o nosso corte pela via do IRS, mais o corte de 20% nas ajudas de custo que recebo por deslocacoes obrigatorias em trabalho por meios proprios (pois não há outros), mais o meu corte de 2% pela ADSE.
        Para este ultimo percebi entretanto que o aumento de 130% na comparticipação era para sustentar o sistema de saúde, mas depois vou ao Decreto de alteração do OE2014 e no artigo 14º descubro que 50% das receitas são para transferir para os cofres do Estado, ou seja um imposto selectivo para funcionários publicos (esta nem preciso do TC para dizer que é inconstitucional).

        Pois podemos debater a contabilidade da coisa, mas no final o que me interessa mesmo é o que me sobra para ir ao supermercado e pagar o resto de taxas e impostos que o Estado nos cobra a todos, especialmente os que pagam e não usam esquemas artísticos.

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      • JorgeGabinete's avatar
        JorgeGabinete permalink
        25 Fevereiro, 2014 11:43

        Como pode ver conseguimos concordar (e muito) no meio das nossa divergências. Apenas não acho que exista ofensa à inteligência ao expressar esses pontos de vista.
        Quanto aos seu cortes: não me regozijo com eles mas entendo-os fundamentais. Acho que, todas as medidas somadas, o efeito obtido é menor do que seria com um corte de remunerações base permanente e que, a prazo, far-lhe-ia justiça. Entendo que temos um Estado e administrações ineficientes (até mesmo ineficazes) que rouba espaço à iniciativa privada (digo de cidadãos e não necessariamente grandes grupos económicos) e se ocupa de ocupar milhares de desqualificados, não pela formação e competências mas pela forma como lhes é permitido diariamente não as colocar ao serviço de quem lhes paga o ordenado. Se estes tempos permitirem ter de futuro um estado e administrações mais eficientes será um dos beneficiados porque haverá lugar ao prémio de desempenho e reconhecimento do mérito, onde actualmente o número de anos de serviço (seja de que qualidade fôr) habilita a progressão salarial.
        Já vou longo mas deixo-lhe pérolas que observei nestes últimos meses:
        – Ao deslocar-me a um grande hospital público deparei-me com um sistema de bilhética (senhas) num dado serviço e, ao dirigir-me à máquina de senhas tinha uma senhora sentada numa secretária que tirou a senha por mim e fez atendimento prévio ao atendimento. Nesse mesmo hospital um médico informou-me que para serviços diferentes existem programas informáticos diferentes que, não só não se encontram integrados como não são integráveis?!
        – Em um outro hospital (na província) e enquanto esperava longamente por aquilo que seria das experiências mais absurdas que vivi (não tem lugar a relato aqui), tive perto de mim duas trabalhadoras (prestadoras de serviços) que discorriam longamente sobre os governantes e os “cortes” enquanto (pelo menos 45 minutos) não estavam a fazer aquilo para que eram contratadas. Deve ser um caso em que estavam a ajustar a carga horária aos supostos cortes que, quase juraria, de facto não sofrem.
        – Durante uma greve de cantoneiros de limpeza observei um perto de minha porta de casa que se detia numa alongada explicação do seu direito à indignação enquanto se amparava nos seus instrumentos de trabalho. Entrei e saí de casa três vezes e ali estava ele. Quando reparei que já tinha seguido viagem o pavimento estava imaculadamente com a mesma sujidade que antes!!!
        Certamente que não se revê nestes exemplos de profissionalismo :))

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      • Churchill's avatar
        Churchill permalink
        25 Fevereiro, 2014 12:24

        Devemos estar a atingir o limite das regras do blog.

        Eu não me revejo em nenhum mau comportamento de trabalhadores, de serviços publicos ou privados.
        Não me revejo em promoções e progressões apenas por antiguidade.
        Não compreendo que se queira diminuir a despesa do Estado através de cortes cegos e brutos aos funcionários, e querer em simultâneo melhor prestação de serviços. Diga lá ao Paulo Azevedo para manter o salário das caixas do Continente e reduzir 25% do vencimento dos gestores, para ver que resultados obtém! O magnifico Gaspar foi isso que fez, do alto de toda a ciencia económica que nos dedica no livro da Avilez, depois de regressar ao exílio dourado do BdP onde se permite dar entrevistas de muitas horas no horário de trabalho.

        O que eu queria era ver a prometida reestruturação do Estado, saber o que fica e o que fecha, objetivos e metas.
        Esta treta de deixar apodrecer as pessoas e os serviços vai minando a moral, deixando instalar a revolta, não serve a ninguem e no final estará tudo pior.

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      • vitorcunha's avatar
        vitorcunha permalink*
        25 Fevereiro, 2014 12:25

        Devemos estar a atingir o limite das regras do blog.

        Pelo contrário, estão a exemplificar na perfeição o motivo pelo qual há caixa de comentários.

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  14. licas's avatar
    licas permalink
    25 Fevereiro, 2014 00:56

    Vou ficar, palavra de honra, na expectativa de como
    as tais regras de boa conduta em Blasfemias estão,
    e vão ser compreendidas/executadas pelos bloggers . . .
    Reservo-me o direito de shut the mouth and see what is going on.
    Até quando? Não sei.

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  15. @!@'s avatar
    @!@ permalink
    25 Fevereiro, 2014 06:50

    Se formos austeros nas palavras ficamos mudos, austeros com a comida deve ser uma dieta do caraças, austeros nos actos, meu deus, quando comeriamos????

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  16. zazie's avatar
    25 Fevereiro, 2014 11:49

    Vitor: já viu como a Rosinha veio aqui roubar a informação e depois vende-a no jornal?

    http://www.ionline.pt/artigos/portugal/espectaculos-fernando-tordo-contratado-ong-liderada-pela-sua-mulher-0/pag/2

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    • vitorcunha's avatar
      vitorcunha permalink*
      25 Fevereiro, 2014 12:16

      O Blasfémias é lido pela imprensa, por muito que a maioria não o queira admitir (o que – em abono da verdade – aqui não foi caso).

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      • zazie's avatar
        25 Fevereiro, 2014 12:31

        Mas, desta vez, não vem lá escrito que foram vs. que toparam, pois não?

        É que uma coisa é ler, outra plagiar e vender como sendo próprio.
        Foi aqui em directo. A mim cheirou-me estranho o nome dessa associação de género a contratar o Tordo. Nem tive tempo para pesquisa. Depois, quando voltei a casa, reparei que o João Miranda já a tinha caçado e v. fez o post.

        Ora eles cheiraram e venderam no jornal a “descoberta”.
        De todo o modo, é bem-feita porque o tuguinha tanto chora, como mama. Normalmente, quanto mais chora, mais mama.

        Já quanto à associação até me passo com aquelas merdas. Andam a espatifar o povo e a igreja nem corre com eles.

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      • vitorcunha's avatar
        vitorcunha permalink*
        25 Fevereiro, 2014 12:33

        É tal e qual como diz, zazie.

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      • zazie's avatar
        25 Fevereiro, 2014 12:32

        Já viu o que é comício de género no Sabugal?

        Bem que gostava de ir para lá. Uma aldeia, das raras que ainda existem. Já corromperam aquela treta com jacobinice de género.

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      • vitorcunha's avatar
        vitorcunha permalink*
        25 Fevereiro, 2014 12:38

        Já assisti a uma treta do tipo anunciada numa aldeola não muito longe, no município de Penamacor. Devem andar em digressão, como banda rock.

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  17. zazie's avatar
    25 Fevereiro, 2014 12:41

    Verdade? Eu nunca assisti a uma coisa dessas e acho que partia aquela merda toda
    ahahahaha

    Nem no PREC consegui ver os do MFA. Estes são imitação à “amaricana rica”.

    E deve ser uma anedota porque aquelas terras só têm velhos.
    Já pensei em inventar uma ONG marada a ver se também saco carcanhol do Estado, já que todos pagamos isto
    ehehehe

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    • zazie's avatar
      25 Fevereiro, 2014 12:43

      Mas tinha de ser uma ONG pythoniana, ainda que as Lorettas já sejam status quo.
      Tipo “Direitos de saída”- aborte-se primeiro, eutanise-se depois.

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      • vitorcunha's avatar
        vitorcunha permalink*
        25 Fevereiro, 2014 12:44

        Eheheheheheheh!

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    • vitorcunha's avatar
      vitorcunha permalink*
      25 Fevereiro, 2014 12:43

      Não assisti, vi o anúncio na porta da capela. Mas gostava de ter visto. E, de preferência, ter gravado.

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      • zazie's avatar
        25 Fevereiro, 2014 12:51

        Realmente. O mundo está perigoso.
        Mas olhe que a minha nora contou-me uma muito gira. Até na Goldman Sachs fazem sessões assim e quem vai lá são os tarados do LGBT.
        Uma russa, sem papas na língua, disse-lhes das boas.

        Estiveram mais de uma hora a palrar acerca da “discriminação de género” para malta da banca.

        Pagos por quem os financia (diga-se)

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      • zazie's avatar
        25 Fevereiro, 2014 12:53

        E com anúncio na porta da capela.

        Esta gente tem cá uma lata. Eu acho que foi à conta de coisas do género que o Bento XVI mandou recadinho para os nossos curas de passeata.

        Mas eles deturparam tudo.

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    • zazie's avatar
      25 Fevereiro, 2014 12:50

      Queria dizer Sabugueiro em vez de Sabugal.
      Uma sessão de género no Sabugueiro só se fosse pelo Partido Animal- para evitar que os pastores fossem muito às ovelhas
      ehehehehe

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  18. BELIAL's avatar
    25 Fevereiro, 2014 21:25

    ONDE É QUE EU JÁ OUVI ISTO? (a propósito de austeridade…)

    Por Agência Lusa
    publicado em 25 Fev 2014 – 15:03
    //
    Portugal

    Seguro acusa governo de empurrar dívida para o futuro executivo

    Os encargos com a dívida rondam os 12 mil milhões de euros

    O secretário-geral do PS afirmou hoje que o Governo está a recorrer ao truque de “empurrar com a barriga” a dívida, sustentando que já passou encargos de 12 mil milhões de euros para a próxima legislatura.

    “Ficámos hoje a conhecer outro truque do Governo, que é o de empurrar com a barriga os problemas em vez de os resolver. Ficámos a conhecer que o Governo já passou 12 mil milhões de euros de encargos com dívida para a próxima legislatura, para o próximo Governo”, declarou António José Seguro.

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